
Este artigo foi publicado originalmente no Common Edge.
Em seu escritório com sede em Dhaka, em Bangladesh, Marina Tabassum busca criar uma linguagem arquitetônica que seja simultaneamente contemporânea e enraizada em seu lugar. Uma das primeiras obras que realizou após fundar seu próprio escritório em 2005 — a Mesquita Bait Ur Rouf, em sua cidade natal — recebeu o Prêmio Aga Khan de Arquitetura, que reconhece projetos que respondem às necessidades e aspirações de sociedades muçulmanas.
O Museu da Independência de Bangladesh, que ela projetou em parceria com seu ex-sócio, Kashef Mahboob Chowdhury, do escritório URBANA, tornou-se um marco nacional. No entanto, Tabassum também trabalha na escala íntima da habitação, desenvolvendo estruturas espaciais modulares inovadoras construídas com bambu. Ela já lecionou em escolas de arquitetura pelo mundo todo. Recentemente, foi agraciada com um prêmio do Architecture, Culture, and Spirituality Forum e apontada pela revista Time como uma das 100 pessoas mais influentes de 2024 por seu trabalho em design sustentável e socialmente responsável.











