1. ArchDaily
  2. Noticias

Noticias

Populous conclui o Estádio Príncipe Moulay Abdellah em Rabat como a nova arena nacional do Marrocos

O Estádio Prince Moulay Abdellah em Rabat foi oficialmente inaugurado como o novo estádio nacional do Marrocos, após sua inauguração pelo Príncipe Herdeiro Moulay El Hassan em 4 de setembro de 2025. Projetado pelo escritório Populous, o estádio tem capacidade para 68.700 espectadores e foi desenvolvido sob a direção da Agência Nacional de Equipamentos Públicos do Marrocos para atender aos padrões da FIFA, o que o habilita a sediar partidas até as semifinais da Copa do Mundo da FIFA de 2030. A reconstrução substitui o estádio original de 1983, posicionando o complexo como a principal arena esportiva do Marrocos antes de uma série de competições internacionais.

Populous conclui o Estádio Príncipe Moulay Abdellah em Rabat como a nova arena nacional do Marrocos - 1 的图像 4Populous conclui o Estádio Príncipe Moulay Abdellah em Rabat como a nova arena nacional do Marrocos - 2 的图像 4Populous conclui o Estádio Príncipe Moulay Abdellah em Rabat como a nova arena nacional do Marrocos - 3 的图像 4Populous conclui o Estádio Príncipe Moulay Abdellah em Rabat como a nova arena nacional do Marrocos - 4 的图像 4Populous conclui o Estádio Príncipe Moulay Abdellah em Rabat como a nova arena nacional do Marrocos - Mais Imagens+ 3

Acesso exclusivo

Emoldurando interiores e paisagens em alumínio e vidro para dominar a vista

As janelas há muito desempenham um papel ambivalente na arquitetura, pois definem e delimitam os interiores ao mesmo tempo em que criam uma conexão com o exterior. Essa dupla função vai além de simplesmente atender às necessidades construtivas ou fornecer luz natural, influenciando diretamente a forma como os ocupantes vivenciam e se relacionam com a paisagem. O século XX testemunhou a introdução de materiais como o aço, o alumínio e o vidro, que viabilizaram diferentes tipos de janelas com caixilhos mais esguios e grandes painéis, aumentando a transparência e reforçando a conexão visual com o entorno.

Nomes da arquitetura norte-americana como Frank Lloyd Wright e Philip Johnson exploraram essas possibilidades para harmonizar a arquitetura com a paisagem. Na Casa da Cascata (Fallingwater), as janelas e os terraços conectam de forma fluida a residência à cachoeira e à floresta circundante, ao passo que a caixilharia mínima da Glass House praticamente dissolve o limite entre interior e exterior, trazendo o ambiente natural para dentro da casa. Ao longo de sua evolução, as janelas se tornaram um elemento que une espaço, materialidade e percepção, abrindo novos caminhos para explorar a relação entre a arquitetura e seu entorno.

Pamplona inaugura a Bienal de Arquitetura Latino-Americana 2025

A Bienal de Arquitetura Latino-Americana 2025 (BAL 2025) tem início este 23 de setembro em Pamplona com uma programação que combina palestras, exposições e encontros em torno da arquitetura emergente da região.

Acesso exclusivo

O/A Arquiteto/a como Cientista: Novos Materiais que Surgem entre a Ciência e o Design

O que é arquitetura? Para alguns, seu papel tradicional consiste em reunir imaginação, conhecimento técnico e resolução de problemas, permitindo a arquitetos e arquitetas projetar e construir equilibrando ideias e os meios para viabilizá-las. Da pedra e da madeira das primeiras edificações ao aço e concreto do século XX, cada época exigiu não apenas a compreensão da forma, mas também das propriedades e do potencial dos materiais em uso. Esse domínio da matéria sempre foi parte fundamental do processo criativo, embora seu alcance estivesse limitado pelos conhecimentos práticos e tecnologias disponíveis na época.

