Michael J. Crosbie

NAVEGUE POR TODOS OS PROJETOS DESTE AUTOR
↓

Elogio aos cemitérios

Acesso exclusivo | 

Quando se vive em uma pequena cidade da Nova Inglaterra, um cemitério nunca está longe. Se eu caminhar por uma hora pelas ruas locais, passarei facilmente por dois ou três, ou mesmo por dentro deles. Há muito tempo esses locais servem de refúgio para o consolo, a paz, a tranquilidade — e até para uma irônica soberba.

“As escolas de arquitetura são responsáveis por educar o estudante como um todo”: em conversa com Michael Monti

Acesso exclusivo | 

Este artigo foi publicado originalmente no Common Edge.

A grande maioria dos/as profissionais que conheci ao longo dos anos busca recém-formados/as bem preparados/as, prontos/as para serem produtivos/as desde o primeiro dia de trabalho. No entanto, o ensino de arquitetura precisa ir muito além disso. Michael Monti — que nos últimos 20 anos atuou como diretor executivo da Association of Collegiate Schools of Architecture (ACSA), entidade que representa 5.000 docentes de arquitetura e mais de 30.000 estudantes — enfatiza que o ensino de arquitetura deve se apoiar em uma base sólida de valores compartilhados e ética. Somente assim, segundo ele, os/as egressos/as poderão contribuir de forma significativa para o que define como uma "vida civilizada", promovendo a dignidade, a liberdade, a saúde e o bem-estar das pessoas que interagem diariamente com a arquitetura.

“As escolas de arquitetura são responsáveis por educar o estudante como um todo”: em conversa com Michael Monti - Imagem 1 de 4“As escolas de arquitetura são responsáveis por educar o estudante como um todo”: em conversa com Michael Monti - Imagem 2 de 4“As escolas de arquitetura são responsáveis por educar o estudante como um todo”: em conversa com Michael Monti - Imagem 3 de 4“As escolas de arquitetura são responsáveis por educar o estudante como um todo”: em conversa com Michael Monti - Imagem 4 de 4“As escolas de arquitetura são responsáveis por educar o estudante como um todo”: em conversa com Michael Monti - Mais Imagens

Minoru Yamasaki: A Fragilidade da Arquitetura

Acesso exclusivo | 

Seu trabalho – mais de 250 edifícios no espaço de 30 anos – foi elogiado por críticos/as e colegas, indicado a prêmios internacionais de design e levou o arquiteto à capa da revista Time. No entanto, hoje, mesmo profissionais da área e aficionados/as podem ter dificuldade em nomear uma única obra de Minoru Yamasaki além de suas duas criações mais famosas (e infames) que já não existem: o conjunto habitacional Pruitt-Igoe em St. Louis e as torres do World Trade Center de Nova York. Paul Kidder explora a trajetória deste complexo arquiteto e sua obra no novo livro Minoru Yamasaki and the Fragility of Architecture (Routledge).

Kidder, professor de filosofia na Universidade de Seattle, oferece uma avaliação nova e sóbria não apenas da arquitetura de Yamasaki, mas do próprio homem: seus desafios, triunfos e contradições, bem como a fragilidade da realização arquitetônica. A perda das obras mais famosas deste arquiteto sugere o alcance crescente da fragilidade da arquitetura, sobretudo hoje, quando a especulação imobiliária muitas vezes conspira contra a preservação de obras até mesmo do modernismo tardio. Contudo, paradoxalmente, Yamasaki acreditava que a fragilidade poderia ser uma qualidade arquitetônica desejável — a própria fonte de seu refinamento, beleza e humanidade.

Minoru Yamasaki: A Fragilidade da Arquitetura - 1 的图像 4Minoru Yamasaki: A Fragilidade da Arquitetura - 2 的图像 4Minoru Yamasaki: A Fragilidade da Arquitetura - 3 的图像 4Minoru Yamasaki: A Fragilidade da Arquitetura - 4 的图像 4Minoru Yamasaki: A Fragilidade da Arquitetura - Mais Imagens+ 1

Luz, empatia e silêncio: a arquitetura de Marina Tabassum

Acesso exclusivo | 

Este artigo foi publicado originalmente no Common Edge.

