Jardim Botânico Guangzhou Yunxi / AECOM + Architectural Design & Research Institute of SCUT + Guangzhou Landscape Architectural Design & Research Institute . Imagem cortesia de AECOM
Primeiro Lugar: Helical. Imagem cortesia de Buildner
A Buildner tem a satisfação de anunciar os resultados da 5ª edição do Architect's Chair Competition, a quinta edição do concurso internacional anual que convida arquitetos/as e designers de todo o mundo a criarem uma cadeira autoral que reflita suas respectivas filosofias de projeto e visões de design.
O design de cadeiras exemplifica o caráter interdisciplinar da arquitetura, reunindo questões de proporção, estrutura, materialidade, ergonomia e artesanato na escala de um único objeto. Os projetos enviados este ano exploraram uma ampla gama de abordagens, desde soluções altamente minimalistas e estruturalmente eficientes até desenhos fundamentados em referências culturais, experimentação material e novos métodos de fabricação.
O Monumento Contínuo - 1969. Imagem cortesia de Superstudio
Pergunte a um/a arquiteto/a qual é o problema mais difícil da disciplina atualmente. O bloco de habitações do pós-guerra sem manutenção a duas quadras de seu escritório raramente é mencionado. O que vem à sua mente são os diferenciais de pressão em Marte ou as cargas de tração em uma plataforma flutuante; afinal, um território não reivindicado não tem ninguém com quem negociar, nenhuma história à qual responder, nenhum inquilino para se lembrar da última reforma — o que torna o ato de projetar consideravelmente mais fácil.
Os/As arquitetos/as pensam que estão resolvendo um problema mais difícil do que aquele que está ao lado. Um projeto como o de The Line — uma cidade de 170 quilômetros projetada para abrigar nove milhões de habitantes em um local sem ocupação prévia — não é arquitetonicamente mais difícil do que um terreno com cem anos de inquilinato, propriedade contestada e um departamento de planejamento urbano que se lembra das últimas três incorporadoras que usaram a palavra "comunidade" querendo dizer outra coisa. Pelo contrário, é consideravelmente mais fácil. Não há ninguém para convencer, nenhuma história à qual responder, nenhuma discussão a perder. Isso levanta a questão: se o problema mais difícil está a duas quadras do escritório, sem solução, e o mais fácil é o que recebe as renderizações e as rodadas de financiamento, então "ambição" é a palavra errada para descrever o que está acontecendo. Há algo sendo evitado, e precisamos começar a pensar sobre o quê.
O ArchDaily tem o orgulho de anunciar os/as vencedores/as do Next Practices Awards 2026, que reconhece 20 escritórios emergentes e inovadores que expandem as possibilidades da arquitetura contemporânea.
Em sua sexta edição, o Next Practices continua a olhar para além das definições convencionais da profissão a fim de identificar as pessoas, ideias e metodologias que impulsionam a disciplina. A edição de 2026 é a nossa mais robusta e globalmente representativa até o momento, reunindo diferentes abordagens, escalas e contextos que ampliam nossa compreensão sobre como e por quem a arquitetura é praticada.
De climas extremos a comunidades rurais, cidades informais e territórios afetados pelo deslocamento e pela vulnerabilidade ambiental, a seleção deste ano dialoga com uma ampla gama de realidades. Apoiando-se na engenharia, ecologia, fabricação digital, pesquisa de materiais, conhecimentos vernaculares e indígenas, ativismo e pesquisa crítica, estes escritórios refletem o que está por vir: a capacidade de responder a condições específicas e moldar ativamente o mundo ao seu redor.
Agora é possível adentrar uma caverna em Maharashtra sem precisar viajar até lá. Por meio de uma experiência de realidade virtual desenvolvida em torno de Ajanta, os/as visitantes podem percorrer uma versão reconstruída digitalmente das cavernas a partir de qualquer outro lugar do mundo. O projeto levanta uma questão arquitetônica: se a arquitetura é vivenciada por meio do movimento, da escala, da sequência e da percepção, o que acontece quando essas experiências podem ser recriadas fora do sítio físico? O projeto Digital Ajanta, do IITM Pravartak, utiliza escaneamento 3D, filmagem, modelagem e realidade virtual para documentar as cavernas e traduzir esse registro em uma experiência imersiva.
O que acontece quando a arquitetura é desafiada a criar um espaço sem limites? Centros de convenções, estádios, fábricas e centros de logística partem do mesmo desafio arquitetônico: criar interiores amplos e contínuos que possam acomodar fluxos, visibilidade e usos dinâmicos. Quanto maior o vão, maiores são as exigências estruturais e, consequentemente, as possibilidades arquitetônicas.
