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A ponte-galeria de arte mais longa da Coreia do Sul e um centro de convenções brutalista na Croácia: 8 projetos vencedores de concursos enviados pela comunidade do ArchDaily

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Os concursos de arquitetura são ferramentas valiosas de aprendizado, oferecendo a arquitetos e arquitetas uma oportunidade única de experimentar e expandir seus limites criativos. Ao enfrentar desafios do mundo real e receber retornos críticos, os e as participantes adquirem experiência prática e uma compreensão mais profunda da profissão. Sejam conceituais ou não, as competições estimulam a inovação, incentivando profissionais de design a pensar de forma inovadora. A seleção desta semana apresenta propostas vencedoras de concursos enviadas pela comunidade do ArchDaily, proporcionando a profissionais e estudantes de arquitetura novas perspectivas e inspiração para suas próprias práticas, sejam em trabalhos de conclusão de curso, habilitações profissionais ou encomendas de projetos.

De um parque urbano imersivo em Seul, na Coreia do Sul, a um campus educacional rural na Amazônia, ou um porto reformulado na Córsega, esta seleção destaca projetos que se sobressaíram em concursos ao redor do mundo. Embora algumas das propostas tenham sido desenvolvidas por escritórios consolidados, incluindo KAAN Architecten, ArchiWorkshop, Studio Akkerhuis ou Richez Associés, essas competições também se provaram uma oportunidade para que designers emergentes demonstrem sua criatividade e capacidade de resolução de problemas.

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Um arranha-céu na China e uma sede na França: 8 escritórios não construídos enviados pela comunidade do ArchDaily

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No cenário em constante evolução do design de ambientes de trabalho e da arquitetura corporativa, os limites da criatividade e da funcionalidade estão sendo constantemente expandidos. De arranha-céus futuristas a espaços de coworking, o futuro dos ambientes de trabalho responde às necessidades dinâmicas das empresas modernas e de seus colaboradores e colaboradoras. A seleção com curadoria desta semana de Arquitetura Não Construída foca em edifícios de escritórios, espaços de trabalho e edifícios administrativos enviados pela Comunidade ArchDaily.

O campo da arquitetura corporativa é uma oportunidade para designers inovarem e influenciarem as culturas de trabalho. Desde o arranha-céu Sinuating Flow em Chongqing, na China, que busca inspiração nas montanhas e vales vizinhos, até a sede parisiense da GRDF, que reimagina os escritórios urbanos como pequenos distritos da cidade. O ABS Workspace integra elementos marítimos ao design do espaço de trabalho, enquanto a torre FUTURA em Kyiv rompe com as normas convencionais por meio de formas artísticas e esculturais e do uso da cor preta. Juntos, esses projetos demonstram a diversidade na arquitetura corporativa, cada um atuando em seu próprio contexto para oferecer soluções singulares para ambientes de trabalho sustentáveis.

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O futuro das cidades inteligentes: como as tecnologias digitais estão transformando a vida urbana em Barcelona e Dublin

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À medida que o mundo testemunha um êxodo sem precedentes das áreas rurais para as urbanas, as cidades enfrentam um desafio monumental: como acomodar uma população em constante crescimento? Esse fenômeno, caracterizado pelo rápido crescimento populacional e pelo aumento da densidade, pressiona recursos, infraestruturas e serviços urbanos. Diante de problemas complexos que exigem soluções ainda maiores, torna-se mais necessário do que nunca repensar as ferramentas à nossa disposição. Nesse contexto desafiador, o surgimento de tecnologias emergentes como a Internet das Coisas (IoT), a análise de dados e a inteligência artificial (IA) apresenta-se como uma luz no fim do túnel. Essas tecnologias, inicialmente concebidas para simplificar tarefas cotidianas e facilitar a comunicação, constituem instrumentos potenciais para viabilizar respostas eficazes aos desafios urbanos contemporâneos.

