A lei 21st Century ROAD to Housing Act, um projeto de lei bipartidário sobre habitação do Senado dos Estados Unidos, tornou-se lei de forma automática em 11 de julho de 2026. Oficialmente denominada "Renewing Opportunity in the American Dream (ROAD) to Housing Act", a medida tem sido descrita como a iniciativa habitacional mais significativa no país desde a Lei Nacional de Habitação de Interesse Social (National Affordable Housing Act) de 1990, e "a legislação de habitação mais abrangente em décadas". Diante de uma crise global de moradia, o texto revisa programas habitacionais federais, expande as opções de financiamento disponíveis, oferece subsídios para comunidades, foca em exigências regulatórias para a construção civil e enfrenta a concentração da propriedade imobiliária. Essa legislação soma-se a iniciativas globais por moradias dignas, tais como limites para aluguéis de curta temporada, a tributação de unidades residenciais desocupadas e o reaproveitamento e adaptação de estruturas existentes, com o duplo objetivo de aumentar o número de unidades residenciais e disponibilizar os imóveis já existentes.
Na costa caribenha de Honduras, fica o Vale de Leán, uma estreita faixa costeira delimitada pela Cordilheira Nombre de Dios ao sul e pelo Mar do Caribe ao norte. Durante muito tempo, essa foi a última fronteira: selva densa, pântanos, nenhuma infraestrutura e um difícil acesso ao interior. No entanto, esse cenário começou a mudar com a chegada do povo Garífuna, que se estabeleceu na área entre os rios Danto e Cangrejal, lançando as bases do que viria a ser a cidade de La Ceiba. Um polo urbano no Caribe hondurenho cuja história foi definida por ondas migratórias compostas por populações centro-americanas, afro-caribenhas, europeias e o corporativismo norte-americano. Esses fluxos de várias partes do mundo não apenas contribuíram para o crescimento econômico, mas produziram ativamente a lógica espacial, a identidade e a forma arquitetônica da cidade.
O que significa o luxo quando os produtos são projetados para uma obsolescência rápida? Gravado ao vivo na Milan Design Week 2026 em cooperação com a INDX|GLOBAL, o oitavo episódio do podcast Room For Dreams reúne os/as arquitetos/as Priyanka Mehra, Simran Boparai, Ashmit Singh Alag e Adreesh Chakraborty para analisar a relação em constante evolução, e muitas vezes contraditória, entre exclusividade, sustentabilidade e um artesanato com propósito.
A arquitetura frequentemente herda um paradoxo. Os edifícios que passam a definir um lugar raramente são os únicos que o moldaram. Em vez disso, eles se tornam símbolos, repetidos em guias, campanhas de turismo, agendas de conservação e histórias da arquitetura, até que passem a representar uma região inteira. Com o tempo, a riqueza de uma paisagem construída é comprimida em um punhado de imagens familiares. O que fica fora desse enquadramento raramente desaparece. Apenas desliza para fora do discurso arquitetônico.
Poucos lugares ilustram isso de forma tão clara quanto Odisha. Durante décadas, sua identidade arquitetônica foi representada pelos monumentais templos de pedra de Bhubaneswar, Konark e Puri. A sofisticação escultural da tradição Kalinga conquistou, com justiça, reconhecimento internacional, tornando-se um dos legados arquitetônicos mais célebres da Índia. Contudo, esse protagonismo também gerou uma consequência imprevista. Odisha é frequentemente compreendida apenas como uma terra de templos, deixando outras trajetórias arquitetônicas comparativamente inexploradas. Residências reais, edifícios administrativos, encontros coloniais, assentamentos vernáculos e antigas capitais ocupam um espaço muito menor no imaginário arquitetônico, apesar de revelarem histórias igualmente complexas de governança, diplomacia, ecologia e intercâmbio cultural.
