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Árvores: O mais recente de arquitetura e notícia

Nova “Piazza Dei Navigatori” de Mario Cucinella em Roma se inspira nos pinheiros que a cercam

Mario Cucinella Architects anunciou o projeto para a nova Piazza dei Navigatori em Roma, na Itália. Planejada como um empreendimento de uso misto, majoritariamente para espaços residenciais, com um componente de varejo e escritório, estacionamento e "salas de plantas". Está localizado em uma área rica em elementos naturais, aspecto que inspirou o projeto.

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12 Plantas para cultivar em ambientes internos

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Qualquer ambiente fica mais aconchegante com uma planta. Não é preciso ter uma grande sacada para cultivá-las, muitas espécies se desenvolvem bem na sala, cozinha e até banheiro, com pouca manutenção e não ocupando muito espaço. Os vasos e cachepôs onde se desenvolvem são uma boa aposta na composição de ambientes bem decorados. As flores acrescentam cor e diversidade para todos os ambientes, mas vale lembrar que as espécies que não produzem flores realizam menos fotossíntese e, portanto, exigem quantidades menores de sol e portanto são mais indicadas para serem cultivadas dentro de casa. Importante ressaltar que os nomes populares podem variar muito, e por isso deve-se atentar sempre para seus nomes científicos na hora de escolher suas espécies.

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20 Espécies nativas para arborização urbana

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Não há dúvidas que as árvores são essenciais para a qualidade de vida. Têm impacto na sustentabilidade econômica, social e ambiental das cidades e suas vantagens são muitas: contribuem para o conforto visual e ambiental, ajudam a reduzir a poluição do ar e sonora, servem de refúgio e alimento para animais, criando ambientes mais verdes e mais agradáveis. Além disto, tem papel fundamental na redução do efeito das ilhas de calor em centros urbanos. É considerado arborização urbana as árvores que compõem o cenário urbano, e podem estar não apenas plantadas nas calçadas das cidades, mas inclui também praças, parques, canteiros e demais logradouros públicos, e além dos jardins privados. No entanto, existe uma série de recomendações que os projetistas devem seguir na ocasião da escolha da espécie de árvore para sua utilização em ambientes urbanos, como já publicamos por aqui as 25 espécies de árvores adequadas para calçadas urbanas.

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Natureza integrada: 17 projetos com árvores no interior

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© Favaro Jr.

Não é de hoje que arquitetos buscam a ideia de integração entre interior e exterior, diluindo os limites físicos e visuais na tentativa de trazer a paisagem para dentro da arquitetura. No entanto, ao visitar o terreno para o desenvolvimento projetual, duas situações distintas podem ocorrer: um terreno urbano, sem vistas ou elementos naturais; ou a presença vegetal pelo espaço, como árvores e maciços, por exemplo. No caso deste segundo, muitos são os projetos que tiram partido da posição de cada uma das árvores in loco para inserção do objeto arquitetônico, respeitando-as e criando novas vistas, através de pátios ou associado ao novo paisagismo. No entanto, é cada vez mais comum que estas, a partir de estudos da espécie e porte, componham o interior, estando parcialmente ou integralmente imersa dentro do espaço.

Elementos chave de Paisagismo: planos, clareiras e disposição de árvores

Assim como os elementos arquitetônicos que compõe e conformam o espaço construído – piso, paredes e teto, os elementos vegetais também são capazes de conformar espaços livres em áreas de grande, média e pequena escala, de parques a jardins residenciais, atuando como estruturadores espaciais. Segundo Benedito Abbud, “O paisagismo é a única expressão artística em que participam os cinco sentidos do ser humano. Enquanto a arquitetura, a pintura, a escultura e as demais artes plásticas usam e abusam apenas da visão, o paisagismo envolve também o olfato, a audição, o paladar e o tato, o que proporciona uma rica vivência sensorial, ao somar as mais diversas e completas experiências perceptivas. Quanto mais um jardim consegue aguçar todos os sentidos, melhor cumpre seu papel”. [1]

De maneira prática, faremos alguns posts mostrando a conceituação e utilização dos componentes vegetais – árvores, arbustos, grama e forrações nos espaços livres. Neste artigo abordaremos os planos, maciços vegetais e a disposição de árvores.

Elementos chave de paisagismo: marcos visuais, eixos, escalas, visadas e sensorialidade

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Assim como os elementos arquitetônicos que compõem e conformam o espaço construído – piso, paredes e teto, os elementos vegetais também são capazes de conformar os espaços livres em áreas de grande, média e pequena escala, de parques a jardins residenciais, atuando como estruturadores espaciais. Segundo Benedito Abbud, “O paisagismo é a única expressão artística em que participam os cinco sentidos do ser humano. Enquanto a arquitetura, a pintura, a escultura e as demais artes plásticas usam e abusam apenas da visão, o paisagismo envolve também o olfato, a audição, o paladar e o tato, o que proporciona uma rica vivência sensorial, ao somar as mais diversas e completas experiências perceptivas. Quanto mais um jardim consegue aguçar todos os sentidos, melhor cumpre seu papel” [1],

Nesta segunda parte de nossa série buscaremos exemplificar de maneira prática a conceituação e utilização dos marcos visuais, eixos, escalas, visadas e sensorialidade em um projeto paisagístico.

