O escritório Heatherwick Studio acaba de ser selecionado para projetar uma nova instalação educacional para uma universidade em Bogotá, na Colômbia. Marcando a estreia do escritório na América do Sul, a construção está prevista para começar em 2025. Localizada no campus existente no centro de Bogotá, a nova escola de design e espaço maker da Universidad EAN abrigará a faculdade de design sustentável da universidade. A estrutura de sete pavimentos apresenta uma fachada marcante, adornada com colunas artísticas coloridas e terraços abertos.
As paisagens urbanas da Índia são caracterizadas por uma negociação entre o formal e o informal, a permanência e a impermanência. Estruturados em meio a edifícios de concreto e bairros planejados, mercados improvisados e bazares formam o núcleo da vida urbana. Muitas vezes compostos por estruturas sustentáveis, esses centros comerciais transitórios exibem uma forma de arquitetura rudimentar que lança raízes profundas nas tradições culturais e econômicas da Índia.
O coração do urbanismo informal da Índia reside em seus mercados públicos e bazares de beira de estrada que existem há séculos. Essas zonas urbanas carregam uma história que, acredita-se, teve origem na era dos mercadores itinerantes e das relações comerciais imperiais. Hoje, esses ambientes evoluíram para labirintos densos de abrigos temporários feitos de chapas de zinco recicladas, coberturas de lona e postes de madeira. Esses bazares transformam organicamente as vizinhanças em um caos coreografado de comerciantes, mercadorias e o público em geral. Os mercados semanais costumam ter proporções massivas, sendo montados a cada poucos dias apenas para desaparecer novamente.
The Star, Hollywood. Imagem cortesia de Foster + Partners
O escritório Foster + Partners, liderado por Norman Foster, revelou o projeto de um novo campus de "escritórios criativos verticais" no Sunset Boulevard, em Los Angeles, com vista para Hollywood. Desenvolvida pela empresa imobiliária The Star LLC, a torre é envolta por jardins em espiral, o que confere ao projeto uma identidade visual marcante e introduz amplas áreas ao ar livre em todos os pavimentos. Batizado de “The Star”, o projeto busca utilizar estratégias de design ativo e passivo para oferecer um espaço acolhedor e confortável para todas as pessoas que usufruirão do local no futuro.
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“A invenção humana por excelência.” Foi assim que o sociólogo francês Claude Lévi-Strauss descreveu a cidade na primeira metade do século XX. Embora sua ideia possa ser vista como ultrapassada por narrativas mais recentes, não se pode negar que as cidades existem devido à ação humana na paisagem. Nesse sentido, Tóquio é talvez a expressão “mais humana” que se pode encontrar, já que sua população metropolitana de 37 milhões de pessoas lhe garante o topo do ranking entre as maiores cidades do mundo.
Painéis de parede de palha. Imagem cortesia de EcoCocon
Durante muito tempo, a indústria da construção civil seguiu um processo linear: extrair matérias-primas, construir estruturas, demoli-las e, por fim, descartar os resíduos em aterros sanitários. Essa abordagem gera graves impactos negativos sobre o meio ambiente e a sociedade, sendo inerentemente insustentável. Repensar os métodos e fluxos de trabalho tradicionais exige o apoio de todas as partes interessadas e um senso de urgência manifestado pelas autoridades. Nos Estados Unidos, administrações municipais começaram a implementar novas políticas para evitar que os resíduos da construção civil parem em aterros e para apoiar práticas circulares. Diversas cidades, como Seattle e Pittsburgh, começaram a adotar decretos de desconstrução que exigem que edifícios mais antigos sejam cuidadosamente desconstruídos em vez de demolidos. De que maneira suas principais diretrizes podem influenciar as práticas circulares no país?