A arquitetura de grandes vãos não é uma ambição recente. Há séculos, arquitetos e arquitetas buscam maneiras de cobrir grandes espaços públicos, desde a cúpula monumental do Panteão até as galerias de ferro e vidro do Palácio de Cristal de Londres. Cada avanço expandiu os horizontes da disciplina, substituindo paredes espessas e sistemas estruturais densos por métodos mais leves e eficientes para vencer grandes distâncias. Hoje, o aço dá continuidade a essa evolução, viabilizando vãos que seriam difíceis de alcançar com sistemas estruturais convencionais, ao mesmo tempo que mantém grandes espaços públicos integrados, flexíveis e adaptáveis. A alta relação resistência-peso do aço permite vencer vãos maiores com menos pilares e sistemas estruturais mais esbeltos, ao passo que componentes pré-fabricados simplificam a construção e reduzem os trabalhos no canteiro de obras.
Lagos é uma cidade moldada pelo tempo, pela interação humana, pelas forças da natureza e por sua relação em constante evolução — e por vezes complexa — com esses três elementos. Em nenhum lugar isso é mais visível do que quando a chuva chega.
Eko situa-se em uma planície de inundação. Sua condição geográfica precede a própria cidade, remontando a um tempo anterior à abertura da primeira rua ou à demarcação do primeiro limite territorial. Os sistemas de drenagem e os empreendimentos que gradualmente se transformaram em frentes de água privatizadas foram todos construídos sobre uma paisagem que, em sua essência, sempre esteve em constante diálogo com a água. A enchente não é uma anomalia; é a própria terra insistindo em um diálogo que inevitavelmente retornaria.
Casa sobre el Arroyo, Amancio Williams. Imagem via World Monuments Fund
O que acontece com uma casa quando a vida para a qual ela foi projetada chega ao fim? Na Casa sobre el Arroyo, a resposta se desenrolou gradualmente à medida que o edifício mudou de uso, propriedade e estado de conservação ao longo de quase oito décadas. Mesmo diante dessas transformações, a estrutura, a circulação e a relação com o terreno permaneceram fundamentais para a compreensão da casa e, eventualmente, para seu restauro.
Projetada por Amancio Williams e Delfina Gálvez Bunge de Williams a partir de 1943 para o pai de Amancio, Alberto Williams, a Casa sobre el Arroyo nasceu diretamente das condicionantes de seu terreno em Mar del Plata, Argentina. Em vez de tratar o arroio Las Chacras como um obstáculo a ser contornado, o projeto o utiliza para organizar a própria casa. Um arco de concreto armado cruza as águas e eleva os espaços de permanência, transformando o curso d'água em parte da experiência de circulação e habitação da casa.
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Dornbracht Atelier Edition The Knot em colaboração com AB Concept. Imagem cortesia de Dornbracht
Os símbolos sempre transitaram pela arquitetura. Surgem em pedras esculpidas, tecidos entrelaçados, tetos e paredes pintados, ferragens de portas e objetos cotidianos, carregando as crenças, os rituais e as histórias das culturas que os originaram. Em interiores contemporâneos, os/as designers dão continuidade a esse diálogo com o lugar, revisitando símbolos históricos e traduzindo-os por meio de novos materiais, técnicas de fabricação e formas arquitetônicas.
O nó Ruyi é um exemplo emblemático disso. Há séculos, esse motivo entrelaçado faz parte da tradição chinesa de nós, simbolizando continuidade, harmonia e votos de boa sorte. Sua geometria de curvas suaves tem adornado objetos decorativos e peças cerimoniais, demonstrando como as referências culturais podem se integrar a um vocabulário de design que vai muito além do mero ornamento.
Situada aos pés da cordilheira de Alborz, Teerã cresce sob uma encosta que a protege e sufoca ao mesmo tempo. A mesma paisagem que bloqueia os ventos e retém a poluição sobre a cidade também abriga, ao longo de suas encostas, séculos de disputas por esse território estratégico. Trata-se de uma capital construída sobre um solo instável, tanto geológica quanto politicamente. Falhas sísmicas ativas correm sob suas avenidas, enquanto sobre elas acumulam-se os vestígios de sucessivas reconstruções, demolições, e reinvenções forçadas. Desse modo, a cidade continua a se expandir, testemunha silenciosa de um país que, por mais de dois séculos, tem negociado constantemente entre a memória e o apagamento.
Filippo Brunelleschi e a cúpula de Santa Maria del Fiore, concluída em 1436 na cidade italiana de Florença, representam um capítulo importante na história da arquitetura, frequentemente associado ao crescente distanciamento entre o desenho e a construção. Essa separação, consolidada gradualmente ao longo do tempo, encontra um ponto de inflexão decisivo no Renascimento. O desenho torna-se um instrumento para antecipar e impor autoridade sobre a construção. O canteiro de obras, outrora um espaço de invenção e tomada de decisões, passa a ser compreendido primordialmente como um local de execução.
