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IA e softwares de arquitetura na AIA25: Do código ao concreto no futuro digital

O futuro da arquitetura não está apenas sendo desenhado — ele está sendo codificado. Desde que o matemático John W. Tukey cunhou o termo "software" em 1958 na revista *The American Mathematical Monthly*, sua influência tem se expandido constantemente, desde a revolução da ciência e da engenharia até a transformação silenciosa da arquitetura. O que antes era visto apenas como uma inovação para cálculos estruturais e desenho técnico, desde então revelou um potencial muito mais amplo, tornando-se um motor criativo na narrativa e prática arquitetônica.

Embora essa transformação já tenha se consolidado — com o software agora incorporado à nossa maneira de projetar e pensar —, ela continua a evoluir. Na recente AIA Conference on Architecture & Design em Boston, as inovações apresentadas deixaram claro que estamos entrando em um novo capítulo: um momento em que softwares e inteligência artificial não apenas aprimoram fluxos de trabalho, mas moldam ativamente a sustentabilidade, a regulamentação e a tomada de decisões. Arquitetos/as e desenvolvedores/as de software agora tratam o código com a mesma lógica de um material — moldado não por modelagem física ou escultura, mas por parâmetros, ciclos, evolução constante e feedback. Ao mesmo tempo, arquitetos/as trabalham com a IA como copiloto no processo de projeto, colaborando com ela para apoiar a tomada de decisões e aprimorar a criação.

Guia das Desigualdades, 24ª Exposição Internacional da Trienal de Milão

Após duas Exposições Internacionais — Broken Nature: Design Takes on Human Survival (2019), que explorou a relação humana com os fenômenos naturais, e Unknown Unknowns (2022), que examinou os limites do conhecimento científico —, a Triennale Milano agora convoca as comunidades cultural, científica e artística globais a confrontar a questão urgente da desigualdade.

Em uma época na qual o risco de extinção de espécies, guerras e desequilíbrios geopolíticos crescentes pairam sobre o nosso futuro, Inequalities propõe lançar um novo olhar sobre a esfera das relações humanas e as crescentes desigualdades que a atravessam.

Pavilhão da Croácia na Bienal de Arquitetura de Veneza 2025 explora a "inteligência dos erros"

O Pavilhão da Croácia apresenta "Intelligence of Errors" na 19ª Exposição Internacional de Arquitetura – La Biennale di Venezia, um projeto artístico e de pesquisa que reposiciona erros espaciais e de diretrizes urbanas como ferramentas geradoras de projeto. Comissionada pelo Ministério da Cultura e da Mídia da República da Croácia, a exposição tem curadoria de Ida Križaj Leko, profissional com atuação na área de arquitetura e coordenação do programa de especialização universitária interdisciplinar em Estudos Urbanos na Universidade de Rijeka. Em diálogo com o tema central da Bienal, Intelligens. Natural. Artificial. Collective., o pavilhão investiga como o reconhecimento e a análise de erros podem contribuir para o desenvolvimento da inteligência coletiva sob condições não ideais.

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Primeira torre residencial do MVRDV em Taiwan apresenta projeto modular planejado digitalmente

O MVRDV divulgou imagens do "Out of the Box", uma torre residencial de 12.025 m² em Tianmu, um dos bairros mais ao norte de Taipé. Projetado para a Win Sing Development Company, o projeto teve início in 2019 e foi desenvolvido a partir de um sistema de elementos padronizados distribuídos digitalmente com base em critérios como habitabilidade, eficiência e acesso a serviços comunitários. Esses elementos se expressam na fachada irregular e em grelha da torre, que apresenta um revestimento de mármore em camadas.

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As janelas de Veneza: como a história inspirou a modernidade

A antiga cidade de Veneza, na Itália, que sedia tanto as edições de arte quanto as de arquitetura da Bienal de Veneza, é conhecida por sua geografia singular como uma cidade insular de canais. Com sua proeminência naval e mercantil hoje reduzida, a cidade encontrou um novo propósito como centro de estudos, exposições e turismo. Ainda assim, sua morfologia urbana e, de fato, a maioria de seus edifícios são históricos e permanecem praticamente inalterados há centenas de anos. Sua aparência exibe um vernáculo veneziano específico que resistiu ao tempo e serve de pano de fundo para as atividades contemporâneas da cidade. Como as fachadas desses edifícios, em especial suas janelas, refletem essa história? E de que maneira as poucas construções modernas da cidade, como o Palazzo Nervi-Scattolin, respondem a esse peso histórico?

