
V Seminário Internacional da Academia de Escolas de Arquitetura e Urbanismo de Língua Portuguesa (AEAULP), que intitulámos de Proximidades Distantes, ocorrerá nos dias 06, 07 e 08 de Dezembro de 2023, em Brasília.

V Seminário Internacional da Academia de Escolas de Arquitetura e Urbanismo de Língua Portuguesa (AEAULP), que intitulámos de Proximidades Distantes, ocorrerá nos dias 06, 07 e 08 de Dezembro de 2023, em Brasília.

Em sua terceira edição, o SEPPAS acontecerá nos dias 1 a 4 de dezembro de 2021 e será totalmente online com palestras e debates, com professores, pesquisadores, acadêmicos, profissionais renomados e a sociedade nos diversos campos de atuação e do saber. O evento é organizado pelo Programa de Pós-graduação Projeto e Cidade da Faculdade de Artes Visuais da Universidade Federal de Goiás, com apoio da Universidad Nacional del Nordeste (Argentina), do grupo de pesquisa Grupal.UFCG e da Revista Jatobá.

Projetado pelo Heatherwick Studio, em parceria com o escritório de arquitetura paisagística MNLA, o tão aguardado projeto Little Island é o mais novo espaço público de Nova Iorque, apresentando um volume implantado acima do rio Hudson. O projeto abriga um parque público e locais para apresentações, de forma a reinventar a tipologia do píer em uma paisagem artificial ondulante. Após superar muitos obstáculos e oito anos de construção, o local agora está aberto ao público, e o projeto arrojado está prestes a se tornar um ícone em Nova Iorque.

O {CURA} acredita que ensino, debate e conhecimento da prática profissional precisam caminhar juntos.

“Não, não sou uma sem-teto. Sou apenas uma sem-casa. Não é a mesma coisa, né?" Questionando a noção de lar e casa, Nomadland conta a história de uma mulher de sessenta anos que perde tudo na grande recessão. Fern, interpretada pela atriz Frances McDormand, deixa para trás sua cidade após a morte de seu marido e a falência da única indústria que sustentava a região. A protagonista decide embarcar em uma jornada sem rumo certo, vivendo em sua van como uma nômade pelas vastas paisagens do oeste americano.

Em 1968, a pequena cidade de Gibellina, na Sicília, foi arrasada pelo colossal terremoto Belice, de magnitude 5,5 que matou centenas e deixou 100.000 desabrigados. Os planejadores não conseguiram reconstruir Gibellina em seu terreno original. A nova cidade - Gibellina Nuova - foi construída a 11 quilômetros (7 milhas) de distância. Antecipando-se ao projeto e à construção de Gibellina Nuova, e na esteira da tragédia do terremoto de Belice, o prefeito convocou vários artistas para apresentarem propostas de projetos para decorar a nova cidade. Um destes artistas foi o prolífico pintor e escultor italiano “polimaterialista” Alberto Burri (1915-1995).

| SOBRE |
O curso se propõe a introduzir aspectos da arquitetura ecológica por meio do projeto e construção de uma pequena casa, e da integração da arquitetura com o meio: a partir da leitura da paisagem, do uso apropriado de materiais, do fluxo da água e seus processos biológicos, da produção de alimentos, eficiência energética, bioclimatismo, e da capacidade de uma construção e edificação gerar impacto social positivo.

Uma “paisagem inundada” pode ser vista como uma contradição em termos: a inundação se espalha para onde a gravidade levar, cobrindo a topografia usual com um manto escuro, cinza e uniforme. Nesse sentido, a inundação é amorfa, pois pode distorcer e ocultar temporariamente formas e características da paisagem visível - nada que pudesse ser descrito como uma “fuga” no sentido de um cenário articulado e significativo.
Mas quando os limites de uma enchente não são definidos apenas pela quantidade ou velocidade da água, mas também por formas de relevo e estruturas cuidadosamente projetadas e colocadas para influenciar e moldar o "desastre", o resultado pode ser considerado como uma paisagem, física e culturalmente definida pela inundação.