Nos séculos seguintes, esse distanciamento torna-se cada vez mais acentuado, sobretudo com a construção moderna. A industrialização, la especialização técnica e a organização corporativa fragmentam o processo construtivo em etapas progressivamente distintas. Quem projeta raramente constrói; quem constrói nem sempre participa das decisões; quem financia, gerencia e habita ocupa posições ainda mais distanciadas entre si. A eficiência desse modelo permitiu construir em escala, mas também concentrou o conhecimento e o poder de decisão nas mãos de determinados agentes.
Este artigo faz parte da nossa nova seção de Opinião, um formato para ensaios argumentativos sobre questões cruciais que moldam nossa área.
Durante séculos, a maior parte do mundo se enxergou por meio de um instrumento de representação espacial do século XVI. No dia 4 de setembro, a Assembleia Geral das Nações Unidas votou para mudar esse cenário, adotando uma resolução que solicita a governos, escolas, veículos de imprensa e empresas de tecnologia que deixem de usar a projeção de Mercator onde o tamanho relativo dos países de fato importe, substituindo-a por alternativas de áreas equivalentes, como a projeção Equal Earth de 2018. A votação foi aprovada por 164 votos a 1, sendo os Estados Unidos o único voto contrário.
De modo geral, uma estrutura é um testemunho de seu tempo. A proposta e a escala física de um projeto de arquitetura frequentemente superam o tempo de vida de um ser humano, integrando-se, assim, a uma narrativa histórica. Essa característica transversal se manifesta de forma especialmente clara em tipologias de projeto específicas: memoriais, cemitérios, museus e até mesmo centros educacionais e comunitários. Recentemente, esse valor expandiu-se para além dos edifícios, englobando também técnicas construtivas, formas e geometrias ancestrais, e a própria natureza. Esse valor histórico e sua conotação simbólica estão representados nesta seleção de cinco projetos desenvolvidos por leitores e leitoras do ArchDaily, ainda não construídos, localizados no Kosovo, no Canadá, na China, no Egito e em Bangladesh.
Historicamente, a forma como projetamos esteve intimamente ligada à maneira como construímos. A arquitetura avançava por meio de testes físicos, tentativa e erro, desenhos de projeção, maquetes em escala real e modelos físicos: cada um introduzindo uma nova camada de abstração, mas mantendo-se atrelado à materialidade, à escala e à construção. A introdução do CAD alterou significativamente essa dinâmica. No início, ele era compreendido sobretudo como a computadorização de geometrias precisas para a construção. Com o tempo, contudo, as ferramentas digitais passaram a ser incorporadas em etapas mais precoces do processo projetual, substituindo o croqui, a tentativa e erro física, a confecção de maquetes e outras formas de pensamento que outrora mantinham a escala e a matéria sempre próximas.
A linhagem do projeto de arquitetura pode, portanto, ser compreendida em parte como uma evolução de abstrações. Algumas delas revelaram-se extraordinariamente produtivas. Plantas e cortes, por exemplo, isolam dimensões específicas da arquitetura e, ao mesmo tempo, permitem que a mente reconstrua o todo. Elas planificam, cortam e reduzem, mas não abandonam o edifício. Pela combinação desses desenhos, é possível compreender ambientes, circulação, estrutura, aberturas e relações espaciais sem se perder na complexidade do projeto. Sua abstração é disciplinada porque permanece vinculada a uma realidade arquitetônica que, eventualmente, precisará ser medida, construída e habitada.
Oslo, Noruega. Foto por Collection Maykova, via Shutterstock
Oslo é a capital e maior cidade da Noruega, servindo como o centro político, econômico e cultural do país. Situada na cabeceira do Fiorde de Oslo e cercada por colinas florestais, abriga cerca de 700.000 pessoas em sua área urbana, com mais de um milhão de habitantes em sua região metropolitana. Fundada há cerca de mil anos, Oslo tem uma longa história como entreposto comercial e sede administrativa. No entanto, grande parte de seu caráter moderno foi moldada depois que um grande incêndio no século XVII levou a uma reconstrução completa sob o domínio dinamarquês, época em que foi temporariamente rebatizada de Cristiania. Hoje, a cidade figura constantemente entre as mais habitáveis do mundo, valorizada por sua harmonia entre a vida urbana e o fácil acesso à natureza.
Porta de segurança pivotante Di.Big. Imagem cortesia de Porte Blindate
O que transforma um espaço de morar em um lar? Para além da propriedade ou do abrigo, o lar está vinculado a uma sensação mais sutil de certeza: o sentimento de poder se recolher, descansar e se afastar momentaneamente da imprevisibilidade do mundo. Os lares são onde as rotinas se acumulam, as memórias se assentam em espaços e objetos, e onde a identidade pessoal ganha forma física por meio da ocupação e dos rituais cotidianos. No entanto, esse sentimento de pertencimento depende de outra condição que frequentemente passa despercebida até ser interrompida: a segurança. Sentir-se "em casa" implica uma condição de conforto e estabilidade. Quando os ambientes domésticos não conseguem proporcionar isso, espaços projetados para o descanso tornam-se fontes de inquietação, afetando sutilmente as rotinas e o bem-estar.