Grand Stade Hassan II no Marrocos por Populous e Oualalou + Choi. Imagem cortesia de Oualalou + Choi
O encerramento da Copa do Mundo da FIFA 2026 marca o fim da maior edição do torneio até hoje. Sediada no Canadá, México e Estados Unidos, a competição foi expandida para 48 seleções nacionais e reuniu dezesseis cidades-sede distribuídas por três países. Há décadas, as Copas do Mundo da FIFA servem como catalisadoras para a produção arquitetônica. Cada edição gerou um conjunto singular de estádios, investimentos em transporte, espaços públicos e intervenções urbanas que frequentemente permanecem integrados às cidades-sede muito após o encerramento do torneio. Embora as competições recentes tenham sido associadas a projetos de estádios monumentais e programas nacionais de construção ambiciosos, a edição de 2026 seguiu uma trajetória diferente, apoiando-se principalmente em arenas existentes adaptadas aos requisitos técnicos e operacionais da FIFA.
O Clark Art Institute, uma importante instituição de arte localizada na região de Berkshires, no oeste de Massachusetts, nos Estados Unidos, revelou imagens do projeto de ampliação de suas instalações atuais. Inaugurada em 1955, a instituição funciona tanto como museu de arte quanto como centro de pesquisa, debate crítico e ensino superior em artes visuais. A nova ala, encomendada ao escritório Selldorf Architects em outubro de 2024, expandirá o espaço atual de galeria e armazenamento de arte, conectando o Edifício do Museu ao Manton Research Center, ambos reformados anteriormente pela mesma firma. O novo edifício será complementado pelo projeto paisagístico desenvolvido por Reed Hilderbrand, reforçando a experiência que integra arquitetura, arte e a paisagem circundante de Berkshires.
Desde agosto de 2025, intensificou-se o debate em Dallas, nos Estados Unidos, sobre o futuro de um de seus marcos modernos: a Prefeitura de Dallas, projetada por I.M. Pei & Partners. Este mês, o Conselho Municipal de Dallas continuará avaliando se deve reformar, vender ou demolir o edifício de 47 anos, após crescentes preocupações com a manutenção postergada por anos e com a necessidade de grandes investimentos. No final de outubro, membros do conselho iniciaram audiências públicas e reuniões de comissões para colher a opinião de moradores/as. Preservacionistas e alguns/as integrantes do conselho defenderam um estudo completo sobre as opções de reparo e o tombamento histórico do edifício, ao passo que outros/as enfatizaram preocupações fiscais e operacionais.
Defensores/as da preservação destacam a relevância cívica e arquitetônica do edifício, ao passo que os/as defensores/as da demolição apontam os altos custos de manutenção e o potencial de redesenvolvimento do terreno central. Uma petição para "Salvar a Prefeitura de Dallas", que pede aos/às membros do conselho para interromper os planos de demolição e encomendar um estudo de renovação transparente, continua aberta para assinaturas. Enquanto isso, o prefeito declarou que deseja analisar todos os fatos antes de se posicionar sobre a transferência da sede municipal ou o investimento em reformas. O caso se soma à crescente lista de ícones modernistas em todo o mundo que enfrentam futuros incertos, desencadeando debates culturais mais amplos sobre patrimônio cívico e infraestrutura pública.
Neste artigo, publicado originalmente na revista Indian Architect & Builder, o arquiteto e escritor David Robson faz um relato íntimo e pessoal sobre a vida e a obra de Geoffrey Bawa — um arquiteto excepcional com um legado inigualável no Sri Lanka e no sudeste da Índia.
Dez anos se passaram desde a morte de Geoffrey Bawa e quinze desde que a saúde debilitada o forçou a pendurar a prancheta. É hora de fazer um balanço: qual foi o seu legado? Como suas ideias se espalharam? Qual foi sua influência? Quais eram suas qualidades? Quem foi Geoffrey Bawa?
Faz vinte anos desde a demolição da Cidade Murada de Kowloon. Para marcar a data, o South China Morning Post criou um infográfico que detalha os fatos e números de como era a vida dentro dessa excentricidade arquitetônica.
Leia mais sobre a loucura que era a Cidade Murada de Kowloon a seguir...