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O urbanismo de Tegucigalpa: como o planejamento modernista moldou a capital de Honduras

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Nas primeiras décadas do século XXI, Honduras registrou índices de criminalidade e violência mais elevados que os de seus vizinhos na América Central. Essa situação fez com que o país fosse amplamente evitado por visitantes e investidores. No entanto, isso não impediu que Tegucigalpa, sua capital, vivenciasse uma explosão de empreendimentos residenciais e de escritórios que hoje redesenham seu skyline. Caracterizada por uma topografia singular e clima tropical, a cidade serviu como campo de testes para princípios urbanísticos modernistas que contribuíram para transformar um pequeno vilarejo de mineração em uma das maiores metrópoles da América Central.

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Minoru Yamasaki: A Fragilidade da Arquitetura

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Seu trabalho – mais de 250 edifícios no espaço de 30 anos – foi elogiado por críticos/as e colegas, indicado a prêmios internacionais de design e levou o arquiteto à capa da revista Time. No entanto, hoje, mesmo profissionais da área e aficionados/as podem ter dificuldade em nomear uma única obra de Minoru Yamasaki além de suas duas criações mais famosas (e infames) que já não existem: o conjunto habitacional Pruitt-Igoe em St. Louis e as torres do World Trade Center de Nova York. Paul Kidder explora a trajetória deste complexo arquiteto e sua obra no novo livro Minoru Yamasaki and the Fragility of Architecture (Routledge).

Kidder, professor de filosofia na Universidade de Seattle, oferece uma avaliação nova e sóbria não apenas da arquitetura de Yamasaki, mas do próprio homem: seus desafios, triunfos e contradições, bem como a fragilidade da realização arquitetônica. A perda das obras mais famosas deste arquiteto sugere o alcance crescente da fragilidade da arquitetura, sobretudo hoje, quando a especulação imobiliária muitas vezes conspira contra a preservação de obras até mesmo do modernismo tardio. Contudo, paradoxalmente, Yamasaki acreditava que a fragilidade poderia ser uma qualidade arquitetônica desejável — a própria fonte de seu refinamento, beleza e humanidade.

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A interseção entre sustentabilidade e acessibilidade financeira: em conversa com o vencedor do Holcim Award, Jonathan Diamond, da Well-Grounded Real Estate

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Celebrando projetos inovadores que demonstram práticas de construção sustentável, os vencedores deste ano do prêmio da Holcim Foundation for Sustainable Construction 2023 destacam abordagens pioneiras em diversas escalas, formas, geografias e tipologias. O Prêmio de Ouro para a América do Norte foi concedido ao escritório Partisans Architects e à incorporadora Well-Grounded Real Estate por sua solução de habitação modular de alta tecnologia e baixo custo para a vida urbana em Toronto. Em entrevista em vídeo ao ArchDaily, Jonathan Diamond, da Well-Grounded Real Estate, discute o desenvolvimento do projeto vencedor e as forças que o moldaram.

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Harvard Graduate School of Design concede o Prêmio Wheelwright 2024 a Thandi Loewenson

A Harvard University Graduate School of Design (GSD) acaba de anunciar Thandi Loewenson como a vencedora do Wheelwright Prize de 2024. A prestigiada bolsa de US$ 100.000 destina-se a apoiar pesquisas inovadoras em arquitetura contemporânea sob uma perspectiva global. O projeto de Loewenson, “Black Papers: Beyond the Politics of Land, Towards African Policies of Earth & Air”, investiga as dinâmicas sociais e espaciais na África moderna.

O que as cidades africanas podem aprender com a América do Sul?

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As manchetes recentes do continente africano evidenciam uma série de questões urgentes que afetam seus centros urbanos: inundações severas ameaçam Nairóbi, a capital do Quênia; o sistema de VLT em Adis Abeba, na Etiópia, cambaleia após um início promissor. Enquanto isso, no Cairo, capital do Egito, os gastos com novas infraestruturas e habitação se mostraram excessivos e exigiram um resgate financeiro governamental. As cidades africanas enfrentam uma infinidade de desafios, mas também guardam o potencial de transformar a vida de milhões de pessoas. Diante das profundas semelhanças históricas entre a América do Sul e a África, o contexto sul-americano pode servir tanto de referência quanto de exemplo positivo para o enfrentamento dessas questões no âmbito urbano.