Ao longo da história da arquitetura, o círculo esteve associado a múltiplos significados — desde a geometria cósmica dos templos antigos e o óculo dos edifícios clássicos até as rosáceas das catedrais góticas e as escotilhas dos navios. No entanto, no século XX, o círculo adquiriu um novo significado cultural. À medida que a aviação, a exploração espacial e a inovação tecnológica transformavam a maneira como a sociedade imaginava o futuro, as formas circulares passaram a evocar máquinas, naves espaciais, cápsulas e até mesmo novas formas de habitação.
A promessa original do BIM (Modelagem de Informação da Construção) ia muito além da representação tridimensional de um edifício. Sua ambição era transformar o modelo em uma estrutura de informação coordenada, na qual geometria, componentes, sistemas e dados permanecessem conectados à medida que o projeto evoluía. Alterações em um elemento podiam se refletir nas plantas, cortes, elevações e quantitativos correspondentes; interferências entre diferentes disciplinas podiam ser identificadas antes da construção; e as informações associadas aos componentes do edifício podiam acompanhar o projeto ao longo das diferentes etapas de seu ciclo de vida.
Desde a crise de 2008, um conjunto disperso de pequenos escritórios (nenhum com mais de quinze anos de existência e nenhum grande o suficiente para precisar de um manifesto no sentido tradicional) chegou, de forma independente, a alguma versão de uma mesma recusa: a de parecer assertivo demais, cedo demais, em uma disciplina que havia passado a década anterior vendendo a autoconfiança como acabamento. É provável que esses escritórios resistam a ser classificados sob um único rótulo, mas a própria coincidência reside no fato de que exercer a arquitetura após 2008 fez com que a inocência parecesse a única postura que valia a pena tentar.
Pelo menos a partir de 2019, o Fala passou a divulgar uma descrição de si mesmo em duas palavras, repetida textualmente em dezenas de veículos de arquitetura: um "escritório de arquitetura ingênuo" (naïve architecture practice). Sem notas de rodapé, sem ironia, apenas um escritório, fundado em 2013, que construiu uma década de casas, casas de passarinho e encomendas institucionais com base em um termo que a arquitetura passara um século tentando superar. A questão que a frase levanta não é se os edifícios são bons (pois geralmente são), mas sim o que significa para um escritório escolher a inocência como posicionamento público. Onde termina a pós-ironia e começa o marketing?
Uma estufa é uma edificação projetada para criar um clima dentro de outro. Ao controlar a luz solar, o calor e a ventilação por meio de sua envoltória, ela produz condições distintas daquelas do exterior. Tradicionalmente, esse ambiente controlado era projetado em função das plantas. Na habitação, esse mesmo princípio é cada vez mais empregado para conformar espaços para pessoas.
Trazer a construção de estufas para o âmbito residencial oferece muito mais do que um fechamento adicional. Essa estratégia permite criar espaços abrigados sem a necessidade de climatizá-los como os cômodos internos convencionais, capturar o calor solar quando oportuno, proporcionar ventilação quando as temperaturas se elevam e prolongar os períodos do ano em que determinadas áreas da casa permanecem confortáveis para o uso.
Da esquerda para a direita: Oanh Nguyen Henriksen (Foto: Tuala Hjarnø), Susana Rojas Saviñón (Foto: Estudio Ome), Javier Ors Ausín, Sumayya Vally (Foto: Lou Jasmine), Charles Kettaneh e Nicolas Fayad (EAST Architecture Studio, Foto: Julien Lanoo)
Desde o seu lançamento em 2020, o ArchDaily Next Practices Awards tem destacado escritórios de arquitetura inovadores que estão redefinindo as fronteiras da disciplina. Ao longo de cinco edições, a iniciativa já reconheceu 105 escritórios de 44 países, amplificando vozes de todo o mundo e fomentando um diálogo global sobre o papel em constante evolução da arquitetura na sociedade. Entre as práticas premiadas, emergem valores recorrentes: sensibilidade ao contexto, uso sustentável de materiais, cocriação com comunidades, abordagens experimentais e interdisciplinares, memória e patrimônio, responsabilidade social e intervenções em escala humana.
O programa reflete o que vem a seguir: as ideias, práticas e projetos que devem ser levados adiante. O termo "Next" sintetiza escritórios que encontram soluções para os desafios urgentes de hoje enquanto antecipam as necessidades de amanhã. Ao destacar essas práticas, esperamos iluminar os caminhos que podem levar a um futuro mais significativo e resiliente para a arquitetura e além dela.