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Housing: O mais recente de arquitetura e notícia

O Pavilhão da Ucrânia explora o deslocamento e o espaço compartilhado por meio de "Pool of Questions" na Bienal de Arquitetura de Veneza de 2027

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O pavilhão ucraniano na 20ª Exposição Internacional de Arquitetura – La Biennale di Venezia está sendo projetado pela equipe do CO-HATY, uma iniciativa voluntária local que restaura edifícios abandonados no país para transformá-los em moradias estáveis para pessoas deslocadas internamente. A equipe é formada pelo METALAB e por membros realocados da agência ucraniana Urban Curators, que vêm desenvolvendo o CO-HATY desde 2022. Intitulado "Pool of Questions" [Piscina de Perguntas], o projeto levanta uma questão que a organização argumenta ser raramente abordada no contexto de sobrevivência: não se trata apenas de onde as pessoas deslocadas devem morar, mas sim de quando elas podem começar a viver. Para Veneza, a instalação idealizada estende o trabalho de restauração e reutilização adaptativa para um debate sobre moradia acessível, dignidade e descanso em tempos de guerra.

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OMA/Jason Long e Y.A. Studio concluem o projeto de habitação acessível 730 Stanyan em São Francisco

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O OMA, liderado pelo/a sócio/a Jason Long, em conjunto com o escritório Y.A. Studio, sediado em São Francisco, concluiu o 730 Stanyan, um empreendimento de habitação de interesse social de uso misto no bairro de Haight-Ashbury, em São Francisco. Desenvolvido pela Tenderloin Neighborhood Development Corporation (TNDC) e pela Chinatown Community Development Center (CCDC), o projeto oferece 160 moradias permanentemente acessíveis para famílias de baixa renda, famílias anteriormente em situação de rua e jovens em idade de transição (TAY). Localizado no cruzamento das ruas Haight e Stanyan, ao lado da entrada do Golden Gate Park, o empreendimento marca o primeiro projeto de habitação de interesse social 100% acessível concluído pelo OMA nos Estados Unidos.

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Dia Internacional da Juventude 2026: Arquitetura para Diferentes Contextos, Aspirações Comuns

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O Dia Internacional da Juventude, celebrado anualmente em 12 de agosto, é marcado em 2026 sob o tema "Diferentes Contextos, Aspirações Comuns", destacando as aspirações compartilhadas por jovens em diversas realidades sociais, econômicas e geográficas. Apesar das diferenças de onde e como vivem, as pessoas jovens em todo o mundo continuam a buscar dignidade, oportunidades, participação significativa, trabalho decente, educação de qualidade e um futuro sustentável. A data oferece uma oportunidade para reconhecer suas contribuições, ao mesmo tempo em que chama a atenção para as condições e oportunidades que moldam suas vidas.

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A forma segue o habitar: 6 projetos de habitação coletiva não construídos da comunidade ArchDaily

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A arquitetura residencial contemporânea enfrenta as demandas urgentes do déficit habitacional global e do crescimento das populações urbanas. Na prática profissional, observa-se uma experimentação recorrente com novas formas de habitação coletiva, assumindo a tarefa de oferecer espaços para o desenvolvimento pessoal, familiar e comunitário. Os seis projetos não construídos apresentados aqui revelam diferentes facetas da decisão de adensar: a relação com a natureza preexistente e planejada, a disponibilidade de terrenos urbanos ou suburbanos, o desenvolvimento de espaços intermediários complementares que apoiam a vida coletiva e atenuam a experiência da densidade, a replicabilidade dos modelos de adensamento e a relação com o entorno que acolhe o crescimento populacional.

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Pavilhão da Austrália explora habitação multifamiliar com "Lived In" na Bienal de Arquitetura de Veneza 2027

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O Australian Institute of Architects anunciou "Lived In" como a representação oficial da Austrália na 20ª Bienal de Arquitetura de Veneza, que acontecerá em Veneza, Itália, de 8 de maio a 21 de novembro de 2027. Desenvolvida por Kerstin Thompson, Maryam Gusheh, Lee-Anne Khor e Louise Wright, do Monash Urban Lab na Monash University, a exposição baseia-se na iniciativa de pesquisa em andamento Housing Atlas of Australia. Concebida em resposta ao tema da Bienal, Do Architecture – For the Possibility of Coexistence Facing a Real Reality, com curadoria de Wang Shu e Lu Wenyu, a mostra apresentará uma seleção de projetos de habitação multifamiliar na Austrália por meio de desenhos, fotografias, vídeos e dados.

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Respondendo ao deslocamento: Estratégias arquitetônicas na América Latina

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O deslocamento costuma ser compreendido pelo movimento: o momento em que as pessoas são forçadas a se mudar de um lugar para outro. No entanto, sob a perspectiva da arquitetura, esse movimento é apenas o começo do que vem a seguir. Uma casa pode precisar ser reconstruída, uma comunidade inteira realocada ou a vida cotidiana restabelecida em um lugar completamente novo. O que se perde com o deslocamento nem sempre é algo que a arquitetura possa simplesmente substituir.