Com o tempo, esse equilíbrio começou a mudar. Arquitetos e arquitetas deixaram de apenas utilizar materiais para projetá-los ativamente, aplicando princípios científicos e experimentando com processos biológicos, químicos e computacionais. Essa evolução expandiu as possibilidades da disciplina, promovendo a intersecção entre natureza, tecnologia e arte, ao mesmo tempo em que impulsionou o papel de arquitetos e arquitetas rumo a uma dimensão mais experimental e científica, na qual a manipulação e a criação de materiais passam a ser o cerne do ato criativo, e não apenas um meio para viabilizar formas ou estruturas.

O/A Arquiteto/a como Cientista: Novos Materiais que Surgem entre a Ciência e o Design - Image 1 of 4O/A Arquiteto/a como Cientista: Novos Materiais que Surgem entre a Ciência e o Design - Image 2 of 4O/A Arquiteto/a como Cientista: Novos Materiais que Surgem entre a Ciência e o Design - Image 3 of 4O/A Arquiteto/a como Cientista: Novos Materiais que Surgem entre a Ciência e o Design - Image 4 of 4O/A Arquiteto/a como Cientista: Novos Materiais que Surgem entre a Ciência e o Design - Mais Imagens+ 11

Apresentamos o hushGuide: O manual completo para projetar escritórios de alto desempenho com cabines acústicas

Um desafio comum conecta todos os escritórios: o ruído. O hushGuide é um novo recurso da Hushoffice que enfrenta esse onipresente problema de projeto de frente, com clareza e riqueza de detalhes. Ele oferece um roteiro para transformar qualquer local de trabalho em um espaço mais silencioso, saudável e produtivo, utilizando cabines acústicas e mobiliários complementares cuidadosamente planejados. De orientações passo a passo a diretrizes técnicas e estratégias de layout visual, o guia conecta a visão à execução, prometendo ajudar arquitetos/as, designers e gestores/as de facilities a trazer equilíbrio acústico aos seus próprios ecossistemas de escritório.

Pavilhões Lentos, Capela Recontada e mais: 6 principais destaques da primeira Bienal de Arquitetura de Copenhague

A primeira edição da Bienal de Arquitetura de Copenhague teve início em 18 de setembro e segue até 19 de outubro, sob o tema "Slow Down" (Desacelerar). Organizada pelo CAFx (Copenhagen Architecture Forum), a nova plataforma evolui do antigo festival anual da cidade para uma bienal internacional mais ampla voltada ao diálogo e intercâmbio arquitetônico. Liderado por Josephine Michau, o evento busca criar espaço para reflexão sobre o papel da arquitetura na formação das sociedades e do meio ambiente. O tema escolhido, Slow Down, convida os/as participantes a reconsiderarem o ritmo de transformação do ambiente construído em resposta a pressões globais como a rápida urbanização, o consumo de recursos e as mudanças climáticas.

Durante os dias de abertura, o ArchDaily anunciou os vencedores do Next Practices Awards 2025, e, ao longo do mês, a Bienal apresenta mais de 250 eventos, que vão de exposições e palestras a performances e visitas guiadas. Entre os destaques estão as contribuições de escritórios dinamarqueses como o Adept, com Fast City/Slow Architecture, e o Lendager, com Living Lab, ao lado de participantes internacionais como o Atelier Bow-Wow e Rem Koolhaas.

Pavilhões Lentos, Capela Recontada e mais: 6 principais destaques da primeira Bienal de Arquitetura de Copenhague - Imagem 1 de 4Pavilhões Lentos, Capela Recontada e mais: 6 principais destaques da primeira Bienal de Arquitetura de Copenhague - Imagem 2 de 4Pavilhões Lentos, Capela Recontada e mais: 6 principais destaques da primeira Bienal de Arquitetura de Copenhague - Imagem 3 de 4Pavilhões Lentos, Capela Recontada e mais: 6 principais destaques da primeira Bienal de Arquitetura de Copenhague - Imagem 4 de 4Pavilhões Lentos, Capela Recontada e mais: 6 principais destaques da primeira Bienal de Arquitetura de Copenhague - Mais Imagens+ 55

Foster + Partners obtém aprovação para projeto residencial de madeira na Suíça

Foster + Partners obteve aprovação para a construção de um novo edifício residencial de madeira em Gstaad, na Suíça. Projetado como uma residência na cidade turística alpina, o projeto combina o uso residencial com espaços de exposição, armazenamento e áreas de convivência. Segundo a equipe de arquitetura, este será o primeiro edifício construído especificamente em Gstaad para atender às exigências especializadas de coleções de arte, automóveis, moda e antiguidades.