A interseção entre infraestrutura e comunidade: Em conversa com o vencedor do Prêmio Holcim, Juan Carlos Cano

Localizado na Cidade do México, o município de Iztapalapa abriga algumas das áreas mais densamente povoadas da metrópole. Com uma população de 1.800.000 pessoas, muitas delas de baixa renda, o município enfrenta dificuldades para oferecer espaços públicos e infraestrutura de lazer suficientes. Em uma iniciativa para reverter esse cenário, a administração municipal propôs recuperar terrenos subutilizados e abandonados para transformá-los em espaços de uso público. O projeto Utopia Estrella é uma dessas iniciativas. Situado próximo à maior estação de tratamento de água da Cidade do México, o complexo combina um programa arquitetônico de forte engajamento social com uma abordagem pedagógica sobre o papel das infraestruturas hídricas no ecossistema mais amplo. Projetado pelo escritório Cano Vera Arquitectura, o projeto foi reconhecido com o Prêmio de Ouro do Holcim Awards 2023 para a América Latina. Em uma entrevista em vídeo para o ArchDaily, Juan Carlos Cano, da equipe do Cano Vera Arquitectura, discute o impacto desse projeto, seus objetivos e as condições singulares que levaram ao seu desenvolvimento.

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Reimaginando modelos de coabitação: 4 projetos que destacam a arquitetura cooperativa

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O Dia Internacional das Cooperativas, comemorado anualmente no primeiro sábado de julho, é uma oportunidade para conscientizar e celebrar o cooperativismo. Celebrado nesta data pelas Nações Unidas desde 1992, o cooperativismo é um movimento social e econômico que capacita indivíduos e comunidades por meio da criação de empreendimentos de propriedade coletiva e geridos de forma democrática por seus membros. O tema deste ano é "Cooperativas: Parceiras para um Desenvolvimento Sustentável Acelerado". Além de destacar o papel fundamental que as cooperativas desempenham no alcance dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, o lema também enfatiza a tipologia singular das cooperativas na exploração de novas formas de vida coletiva. Pautadas pelo crescimento comunitário, as cooperativas apostam no desenvolvimento comum, priorizando as pessoas e apoiando-as na melhoria do bem-estar coletivo.

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Guia Prático: Como Integrar Soluções Holísticas no Design de Banheiros

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O termo "holístico" refere-se a uma abordagem que considera o sistema como um todo, em vez de focar em componentes individuais. Ele enfatiza a interconexão de vários elementos e visa criar algo equilibrado e harmonioso que promova o conforto geral. Essa abordagem é de extrema importância em um momento no qual o bem-estar pessoal e a sustentabilidade estão na vanguarda do design. Isso inclui a integração de elementos naturais, como luz e água, para criar ambientes calmos e rejuvenescedores, onde o equilíbrio e a harmonia garantem que todos os elementos de projeto funcionem de forma coesa para formar um espaço unificado. Os banheiros holísticos vão além da mera funcionalidade ao engajar os sentidos, promover o relaxamento e utilizar os recursos de forma responsável — uma abordagem abrangente adotada por marcas premium de soluções para banheiros como a hansgrohe.

Beta Realities revela plano diretor para Parque de Energia Circular em Jinan, na China

O escritório de arquitetura e design Beta Realities apresentou um plano diretor para transformar uma antiga área industrial em Jinan, na China, em um bairro circular e campus de energia verde. O novo Parque de Hidrogênio Cuizhai incorporará princípios de construção circular, adaptando a estrutura do local para acomodar tanto funções sociais quanto a produção sustentável. Amplas áreas verdes oferecem espaços abertos para o desenvolvimento de tecnologias futuras, garantindo ao mesmo tempo um ambiente seguro e saudável para toda a comunidade.