Essa questão é particularmente relevante na América Latina, onde o deslocamento moldou comunidades sob diferentes circunstâncias e em diversas escalas. O que acontece depois depende do motivo pelo qual as pessoas foram forçadas a se deslocar, se elas podem retornar e do que resta dos lugares que habitavam. Algumas comunidades se reconstroem em ambientes familiares. Outras devem estabelecer a vida cotidiana em um novo lugar. Essas diferenças moldam o que é demandado da arquitetura.

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Estados Unidos aprovam legislação abrangente de reforma habitacional para expandir moradia acessível

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A lei 21st Century ROAD to Housing Act, um projeto de lei bipartidário sobre habitação do Senado dos Estados Unidos, tornou-se lei de forma automática em 11 de julho de 2026. Oficialmente denominada "Renewing Opportunity in the American Dream (ROAD) to Housing Act", a medida tem sido descrita como a iniciativa habitacional mais significativa no país desde a Lei Nacional de Habitação de Interesse Social (National Affordable Housing Act) de 1990, e "a legislação de habitação mais abrangente em décadas". Diante de uma crise global de moradia, o texto revisa programas habitacionais federais, expande as opções de financiamento disponíveis, oferece subsídios para comunidades, foca em exigências regulatórias para a construção civil e enfrenta a concentração da propriedade imobiliária. Essa legislação soma-se a iniciativas globais por moradias dignas, tais como limites para aluguéis de curta temporada, a tributação de unidades residenciais desocupadas e o reaproveitamento e adaptação de estruturas existentes, com o duplo objetivo de aumentar o número de unidades residenciais e disponibilizar os imóveis já existentes.

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“Durante décadas, valorizamos o novo mais do que o antigo”: Em diálogo com os/as vencedores/as do Prêmio OBEL 2025, HouseEurope!

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O potencial de edifícios existentes para moldar cidades e comunidades em constante transformação por meio do reuso e da adaptação é o foco central do HouseEurope! e de seu ativismo: enfrentar o desafio premente em grande parte da Europa, onde costuma ser mais fácil, barato e rápido demolir edifícios do que renová-los. Durante décadas, as políticas de construção, as práticas industriais e as dinâmicas de mercado favoreceram os novos empreendimentos, frequentemente subestimando a importância cultural, social e ambiental das estruturas existentes. Por seu trabalho em prol de uma mudança sistêmica na arquitetura, o HouseEurope! recebeu o Prêmio OBEL 2025 sob o tema "Ready Made". Em conversa com o ArchDaily, Alina Kolar e Olaf Grawert, integrantes do coletivo HouseEurope!, discutiram a abordagem da organização em relação à arquitetura, às políticas públicas e à ação coletiva. Operando como um laboratório de políticas públicas sem fins lucrativos, o HouseEurope! conecta a prática arquitetônica com a legislação, a pesquisa e a participação pública. Seu trabalho começa pela análise do que já existe, traduzindo essas reflexões em diretrizes práticas para legisladores/as e profissionais da área. Projetos de conversão como a renovação de 530 moradias pelo escritório Lacaton & Vassal exemplificam essa "pesquisa pela ação", mostrando como o reuso adaptativo pode ser viável e, ao mesmo tempo, um motor para mudanças sistêmicas com benefícios sociais e ecológicos. Como explica Grawert:

Decisões arquitetônicas, implicações planetárias: entrevista com a equipe curatorial da UIA 2026 Barcelona

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Barcelona é a primeira cidade na história do Congresso Mundial de Arquitetos da UIA a sediar o evento duas vezes. A edição de 1996, Presente e Futuros: Arquitetura nas Cidades, aconteceu em um momento de forte efervescência, quando a cidade pós-olímpica consolidava um modelo urbano que se tornaria um dos mais estudados e contestados do urbanismo contemporâneo, e quando a arquitetura aprendia a pensar a grande metrópole como seu principal campo de investigação. Trinta anos depois, a mesma cidade retoma a questão sob uma condição distinta: aquela em que o ambiente construído não pode mais ser compreendido como um objeto autônomo, mas apenas por meio dos sistemas ecológicos, materiais e políticos mais amplos que o sustentam. O tema do Congresso de 2026 — Devir. Arquiteturas para um Planeta em Transição — não abandona as preocupações urbanas de 1996; ele as reabre a partir de uma escala planetária.

A equipe de curadoria por trás desta edição, formada por Pau Bajet, Maria Giramé, Mariona Benedito, Tomeu Ramis, Pau Sarquella e Carmen Torres, aborda a arquitetura como uma ferramenta crítica e transformadora enraizada no território, atuando na intersecção entre prática profissional, pesquisa e ensino. Seu programa estrutura o Congresso em torno de seis linhas temáticas interconectadas (Devir Mais-que-humano, Devir Circular, Devir Incorporado, Devir Interdependente, Devir Hiperconsciente e Devir Sintonizado) e o distribui por três locais de características bastante distintas — Les Tres Xemeneies del Besòs, o Disseny Hub em Glòries e o CCIB —, cada um escolhido tanto pelo que representa quanto pelo que pode abrigar.