Foster + Partners obtém aprovação para projeto residencial de madeira na Suíça - Image 1 of 4Foster + Partners obtém aprovação para projeto residencial de madeira na Suíça - Image 2 of 4Foster + Partners obtém aprovação para projeto residencial de madeira na Suíça - Image 3 of 4Foster + Partners obtém aprovação para projeto residencial de madeira na Suíça - Image 4 of 4Foster + Partners obtém aprovação para projeto residencial de madeira na Suíça - Mais Imagens+ 1

Acesso exclusivo

Godwin Austen Johnson e a evolução da arquitetura contextual no Oriente Médio

Fundado nos Emirados Árabes Unidos em 1989 pelo presidente Brian Johnson e atualmente sob a direção executiva de Jason Burnside, o escritório Godwin Austen Johnson apoia-se em uma tradição britânica de projeto que remonta a 1847, tendo contribuído para o desenvolvimento do ambiente construído do Oriente Médio por mais de três décadas. Seus 110 profissionais de diversas nacionalidades, baseados em Dubai, Abu Dhabi, Sharjah e no Reino Unido, trabalham de forma integrada, combinando rigor técnico, análise contextual e metodologias digitais em um processo de projeto colaborativo.

Acesso exclusivo

Forma, função e um toque de rosa: por dentro da coleção Barbie x HEWI

A Barbie™ e a HEWI uniram forças para lançar uma ousada coleção de produtos para banheiros que alia o design atemporal da Bauhaus ao inconfundível universo cor-de-rosa da boneca. Apresentada em 2025, a linha Barbie x HEWI abrange quase 40 produtos para banheiros, de porta-toalhas a barras de apoio articuladas, e foi projetada para ser tanto funcional quanto inclusiva. Focando na individualidade e na acessibilidade, a colaboração reimagina o banheiro como um espaço onde o design se encontra com a diversidade, seja em hotéis boutique, residências particulares ou estabelecimentos de saúde. Ancorada no legado do design alemão da HEWI e na influência cultural global da Barbie, a série convida as pessoas a vivenciarem o "Design com Possibilidades Ilimitadas".

Acesso exclusivo

Governança Provisória: Como Projetos Temporários Reconfiguram as Cidades

Formuladores/as de políticas urbanas e incorporadores/as qualificam, cada vez mais, seus projetos como temporários, testando parques temporários, instalações artísticas e estruturas provisórias em cidades de todo o mundo. Essas iniciativas costumam ser apresentadas como intervenções experimentais voltadas à ativação de terrenos ociosos. Na prática, contudo, elas frequentemente funcionam como estratégias provisórias para gerir terras subutilizadas até que formas mais lucrativas de desenvolvimento se concretizem. O rótulo do temporário funciona como uma camuflagem urbana, ocultando agendas permanentes sob uma retórica provisória.

Governança Provisória: Como Projetos Temporários Reconfiguram as Cidades - 1 的图像 4Governança Provisória: Como Projetos Temporários Reconfiguram as Cidades - 2 的图像 4Governança Provisória: Como Projetos Temporários Reconfiguram as Cidades - 3 的图像 4Governança Provisória: Como Projetos Temporários Reconfiguram as Cidades - 4 的图像 4Governança Provisória: Como Projetos Temporários Reconfiguram as Cidades - Mais Imagens+ 2

Centre Pompidou fechará para reforma de cinco anos liderada por Moreau Kusunoki

O Centro Pompidou em Paris, projetado em 1971 por Renzo Piano e Richard Rogers, fechará para uma grande transformação que durará cinco anos. Após um concurso internacional, a reforma foi confiada ao escritório Moreau Kusunoki, em parceria com o Frida Escobedo Studio, contando ainda com a AIA Life Designers para os componentes técnicos. Iniciado em 2020 com o apoio do Ministério da Cultura da França, o projeto atende a demandas urgentes, incluindo a remoção de amianto das fachadas, melhorias na segurança contra incêndios, maior acessibilidade e avanços significativos em eficiência energética. As obras exigirão o fechamento total da sede em Beaubourg, com reabertura prevista para 2030.