Em seu escritório com sede em Dhaka, em Bangladesh, Marina Tabassum busca criar uma linguagem arquitetônica que seja simultaneamente contemporânea e enraizada em seu lugar. Uma das primeiras obras que realizou após fundar seu próprio escritório em 2005 — a Mesquita Bait Ur Rouf, em sua cidade natal — recebeu o Prêmio Aga Khan de Arquitetura, que reconhece projetos que respondem às necessidades e aspirações de sociedades muçulmanas.

O Museu da Independência de Bangladesh, que ela projetou em parceria com seu ex-sócio, Kashef Mahboob Chowdhury, do escritório URBANA, tornou-se um marco nacional. No entanto, Tabassum também trabalha na escala íntima da habitação, desenvolvendo estruturas espaciais modulares inovadoras construídas com bambu. Ela já lecionou em escolas de arquitetura pelo mundo todo. Recentemente, foi agraciada com um prêmio do Architecture, Culture, and Spirituality Forum e apontada pela revista Time como uma das 100 pessoas mais influentes de 2024 por seu trabalho em design sustentável e socialmente responsável.

Luz, empatia e silêncio: a arquitetura de Marina Tabassum - Image 1 of 4Luz, empatia e silêncio: a arquitetura de Marina Tabassum - Image 2 of 4Luz, empatia e silêncio: a arquitetura de Marina Tabassum - Image 3 of 4Luz, empatia e silêncio: a arquitetura de Marina Tabassum - Imagem de DestaqueLuz, empatia e silêncio: a arquitetura de Marina Tabassum - Mais Imagens

Em Varsóvia, uma resposta arquitetônica projetada por estudantes a tempos sombrios

Acesso exclusivo | 

Este artigo foi originalmente publicado no Common Edge.

À medida que este ano sangrento se aproxima do fim, em um momento no qual a mensagem de “Paz na Terra” parece totalmente silenciosa, cabe perguntar: qual é o poder da arquitetura? Como ela pode responder à violência contra pessoas inocentes, cujas vidas foram viradas de cabeça para baixo? Como a arquitetura reage a uma crueldade avassaladora? O que ela tem a dizer? Será que ela pode despertar consciências?

Em Varsóvia, uma resposta arquitetônica projetada por estudantes a tempos sombrios - Image 1 of 4Em Varsóvia, uma resposta arquitetônica projetada por estudantes a tempos sombrios - Image 2 of 4Em Varsóvia, uma resposta arquitetônica projetada por estudantes a tempos sombrios - Image 3 of 4Em Varsóvia, uma resposta arquitetônica projetada por estudantes a tempos sombrios - Image 4 of 4Em Varsóvia, uma resposta arquitetônica projetada por estudantes a tempos sombrios - Mais Imagens

O que as cabanas primitivas nos ensinam sobre arquitetura

Acesso exclusivo | 

Este artigo foi originalmente publicado na Common Edge.

Mitologias de origem, mitos fundadores e lendas de criação nos proporcionam uma maneira de vislumbrar e imaginar o passado distante de maneira metafórica, poética e cativante. Os mitos de origem mais antigos nos ajudam a compreender como acreditava-se terem surgido um povo ou um lugar (como o universo). Os antropólogos descrevem esses mitos como mitos de criação ou mitos "cosmogônicos". Eles podem explicar como o mundo veio a existir. Por exemplo, povos nativos da América do Norte, como os Cherokee, Ojibwe e Astecas, compartilham um mito de origem no qual a terra foi inicialmente criada sobre um grande oceano. Um dos mitos de origem ocidentais mais comuns é a criação de Adão e Eva. No entanto, histórias fundadoras existem para todas as sociedades, costumes históricos e lugares. Lembre do mito dos irmãos Rômulo e Remo, amamentados por uma loba enquanto bebês para mais tarde fundar a cidade de Roma. 