Todo edifício começa em outro lugar. A areia em seu concreto, a pedra em sua fachada, o lítio que um dia poderá alimentar seus sistemas. Esse material chega já arrancado de uma montanha, do leito de um rio ou de um salar a milhares de quilômetros de distância, após passar por uma engrenagem de caminhões, navios e declarações alfandegárias que apagam quase todo vestígio de sua origem. A arquitetura tende a tratar o material como uma condição de partida, algo simplesmente disponível, mas é na extração que a construção de fato começa.
Apenas o comércio global de areia para construção movimenta-se hoje em uma escala que rivaliza com os mercados ilegais de madeira, ouro e pescado somados, operando por meio de redes violentas o suficiente para custar a vida de repórteres e ativistas. Uma única montanha na Toscana produziu mais mármore nas últimas décadas do que nos dois mil anos anteriores, escavada por uma força de trabalho cuja própria história de revolta foi quase totalmente esquecida. Sob os salares de três países sul-americanos e o cinturão de cobre da África Central, os minerais que supostamente alimentarão um futuro mais limpo são extraídos de terras habitadas por comunidades indígenas há gerações e que, em alguns casos, são mineradas manualmente por crianças. Cada uma dessas transações é vendida como comércio comum; no entanto, cada uma delas constitui também uma transação territorial cujos termos foram definidos muito longe de onde o material foi retirado.
O Royal Institute of British Architects (RIBA)anunciou os seis projetos finalistas para o RIBA Stirling Prize de 2026, marcando o 30º aniversário do prêmio. Estabelecido em 1996, o Stirling Prize reconhece a obra considerada de maior contribuição para a evolução da arquitetura no Reino Unido. A lista de finalistas deste ano abrange uma ampla variedade de tipologias, incluindo uma nova praça pública sobre um dos nós de transporte mais movimentados de Londres, o reúso adaptativo de um teatro da década de 1970 em um espaço cultural, um empreendimento residencial de alta densidade, dois projetos para faculdades de Cambridge e uma casa unifamiliar localizada na borda da Floresta de Epping. O projeto vencedor será anunciado em 15 de outubro no Old Billingsgate, em Londres.
No dia 13 de julho de 2026, a Prefeitura de Tbilisi emitiu uma licença para desmantelar o Teatro de Música e Sala de Exposições em formato de tubo do Parque Rike. O complexo, projetado pelo escritório italiano Studio Fuksas, nunca foi inaugurado oficialmente desde sua conclusão em 2012, aproximadamente na mesma época que o Centro de Serviços Públicos de Tbilisi, do mesmo escritório. O projeto tem sido fonte de controvérsia entre as autoridades e a população desde sua encomenda em 2011. Construído durante o governo do Movimento Nacional Unido (UNM), o projeto teve suas obras suspensas após a mudança de governo em 2012. As duas estruturas, frequentemente chamadas de "Tubos de Rike", foram originalmente projetadas para abrigar um teatro musical e um espaço de exposições, mas permanecem até hoje sem qualquer uso oficial.
Proposta para o Museu Nacional do Equador (MuNA). Imagem cortesia de Studio Campo Baeza
O anúncio da proposta vencedora para o novo Museu Nacional do Equador (MuNA) desencadeou um dos debates arquitetônicos mais significativos do país nos últimos anos. Desde então, a resposta do público remodelou o próprio concurso, ao mesmo tempo em que levantou questões mais amplas sobre como um museu nacional dá forma arquitetônica à interpretação de uma nação. Embora a discussão tenha começado com um único projeto, ela expôs um desafio que se estende muito além do Equador.
Não se espera dos museus nacionais que apenas representem uma nação; espera-se que lhe deem forma arquitetônica. Contudo, a identidade não pode ser construída de forma direta. Antes de se tornar arquitetura, ela deve primeiro ser interpretada e traduzida por meio de decisões de projeto.