Centre Pompidou fechará para reforma de cinco anos liderada por Moreau Kusunoki - Imagen 7 de 4Centre Pompidou fechará para reforma de cinco anos liderada por Moreau Kusunoki - Imagen 14 de 4Centre Pompidou fechará para reforma de cinco anos liderada por Moreau Kusunoki - Imagen 11 de 4Centre Pompidou fechará para reforma de cinco anos liderada por Moreau Kusunoki - Imagen 9 de 4Centre Pompidou fechará para reforma de cinco anos liderada por Moreau Kusunoki - Mais Imagens+ 12

Itália prepara 15 instalações esportivas para os Jogos Olímpicos de Inverno de Milão-Cortina 2026

Em 24 de junho de 2019, o Comitê Olímpico Internacional (COI) anunciou Milão e Cortina d'Ampezzo como sedes dos Jogos Olímpicos de Inverno de 2026. Os últimos Jogos de Inverno na Itália ocorreram em Turim, em 2006. Desde então, as mudanças climáticas no continente europeu têm impactado as tradicionais pistas de esqui. Nesse cenário, a Itália conta com a vantagem de abrigar parte dos Alpes, uma faixa de cerca de 1.200 km ao longo das fronteiras com França, Suíça, Áustria e Eslovênia. A região alpina italiana concentra a maioria das instalações preparadas nos últimos cinco anos para a Olimpíada de Inverno, que será realizada de 6 a 22 de fevereiro de 2026, seguida pelos Jogos Paralímpicos, de 6 a 15 de março. Com a proposta de ser a edição dos Jogos Olímpicos de Inverno com maior dispersão geográfica da história, o evento adota o modelo de sustentabilidade consolidado pelos Jogos Olímpicos de Paris 2024, apoiando-se quase integralmente em infraestruturas esportivas existentes e reformadas.

Itália prepara 15 instalações esportivas para os Jogos Olímpicos de Inverno de Milão-Cortina 2026 - Imagem de DestaqueItália prepara 15 instalações esportivas para os Jogos Olímpicos de Inverno de Milão-Cortina 2026 - Image 15 of 4Itália prepara 15 instalações esportivas para os Jogos Olímpicos de Inverno de Milão-Cortina 2026 - Image 4 of 4Itália prepara 15 instalações esportivas para os Jogos Olímpicos de Inverno de Milão-Cortina 2026 - Image 23 of 4Itália prepara 15 instalações esportivas para os Jogos Olímpicos de Inverno de Milão-Cortina 2026 - Mais Imagens+ 24

Acesso exclusivo

Como as novas inovações em design estão moldando os interiores na Espanha?

A inovação está no cerne da arquitetura, manifestando-se através de novas abordagens projetuais, da experimentação material e, naturalmente, das formas de habitar. Diante disso, a concepção de edifícios e espaços internos passa por uma constante evolução. Esse processo é especialmente evidente em regiões com um rico patrimônio cultural, como a Espanha, onde a inovação reinterpreta as maneiras tradicionais de se relacionar com o espaço. Essa atenção à memória e à vida cotidiana estende-se aos interiores, nos quais cada intervenção tem o potencial de remodelar ativamente a experiência espacial das pessoas e abrir novas possibilidades de convivência e interação.

Como as novas inovações em design estão moldando os interiores na Espanha? - Imagen 1 de 4Como as novas inovações em design estão moldando os interiores na Espanha? - Imagen 2 de 4Como as novas inovações em design estão moldando os interiores na Espanha? - Imagen 3 de 4Como as novas inovações em design estão moldando os interiores na Espanha? - Imagen 4 de 4Como as novas inovações em design estão moldando os interiores na Espanha? - Mais Imagens+ 10

Acesso exclusivo

Artesanato Híbrido: 5 passarelas que reimaginam materiais naturais pela Ásia

Transcendendo o papel de mera infraestrutura, as pontes há muito servem como potentes manifestações arquitetônicas. Esse potencial expressivo está sendo explorado agora com vigor renovado em todo o Sudeste Asiático, onde um número crescente de arquitetos e arquitetas está reavaliando os materiais tradicionais. Ao priorizar a madeira e o bambu, esses/as profissionais criam estruturas singulares que integram o artesanato local às demandas contemporâneas, resultando em marcos urbanos que são, ao mesmo tempo, funcionais e profundamente enraizados em suas paisagens.