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O renascimento de Gyumri: reconstruindo o patrimônio cultural da Armênia após o terremoto de 1988

Gyumri, capital da região de Shirak na Armênia e segunda maior cidade do país, era historicamente conhecida por sua cultura e patrimônio arquitetônico. Quando integrava a União Soviética, a cidade abrigava diversas fábricas que a transformaram no principal polo industrial da região, alcançando uma população de aproximadamente 225 mil habitantes. No entanto, nas últimas décadas, Gyumri registrou um declínio populacional considerável em decorrência de um terremoto devastador que destruiu a cidade em 1988 e causou a morte de milhares de pessoas. Mais de 30 anos depois, o processo de regeneração de Gyumri ainda está em andamento. Os esforços contínuos da cidade para restaurar seu ambiente construído e impulsionar o desenvolvimento econômico oferecem lições valiosas sobre como conduzir a regeneração urbana após um desastre.

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Estética do Improviso: A Apropriação do Reuso Adaptativo de Base

O reuso adaptativo tornou-se uma palavra de ordem na arquitetura. Apresentada como uma solução sustentável e econômica para a decadência urbana, a prática tem sido adotada por cidades que enfrentam as pressões das mudanças climáticas, restrições imobiliárias e a necessidade de preservação cultural. Profissionais de arquitetura são cada vez mais contratados/as para reabilitar o antigo em vez de construir o novo. No âmbito desse discurso, surge uma reflexão crescente sobre quem tem o direito de reutilizar e como.

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David Chipperfield Architects projeta o Museu de Arte Contemporânea Lah próximo ao Lago Bled, na Eslovênia

Projetado pelo escritório David Chipperfield Architects, o Muzej Lah, um novo museu de arte contemporânea, deve ser inaugurado no verão de 2026 em Bled, na Eslovênia. Localizado no sopé dos Alpes Julianos, o museu abrigará a coleção de arte da Fundacija Lah, desenvolvida ao longo de mais de três décadas pelos filantropos eslovenos Igor e Mojca Lah. A coleção será aberta ao público pela primeira vez com a inauguração da instituição.

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O Pavilhão da Estônia na Bienal de Veneza 2025 questiona projetos massivos de isolamento por meio de uma instalação de fachada

A instalação e a exposição que representam a Estônia na 19ª Mostra Internacional de Arquitetura da Bienal de Veneza têm curadoria das arquitetas Keiti Lige, Elina Liiva e Helena Männa. Intitulada Let Me Warm You, a mostra nacional explora diferentes dimensões da sustentabilidade ao questionar se as renovações focadas em isolamento térmico na Estônia são meras medidas de conformidade para atingir as metas energéticas europeias ou se também podem servir como oportunidades para melhorar a qualidade espacial e social dos distritos de habitação de massa. Para ilustrar essa questão, a instalação estoniana reveste a fachada de um edifício veneziano com painéis de isolamento, replicando a maneira como são comumente aplicados na Estônia em reformas de habitações coletivas.

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Espaços para folhear: o equilíbrio entre comércio e comunidade no projeto de livrarias

A livraria contemporânea é um espaço paradoxal. É comercial, mas raramente comercializada; pública, mas frequentemente de propriedade privada; de escala reduzida, mas de impacto abrangente. À medida que tipologias arquitetônicas adjacentes evoluem sob as pressões do consumo digital, da precariedade econômica e da mudança de hábitos sociais, a livraria não encolheu, mas se adaptou ao século XXI. Não se trata de um local para trocas literárias privadas ou institucionais, mas de um híbrido espacial que acolhe o ritual, o descanso, a performance e a socialização.

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Soluções de design para espaços reduzidos: maximizando o espaço em apartamentos com menos de 40 metros quadrados

Viver em cidades densamente povoadas é uma realidade para muitas pessoas. Embora os benefícios da vida urbana—como a proximidade de comodidades, infraestrutura, oportunidades de emprego e estilo de vida—continuem sendo muito valorizados, as residências sofreram uma redução significativa em sua área útil. A tendência de apartamentos menores tem se tornado cada vez mais comum, com o design de interiores desempenhando um papel fundamental. A redução da metragem quadrada exige o uso eficiente do espaço e layouts de planta inteligentes. No entanto, longe de gerar espaços monótonos, a criatividade no design tem levado a soluções arquitetônicas interessantes que condensam uma vida de alta qualidade no que frequentemente se chama de microapartamento ou estúdio, com áreas de até 40 m².

