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Saara: O mais recente de arquitetura e notícia

Intestinos de um edifício: Aziza Chaouni sobre os sistemas e recursos da arquitetura

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Em uma era tão obcecada por cuidados com a pele e aparências, poucos profissionais da arquitetura estão de fato interessados nos intestinos de nossos edifícios. Com uma prática enraizada na consciência contextual e no pragmatismo técnico, sensível às necessidades das pessoas atendidas e às limitações de recursos, a arquiteta marroquina Aziza Chaouni se concentra nos sistemas ocultos que viabilizam a existência da arquitetura. Ao longo das últimas duas décadas, ela vem trabalhando em projetos em diversas geografias, especialmente na região do Saara, engajando-se ativamente com as comunidades e o patrimônio locais.

Atualmente liderando o South–North (SoNo) Lab for Sustainable Construction and Conservation na EPFL em Lausanne, na Suíça, Chaouni leva para o meio acadêmico sua experiência prática em atuar sob restrições severas, defendendo uma colaboração recíproca entre o Sul Global e o Norte Global. O ArchDaily teve a oportunidade de conversar com Aziza sobre sua experiência na África e como ela pode fomentar maneiras mais sustentáveis de projetar edifícios para o futuro das nossas cidades.

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Um novo guia abrangente sobre a arquitetura da África Subsaariana

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Este artigo foi publicado originalmente no Common Edge.

Comparados ao Ocidente e Oriente, a consciência e o conhecimento da arquitetura da África subsaariana - África ao sul do deserto do Saara - são escassos. Um novo livro pretende mitigar esse descuido, e é uma conquista significativa. Architectural Guide Sub-Saharan Africa (editora DOM, 2021), organizado por Philipp Meuser, Adil Dalbai e Livingstone Mukasa, levou mais de seis anos para ser elaborado. O guia de sete volumes apresenta a arquitetura nos 49 estados-nação subsaarianos do continente, inclui contribuições de cerca de 340 autores, 5.000 fotos, mais de 850 edifícios e 49 artigos expressamente dedicados a teorizar a arquitetura africana em seus aspectos sociais, econômicos, históricos e contexto cultural. Entrevistei dois dos editores — Adil Dalbai, pesquisador e arquiteto praticante especializado na África subsaariana, e Livingstone Mukasa, um arquiteto nativo de Uganda interessado nas interseções entre a história da arquitetura e a antropologia cultural — sobre os desafios de criar o guia, algumas de suas revelações sobre a arquitetura da África e seu impacto potencial.

21 Nações africanas lutam contra a desertificação com uma muralha verde de 8 mil quilômetros

Nações africanas estão lutando contra as mudanças climáticas com uma Grande Muralha Verde de oito mil quilômetros de extensão que pretende impedir o avanço da desertificação da região do Sahel, zona ao sul do Saara habitada por 100 milhões de pessoas. Esse movimento cobre o continente africano de leste a oeste e visa recuperar 100 milhões de hectares de terras degradadas, sequestrar 250 milhões de toneladas de carbono e criar 10 milhões de empregos na África rural até 2030. Do Senegal, no oeste, ao Djibuti, no leste, o projeto é uma iniciativa conjunta de 21 nações que se esforçam para recuperar esta região outrora perene e proteger os meios de subsistência das comunidades locais.

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Concurso de Estudantes Kaira Looro: Pavilhão da Paz na África

PEACE PAVILION em memória das vítimas inocentes da guerra na África

"A paz é um sonho, pode se tornar uma realidade ... mas, para construí-la, devemos ser capazes de sonhar" (Nelson Mandela).

TEMA
Hostilidade intercultural e a exploração de recursos no continente Africano tem engatilhado uma sucessão de conflitos armados que resultaram em milhões de vidas inocentes perdidas e refugiados com a esperança de uma vida melhor em algum lugar. Comunidades aniquiladas. Aldeias e cidades rasgadas no chão. Nações no caos.

Território sem chão: projetando no deserto do Saara

O pavilhão do Marrocos na 14ª Bienal de Veneza, intitulada Fundamentals, focou em especulações territoriais no deserto do Saara e tinha como título Inhabiting the Uninhabitable. Para a exposição, que foi a primeira aparição do país na Bienal de Veneza, o escritório parisiense OUALALOU+CHOI propôs uma estrutura urbana para o território desértico - "um modo de fixar raízes, estabelecendo urbanidade e civilização. O Saara, com suas condições geográficas e climáticas extremas, permanece um território inexplorado para a especulação arquitetônica."

Ghadames: Uma cidade de seis mil anos vista de cima

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Desde tempos imemoriáveis, e ainda atualmente, a humanidade tem imaginado como é o mundo visto de cima. Esta fascinação tem se manifestado historicamente através do desenho de plantas e fotografias aéreas. Nesse sentido, e através de um parapente motorizado, o fotógrafo da National Geographic, George Steinmetz registrou uma impressionante imagem aérea da antiga cidade de Ghadames, na Líbia.