Cortesia de Team Cobe | Futuro Parlamento Dinamarquês
O escritório de arquitetura Cobe acaba de revelar seu projeto vencedor para o futuro Parlamento dinamarquês em Copenhague. Com o objetivo de revitalizar o centro administrativo histórico da Dinamarca, o estúdio idealizou um espaço acolhedor e acessível, “onde todas as pessoas possam vivenciar a democracia de perto”. O projeto apresenta um centro de visitantes subterrâneo, que leva a instalações no Pátio do Parlamento, e um percurso interconectado que une edifícios históricos anteriormente utilizados pelo Arquivo Nacional Dinamarquês.
A reabilitação envolve o reparo, a reforma, a alteração ou a reconstrução de qualquer edifício ou estrutura. Ela atende à necessidade de melhorar significativamente os elementos deteriorados de uma edificação, principalmente por meio do reforço ou da substituição de componentes para restaurar o desempenho ideal da estrutura. O impacto da reabilitação de edifícios no meio ambiente é significativo, constituindo uma estratégia sustentável para preservar o ambiente construído e mitigar o impacto da indústria da construção nas mudanças climáticas.
No entanto, seu impacto social também é considerável quando visto como uma base fundamental para resultados sustentáveis. A reabilitação pode servir como um modelo que une os membros da comunidade em torno do reparo e do restauro inclusivos de estruturas. Isso gera impactos positivos na qualidade de vida coletiva, na integração social, na sustentabilidade ambiental e na percepção da própria comunidade sobre a arquitetura local.
O papel principal da arquitetura é criar estruturas que nos protejam do ambiente e gerem espaços seguros e confortáveis para todos os tipos de necessidades e atividades. Ao fornecer abrigo, a arquitetura também molda a maneira como as pessoas interagem com seu entorno. As tecnologias construtivas do passado, contudo, raramente conseguiam criar uma separação completa entre nós e o mundo exterior.
Embora a impermeabilidade fosse um resultado desejado, os materiais de construção porosos então disponíveis sempre permitiam que água, vento ou partículas externas se infiltrassem nos espaços internos. Em contrapartida, as tecnologias modernas hoje possibilitam envoltórias quase completamente impermeáveis, permitindo uma separação total entre o interior e o exterior e passando a depender de sistemas de engenharia para regular a temperatura, o fluxo de ar ou a umidade. Este artigo explora as diferenças entre essas duas abordagens contrastantes, analisando como as fachadas dos edifícios são equipadas para regular o conforto interno e seu impacto ambiental.
A pergunta "como podemos controlar a luz natural nos espaços internos?" é fundamental na arquitetura. A incidência descontrolada da luz solar direta pode causar desconforto, como fadiga visual e ganhos térmicos indesejados. Por isso, controlar sua entrada de forma eficaz torna-se crucial. Entre as soluções de projeto estão a instalação de dispositivos de sombreamento, o planejamento da orientação espacial e o desenho de formas edificadas que favoreçam a luz natural indireta. Tratamentos nas janelas, como películas ou vidros de controle solar, também são opções viáveis.
No entanto, existem estratégias inovadoras para controlar a luz natural com mais eficiência por meio de painéis de fechamento avançados, como o Kalwall 175CW. Esta unidade de vidro insulado translúcido é compatível com a maioria dos sistemas de fachada-cortina do mercado. Ao manipular a translucidez do material, é possível influenciar diretamente o conforto visual e térmico dos ambientes. Ao mesmo tempo, essa solução valoriza a arquitetura dos espaços contemporâneos, agregando um valor estético e emocional significativo.
O estúdio alemão de arquitetura e design Beta Realities desenvolveu a iniciativa “Collective Parts”, uma plataforma de projeto e tecnologia voltada a viabilizar a construção de habitações acessíveis impressas em 3D. O projeto foi reconhecido como um dos vencedores do Initiative99, promovido pela ICON, um concurso global de arquitetura que visa repensar a habitação de interesse social construída por menos de US$ 99.000. Os demais premiados na categoria aberta são o MTspace Studio, da Nova Zelândia, e o For Everyday Life, do Reino Unido. O concurso também destaca as contribuições de estudantes em uma categoria separada, apresentando o projeto Casa Fami, do IAAC (Espanha), de Juan Felipe Molano (Colômbia) e de Victoria Roznowski (Alemanha).