Artesanato Híbrido: 5 passarelas que reimaginam materiais naturais pela Ásia - Imagen 1 de 4Artesanato Híbrido: 5 passarelas que reimaginam materiais naturais pela Ásia - Imagen 2 de 4Artesanato Híbrido: 5 passarelas que reimaginam materiais naturais pela Ásia - Imagen 3 de 4Artesanato Híbrido: 5 passarelas que reimaginam materiais naturais pela Ásia - Imagen 4 de 4Artesanato Híbrido: 5 passarelas que reimaginam materiais naturais pela Ásia - Mais Imagens+ 2

Acesso exclusivo

Tradição, inovação e experimentação: a casa mexicana contemporânea pelas lentes de Edmund Sumner

Mesclando técnicas vernáculas e experimentação contemporânea, a paisagem arquitetônica do México é moldada por um diálogo contínuo entre tradição, materialidade e modernidade. Sendo o quinto país com maior biodiversidade do mundo, a arquitetura mexicana busca responder a uma vasta gama de ambientes naturais, climas e tradições culturais, tudo dentro de um território marcado por contrastes impressionantes. Refletindo uma dualidade latente, ela é capaz tanto de expressar exclusividade quanto de atuar como catalisadora de transformação social.

Tradição, inovação e experimentação: a casa mexicana contemporânea pelas lentes de Edmund Sumner - Image 1 of 4Tradição, inovação e experimentação: a casa mexicana contemporânea pelas lentes de Edmund Sumner - Image 2 of 4Tradição, inovação e experimentação: a casa mexicana contemporânea pelas lentes de Edmund Sumner - Image 3 of 4Tradição, inovação e experimentação: a casa mexicana contemporânea pelas lentes de Edmund Sumner - Image 4 of 4Tradição, inovação e experimentação: a casa mexicana contemporânea pelas lentes de Edmund Sumner - Mais Imagens+ 20

Acesso exclusivo

20 Práticas que estão redefinindo o futuro da arquitetura: os vencedores do ArchDaily 2025 Next Practices Awards

O ArchDaily tem o prazer de apresentar os vencedores da 5ª edição do Next Practices, que reconheceu 20 práticas de arquitetura inovadoras de diferentes partes do mundo. Estes profissionais desenvolvem trabalhos marcados pela criatividade, inovação, abordagem interdisciplinar e responsabilidade social — qualidades que estão redefinindo o futuro da arquitetura e ampliando seus horizontes.

Acesso exclusivo

Unindo disciplinas, conectando cidades: a abordagem interdisciplinar da mobilidade urbana em Portugal

A graduação em arquitetura pode até oferecer um currículo vasto, mas muitas das competências necessárias para desenvolver um projeto estão fora dessa disciplina. Isso é especialmente evidente em projetos em escala urbana, que demandam conhecimentos especializados em áreas como estudos de tráfego, cálculo estrutural, paisagismo e previsão de instalações técnicas. Muitas vezes consideradas "complementares", essas especialidades são, na verdade, fundamentais para a concepção global do projeto.

Em um país como Portugal, de território relativamente pequeno, mas geograficamente diverso, o desafio de conectar diferentes partes do território – seja para atravessar um rio ou ligar diferentes níveis de uma cidade – é constante. As maiores áreas metropolitanas do país, como Lisboa e Porto, compartilham uma geografia acidentada de vales e colinas íngremes. Essas características impulsionaram o desenvolvimento de elevadores e funiculares, como o Elevador de Santa Justa e o Ascensor da Bica em Lisboa, e o Funicular dos Guindais no Porto. Hoje, além de melhorarem a mobilidade urbana, essas estruturas se tornaram marcos turísticos.