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Torneiras de cisne, metais de concha quadriculados e a nova fronteira do design sob medida

No cerne do design está a intersecção entre técnica e criatividade — um espaço onde ideias ganham forma e os ambientes são reimaginados. Em um mundo repleto de objetos produzidos em massa, o foco se volta para algo mais intencional, no qual cada decisão abre novas possibilidades e permite que o design se liberte do convencional. Pense na poltrona LC1 de Le Corbusier ou na cadeira Barcelona de Mies van der Rohe — não meramente mobiliários, mas sim resultados que ilustram a liberdade criativa de um ateliê, onde ideias, materiais e acabamentos dialogam em vez de simplesmente se conformarem. Essas peças não apenas preenchem um espaço; elas o reimaginam. Esse espírito de inovação estende-se hoje a cada detalhe, dos metais de cozinha aos de banheiro, nos quais a gama de escolhas — materiais, formas e funções — torna-se uma oportunidade para criar algo verdadeiramente único.

ADEPT vence concurso para transformar antigo galpão na Haus der Musik em Braunschweig, Alemanha

O escritório de arquitetura ADEPT, com sedes em Copenhague e Hamburgo, venceu o primeiro prêmio no concurso internacional para transformar um antigo armazém da Karstadt no centro histórico de Braunschweig, Alemanha, na Haus der Musik. O complexo cultural de 18.000 metros quadrados incluirá uma nova sala de concertos, uma escola pública de música e espaços voltados para a comunidade. Enfatizando o reuso adaptativo, o projeto mantém a estrutura portante existente e o ritmo arquitetônico, posicionando a intervenção como uma continuidade, e não como uma substituição.

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Pavilhão Serpentine 2025, de Marina Tabassum, abre ao público

O Serpentine Pavilion de 2025 acaba de ser inaugurado e aberto ao público. Projetado pela arquiteta e educadora bengalesa Marina Tabassum e seu escritório, Marina Tabassum Architects, o pavilhão marca o 25º ano desde a primeira comissão da Serpentine: a estrutura inaugural de Zaha Hadid no Hyde Park, em 2000. Intitulado "A Capsule in Time", o projeto se inspira na arquitetura efêmera e adaptável do Delta de Bengala, apresentando uma estrutura semitransparente que busca promover um senso de comunidade e de experiência coletiva. O pavilhão estará aberto ao público nos Kensington Gardens, em Londres, de 6 de junho a 26 de outubro de 2025.

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Das colinas de Atenas às crateras de Marte, descubra 8 propostas de concurso premiadas da comunidade ArchDaily

Concursos de arquitetura há muito tempo oferecem um espaço para experimentação: plataformas onde ideias podem ser testadas, tipologias reimaginadas e questões críticas abordadas por meio do projeto. Livres de algumas das restrições das encomendas comerciais, as propostas de concursos frequentemente refletem visões ambiciosas de como a arquitetura pode responder a desafios ambientais, culturais e sociais. Quer estejam focadas em habitats futuros, instituições públicas ou infraestruturas comunitárias de pequena escala, essas propostas dão forma aos valores e prioridades que impulsionam o pensamento arquitetônico hoje.

A seleção de projetos não construídos deste mês reúne oito projetos premiados em concursos enviados pela comunidade do ArchDaily. Cada um deles conquistou o primeiro, segundo ou terceiro lugar em premiações locais e internacionais recentes. As propostas selecionadas abrangem uma ampla variedade de programas e geografias: uma biblioteca sustentável em Lima, um habitat marciano que explora sistemas de ciclo fechado, um orfanato para adultos projetado para o empoderamento na Índia, uma nova escola francesa em Atenas e uma iniciativa de placemaking em Singapura enraizada no folclore local. Embora variem em escala e escopo, todos eles destacam a capacidade da arquitetura de dialogar com o contexto, promover a inclusão e propor novas maneiras de habitar o espaço.