.jpg?1603313837&format=webp&width=640&height=580)
A intervenção humana sobre a paisagem natural é em si, algo contraditório. Se por um lado a arquitetura nos permite um acesso imersivo ao ambiente natural, por outro, edificar sobre a paisagens sensíveis significa despojá-la de sua própria essência. Portanto, ao considerarmos a arquitetura como um artifício que normatiza a presença humana na paisagem natural, o ato de construir implica também estarmos conscientes das múltiplas escalas envolvidas e, acima de tudo, de que a arquitetura—especialmente nestes contextos—é a nossa principal ferramenta para estabelecer os limites entre o acesso à paisagem e a preservação do meio ambiente. Explorando uma variedade de diferentes abordagens e estratégias formais de projeto, apresentaremos à seguir uma série de importantes lições apreendidas através de experiências concretas realizadas por distintos arquitetos e escritórios de arquitetura, experimentos que nos ensinam outras formas de abordar as relações entre a arquitetura e a paisagem.

Snøhetta foi eleito o vencedor do Concurso para a Biblioteca Presidencial Theodore Roosevelt. Selecionado a partir das três propostas finalistas do concurso, incluindo Studio Gang e Henning Larsen, o projeto vencedor “representa as reflexões pessoais do presidente sobre a paisagem, seu compromisso com a gestão ambiental e os períodos de introspecção silenciosa e engajamento cívico que marcaram sua vida”.


A constituição formal dos sistemas de espaços livres das cidades brasileiras, qualificados ou não, tem contribuição significativa dos empreendimentos privados, uma vez que o planejamento e desenho urbano por parte do poder público têm sido exceções.

Hoje, dia 04 de agosto de 2018, Roberto Burle Marx completaria 109 anos. Nascido em 1909, no estado de São Paulo, cresceu no estado do Rio de Janeiro, onde desenvolveu a maior parte de suas obras paisagísticas. Com pai alemão, Willem Marx, foi com sua mãe recifense, Cecília Burle, que despertou seu desejo pela botânica. Aos dezenove anos morou por um ano na Alemanha, onde teve seus primeiros contatos com os artistas de vanguarda que influenciaram seu trabalho.
Tornou-se o mais influente paisagista brasileiro, responsável por um extenso legado de projetos em território nacional e internacional, aventurando-se em variados campos artísticos para além do paisagismo, como a pintura, desenho, escultura, tapeçaria e artesanato, expressando compulsivamente sua visão de mundo e suas ideias.

Os caminhos percorridos pelos usuários na esfera urbana refletem as diferentes transformações no espaço natural do nosso território, através das produções intelectuais em diferentes lugares e épocas. A paisagem é o domínio de tudo o que a visão alcança, além de tudo que sentimos, ouvimos, no geral tudo o que percebemos.

Nas últimas duas décadas a paisagem tem sido reivindicada como modelo e meio para a cidade contemporânea. O discurso e as práticas da paisagem como urbanismo podem ser encontrados na Europa, América do Norte e Ásia. Durante esse tempo, uma série de práticas arquitetônicas e urbanísticas alternativas surgiu na América Latina, apostando nas implicações ecológicos e territoriais do projeto urbano.
O surgimento dessas práticas coincide com as transformações sociais e políticas em muitos países da região. Nessa linha, o projeto Landscape as Urbanism in the Americas do Office for Urbanization (Harvard GSD) concentra-se em fomentar uma série de discussões sobre as potencialidades da paisagem como meio de intervenção urbana no contexto social, cultural, econômico e ecológico específico das cidades latino-americanas.

Os “Sete Círculos” começa por ser um livro sobre Lisboa, que pretende questionar os limites da cidade contemporânea. O que é o centro, onde está o limite entre o espaço rural e o espaço urbano? Mas a pretensão é a de ser mais que um livro. Será também um conjunto de exposições de fotografia e de vários debates no território nacional, e isso é o pretexto para criar o debate e contribuir para ele.
_The_Garden__Nemabun__Tebas_(c.1380_ac)_%C2%A9_Public_Domain.jpg?1444846667&format=webp&width=640&height=580)
Neste artigo publicado originalmente na coluna Paisajes Tejidos de LOFscapes, sua autora nos introduz ao, agora popular, conceito de paisagens criadas. Aqui, a paisagem como resultado da necessidade de articular processos de organização urbana e sistemas naturais é, portanto, uma aproximação a paisagem como a inter-relação entre a geografia e os processos históricos e socioculturais.
A autora nos relata como, através de projetos estratégicos, produziu-se uma mudança no antigo paradigma da paisagem como uma cena bucólica e estética por sistemas complexos, performativos, multifuncionais e de larga duração. Então, se a paisagem não pode ser capturada em só momento, por que continuamos acreditando que é um meio de sublimação geográfica que pousa no território?
Se quiser saber mais sobre LOFscapes e ler os demais artigos , inscreva-se na Newsletter aqui.