Unindo disciplinas, conectando cidades: a abordagem interdisciplinar da mobilidade urbana em Portugal - Imagen 1 de 4Unindo disciplinas, conectando cidades: a abordagem interdisciplinar da mobilidade urbana em Portugal - Imagen 2 de 4Unindo disciplinas, conectando cidades: a abordagem interdisciplinar da mobilidade urbana em Portugal - Imagen 3 de 4Unindo disciplinas, conectando cidades: a abordagem interdisciplinar da mobilidade urbana em Portugal - Imagen 4 de 4Unindo disciplinas, conectando cidades: a abordagem interdisciplinar da mobilidade urbana em Portugal - Mais Imagens+ 4

Offsitewood 2.0: Ferramentas práticas para arquitetos(as) que exploram a madeira offsite

O lançamento mais recente do Offsitewood.org marca um passo significativo para tornar a construção offsite em madeira mais acessível para arquitetos/as. A Versão 2.0 introduz um conjunto de recursos digitais voltados a ajudar profissionais de design e arquitetura a modelar, planejar e colaborar de maneira mais eficiente.

Bibliotecas gratuitas para download são um recurso central e em constante expansão no site. Além disso, novos aplicativos e serviços estão disponíveis, incluindo visualizadores de amostras digitais de madeira (e-samples), uma barra de ferramentas avançada de paginação de painéis e de estruturas (framing) para o Revit, além de um espaço de trabalho colaborativo para otimização de projetos.

Sumayya Vally reforma edifício histórico no centro de Londres como novo centro de arte e cultura

Em outubro, será inaugurado o Ibraaz, um novo espaço cultural reformulado pela arquiteta residente Sumayya Vally no centro de Londres. A iniciativa é liderada pela Kamel Lazaar Foundation e busca destacar a arte, a cultura e as ideias da Maioria Global: comunidades de herança africana, asiática, indígena e latino-americana que, juntas, representam a maior parte da população mundial. O projeto tem como objetivo conectar discussões locais e globais ao criar um "mundo de muitos mundos" em um único local: um edifício de seis andares e cerca de 930 metros quadrados que já passou por diversas transformações, funcionando como sinagoga, residência, clube e, agora, centro cultural.

Sumayya Vally reforma edifício histórico no centro de Londres como novo centro de arte e cultura - Imagen 1 de 4Sumayya Vally reforma edifício histórico no centro de Londres como novo centro de arte e cultura - Imagen 2 de 4Sumayya Vally reforma edifício histórico no centro de Londres como novo centro de arte e cultura - Imagen 3 de 4Sumayya Vally reforma edifício histórico no centro de Londres como novo centro de arte e cultura - Imagen 4 de 4Sumayya Vally reforma edifício histórico no centro de Londres como novo centro de arte e cultura - Mais Imagens

De Yakushima a Toronto: a arquitetura hoje destaca novos projetos que moldam a hospitalidade, a vida pública e a infraestrutura

À medida que as cidades e as infraestruturas evoluem para atender às constantes mudanças nas demandas culturais, ambientais e sociais, novos projetos de arquitetura redefinem a forma como os espaços públicos e as instituições cívicas funcionam. Esta edição do Architecture Now reúne propostas que abrangem diferentes contextos e escalas: na Ilha de Yakushima, Jean Nouvel insere um refúgio boutique para o NOT A HOTEL em uma paisagem florestal tombada pela UNESCO; em Nova York, o escritório Rossetti e a WSP preparam uma grande reforma do Arthur Ashe Stadium para expandir a capacidade e aprimorar a experiência dos/as visitantes; em Toronto, o Diamond Schmitt e o gh3* iniciaram as obras de um posto de atendimento paramédico em madeira engenheirada (mass timber) com consumo de energia líquida zero (net-zero); e, do outro lado do Canal da Mancha, o Hollaway Studio lidera a transformação dos terminais britânico e francês do LeShuttle em portais mais fluidos e sustentáveis. Juntos, esses projetos refletem como o design vem sendo utilizado para adaptar sistemas e paisagens existentes a novas formas de vida pública.