Durante séculos, os ambientes áridos solucionaram os problemas de iluminação, privacidade e calor por meio de um elemento marcante da arquitetura islâmica e árabe: o muxarabi. Feito com padrões geométricos tradicionalmente compostos por pequenas peças de madeira torneada, o muxarabi apresenta tramas em treliça que cobrem grandes superfícies. Tradicionalmente, era utilizado para captar o vento e proporcionar resfriamento passivo sob o calor seco do deserto no Oriente Médio. Frequentemente utilizado nas laterais de estruturas edificadas voltadas para a rua, o muxarabi abrigava jarros e bacias de água em seu interior para ativar o resfriamento evaporativo. O ar fresco da rua passava pela treliça de madeira, proporcionando circulação de ar para os/as ocupantes.
Semelhante ao jali indiano, essa linguagem vernacular também oferece um jogo dinâmico com a luz do dia, ao mesmo tempo em que mantém um certo nível de privacidade. Com origens que remontam ao Império Otomano, os painéis perfurados protegiam os/as ocupantes do sol, ao mesmo tempo que permitiam a entrada de luz natural em doses calculadas. Embora o muxarabi fosse uma marca registrada das linguagens arquitetônicas árabe e islâmica, foi apenas em 1987 que esse elemento arquetípico começou a surgir com uma aplicação contemporânea renovada.
Temos o prazer de anunciar nossos próximos workshops de abril, realizados em colaboração com a Parametric Architecture, parceira do programa ArchDaily Supporters. Esses workshops foram cuidadosamente selecionados para capacitar arquitetos/as, designers e entusiastas, oferecendo-lhes as mais recentes perspectivas e habilidades no dinâmico campo do design paramétrico. Conduzidas por especialistas e visionários/as do setor, as sessões imersivas explorarão técnicas de vanguarda, ferramentas inovadoras e aplicações práticas, criando um ambiente de aprendizado dinâmico e inspirador para que os/as participantes elevem seus conhecimentos em design a patamares inéditos.
Como forma de agradecimento, apoiadores/as do ArchDaily Supporters terão direito a benefícios exclusivos, incluindo descontos especiais em qualquer um dos workshops oferecidos pela Parametric Architecture, além de um workshop mensal gratuito. Seu compromisso em impulsionar a inovação arquitetônica alinha-se perfeitamente às ricas experiências que esses workshops prometem proporcionar. Acompanhe as novidades para saber como liberar todo o seu potencial criativo e embarcar em uma jornada estimulante de exploração do design em abril.
https://www.archdaily.com.br/pt/1139882/workshops-de-abril-de-arquitetura-parametricaArchDaily Team
O escritório MVRDV revelou um complexo residencial de grande escala que fará parte do novo campus de cidade inteligente construído pela empresa de tecnologia Tencent na Baía de Qianhai, em Shenzhen, na China. A intervenção do MVRDV, chamada Tencent P5, é composta por 11 torres de apartamentos dispostas ao redor de quatro pátios. O projeto também inclui comodidades como uma creche adjacente, oferecendo toda a infraestrutura necessária para os/as funcionários/as da empresa. A construção começou no início de 2022 e a conclusão está prevista para 2024.