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MVRDV obtém licença de construção para as Torres Tour & Taxis, de uso misto e baixo carbono, em Bruxelas

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O escritório MVRDV anunciou um novo marco no desenvolvimento de suas torres Tour & Taxis, um projeto de uso misto em Bruxelas, Bélgica. O projeto foi encomendado pela incorporadora e investidora imobiliária Nextensa em 2021, no âmbito de um plano diretor de zoneamento específico também desenvolvido pelo MVRDV. O empreendimento de duas torres combina escritórios, habitação e comodidades públicas em uma área de 58.000 m², consolidando-se como um marco no bairro e alcançando 126 metros de altura em seu ponto mais alto. Com a licença de construção recém-aprovada, o projeto foi concebido para reduzir o carbono incorporado por meio de uma estrutura híbrida e elementos de fachada leves, com o objetivo de minimizar o uso de concreto tanto na estrutura quanto nas fundações. Desde as etapas iniciais, o escritório utilizou seu software CarbonSpace para orientar essas decisões.

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Blocos Habitacionais Puukuokka / OOPEAA

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Jyväskylä, Finlândia
  • Arquitetos: OOPEAA; OOPEAA, Juha Pakkala (construction stage),
 Iida Hedberg (design process stage), Jussi-Pekka Vesala (master plan stage)
  • Área Área deste projeto de arquitetura Área:  18650
  • Ano Ano de conclusão deste projeto de arquitetura Ano:  2015
  • Fabricantes Marcas com produtos usados neste projeto de arquitetura
    Fabricantes:  Kone, Lumon, Parmarine, Profin, Siparila, +1

Apartamentos E589 / Albert Mo Architects

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  • Área Área deste projeto de arquitetura Área:  5000
  • Ano Ano de conclusão deste projeto de arquitetura Ano:  2014

Complexo de Casas e Lojas / Ameller Dubois

Complexo de Casas e Lojas / Ameller Dubois - Habitação ColetivaComplexo de Casas e Lojas / Ameller Dubois - Habitação ColetivaComplexo de Casas e Lojas / Ameller Dubois - Habitação ColetivaComplexo de Casas e Lojas / Ameller Dubois - Habitação ColetivaComplexo de Casas e Lojas / Ameller Dubois - Mais Imagens+ 9

Vídeo: Habitação através dos séculos

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Da casa Cobb à primeira residência feita a partir de impressão 3D, essa breve animação ilustra a história da habitação de 25.000 a.C até os dias de hoje. Produzido por Jackie Lay e publicado originalmente no The Atlantic, veja no vídeo acima a evolução dos espaços de morar através dos séculos.

Prédio Lapa / João Tiago Aguiar, Arquitectos

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  • Arquitetos: João Tiago Aguiar Arquitectos
  • Área Área deste projeto de arquitetura Área:  420
  • Ano Ano de conclusão deste projeto de arquitetura Ano:  2015

Zac Boucicaut em Paris / Ameller Dubois

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  • Arquitetos: Ameller Dubois
  • Área Área deste projeto de arquitetura Área:  7700
  • Ano Ano de conclusão deste projeto de arquitetura Ano:  2014

Quatro Casas / SHAPE Architecture

Quatro Casas / SHAPE Architecture - RemodelaçãoQuatro Casas / SHAPE Architecture - RemodelaçãoQuatro Casas / SHAPE Architecture - RemodelaçãoQuatro Casas / SHAPE Architecture - RemodelaçãoQuatro Casas / SHAPE Architecture - Mais Imagens+ 14

Quatro passos para solucionar o déficit mundial de habitação acessível

Quatro passos para solucionar o déficit mundial de habitação acessível - Image 2 of 4
Projeto Mirador do MVRDV na Espanha se alinha às metas de McKinsey para habitações aessíveis. Imagem © Flickr User Wojtek Gurak; Licenciado via Creative Commons

De acordo com a empresa de consultoria global McKinsey & Company, o custo estimado da construção de habitações acessíveis para 330 milhões de famílias em todo o mundo que vivem hoje em moradias abaixo do padrão mínimo é de US$ 16 trilhões. O mais relatório mais recente da empresa, A Blueprint for Addressing the Global Affordable Housing Challenge, aborda meios críticos de proporcionar habitação para famílias de diversos contextos sócio-econômicos e nacionalidades. Segundo o relatório, uma habitação adequada e acessível poderia ser garantida para mais de 1,6 bilhões de pessoas dentro de uma década. O estudo examina tudo, da renda ao custo do aquecimento, diluindo os dados em quatro pontos para solucionar a crise global de habitação.

A solução proposta apresenta metas ascendentes, similar à hierarquia de necessidades de Maslow, com um plano em quatro etapas voltado para famílias que ganham 80% ou menos da renda média de qualquer região. O programa foi concebido para responder ao 2025 Housing Challenge da McKinsey, que busca garantir moradia para 440 milhões de famílias de todo o mundo em dez anos através do engajamento comunitário, angariamento de fundos, desenvolvimento de modelos habitacionais adequados, e da criação de infraestrutura estatal de apoio às habitações.

Saiba mais sobre os quatro passos para solucionar o déficit mundial de habitação acessível, a seguir.