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"O sítio é o/a arquiteto/a, o sítio é a materialidade": Sobre Ammar Khammash e notas sobre formação

Ammar Khammash é um/a arquiteto/a, designer e artista jordaniano/a conhecido/a principalmente por sua abordagem focada na preservação do patrimônio cultural e natural, ao mesmo tempo em que desenvolve uma arquitetura que dialoga com seu entorno. Com uma profunda admiração pela natureza e por seus ecossistemas, Khammash defende que “o lugar é o/a arquiteto/a” — afirmação pela qual é célebre e que sublinha a profunda influência do contexto em seu projeto arquitetônico. Com mais de três décadas de experiência que abrangem diversas disciplinas em vários países do Oriente Médio, como Jordânia, Omã, Palestina, Egito, Síria e Emirados Árabes Unidos, Ammar Khammash tem buscado consistentemente preservar e potencializar a simbiose entre as construções humanas e o meio ambiente natural. Suas contribuições incluem a Royal Academy for Nature Conservation, o Wild Jordan Center e a restauração da Igreja dos Apóstolos.

Em 2022, Khammash foi destaque na primeira edição da Dongola Architecture Series, uma publicação semestral que oferece perspectivas singulares sobre a cultura árabe ao destacar arquitetos/as contemporâneos/as de destaque. A edição, intitulada “Notes on Formation: Ammar Khammash,” escrita por Raafat Majzoub, explora “a arquitetura como ferramenta transdisciplinar de expressão e como método de imaginar e reimaginar o futuro”, sintetizando o espírito da publicação. O ArchDaily teve a oportunidade de conversar com Ammar Khammash e Sarah Chalabi, fundador/a da Dongola Limited Editions, para aprofundar-se nas perspectivas do/a arquiteto/a sobre lugar, materialidade e cultura, além de sua filosofia, visões sobre a academia e reflexões sobre o futuro da profissão.

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Foster + Partners revela projeto de torre de escritórios com jardins em espiral em Los Angeles, EUA

O escritório Foster + Partners, liderado por Norman Foster, revelou o projeto de um novo campus de "escritórios criativos verticais" no Sunset Boulevard, em Los Angeles, com vista para Hollywood. Desenvolvida pela empresa imobiliária The Star LLC, a torre é envolta por jardins em espiral, o que confere ao projeto uma identidade visual marcante e introduz amplas áreas ao ar livre em todos os pavimentos. Batizado de “The Star”, o projeto busca utilizar estratégias de design ativo e passivo para oferecer um espaço acolhedor e confortável para todas as pessoas que usufruirão do local no futuro.

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O arranha-céu mais alto do Japão: Pelli Clarke & Partners conclui a Mori JP Tower de Tóquio

O escritório Pelli Clarke & Partners acaba de concluir a Mori JP Tower, que agora se consagra como o edifício mais alto do Japão. Situada no recém-revitalizado distrito de Azabudai Hills, a torre surge no centro desse empreendimento. Estabelecendo um novo ponto focal para o skyline de Tóquio, o edifício ergue-se a 330 metros de altura no coração deste dinâmico distrito de uso misto no centro da cidade.

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Benefícios & Descontos - Exclusivos para nossos membros

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Boas-vindas ao nosso programa de benefícios e descontos! Temos o prazer de compartilhar com você uma série de vantagens projetadas para aprimorar sua experiência conosco. Agradecemos por seu apoio e compromisso com a nossa missão. Explore os benefícios e aproveite as vantagens de fazer parte desta comunidade!

Tóquio: Destaque do Editor

“A invenção humana por excelência.” Foi assim que o sociólogo francês Claude Lévi-Strauss descreveu a cidade na primeira metade do século XX. Embora sua ideia possa ser vista como ultrapassada por narrativas mais recentes, não se pode negar que as cidades existem devido à ação humana na paisagem. Nesse sentido, Tóquio é talvez a expressão “mais humana” que se pode encontrar, já que sua população metropolitana de 37 milhões de pessoas lhe garante o topo do ranking entre as maiores cidades do mundo. 

As cores da favela: o que um pouco de tinta pode fazer pelas comunidades

No imaginário de grande parte da população, a favela assume representações muitas vezes paradoxais e proporcionalmente opostas. Sob o olhar de quem não a vive, ela é constantemente associada ao crime, a sujeira ou a doenças, ao mesmo tempo em que é considerada a expressão estética de um país, sendo o berço de elementos culturais reconhecidos mundialmente, como o samba no caso do Brasil.