O que as cabanas primitivas nos ensinam sobre arquitetura - Mais Imagens+ 1

Carta de Liubliana, Eslovênia: O urbanismo centrado no ser humano de Jože Plečnik

Acesso exclusivo | 

Este artigo foi originalmente publicado no Common Edge.

Recentemente, viajei para Liubliana, na Eslovênia, em busca da arquitetura religiosa do célebre (mas em grande parte desconhecido nos EUA) arquiteto esloveno Jože Plečnik (1872–1957). Escrevo bastante sobre a arquitetura da espiritualidade e tinha curiosidade sobre as igrejas e capelas de Plečnik — o que a forma idiossincrática de classicismo do arquiteto dizia sobre a fé na era moderna. O que eu não esperava encontrar era o caráter universal da obra de Plečnik como urbanista: um redesenho da capital eslovena que nos traz lições valiosas hoje.

Carta de Liubliana, Eslovênia: O urbanismo centrado no ser humano de Jože Plečnik - Imagem 1 de 4Carta de Liubliana, Eslovênia: O urbanismo centrado no ser humano de Jože Plečnik - Imagem 2 de 4Carta de Liubliana, Eslovênia: O urbanismo centrado no ser humano de Jože Plečnik - Imagem 3 de 4Carta de Liubliana, Eslovênia: O urbanismo centrado no ser humano de Jože Plečnik - Imagem 4 de 4Carta de Liubliana, Eslovênia: O urbanismo centrado no ser humano de Jože Plečnik - Mais Imagens+ 6

Por que os Estados Unidos têm mais espaço para abrigar carros do que pessoas?

Acesso exclusivo | 

Este artigo foi originalmente publicado em Common Edge.

Como chegamos ao ponto de construir ambientes onde o carro é tratado de maneira melhor do que muitos dos nossos semelhantes? Nos Estados Unidos, centro da cultura automobilística, espera-se que os estacionamentos sejam convenientes, disponíveis e gratuitos, escreve Henry Grabar em seu novo livro, Paved Paradise: How Parking Explains the World (Penguin Press). Os estacionamentos consomem vastas áreas de terra; em Los Angeles, por exemplo, totalizam cerca de 520 quilômetros quadrados. Apenas em Nova York, há 3 milhões de vagas de meio-fio (sem contar os estacionamentos), que correspondem a 6% da área da cidade - o equivalente a 13 Celtra Parks! Grabar pergunta: que melhor uso poderíamos dar a este espaço? Um estudo de 2021 revelou que, se Nova York recuperasse apenas um quarto do espaço de rua destinado aos carros, poderiam ser criados os seguintes espaços: 800 quilômetros de faixas de ônibus; 65 quilômetros de vias exclusivas de ônibus; 3,5 milhões de metros quadrados de espaço comunitário; 1.600 quilômetros de ruas abertas; 280 mil metros quadrados de novos espaços para pedestres; e 500 mil metros quadrados para restaurantes, empresas e instituições culturais.

A invenção mais complexa de Bucky Fuller pode ter sido ele mesmo

Acesso exclusivo | 

Este artigo foi publicado originalmente no Common Edge.

Hoje conhecemos R. Buckminster Fuller principalmente por sua obra de objetos e ideias icônicos criados ao longo de uma vida de quase 90 anos. Nascido na última década do século XIX, Fuller viveu o suficiente para conviver com Steve Jobs. Ele é descrito de variadas formas: como um "pensador de sistemas", talvez o primeiro "futurista", um visionário, engenheiro, geômetra e arquiteto (ele recebeu a Medalha de Ouro do AIA em 1970). No entanto, "inventor" é provavelmente a descrição mais precisa. A biografia de 2022 escrita pelo historiador e escritor Alec Nevala-Lee, apropriadamente intitulada Inventor of the Future: The Visionary Life of Buckminster Fuller (Dey St. Books), narra uma história detalhada e sutil do homem conhecido pelas cúpulas geodésicas; estruturas espaciais; "Nave Espacial Terra" (Spaceship Earth); o mapa, a casa e o carro Dymaxion; e conceitos como tensegridade, sinergia e "efemeralização" ("fazer tudo com absolutamente nada", como ele definia).