O Bullitt Center, um edifício de escritórios de seis pavimentos e cerca de 4.650 metros quadrados (50.000 pés quadrados) em Seattle que aspira a ser o edifício comercial mais sustentável do mundo, abre suas portas ao público hoje, no Dia da Terra. Esse "laboratório vivo" de 30 milhões de dólares, projetado pelo escritório Miller Hull Partnership, diferencia-se de outros projetos sustentáveis por seus banheiros com compostagem, pela exclusão de 350 substâncias químicas tóxicas comuns — incluindo PVC, chumbo, mercúrio, ftalatos, bisfenol A (BPA) e formaldeído —, além de um rigoroso orçamento de energia e água que visa à autossuficiência sob as diretrizes do Living Building Challenge. A Bullitt Foundation, focada na preservação ambiental, espera que o novo centro demonstre que espaços de escritório com pegada de carbono neutra podem ser "comercialmente viáveis e esteticamente impressionantes", consistindo em uma série de sistemas facilmente replicáveis em outros locais sem demandar manutenção excessiva.
Quando as estruturas construídas caem em desuso ou são abandonadas, o reuso adaptativo pode ser a maneira perfeita de dar nova vida a um edifício antigo, conservando recursos e o valor histórico. Seja por questões ambientais, disponibilidade de terreno ou pelo desejo de preservar um patrimônio histórico, inúmeros escritórios de arquitetura em todo o mundo estão recorrendo ao reuso adaptativo como uma solução para alguns dos problemas modernos do ambiente construído.
Pensando nisso, compilamos uma lista de 20 projetos criativos de reuso adaptativo; cada um deles utiliza uma estrutura antiga para criar uma forma revitalizada de maneira singular.
Veja, a seguir, como uma antiga capela, uma torre de água e um matadouro do século XIX foram transformados e ganharam nova vida.
Os pisos podotáteis são projetados para que todas as pessoas possam fazer pleno uso do espaço urbano, com todas as variáveis arquitetônicas e de uso cotidiano presentes nas cidades contemporâneas. O "Circuito para Pessoas com Deficiência Visual", apresentado a seguir, foi projetado especialmente para pessoas com deficiência visual ou baixa visão.
A formação do/a arquiteto/a exige uma ampla variedade de conhecimentos. Diversas disciplinas, como arte, matemática, história e sociologia, nutrem seu acervo cultural de modo a fornecer as ferramentas e o conhecimento necessários para tornar o mundo ao nosso redor um lugar melhor. Para obter esse aprendizado, os livros são um recurso indispensável e, graças à internet, hoje não há desculpas para deixar de ampliar nossa base de conhecimento.
Navegamos pela web para fazer uma seleção inédita de livros de arquitetura em espanhol para ler no computador ou baixar diretamente no tablet. A lista inclui clássicos da arquitetura vitruviana, manuais de desenho e de design para acessibilidade universal, além de referências à obra de arquitetos/as cujo trabalho serve de inspiração.
Esperamos que você aproveite a leitura destes livros!
https://www.archdaily.com.br/pt/1182945/28-livros-de-arquitetura-em-espanhol-para-baixar-e-ler-onlinePola Mora
Em nosso constante compromisso de destacar o importante trabalho académico realizado nas universidades, lançamos uma convocatória pública, no último mês de setembro, na qual convidamos arquitetos/as mexicanos/as a compartilharem seus projetos de conclusão de curso. Buscávamos teses e pesquisas acadêmicas com temas relevantes para o contexto mexicano que, frequentemente, costumam ficar apenas no papel, mas que merecem reconhecimento internacional. A convocatória no México se soma ao reconhecimento já concedido a profissionais da Colômbia e da Argentina.
Com 60 candidaturas de 22 cidades e 36 faculdades de arquitetura do México, nossa equipe editorial realizou uma ampla e detalhada avaliação para selecionar uma lista dos 15 melhores projetos desenvolvidos por estudantes mexicanos/as que se destacaram tanto por sua solução formal quanto pela clareza de seu discurso arquitetônico e pela compreensão do contexto e de seus/suas usuários/as.
