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Minoru Yamasaki: A Fragilidade da Arquitetura

Seu trabalho – mais de 250 edifícios no espaço de 30 anos – foi elogiado por críticos/as e colegas, indicado a prêmios internacionais de design e levou o arquiteto à capa da revista Time. No entanto, hoje, mesmo profissionais da área e aficionados/as podem ter dificuldade em nomear uma única obra de Minoru Yamasaki além de suas duas criações mais famosas (e infames) que já não existem: o conjunto habitacional Pruitt-Igoe em St. Louis e as torres do World Trade Center de Nova York. Paul Kidder explora a trajetória deste complexo arquiteto e sua obra no novo livro Minoru Yamasaki and the Fragility of Architecture (Routledge).

Kidder, professor de filosofia na Universidade de Seattle, oferece uma avaliação nova e sóbria não apenas da arquitetura de Yamasaki, mas do próprio homem: seus desafios, triunfos e contradições, bem como a fragilidade da realização arquitetônica. A perda das obras mais famosas deste arquiteto sugere o alcance crescente da fragilidade da arquitetura, sobretudo hoje, quando a especulação imobiliária muitas vezes conspira contra a preservação de obras até mesmo do modernismo tardio. Contudo, paradoxalmente, Yamasaki acreditava que a fragilidade poderia ser uma qualidade arquitetônica desejável — a própria fonte de seu refinamento, beleza e humanidade.

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Sobre este autor
Cita: Crosbie, Michael J.. "Minoru Yamasaki: A Fragilidade da Arquitetura" [Minoru Yamasaki: The Fragility of Architecture] 05 Jul 2024. ArchDaily em Português. (Trad. Brodka, Claire) Acessado . <https://www.archdaily.com.br/pt/1140528/minoru-yamasaki-a-fragilidade-da-arquitetura> ISSN 0719-8906

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