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Reimaginando a coexistência urbano-rural através da IA: em conversa com Francisco Escapil

Que estruturas e infraestruturas mantêm os vínculos e relações entre o campo e a cidade? Como a arquitetura e as tecnologias emergentes manterão ou não essa coexistência de ambos os mundos no futuro? A redução da pegada ecológica, o impacto das mudanças climáticas, a descentralização das grandes cidades, a segurança alimentar e demais problemáticas contemporâneas interpelam profissionais de arquitetura e urbanismo em nível global sob o principal objetivo comum de melhorar a qualidade de vida da população e alcançar o bem-estar físico, mental e emocional no ambiente construído e natural.

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Um legado de madeira transformado em hub criativo

O que as nossas edificações existentes podem nos ensinar sobre como construir para o futuro? Em uma época de recursos escassos, cresce a demanda para que profissionais de arquitetura dialoguem—com o local, com sua história e com o potencial inexplorado do que já está de pé. Em vez de optar imediatamente pela demolição e por uma nova construção, o futuro da arquitetura pode residir na descoberta de possibilidades de inovação em edifícios que já resistiram ao teste do tempo.

Prêmio Aga Khan de Arquitetura 2025 anuncia 19 projetos finalistas de 15 países

O Prêmio Aga Khan de Arquitetura (AKAA) anunciou os 19 projetos finalistas para seu ciclo de 2025. Selecionados a partir de um total de 369 indicações, esses projetos competirão por uma parcela do prêmio de US$ 1 milhão, uma das distinções mais importantes do setor. A lista de finalistas foi definida por um Grande Júri independente composto por nove integrantes: Azra Akšamija, Noura Al Sayeh-Holtrop, Lucia Allais, David Basulto, Yvonne Farrell, Kabage Karanja, Yacouba Konaté, Hassan Radoine e Mun Summ Wong. O júri se reunirá no final deste verão para analisar as avaliações presenciais e escolher os projetos e equipes premiadas deste 16º ciclo (2023–2025).

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BIG e Dencityworks projetam nova torre de uso misto na orla do Brooklyn, Nova York

A proposta de torre de uso misto na 175 Third Street é o quinto edifício planejado em quatro lotes dentro do empreendimento Gowanus Wharf, no Brooklyn, em Nova York. Com vistas para Manhattan e para a Estátua da Liberdade, o projeto de aproximadamente 100.000 m² (1.080.000 sq ft) inclui habitação de interesse social, espaços comerciais e para artistas, áreas de ginástica, espaços sociais e de lazer, culminando em uma cobertura com áreas de convivência e piscina externa. O projeto também prevê uma esplanada pública à beira-mar de cerca de 2.600 m² (28.000 sq ft) projetada pelo escritório Field Operations, destinada a contribuir para a recuperação ecológica do Canal de Gowanus, dando continuidade à transformação mais ampla deste bairro industrial. Outros colaboradores do projeto incluem os escritórios dencityworks | architecture, AKRF, bucharest.studio, DeSimone, Ettinger Engineering Associates, Fried Frank, Hatfield Group, Impact Environmental e Jenkins and Huntington.

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Sistemas de fachadas metálicas com ressonância comunitária: O caso do Africatown Plaza

À medida que os bairros urbanos continuam a evoluir, o design desempenha um papel fundamental em moldar como os edifícios respondem à urbanização, às demandas funcionais e ao caráter de seu entorno. Interligados, esses elementos orientam a transformação da vida urbana e influenciam como os novos empreendimentos se relacionam com seu contexto — uma dinâmica claramente visível no Central District de Seattle. Considerado há muito tempo um polo histórico da comunidade afro-americana da cidade, o projeto Africatown Plaza propõe uma abordagem abrangente que integra o desempenho arquitetônico com a ressonância comunitária, utilizando o envelope do edifício como principal meio de expressão.

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Compreendendo a arquitetura suave: a transição do monumento ao momento

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Nos últimos anos, a arquitetura tem adotado cada vez mais a adaptabilidade, a flexibilidade e a responsividade como princípios fundamentais de projeto. Essa evolução reflete uma transição das noções tradicionais de estruturas estáticas e permanentes para ambientes dinâmicos que conseguem se ajustar a necessidades e condições em constante transformação. No cerne dessa transformação está o conceito de "arquitetura maleável", que utiliza materiais flexíveis e sistemas inovadores para criar espaços funcionais, sustentáveis e centrados nas pessoas. A arquitetura maleável ganha forma por meio de membranas que respiram, fachadas que se movem, estruturas que inflam ou se dobram e superfícies que se curvam em vez de quebrar. Isso envolve projetar para a transformação — não apenas no desempenho ambiental do edifício, mas também em como ele pode acomodar funções dinâmicas, interações de quem o utiliza ou ocupações temporárias. Essa abordagem construtiva contesta as noções tradicionais de durabilidade e controle, propondo, em contrapartida, uma arquitetura mais responsiva e de caráter aberto. Isso reflete uma consciência crescente de que os edifícios, assim como as sociedades que atendem, precisam ser capazes de evoluir.