Abordando temas como a regeneração arquitetônica de infraestruturas abandonadas para abrigar novos serviços, intervenções urbanas na periferia da Cidade do México, habitações rurais flexíveis e propostas sobre como repensar os espaços públicos nas fronteiras, apresentamos os 15 projetos de conclusão de curso mais destacados.
Bijoy Jain, fundador do escritório indiano Studio Mumbai, é reconhecido há muito tempo por sua sensibilidade material ligada à terra e por uma abordagem arquitetônica que estabelece uma ponte entre o Modernismo e a construção vernacular. A recente abertura do terceiro MPavilion anual em Melbourne, projetado este ano por Jain, ofereceu uma oportunidade para apresentar essa abordagem arquitetônica em um palco global. Nesta entrevista, parte de sua série “City of Ideas”, Vladimir Belogolovsky conversa com Bijoy Jain sobre seu projeto para o MPavilion e sua arquitetura de “gravidade, equilíbrio, luz, ar e água”.
A palavra “quincho” vem do quechua e define um espaço coberto anexo à casa, nem sempre fechado nos quatro lados e que frequentemente tinha cobertura de palha. Por ser um espaço semiaberto, torna-se um local predileto, ideal para o lazer nos dias de primavera e verão.
Hoje em dia, especialmente na América do Sul, este espaço tornou-se o local de encontro social, onde a família e os amigos se reúnem em torno do fogo para compartilhar um bom churrasco. Por esse motivo, muitos/as arquitetos/as incluem em seus projetos este ambiente como um dos fundamentais no funcionamento da casa.
A seguir, apresentamos alguns dos melhores quinchos publicados no ArchDaily para inspirar — e instigar — o público leitor.
https://www.archdaily.com.br/pt/1182943/selecao-das-18-melhores-churrasqueiras-para-fazer-churrasco-em-setembroPola Mora
O Royal Architectural Institute of Canada (RAIC) anunciou o jardim de infância Fuji Kindergarten, em Tóquio, projetado pelo escritório Tezuka Architects, como o vencedor do Prêmio Internacional Moriyama RAIC de 2017. Criado em 2014 pelo arquiteto canadense Raymond Moriyama e pelo RAIC, o prêmio de US$ 100.000 é concedido a cada dois anos para reconhecer uma única obra de arquitetura de qualquer parte do mundo “que seja considerada transformadora em seu contexto social e promova os valores de justiça social, igualdade e inclusão”.
"Sinto que agora há alguém que compreende bem este projeto. Acho que é um prêmio bastante singular por focar na contribuição para a sociedade", comentou Takaharu Tezuka. "Parece uma estrutura simples, mas é, na verdade, uma sobreposição de muitas ideias combinadas."
Em 24 de junho de 2026, um grave evento sísmico composto por dois grandes terremotos com magnitudes de 7,2 e 7,5 atingiu o centro-norte da Venezuela com apenas 39 segundos de intervalo. A destruição generalizada concentrou-se ao longo da costa norte do país, impactando fortemente a capital, Caracas, e o estado vizinho de La Guaira, onde a infraestrutura urbana frágil e a vulnerabilidade das habitações resultaram no colapso ou em danos graves de milhares de estruturas residenciais. O desastre assemelha-se a eventos devastadores anteriores observados em outros grandes episódios sísmicos, como o terremoto de Wenchuan em 2008 e os deslizamentos de terra em Sichuan em 2011, o terremoto de Ludian em Yunnan em 2014 e o terremoto de 2017 no centro do México. Diante de desastres naturais de grande magnitude que devastam comunidades inteiras, profissionais de arquitetura têm a oportunidade de intervir propondo soluções pós-desastre pautadas por modelos estratégicos de reconstrução. Em vez de recorrer a abrigos de emergência genéricos e padronizados, um projeto arquitetônico consciente pode viabilizar uma infraestrutura residencial de baixo custo e rápida implantação que preserve a dignidade humana por meio de espaços dignos e integrados ao seu contexto cultural.