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Neurociência e Arquitetura: Projetando para a Experiência Humana

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Projetar para a experiência humana tem estado no centro das intenções e motivações por trás do trabalho de arquitetos/as. Embora os processos tradicionais se mostrem benéficos, o setor busca superar limites para encontrar oportunidades de colaboração com outras áreas do design e de outros campos do conhecimento. Novas abordagens têm surgido a partir de colaborações entre arquitetos/as e designers de serviço, ou mesmo psicólogos/as, para criar espaços mais centrados nas pessoas. Uma nova interseção vem chamando a atenção de profissionais, impulsionada em especial por uma recente instalação sobre neuroarquitetura no Salone del Mobile. O ArchDaily detalha o escopo e o potencial dessa nova disciplina com Federica Sanchez, arquiteta e pesquisadora de neurociência no escritório italiano Lombardini22, responsável pela reestruturação do Salone.

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Playgrounds públicos internos: a evolução dos espaços comerciais em transformação

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Considerado uma atividade extremamente necessária para as crianças e, ao mesmo tempo, em constante evolução, o brincar deixou de ser um conceito livre e informal para incorporar uma variedade de fatores voltados a fomentar o desenvolvimento físico, cognitivo, criativo e socioemocional. Estudado por nomes da pedagogia como Friedrich Fröbel, este se destacou por suas teorias sobre o jardim de infância, promovendo o desenvolvimento espontâneo por meio de atividades lúdicas. Com o tempo, isso lançou as bases de um conceito que se difundiu por toda a Europa no século XIX e chegou aos Estados Unidos com a criação do primeiro playground em Chicago, em 1892, marcando um ponto de virada na maneira como o espaço físico se relaciona com a diversão.

Mais de 100 anos depois, muita coisa mudou. Hoje em dia, as estruturas de lazer evoluem junto aos hábitos dos/as usuários/as e se adaptam a contextos onde historicamente não estavam presentes, como os espaços fechados e internos. Isso se deve, em grande medida, à otimização de suas dimensões, a melhorias técnicas e à aplicação de tecnologia de ponta que viabiliza materiais cada vez mais resistentes, versáteis e sustentáveis. Tudo isso hoje abre caminho para soluções que propiciam novas formas de vivenciar esses espaços, adquirindo uma abordagem alternativa que converge com o lazer. A partir dessa dinâmica, a Urbanplay apresentou um novo conceito de lazer para ambientes internos por meio das soluções modulares da Kompan, principal fabricante de equipamentos lúdicos de alto padrão no mundo. Essa abordagem se concentra na criação de áreas de lazer personalizadas, com o objetivo de potencializar a experiência dos/as usuários/as e fomentar atmosferas recreativas mais amigáveis, transversais e de fácil acesso.

RIBA anuncia os 26 projetos vencedores dos Prêmios Nacionais de 2024, destacando a melhor nova arquitetura do Reino Unido

O Royal Institute of British Architects (RIBA) anunciou os 26 vencedores do RIBA National Awards for Architecture 2024, que reconhecem os melhores exemplos de arquitetura no Reino Unido e destacam as tendências sociais e de design do país. Criada em 1996, a premiação destaca projetos arquitetônicos excepcionais em todo o território britânico, da Irlanda do Norte e da Escócia ao sul da Inglaterra. A edição deste ano celebra propostas que trazem "exemplos inspiradores de edifícios e estruturas existentes que ganharam uma nova vida". Reconhecidos pelo design inteligente e pela colaboração com clientes e comunidades locais, os projetos vencedores também se destacam por técnicas construtivas inovadoras e pela seleção cuidadosa de materiais.