O surgimento da IA generativa deu a todo/a educador/a de design motivos suficientes para reconsiderar tanto o que ensinar quanto como ensinar. A formação de um/a arquiteto/a é um processo longo, e projetá-la em um futuro incerto é uma tarefa desafiadora. Pesquisadores/as da OpenAI, DeepMind, Meta e empresas semelhantes parecem constantemente surpreendidos/as com o desenvolvimento rápido e, por vezes, com os recursos imprevistos de suas criações de IA. Se nem mesmo os criadores e criadoras sabem com que rapidez o futuro chegará, seria pretensioso de nossa parte afirmar que a IA fará X ou que a IA não será capaz de fazer Y na próxima década — período que corresponde, aproximadamente, ao tempo necessário para realmente formar um/a arquiteto/a.
https://www.archdaily.com.br/pt/1140879/como-a-ia-pode-nos-ajudar-a-acabar-com-os-anacronismos-no-ensino-de-designEric J. Cesal
Convidamos você a participar do Prêmio Obra do Ano 2024. Em sua décima quinta edição, pedimos que nos ajude a reconhecer as obras que estão gerando o maior impacto no ambiente construído. Ao votar, você faz parte de uma rede independente e imparcial que nos ajuda constantemente a celebrar a arquitetura de todas as escalas, propósitos e condições, em países grandes e pequenos. Restam poucas horas para votar na sua obra favorita e fazer com que, de 1.000 projetos, restem apenas 15.
Lembre-se: usuários(as) cadastrados(as) podem votar em seu projeto favorito. A primeira etapa termina na terça-feira, 26 de março de 2024, às 23:59 (GMT-3). Agradecemos mais uma vez por nos ajudar a continuar democratizando a arquitetura.
O Prêmio Obra do Ano 2024 é apresentado a você graças à Dornbracht, reconhecida por seus designs líderes em arquitetura, presentes internacionalmente em banheiros e cozinhas.
O escritório Foster + Partners acaba de apresentar o projeto de duas torres residenciais vizinhas em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos. Batizados de VELA e VELA VIENO, os dois edifícios oferecem uma experiência residencial à beira-mar, com acesso direto ao calçadão e à marina. Situados em Marasi Bay, em Dubai, com vista direta para o Burj Khalifa, os empreendimentos são “caracterizados por um ritmo horizontal, estrutura enfatizada e vazios estratégicos na volumetria”.
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Transformando resíduos em belos pisos. Imagem cortesia de Bolon
Na arquitetura contemporânea, a reciclagem evoluiu de uma prática desejável para uma necessidade inevitável. Essa mudança se deve principalmente à crescente crise climática, acentuada pela presença constante de resíduos (para os quais não se encontrou utilidade além do uso original).
Essa abordagem estimulou a criação de materiais inovadores para o reaproveitamento de resíduos em diversos contextos. Um exemplo notável é o de pisos e tapetes tecidos, segmento no qual a Bolon deu um passo à frente em 1949 ao transformar resíduos têxteis em produtos elegantes. Desde então, a empresa continuou a inovar no campo dos materiais, fundindo o setor tradicional de revestimentos de piso com o design criativo sustentável.
https://www.archdaily.com.br/pt/1140752/caminhar-sobre-residuos-tecendo-residuos-em-pisos-e-tapetes-elegantesEnrique Tovar
Aproveite ao máximo Milão com os nossos guias selecionados da feira e da cidade – elaborados por nossa equipe de arquitetura e design para garantir que você saiba exatamente o que ver e aonde ir. Como Designboom, Architonic e ArchDaily, nosso principal propósito é inspirar, conectar e capacitar. Embora não possamos guiar você fisicamente pelas ruas da cidade ou pelos mapas redesenhados do Salone del Mobile de 2024, podemos garantir que você tenha as melhores ferramentas para localizar as maiores descobertas, os melhores novos contatos e as histórias mais interessantes: nossos dois guias selecionados de Milão, um para a feira e outro para a cidade.
O ofício da arquitetura é, definitivamente, uma prática de aproximação com o outro. Embora o produto esperado do/a arquiteto/a seja um elemento materializado, este deve responder de maneira sensível aos/às habitantes que utilizarão esse elemento, ou seja, às pessoas que ocuparão esse espaço.