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Como melhorar a iluminação natural e a ventilação no banheiro com uma janela no box

Por ser um dos menores espaços da casa, a área do box do chuveiro costuma ter dificuldade para receber luz suficiente. Enquanto os dormitórios têm prioridade na escolha das melhores localizações junto às paredes externas — o que lhes garante acesso a ar fresco, luz natural e melhores vistas através das janelas —, os banheiros costumam ser relegados ao espaço restante, dispondo de apenas uma estreita faixa de fachada, quando muito.

Devido a questões de privacidade e possíveis danos causados pela água, contudo, mesmo quando há a oportunidade de incluir uma janela no banheiro, ela raramente é posicionada dentro do próprio box. No entanto, considerando que muitas pessoas recorrem a um banho revigorante para despertar pela manhã, e que o vapor torna o box um ambiente de altíssima umidade, uma janela nessa área pode fazer toda a diferença, trazendo luz natural diretamente para o espaço e mantendo todo o ambiente bem ventilado.

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Melhorando a acústica e a estética interna: Sistemas de parede e forro sem juntas

A arquitetura é uma disciplina intrinsecamente ligada aos nossos sentidos. Embora o paladar e o olfato sejam provavelmente os menos envolvidos com o ambiente construído, o tato, a visão e a audição são constantemente influenciados pelos estímulos do design, dos materiais e das fontes sonoras, sejam elas internas ou externas. Por isso, no que tange ao som, a sua relação com o bem-estar das pessoas é um tema de grande relevância para arquitetos/as e designers, visto que o som muitas vezes determina a maneira como vivenciamos os espaços.

Dependendo da tipologia do edifício e das atividades nele realizadas —bem como do efeito que se deseja alcançar—, pode ser necessário atenuar o som em interiores, bloqueá-lo entre dois espaços fechados ou, às vezes, ambos. Desde o som típico de um espaço de trabalho, a música, até os estímulos sonoros gerados pela atividade urbana, a acústica é uma disciplina inerente à arquitetura. Diante disso, arquitetos/as e marcas como a Armstrong têm buscado abordar suas particularidades por meio de tecnologia, inovação e diversos designs.

MAD Architects revela projeto do Aeroporto "Cidade Floresta" em Lishui, na China

O escritório MAD Architects acaba de revelar o projeto para o Aeroporto de Lishui, na China. Conhecida como a "cidade floresta”, Lishui se destaca por suas paisagens verdes e vales no sudoeste da província de Zhejiang. Situado em um terreno montanhoso, a cerca de 15 quilômetros a sudoeste da cidade, o aeroporto foi concebido como um polo de transporte regional e doméstico que busca se harmonizar com o entorno natural.

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O Modelo Barcelona: espaço público como sinônimo de adaptação urbana

CityMakers, a comunidade global de profissionais de arquitetura que aprendem com cidades exemplares e seus idealizadores, está trabalhando em parceria com o ArchDaily para publicar uma série de artigos sobre Barcelona, Medellín e Roterdã. Os textos são de autoria de arquitetos/as, urbanistas e/ou estrategistas por trás dos projetos que transformaram essas três cidades e que são estudados nas "Schools of Cities" e nos "Documentary Courses" promovidos pela CityMakers. Nesta ocasião, Jaume Barnada, coordenador do premiado projeto de Abrigos Climáticos nas escolas de Barcelona e palestrante no "Schools of Cities", apresenta seu artigo "Barcelona: o espaço público como sinônimo de adaptação da cidade construída".

As cidades são espaços densos e construídos nos quais a pavimentação se impôs de forma eficiente sobre o solo natural. Cidades como Barcelona têm quase 75% de seu solo pavimentado e impermeável. Sem dúvida, trata-se de um excesso a ser revertido em um momento de emergência climática, no qual devemos nos reconectar com a natureza. Oriol Bohigas [1] nos dizia que a boa urbanização havia pavimentado as praças das cidades mediterrâneas e que ninguém queria viver em um lamaçal. Certamente ele tinha razão. Além disso, ele nos ensinou que o verde e, consequentemente, o solo natural deveriam ter dimensão e, sobretudo, uma inserção urbana. Praças são praças e parques são parques, e cada espaço demanda um tipo de projeto. Hoje em dia, com a frequente confusão conceitual na urbanização dos espaços públicos, deparamo-nos com projetos que acabam por descaracterizar o modelo.

