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Caribe: O mais recente de arquitetura e notícia

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Radicalmente Coletivo: O Legado do Programa Habitacional das Microbrigadas de Cuba

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Na década de 1970, Cuba enfrentou um grave déficit habitacional em todo o país, decorrente do crescimento populacional, da migração campo-cidade e da deterioração do parque habitacional existente. A resposta do governo foi um sistema que afastava trabalhadores comuns de seus empregos habituais para direcioná-los aos canteiros de obras. Esse programa, conhecido como as Microbrigadas, reformulou distritos inteiros de Havana ao combinar a autoconstrução coletiva com o conhecimento técnico apoiado pelo Estado, deixando uma marca na malha urbana de sua capital que persiste até hoje.

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Urbanismo Caribenho: Das Raízes Garífunas à Cidade em Camadas de La Ceiba, Honduras

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Na costa caribenha de Honduras, fica o Vale de Leán, uma estreita faixa costeira delimitada pela Cordilheira Nombre de Dios ao sul e pelo Mar do Caribe ao norte. Durante muito tempo, essa foi a última fronteira: selva densa, pântanos, nenhuma infraestrutura e um difícil acesso ao interior. No entanto, esse cenário começou a mudar com a chegada do povo Garífuna, que se estabeleceu na área entre os rios Danto e Cangrejal, lançando as bases do que viria a ser a cidade de La Ceiba. Um polo urbano no Caribe hondurenho cuja história foi definida por ondas migratórias compostas por populações centro-americanas, afro-caribenhas, europeias e o corporativismo norte-americano. Esses fluxos de várias partes do mundo não apenas contribuíram para o crescimento econômico, mas produziram ativamente a lógica espacial, a identidade e a forma arquitetônica da cidade.

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Desenho ecológico: estratégias para cidades vulneráveis na América Latina

Em nossas cidades, frente a todos os urgentes desafios globais que enfrentamos hoje—crises ambientais, sanitárias e econômicas—, há uma questão importantíssima a qual deveríamos tentar responder antes de todas as outras: como preparar as populações mais vulneráveis para enfrentar estes desafios?

Acontece que os dados não são nem um pouco animadores, ao mesmo tempo que a população urbana continua crescendo a um ritmo muito acelerado—produto de uma população desesperada por um futuro melhor e mais promissor—, nos encontramos com o fato de que as cidades, cada dia mais, são as principais responsáveis pela criação e o agravamento destes mesmos problemas. Nesta linha, há outro dado muito particular que tem muito a dizer sobre a atual condição de nossas cidades: 3 em cada 5 cidades da América Latina e Central encontram-se em áreas onde desastres naturais costumam ocorrer com frequência.

Zaha Hadid Architects cria projeto residencial no Caribe

Zaha Hadid Architects acaba de revelar o Residências Roatán Próspera, seu último projeto com AKT II e Hilson Moran. Localizado na ilha de Roatán, no Caribe, a maior da Baía de Honduras, o projeto assume critérios ecológicos e sociais específicos, para desenvolver casas neste ambiente.

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43 das 50 cidades mais violentas do mundo estão na América Latina. Por quê?

Com exceção daquelas cidades que enfrentam conflitos bélicos, as cidades mais violentas do mundo estão na América Latiba e Caribe, onde vive apenas 8% da população mundial, porém, onde se concentram 33% de todos os homicídios. O Instituto Igarapé, do Brasil, conta com seu Observatório de Homicídios e adverte que quatorze dos vinte países com as maiores taxas de homicídio se localizam na América Latina e Caribe. Paralelamente, o relatório anual do Conselho Cidadão para a Segurança Pública e Justiça Penal (CCSPJP), do México, sobre as cidades mais perigosas do mundo, apresenta outro dado impressionante: 43 das 50 cidades mais perigosas do mundo estão em nosso continente. O que pode ser feito para mudar isso?

O instituto Insight Crime apresenta cinco dinâmicas criminais: aumento dos mercados locais de drogas; fragmentação do crime organizado; países que movimentam a droga se tornam centros de delinquência; o legado de guerras civis em grupos criminosos; e a corrupção e criminalização do governo fiscal. No entanto, as cidades têm algo a dizer sobre isso.