De Yakushima a Toronto: a arquitetura hoje destaca novos projetos que moldam a hospitalidade, a vida pública e a infraestrutura - Image 1 of 4De Yakushima a Toronto: a arquitetura hoje destaca novos projetos que moldam a hospitalidade, a vida pública e a infraestrutura - Image 4 of 4De Yakushima a Toronto: a arquitetura hoje destaca novos projetos que moldam a hospitalidade, a vida pública e a infraestrutura - Image 2 of 4De Yakushima a Toronto: a arquitetura hoje destaca novos projetos que moldam a hospitalidade, a vida pública e a infraestrutura - Image 5 of 4De Yakushima a Toronto: a arquitetura hoje destaca novos projetos que moldam a hospitalidade, a vida pública e a infraestrutura - Mais Imagens+ 11

Acesso exclusivo

Coreografando o espaço: arquitetura e dança como práticas interdisciplinares

"Dance, dance… otherwise we are lost." Esta frase frequentemente citada de Pina Bausch encapsula não apenas a urgência do movimento, mas sua capacidade de revelar o próprio espaço. Em suas coreografias, o espaço nunca é um plano de fundo neutro; ele se torna um parceiro, um obstáculo, uma memória. Pisos se inclinam, cadeiras se acumulam, paredes oprimem ou libertam. Trata-se de condições arquitetônicas, encenadas e contestadas pelo corpo. O que Bausch expõe — e o que a arquitetura frequentemente esquece — é que o espaço não é simplesmente construído, ele é performado. Seu trabalho convida arquitetos e arquitetas a pensar não apenas em termos de materiais e formas, mas de gestos, relações e ritmos. Ela sugere que a arquitetura, assim como a dança, trata fundamentalmente de como habitamos, estruturamos e carregamos emocionalmente os espaços pelos quais nos movemos.

Historicamente, a arquitetura e a dança operaram em paralelo, moldando a experiência humana por meio da orientação do corpo no espaço e no tempo. Dos rituais coreografados dos templos clássicos às lógicas axiais dos palácios barrocos, o espaço construído sempre implicou movimento. A Bauhaus levou isso adiante, à medida que o Ballet Triádico de Oskar Schlemmer visualizava o espaço como uma extensão geométrica do corpo. Não se tratava de cenário, mas de pensamento espacial tornado cinético. No século XX, coreógrafos e coreógrafas como William Forsythe e Anne Teresa De Keersmaeker integraram restrições arquitetônicas em suas partituras, ao passo que arquitetos e arquitetas como Steven Holl, Diller Scofidio + Renfro e Toyo Ito projetaram edifícios que se revelam como sequências espaciais, convidando ao movimento, ao desvio e à pausa.

Coreografando o espaço: arquitetura e dança como práticas interdisciplinares - Imagen 1 de 4Coreografando o espaço: arquitetura e dança como práticas interdisciplinares - Imagen 2 de 4Coreografando o espaço: arquitetura e dança como práticas interdisciplinares - Imagen 3 de 4Coreografando o espaço: arquitetura e dança como práticas interdisciplinares - Imagen 4 de 4Coreografando o espaço: arquitetura e dança como práticas interdisciplinares - Mais Imagens+ 35

Primeira Bienal de Arquitetura de Copenhague abre com o tema “Desacelerar”

A primeira edição da Bienal de Arquitetura de Copenhague abre hoje e vai até 19 de outubro, transformando a cidade em uma plataforma de diálogo e intercâmbio arquitetônico. Organizada pelo CAFx (Fórum de Arquitetura de Copenhague), a nova bienal expande o antigo Festival de Arquitetura de Copenhague, deixando o formato anual para se tornar uma plataforma mais ampla e ambiciosa de exploração arquitetônica. Sob a liderança de Josephine Michau, CEO e fundadora do CAFx e curadora do Pavilhão Dinamarquês na Bienal de Arquitetura de Veneza de 2023, a Bienal estreia sob o tema "Slow Down" (Desacelerar), refletindo sobre como as sociedades podem responder às pressões do rápido crescimento populacional, do consumo de recursos e dos desafios ambientais ao repensar o ritmo de mudança no ambiente construído. O tema parte do conceito de uma "Grande Deceleração", convidando os/as participantes a conceberem espaços que promovam a sustentabilidade, a longevidade e um envolvimento consciente com o ambiente construído.