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Entrevista com Sadafumi Uchiyama: Projetando a paz e a harmonia

Sadafumi (Sada) Uchiyama, ASLA, é curador emérito do Portland Japanese Garden. Antes de se aposentar, Uchiyama atuou como curador-chefe de 2021 a 2023. Ele é um jardineiro japonês de terceira geração do sul do Japão, onde sua família atua no setor de jardinagem há mais de um século. Além de sua formação como jardineiro nascido e treinado no Japão, Uchiyama também é arquiteto paisagista registrado nos estados de Oregon e Califórnia, com bacharelado e mestrado em Arquitetura Paisagística pela Universidade de Illinois. Esta entrevista foi realizada na ASLA 2021 Conference on Landscape Architecture, em Nashville.

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Cultivando arquitetura: um vislumbre de três materiais à base de plantas

Por décadas, nossa sociedade predominantemente adotou uma abordagem extrativista ao formular modelos para fabricação de materiais em diversas indústrias. Embora agora saibamos que esse modelo é insustentável, uma grande questão permanece: Como devemos fazer? Pode ser que ainda estejamos longe de oferecer uma resposta definitiva a esse desafio. Ainda assim, é empolgante notar que, em um contexto marcado por um horizonte global e ecológico desafiador, a comunidade arquitetônica mantém uma abordagem positiva ao buscar uma reavaliação do que fazemos e como fazemos.

Esse movimento pode estar ganhando relevância devido ao surgimento de novas gerações mais conscientes ambientalmente, como a Geração Z e Alpha. O que é certo é que estamos testemunhando o desenvolvimento de novas filosofias de produção, como materiais à base de plantas, que adotam práticas voltadas para favorecer o uso de recursos derivados de plantas, reduzir a dependência de processos extrativos e promover alternativas conscientes e sustentáveis em diversos aspectos da fabricação e produção de materiais na arquitetura.

LAVA revela projeto alado para o Pavilhão do Kuwait na Expo Osaka 2025

O Estado do Kuwait revelou o projeto do Pavilhão do Kuwait, que será construído na Expo Mundial 2025 em Osaka. Projetada pelo escritório de arquitetura LAVA (Laboratory for Visionary Architecture), a estrutura temporária foi concebida como um “Farol Visionário” para representar o acolhimento do Kuwait às culturas, artes e iniciativas sociais árabes. O pavilhão, desenvolvido em parceria com a construtora principal NUSSLI, propõe ainda uma resposta ao tema central da exposição, “Projetando a Sociedade do Futuro para Nossas Vidas”, buscando estreitar as relações entre o Kuwait e o Japão e fomentar debates sobre visões de um futuro sustentável.

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Foster + Partners inicia a construção do empreendimento de escritórios "The Grid" em Atenas, Grécia

A construção do "The Grid", um novo complexo de escritórios projetado pelo escritório Foster + Partners, já está em andamento. Localizado em Marousi, um consolidado polo de negócios conectado ao centro de Atenas, o projeto ocupa um quarteirão inteiro. A proposta conta com espaços de trabalho modernos e adaptáveis, além de áreas verdes integradas a um parque público. O empreendimento busca revitalizar Marousi e atrair novas empresas para a região.

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Reabilitação social: explorando o envolvimento comunitário no restauro arquitetônico

A reabilitação envolve o reparo, a reforma, a alteração ou a reconstrução de qualquer edifício ou estrutura. Ela atende à necessidade de melhorar significativamente os elementos deteriorados de uma edificação, principalmente por meio do reforço ou da substituição de componentes para restaurar o desempenho ideal da estrutura. O impacto da reabilitação de edifícios no meio ambiente é significativo, constituindo uma estratégia sustentável para preservar o ambiente construído e mitigar o impacto da indústria da construção nas mudanças climáticas.

No entanto, seu impacto social também é considerável quando visto como uma base fundamental para resultados sustentáveis. A reabilitação pode servir como um modelo que une os membros da comunidade em torno do reparo e do restauro inclusivos de estruturas. Isso gera impactos positivos na qualidade de vida coletiva, na integração social, na sustentabilidade ambiental e na percepção da própria comunidade sobre a arquitetura local.