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A ascensão dos prefeitos noturnos: gerenciando economia, cultura, segurança e mudanças climáticas após o anoitecer

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Ao longo dos anos, a paisagem noturna das cidades tem passado por uma transformação significativa, marcada pelo surgimento de mais de 80 prefeitos/as noturnos/as globalmente — uma tendência em ascensão desde o início dos anos 2000. Andreina Seijas, atualmente associada na Gehl, analisou essas dinâmicas de mudança na governança noturna em suas pesquisas e durante seu doutorado na Harvard GSD. Na entrevista, Seijas fala sobre esse desenvolvimento, os desafios e as oportunidades relacionados aos/às prefeitos/as noturnos/as, as diferenças globais e o papel das mudanças climáticas. A infância de Seijas em Caracas, Venezuela, onde as preocupações com a segurança impunham toques de recolher rigorosos, despertou sua paixão pela criação de ambientes urbanos mais seguros e inclusivos, especialmente para os jovens. Sua busca por um futuro melhor para a noite urbana explora o potencial de as cidades se tornarem mais seguras, inclusivas e produtivas ao criar espaços de trabalho e lazer após o anoitecer.

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“A arquitetura busca dar ordem ao território e habitabilidade ao entorno”: em conversa com Tomás Bravo

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Tomás Bravo foi selecionado para integrar as Novas Práticas ArchDaily 2024, destacando seu trabalho em relação ao diálogo entre a arquitetura e o território, e ao uso de tecnologias avançadas para analisar a natureza e o patrimônio a partir de um processo que constitui um projeto em si mesmo. Com origem na diversa e complexa geografia do Chile, propões o uso da representação arquitetônica clásica em combinação con ferramentas tecnológicas e metodologias de mensuração para aproximar o território e o patrimônio de profissionais da arquitetura e de seus clientes.

O custo oculto de carbono dos retrofits climáticos

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A constante evolução das condições urbanas exige a transformação do ambiente construído, e os retrofits têm sido um mecanismo fundamental para permitir que os edifícios se adaptem e respondam a novas necessidades. Diante das preocupações ambientais globais, os retrofits climáticos tornaram-se uma estratégia popular para modernizar edificações com base na melhoria da eficiência operacional. Planos globais de descarbonização têm inclusive defendido retrofits em escala urbana, como no caso de Londres, para atingir metas municipais. Embora essas intervenções reduzam significativamente o consumo de energia, elas costumam trazer um custo oculto: o carbono incorporado nos materiais de retrofit e o potencial de geração de resíduos no futuro.

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Foster + Partners revela o masterplan "Land of Tomorrow" em Larnaca, Chipre

O escritório Foster + Partners iniciou o desenvolvimento do projeto para a fase inicial do plano diretor "Land of Tomorrow" em Larnaca, no Chipre. Com o objetivo de transformar a orla marítima de Larnaca em uma comunidade vibrante e sustentável, a primeira fase foca em empreendimentos residenciais. Integrando áreas comerciais com lojas, escritórios e restaurantes, o plano diretor prioriza a transição fluida com a orla e enfatiza a conexão com o entorno natural.

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Manifesta 15: Barcelona Metropolitana confirma sua programação e a lista completa de participantes para sua próxima edição

A cidade de Barcelona e a região se preparam para sediar a Manifesta, a bienal nômade europeia de arte, arquitetura e urbanismo, que celebrará sua 15ª edição no próximo dia 8 de setembro de 2024. O evento acontecerá em doze cidades ao longo de doze semanas, onde uma extensa lista de participantes materializará projetos que servirão para reimaginar o futuro por meio da arte e da arquitetura.

A primeira edição da Manifesta ocorreu em Roterdã em 1996 e, em suas 14 edições anteriores ao longo de 25 anos, passou por diferentes cidades europeias, como Luxemburgo, Liubliana, Frankfurt, Donostia/San Sebastián, Trentino-Tirol do Sul, Múrcia, Genk, São Petersburgo, Zurique, Palermo, Marselha e Prishtina. Um dos principais eixos da Manifesta baseia-se na investigação urbana crítica, promovendo a construção de comunidades e programas culturais com identidade local que atuem como agentes de mudança. Embora o caráter nômade seja uma marca registrada do evento, em cada cidade trabalha-se com comunidades artísticas locais, a cidadania e organizações locais para realizar projetos que possam abordar questões inerentes ao próprio território.