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Celebrando a inovação em madeira: insights do Prêmio Built by Nature 2025

As inscrições para o Built by Nature Prize 2025 já estão abertas. A premiação reconhece projetos concluídos — novas construções, reformas e ampliações — que demonstrem liderança no uso de madeira sustentável e construção com materiais de base biológica. Com o objetivo de destacar as melhores práticas globais, o Prêmio oferece a profissionais de arquitetura e equipes de projeto a oportunidade de obter visibilidade internacional e contribuir para o debate em constante evolução sobre a construção regenerativa. O prazo para envio de propostas vai até as 23h59 (CET) do dia 8 de junho de 2025. As inscrições podem ser feitas pelo site builtbn.org/prize.

A maior estrutura arquitetônica de madeira do mundo: explore o Grand Ring de Sou Fujimoto na Expo 2025 Osaka através das lentes de Stephane Aboudaram

A Expo 2025 abriu oficialmente suas portas em 13 de abril de 2025, em Yumeshima, uma ilha artificial na Baía de Osaka. Realizado sob o tema "Projetando a Sociedade do Futuro para Nossas Vidas", o evento reúne mais de 150 países e organizações internacionais para abordar desafios globais urgentes por meio da arquitetura, tecnologia e design. No centro do parque da Expo ergue-se o Grand Ring, uma monumental estrutura circular projetada pelo arquiteto japonês Sou Fujimoto. Com cerca de 2 quilômetros de circunferência e 20 metros de altura, a estrutura de madeira circunda a área de exposição principal e foi reconhecida pelo Guinness World Records como "A maior estrutura arquitetônica de madeira".

Intitulada "The People of the Ring", esta série de fotos de Stéphane Aboudaram documenta o Grand Ring na Expo 2025 Osaka sob a perspectiva do usuário, capturando tanto a estrutura quanto os visitantes que interagem com ela.

A maior estrutura arquitetônica de madeira do mundo: explore o Grand Ring de Sou Fujimoto na Expo 2025 Osaka através das lentes de Stephane Aboudaram - 1 的图像 4A maior estrutura arquitetônica de madeira do mundo: explore o Grand Ring de Sou Fujimoto na Expo 2025 Osaka através das lentes de Stephane Aboudaram - 2 的图像 4A maior estrutura arquitetônica de madeira do mundo: explore o Grand Ring de Sou Fujimoto na Expo 2025 Osaka através das lentes de Stephane Aboudaram - 3 的图像 4A maior estrutura arquitetônica de madeira do mundo: explore o Grand Ring de Sou Fujimoto na Expo 2025 Osaka através das lentes de Stephane Aboudaram - 4 的图像 4A maior estrutura arquitetônica de madeira do mundo: explore o Grand Ring de Sou Fujimoto na Expo 2025 Osaka através das lentes de Stephane Aboudaram - Mais Imagens+ 21

Ainda precisamos de prêmios de arquitetura? Destaques do Fórum de Discussão "Beyond the Prize" em Veneza, Itália

Durante a semana de abertura da 19ª Bienal de Arquitetura de Veneza, um consórcio de seis importantes prêmios de arquitetura, incluindo o Aga Khan Award for Architecture, o Holcim Foundation Awards, o EUmies Awards, o Mies Crown Hall Americas Prize, o OBEL Award e o Ammodo Architecture Award, reuniu-se no Ocean Space da TBA21–Academy para uma discussão crítica intitulada "Beyond the Prize". O objetivo do fórum foi refletir sobre o papel, a relevância e o potencial futuro dos prêmios de arquitetura diante de desafios sociais e ambientais urgentes. O ArchDaily acompanhou o evento público e aproveitou a oportunidade para perguntar aos participantes: como seria o campo da arquitetura se deixássemos de organizar prêmios de arquitetura?

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