Theodore Prudon: ‘O modernismo nunca foi um movimento popular’

Acesso exclusivo | 

Este artigo foi publicado originalmente no Common Edge.

Theodore Prudon, presidente fundador do Docomomo US, deixou recentemente a liderança da organização (Robert Meckfessel é o novo presidente). “Docomomo” é a sigla para a missão do grupo: documentação e conservação de edifícios, sítios e bairros do Movimento Moderno. Prudon tem uma trajetória consagrada como preservacionista, arquiteto e educador, estando à frente de seu próprio escritório e lecionando na Universidade de Columbia. Em outubro, ele recebeu o Prêmio de Liderança Distinta da Fundação de Arquitetura de Connecticut no recém-renascido edifício de Marcel Breuer em New Haven, que começou sua história em 1970 como o Pirelli Tire Building e hoje abriga o Hotel Marcel (projetado, planejado e incorporado pelo arquiteto Bruce Redman Becker).

Os espaços sagrados nos campi estão se transformando

Acesso exclusivo | 

Este artigo foi originalmente publicado no Common Edge.

Em tempos de agitação global, intolerância crescente e, como alguns poderiam argumentar, de crescente secularização, será que a capela universitária ainda é relevante? Ela estaria prestes a desaparecer por completo? O que se observa, no entanto, é que o espaço sagrado nos campi parece estar se transformando para desempenhar um papel ainda mais importante, à medida que muitas universidades se concentram em formar estudantes com maior consciência global.

James Stewart Polshek: Reflexões sobre uma Vida na Arquitetura

Acesso exclusivo | 

Este artigo foi publicado originalmente no Common Edge.

Jim Polshek, que faleceu aos 92 anos na semana passada, foi um premiado arquiteto (Medalha de Ouro do AIA, 2018), designer, defensor público e educador (diretor da faculdade de arquitetura de Columbia de 1973 a 1987). Nascido em Akron, Ohio, no Meio-Oeste americano, ele abriu seu próprio escritório em 1963, fundando o James Stewart Polshek Architects. Com o tempo, o escritório ganhou reconhecimento internacional como Polshek Partnership Architects. Em 2010, os sócios rebatizaram a empresa como Ennead Architects, na qual ele continuou atuando como consultor de projeto. 

Figuras Ocultas: As Contribuições Históricas de Arquitetos e Arquitetas Negros nos Estados Unidos

Acesso exclusivo | 

Este artigo foi publicado originalmente no Common Edge.

O designer Paul Wellington, baseado em Milwaukee, Estados Unidos, é autor de Black Built: History and Architecture in the Black Community, livro que documenta mais de 40 obras arquitetônicas de autoria de arquitetos e arquitetas negros/as pelo país que geraram impacto direto em comunidades de cor. Atualmente, ele trabalha em um novo livro focado em arquitetas negras em um campo dominado por homens brancos. Conversei com Wellington sobre a nova obra, o que ele aprendeu em suas pesquisas sobre arquitetos e arquitetas negros/as e suas obras, e o futuro da ampliação dessa representatividade nos EUA.

Uma rodovia matou a cidade de Hartford?

Acesso exclusivo | 

Este artigo foi publicado originalmente no Common Edge.