Primeira Bienal de Arquitetura de Copenhague abre com o tema “Desacelerar” - Image 1 of 4Primeira Bienal de Arquitetura de Copenhague abre com o tema “Desacelerar” - Image 2 of 4Primeira Bienal de Arquitetura de Copenhague abre com o tema “Desacelerar” - Image 3 of 4Primeira Bienal de Arquitetura de Copenhague abre com o tema “Desacelerar” - Image 4 of 4Primeira Bienal de Arquitetura de Copenhague abre com o tema “Desacelerar” - Mais Imagens+ 16

Zaha Hadid Architects desenvolve habitats impressos em 3D para apoiar a restauração de ecossistemas marinhos

O projeto do escritório Zaha Hadid Architects para um habitat marinho de fabricação digital na zona de conservação do Parque Marinho de North Lantau, em Hong Kong, foi apresentado recentemente na exposição do World Design Congress, em Londres. O evento ocorreu no Barbican Centre entre os dias 9 e 10 de setembro, um dos exemplos mais reconhecidos de arquitetura brutalista no mundo. Com o tema "Design for Planet" (Design para o Planeta), o congresso convocou profissionais de design e contratantes do setor a assumirem sua missão mais crítica até o momento: projetar um futuro regenerativo diante das mudanças climáticas e examinar o papel do design como ferramenta de ação ambiental. Nesse contexto, o escritório Zaha Hadid Architects apresentou o Nereid, um habitat de fabricação digital desenvolvido com tecnologias avançadas de impressão 3D pela D-Shape, destinado a apoiar a regeneração natural dos ecossistemas marinhos.

Zaha Hadid Architects desenvolve habitats impressos em 3D para apoiar a restauração de ecossistemas marinhos - Imagen 1 de 4Zaha Hadid Architects desenvolve habitats impressos em 3D para apoiar a restauração de ecossistemas marinhos - Imagen 2 de 4Zaha Hadid Architects desenvolve habitats impressos em 3D para apoiar a restauração de ecossistemas marinhos - Imagen 3 de 4Zaha Hadid Architects desenvolve habitats impressos em 3D para apoiar a restauração de ecossistemas marinhos - Imagen 4 de 4Zaha Hadid Architects desenvolve habitats impressos em 3D para apoiar a restauração de ecossistemas marinhos - Mais Imagens+ 5

Acesso exclusivo

Um modelo para a preservação do patrimônio liderada pela comunidade: a revitalização de Esna, vencedora do Prêmio Aga Khan

Entre os sete vencedores do 16º Prêmio Aga Khan de Arquitetura deste ano esteve a revitalização da Esna Histórica, no sul do Egito. Liderado pelo escritório Takween, sediado no Cairo, o projeto foi muito além de uma simples restauração. Trata-se de um esforço de renovação abrangente que aliou um profundo engajamento comunitário à preservação do patrimônio material e imaterial. Ao gerar milhares de empregos e restaurar o centro histórico, a iniciativa ofereceu uma alternativa viável e potente à demolição. O Aga Khan Trust elogiou a proposta como um "modelo replicável de desenvolvimento sustentável".

Um modelo para a preservação do patrimônio liderada pela comunidade: a revitalização de Esna, vencedora do Prêmio Aga Khan - Image 1 of 4Um modelo para a preservação do patrimônio liderada pela comunidade: a revitalização de Esna, vencedora do Prêmio Aga Khan - Image 2 of 4Um modelo para a preservação do patrimônio liderada pela comunidade: a revitalização de Esna, vencedora do Prêmio Aga Khan - Image 3 of 4Um modelo para a preservação do patrimônio liderada pela comunidade: a revitalização de Esna, vencedora do Prêmio Aga Khan - Image 4 of 4Um modelo para a preservação do patrimônio liderada pela comunidade: a revitalização de Esna, vencedora do Prêmio Aga Khan - Mais Imagens+ 14

¡Você seguiu sua primeira conta!

Você sabia?

Agora você receberá atualizações das contas que você segue! Siga seus autores, escritórios, usuários favoritos e personalize seu stream.