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Morada no topo da montanha: uma residência minimalista com vista para o skyline de Los Angeles

Morada no topo da montanha: uma residência minimalista com vista para o skyline de Los Angeles - Imagen 1 de 4Morada no topo da montanha: uma residência minimalista com vista para o skyline de Los Angeles - Imagen 2 de 4Morada no topo da montanha: uma residência minimalista com vista para o skyline de Los Angeles - Imagen 3 de 4Morada no topo da montanha: uma residência minimalista com vista para o skyline de Los Angeles - Imagen 4 de 4Morada no topo da montanha: uma residência minimalista com vista para o skyline de Los Angeles - Mais Imagens+ 24

A Residência Blue Jay Way está localizada em Bird Streets, Los Angeles, EUA, adjacente ao bairro de Beverly Hills. O terreno ocupa uma posição privilegiada no topo da colina, oferecendo vistas panorâmicas para o skyline de Los Angeles e de Hollywood. A planta aberta do projeto busca conectar, visual e sensorialmente, os espaços internos à paisagem da cidade, enquanto os pátios escalonados e os materiais em tons de branco caloroso conduzem o jogo de luz e sombra a todos os cantos da edificação.

As melhores Novas Práticas de Arquitetura de 2024 do ArchDaily

Arquitetura é sobre dar forma aos lugares onde as pessoas vivem. Não é mais fácil, nem mais complicado do que isso. Aqui estão três palavras-chave: "forma", "lugar" e "vida". Assim que refletimos sobre esses termos, imediatamente compreendemos que essas coisas não são tão simples. — Alejandro Aravena

Com esta sentença do prefácio do Guia de Arquitetura do ArchDaily, Alejandro Aravena reflete sobre a complexidade subjacente da arquitetura. Algo essencial para nossas vidas, mas que, com as crescentes complexidades do nosso mundo, se torna uma tarefa desafiadora.

É por isso que, pelo quarto ano consecutivo, embarcamos em uma pesquisa global, avaliando o trabalho, o ethos e a missão por trás de práticas inovadoras de todo o mundo. Trabalhos que representam a diversidade que está remodelando nosso campo; práticas que atuam em todo o espectro da arquitetura e suas fronteiras difusas, abrangendo desde pequenos estúdios até profissionais ativistas, startups e outras formas de produção, pesquisa e pensamento.

As 20 práticas selecionadas representam a diversidade entre aqueles que lideram o caminho na direção que a arquitetura deveria seguir. Suas missões são variadas, mas em todas elas notamos uma prática consciente em relação aos desafios de nosso mundo.

Conheça as melhores Novas Práticas de Arquitetura de 2024 do ArchDaily:

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Política Sustentável: Como os planos de desconstrução estão revolucionando a gestão de resíduos da construção nos Estados Unidos

Durante muito tempo, a indústria da construção civil seguiu um processo linear: extrair matérias-primas, construir estruturas, demoli-las e, por fim, descartar os resíduos em aterros sanitários. Essa abordagem gera graves impactos negativos sobre o meio ambiente e a sociedade, sendo inerentemente insustentável. Repensar os métodos e fluxos de trabalho tradicionais exige o apoio de todas as partes interessadas e um senso de urgência manifestado pelas autoridades. Nos Estados Unidos, administrações municipais começaram a implementar novas políticas para evitar que os resíduos da construção civil parem em aterros e para apoiar práticas circulares. Diversas cidades, como Seattle e Pittsburgh, começaram a adotar decretos de desconstrução que exigem que edifícios mais antigos sejam cuidadosamente desconstruídos em vez de demolidos. De que maneira suas principais diretrizes podem influenciar as práticas circulares no país?

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Riverside Art Studio: um hub sustentável que redefine a interação urbana em Sevilha

O Polo Sustentável em Sevilha surgiu como um conceito inovador por meio de um concurso aberto de ideias de projeto sustentável passivo, lançado em outubro de 2023, com propostas recebidas até fevereiro de 2024. Liderado pela Dar[e]-Europe, uma renomada empresa de pesquisa sediada em Sevilha, Espanha, o concurso teve como objetivo fomentar soluções de design sustentável e, ao mesmo tempo, promover o conforto do público usuário, com dependência mínima de fontes de energia não renováveis e baixo impacto ambiental.