Uma obra de infraestrutura pode, literalmente, matar uma cidade? Esta é a questão que o escritor Jim Krueger propõe em seu podcast recente, The Road That Killed a City. O local em questão é a cidade onde Krueger vive hoje — Hartford, Connecticut — vizinha ao arborizado subúrbio de West Hartford, onde ele cresceu. Krueger morou em ambas as cidades, o que ajuda a equilibrar a surpreendente história que ele revela sobre como a capital de Connecticut foi empalada por uma rodovia (na verdade, duas: a I-84, de leste a oeste, e a I-91, de norte a sul, convergem em Hartford em uma espécie de marco zero viário). Conversei com Krueger sobre o que motivou o podcast, parte do que ele descobriu sobre a história dessa malfadada "melhoria" urbana e o legado de uma rodovia que continua a impedir o renascimento de Hartford — uma herança compartilhada por muitas cidades na América do Norte.

Um novo guia abrangente sobre a arquitetura da África Subsaariana

Acesso exclusivo | 

Este artigo foi publicado originalmente no Common Edge.

Comparados ao Ocidente e Oriente, a consciência e o conhecimento da arquitetura da África subsaariana - África ao sul do deserto do Saara - são escassos. Um novo livro pretende mitigar esse descuido, e é uma conquista significativa. Architectural Guide Sub-Saharan Africa (editora DOM, 2021), organizado por Philipp Meuser, Adil Dalbai e Livingstone Mukasa, levou mais de seis anos para ser elaborado. O guia de sete volumes apresenta a arquitetura nos 49 estados-nação subsaarianos do continente, inclui contribuições de cerca de 340 autores, 5.000 fotos, mais de 850 edifícios e 49 artigos expressamente dedicados a teorizar a arquitetura africana em seus aspectos sociais, econômicos, históricos e contexto cultural. Entrevistei dois dos editores — Adil Dalbai, pesquisador e arquiteto praticante especializado na África subsaariana, e Livingstone Mukasa, um arquiteto nativo de Uganda interessado nas interseções entre a história da arquitetura e a antropologia cultural — sobre os desafios de criar o guia, algumas de suas revelações sobre a arquitetura da África e seu impacto potencial.

Para que serve a crítica de arquitetura?

Acesso exclusivo | 
Para que serve a crítica de arquitetura? - Imagem de Destaque

Este artigo foi publicado originalmente no Common Edge.

Qual é, exatamente, o sentido da crítica de arquitetura? A palavra “crítica” deriva do termo grego krinein, que significa separar, peneirar, distinguir, discernir, examinar ou julgar. Segundo Wayne Attoe, arquiteto e educador que discorre sobre a crítica de arquitetura em seu livro Architecture and Critical Imagination (infelizmente hoje fora de catálogo), isso não significa necessariamente desaprovar ou apontar falhas. A crítica pode ser favorável ou desfavorável; pode elogiar ou condenar.

A arquitetura e a mancha da escravidão moderna

Acesso exclusivo | 

Este artigo foi publicado originalmente no Common Edge.

Explorando a questão da escravidão na arquitetura, nos materiais de construção e na indústria da construção, Michael J. Crosbie entrevista Sharon Prince, a mulher por trás da iniciativa Design for Freedom, discutindo o relatório da organização "sobre o uso generalizado de escravidão na indústria de projeto e construção, e como profissionais da área podem responder".

Assalto a um lugar sagrado

Acesso exclusivo | 

Este artigo foi publicado originalmente no Common Edge.

Para a maioria das pessoas, classificar um lugar como “sagrado” significa considerá-lo um local de grande importância, geralmente associado à espiritualidade. Pode ser o cenário de rituais religiosos (o espaço sagrado de uma igreja, sinagoga ou mesquita), um ponto onde ocorreu um evento descrito como “milagroso” (como a aparição relatada da Virgem Maria em Lourdes, na França, que se tornou destino de peregrinação) ou um local que abrigou o corpo de uma divindade (como a Igreja do Santo Sepulcro em Jerusalém, erguida sobre o que se acredita ser o túmulo de Jesus Cristo).