Por volta das décadas de 1980 e 1990, evidenciou-se um momento de ruptura na compreensão de certos fenômenos sociais estudados pelas Ciências Sociais; assim, a espacialidade tornou-se um tema fundamental para situar os fenômenos sociais em espaços materiais. Isso abriu caminho para o surgimento de uma nova perspectiva de pesquisa a partir da chamada “Virada Espacial nas Ciências Sociais”, que tem como objetivo localizar os fenômenos sociais — como o habitar — em espaços materiais e concretos, reconhecendo a influência do espaço material sobre a vida social das pessoas e vice-versa.
Como parte da Bienal Design Doha 2024, Glenn Adamson e Péter Tamás Nagy apresentam a exposição “Colors of the City: A Century of Architecture in Doha” (Cores da Cidade: Um Século de Arquitetura em Doha), que investiga a evolução arquitetônica da capital do Catar com base nas diversas influências globais que a caracterizam. Em cartaz até 30 de março de 2024, a mostra propõe uma viagem pela história da arquitetura de Doha, apresentando estilos variados como o Classicismo, o Art Déco e o Modernismo, além de contemplar as adaptações cataris dessas linguagens desenvolvidas por arquitetos e arquitetas da Europa, das Américas, do Oriente Médio e do Sul da Ásia.
Quando o briefing para o projeto de um novo escritório pede algo novo, dinâmico e moderno — um espaço onde as pessoas gostem de estar e, crucialmente, de trabalhar, que as ajude a se concentrar em tarefas individuais, mas também a relaxar, colaborar e criar —, há poucos pontos de partida melhores do que o círculo cromático. À medida que o mundo do trabalho e os diversos ambientes onde ele se desenvolve se tornam menos formais e restritos em termos de design, arquitetos/as, designers e, acima de tudo, seus/suas clientes estão assinando a demissão do escritório monótono e sem graça, buscando alternativas mais expressivas em opções coloridas fora do convencional.
Embora a capacidade do azul de melhorar a concentração, estimular o pensamento e proporcionar clareza mental ajude a aumentar a produtividade, o corpo humano também precisa de períodos regulares de descanso e relaxamento. Nesse sentido, cores quentes como o amarelo proporcionam bem-estar por meio do acolhimento e do conforto — sendo ideais para áreas de descompressão. Por outro lado, tons de vermelho e laranja estimulam a criatividade e a expressão, o que significa que podem ser muito úteis em áreas destinadas à integração social, enquanto o verde favorece uma abordagem mais calma e equilibrada, adequada para reuniões de outra natureza.
O escritório 3XN/GXN acaba de inaugurar a exposição “Aware: Architecture and Senses”, em cartaz no Danish Architecture Center até 15 de setembro de 2024. A mostra convida o público a explorar, compreender e questionar sua relação com a arquitetura. Em colaboração com o Danish Architecture Center, o 3XN/GXN aprofunda o diálogo entre indivíduos e espaços por meio de seis instalações em escala real.
Explorar projetos de arquitetura não construídos de escritórios consagrados oferece um vislumbre do que há de mais inovador no design e de conceitos voltados para o futuro. De fato, estudar projetos futuros proporciona uma oportunidade de antecipar tendências emergentes e vislumbrar o futuro do ambiente construído, estimulando o debate em torno de novas ideias. Diante da iminente crise climática em um mundo pós-COVID, a seleção desta semana de projetos não construídos enviados pela comunidade do ArchDaily demonstra a dimensão da resolução de problemas por meio do planejamento urbano e de ativações espaciais contextuais.
Seja um bairro vertical em Kunming, um centro de ciências biológicas em Manhattan ou um centro cultural em Venaria Reale, esses projetos não construídos capturam o espectro diversificado da evolução de mentes visionárias da arquitetura. Cada uma dessas propostas representa uma narrativa única, buscando redefinir a vida residencial ou revitalizar o espaço urbano. Por meio desses projetos, a comunidade de arquitetura pode oferecer ao meio ambiente um vislumbre do potencial transformador do design quando aplicado na resolução de problemas.