Beta Realities cria sistema de habitação social impresso em 3D para a Initiative99 da ICON Technologies

O estúdio alemão de arquitetura e design Beta Realities desenvolveu a iniciativa “Collective Parts”, uma plataforma de projeto e tecnologia voltada a viabilizar a construção de habitações acessíveis impressas em 3D. O projeto foi reconhecido como um dos vencedores do Initiative99, promovido pela ICON, um concurso global de arquitetura que visa repensar a habitação de interesse social construída por menos de US$ 99.000. Os demais premiados na categoria aberta são o MTspace Studio, da Nova Zelândia, e o For Everyday Life, do Reino Unido. O concurso também destaca as contribuições de estudantes em uma categoria separada, apresentando o projeto Casa Fami, do IAAC (Espanha), de Juan Felipe Molano (Colômbia) e de Victoria Roznowski (Alemanha).

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COBE vence concurso para projetar o Parlamento Dinamarquês em Copenhague

O escritório de arquitetura Cobe acaba de revelar seu projeto vencedor para o futuro Parlamento dinamarquês em Copenhague. Com o objetivo de revitalizar o centro administrativo histórico da Dinamarca, o estúdio idealizou um espaço acolhedor e acessível, “onde todas as pessoas possam vivenciar a democracia de perto”. O projeto apresenta um centro de visitantes subterrâneo, que leva a instalações no Pátio do Parlamento, e um percurso interconectado que une edifícios históricos anteriormente utilizados pelo Arquivo Nacional Dinamarquês.

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Simetria na arquitetura: 15 habitações coletivas contemporâneas na América Latina

O que é a simetria na arquitetura? Por que ela é utilizada para projetar espaços? Que vantagens e desvantagens ela apresenta em relação a outras ferramentas de projeto, como a rotação, translação e/ou repetição? A arquitetura contemporânea evolui dia após dia, implementando diferentes estratégias para criar espaços habitáveis onde as pessoas possam realizar suas atividades cotidianas, atender às suas necessidades, entre outras funções. Considerando a simetria como um possível meio de organização, distribuição e movimento no plano, a arquitetura se expressa e se comunica em grande parte por meio de recursos gráficos (planimetrias, volumetrias, fotografias, etc.) em uma relação que busca a convivência harmoniosa, na maioria dos casos, entre espaços, proporções e escalas.

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Reimaginando o muxarabi: funcionalidade e simbolismo na arquitetura contemporânea

Durante séculos, os ambientes áridos solucionaram os problemas de iluminação, privacidade e calor por meio de um elemento marcante da arquitetura islâmica e árabe: o muxarabi. Feito com padrões geométricos tradicionalmente compostos por pequenas peças de madeira torneada, o muxarabi apresenta tramas em treliça que cobrem grandes superfícies. Tradicionalmente, era utilizado para captar o vento e proporcionar resfriamento passivo sob o calor seco do deserto no Oriente Médio. Frequentemente utilizado nas laterais de estruturas edificadas voltadas para a rua, o muxarabi abrigava jarros e bacias de água em seu interior para ativar o resfriamento evaporativo. O ar fresco da rua passava pela treliça de madeira, proporcionando circulação de ar para os/as ocupantes.

Semelhante ao jali indiano, essa linguagem vernacular também oferece um jogo dinâmico com a luz do dia, ao mesmo tempo em que mantém um certo nível de privacidade. Com origens que remontam ao Império Otomano, os painéis perfurados protegiam os/as ocupantes do sol, ao mesmo tempo que permitiam a entrada de luz natural em doses calculadas. Embora o muxarabi fosse uma marca registrada das linguagens arquitetônicas árabe e islâmica, foi apenas em 1987 que esse elemento arquetípico começou a surgir com uma aplicação contemporânea renovada.

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Assista aos curtas-metragens de arquitetura inovadora: vencedores do TRANSFER Architecture Video Award 2023

TRANSFER Architecture Video Award 2023 acabou de anunciar os trabalhos vencedores da edição deste ano da competição de curtas-metragens de arquitetura inovadora. Devido à alta qualidade e à diversidade das propostas, o júri decidiu premiar quatro trabalhos ex aequo e conceder duas menções honrosas.

A cerimônia do TRANSFER Architecture Video Award 2023 aconteceu no dia 22 de fevereiro em Lausanne, como parte do festival de cinema Écrans Urbains. É possível assistir aos vídeos vencedores, finalistas e selecionados na TRANSFER.

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