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Blanca Zúñiga: “O espaço público rural não tem forma, surge quando estão presentes seus habitantes”

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Nicolás Valencia conversa esta semana no podcast TERRAZA com a arquiteta chilena Blanca Zúñiga, autora do livro “Espaço público rural”, publicado pela Sa Cabaña em 2021.

Em “Espaço público rural”, Zúñiga desenvolve um trabalho fotográfico que busca capturar e valorizar as diferentes maneiras de habitar o campo chileno na região do Maule.

“Nos povoados rurais da região, você não sabe se a sala de estar da casa é um espaço público ou privado, porque as portas estão sempre abertas”, afirma Zúñiga nesta entrevista.

De fábricas a espaços de trabalho: a evolução de edifícios industriais em escritórios modernos

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O patrimônio industrial, outrora fundamental para o crescimento urbano e a prosperidade econômica, hoje é frequentemente negligenciado e subutilizado. Ao redor do mundo, diversas fábricas, moinhos e galpões encontram-se abandonados, e suas estruturas singulares caem em desuso. Esses edifícios costumavam ser construídos com materiais como tijolo, aço, concreto e grandes janelas de vidro. Reconhecidos por sua resistência e durabilidade, tais materiais tornam essas estruturas candidatas ideais para reformas, preservando sua integridade estrutural.

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Mauro Gil-Fournier: “Todos falam sobre como os ambientes nos afetam, mas ninguém fala sobre como nós afetamos os espaços”

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Nicolás Valencia conversa esta semana no podcast TERRAZA com o arquiteto espanhol Mauro Gil-Fournier, autor do livro “As casas que me habitam”, publicado por Arquitecturas afectivas em 2022.

Em “As casas que me habitam”, Gil-Fournier propõe que, como cidadãos e cidadãs, pensamos que habitamos nossas casas, nossas praças e nossas cidades, quando na verdade habitamos apenas nossas práticas cotidianas. As casas apresentadas aqui são os afetos que nos habitam no dia a dia.

“As arquiteturas afetivas permitem criar um espaço onde é possível se expressar de maneira honesta, sem preconceitos e com segurança”, afirma Gil-Fournier nesta entrevista.

Reforma vs. Demolição: Aprimorando a Habitação para a Eficiência Energética Sustentável

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A Segunda Guerra Mundial foi um marco na história da humanidade, deixando um profundo impacto político e social. Seu fim marcou um ponto de virada significativo, que levou à suburbanização do pós-guerra e ao baby boom. Esses fenômenos resultaram em um rápido crescimento urbano e em uma explosão na construção de moradias, que atingiu o auge na década de 1960 e continuou a prosperar ao longo das décadas seguintes, desacelerando gradualmente até os dias de hoje. Atualmente, enfrentamos um cenário muito diferente, no qual a escassez de habitação acessível, combinada com uma perspectiva econômica desafiadora e uma agenda climática, gerou a necessidade de transformar o ambiente construído em um espaço mais limpo e eficiente no uso de recursos, alinhado ao Acordo de Paris.

Diante disso, com a demanda cada vez maior por moradia aliada a iniciativas políticas como o Pacto Ecológico Europeu, o modelo de hiperprodução do pós-guerra está se tornando insustentável. Como consequência, a reforma de edifícios abandonados ou subutilizados surge como uma alternativa viável. Diferente do modelo de demolição e nova construção, essa abordagem oferece oportunidades de retrofit energético, o que ajuda a mitigar a obsolescência ambiental, estender a vida útil das edificações e revitalizar o patrimônio existente e deteriorado — incluindo as habitações do pós-guerra —, melhorando ao mesmo tempo a qualidade de vida das pessoas.

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