25 Espécies de árvore que você pode plantar sem receio de destruir sua calçada

Fundamentais nas ruas e avenidas, as árvores possuem, além de uma função estética, um importante papel no conforto térmico dos locais onde se encontro, ajudando a diminuir a temperatura. Além dessa importante característica, elas também colaboram com a redução da poluição sonora e do ar e ainda fornecem sombra, refúgio e alimento para as aves. Se você deseja plantar uma árvore na sua calçada, deve procurar a prefeitura. Muitas delas tem um plano de arborização urbana, com espécies de árvores indicadas por profissionais capacitados. Normalmente, você pode solicitar o plantio à prefeitura, ou buscar as mudas você mesmo no viveiro municipal. Mas é muito importante prestar atenção na escolha da árvore.

Árvores na paisagem urbana - um guia para planejadores e autoridades

Tree and Design Action Group é um grupo que compartilha a visão coletiva de que a localização das árvores, e todos os benefícios que elas trazem, pode ser garantida para as gerações futuras se influenciarmos o planejamento, projeto, construção e gestão de nossa infraestrutura e espaços urbanos.

As árvores fazem os lugares funcionarem e parecerem melhores. Além de desempenhar um papel no microclima de nossos bairros, as árvores também podem ajudar a criar condições para o sucesso econômico. O guia Trees in the Townscape apresenta uma abordagem para a arborização urbana, disponibilizando às autoridades e profissionais, princípios e referências necessários para alcançar o potencial da vegetação no ambiente urbano.

Primeiro projeto do BIG na América do Sul começa a ser construído

Projetado para assumir o posto de edifício mais alto de Quito, o IQON será o primeiro projeto a ser construído pelo BIG na América do Sul. Com a construção já em andamento, o edifício de uso predominantemente residencial se revela em forma de torre curva com varandas salientes. Comprimida entre o denso centro urbano de Quito e o parque La Carolina, a torre foi carinhosamente-apelidada de "urban tree farm". A sua extensão vertical foi concebida não apenas para permitir vistas para os vulcões que cercam a cidade, mas também para integrar e acolher uma nova paisagem natural dentro do próprio edifício.

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Algoritmo encontra a cidade mais verde do mundo

Há diferentes métodos para estimar quão verde uma cidade é. Podemos contar os parques, somar todas as áreas verdes, quantificar apenas as zonas arborizadaspúblicas, precisar o número de árvores plantadas, e, mais recentemente, de acordo com um estudo realizado no MIT, analisar a perspectiva dos habitantes para saber quão frondosa pode ser uma cidade. 

Newsha Ghaeli, pesquisadora do Senseable City Lab do MIT, desenvolveu junto de sua equipe um método para averiguar quão verde é o espaço urbano visto a partir da perspectiva dos pedestres. Imagens tomadas do Google Street View são processadas por um algoritmo que estima a porcentagem de cada imagem que corresponde a árvores e outros tipos de vegetação. "É importante compreender a quantidade de árvores e copas que cobrem as ruas, pois é isso que percebemos nas cidades", afirmou Ghaeli.

Por que pensar em arranha-céus feitos de madeira?

Michael Green alerta para uma drástica mudança de paradigma na construção. Esqueça o aço, concreto e containers; use madeira para erguer arranha-céus urbanos. Em um relatório de 240 páginas - contendo diagramas, plantas, imagens e detalhes - Green descreve um novo modo de projetar e construir edifícios em altura através de madeira maciça, levando em consideração noções equivocadas de segurança contra incêndios, estrutura, sustentabilidade, custo e questões climáticas.

Arborizando Arranha-céus: entrevista com Lloyd Alter

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Com conclusão prevista para o fim do ano, Bosco Verticale, do Boeri Studio, será a primeira floresta vertical do mundo. O projeto conquistou diversos adeptos, assim como detratores. Sobre essa polêmica, Lloyd Alter - arquiteto, entusiasta do design sustentável e editor-chefe do site Treehugger, chamou-o de "o render que gerou mil posts em blogs".

E talvez nenhum outro blogueiro tenha causado tanta comoção na comunidade arquitetônica quanto Tim De Chant, que implorou "podemos, por favor, parar de colocar árvores em arranha-céus”? O artigo de De Chant iniciou um turbilhão de comentários dos leitores do ArchDaily, debatendo vigorosamente, contra e a favor, a ideia de colocar árvores em edifícios.

Para chegar ao centro da questão conversamos com o próprio Lloyd Alter sobre florestas verticais e os verdadeiros desafio e ganhos que apresentam. Lloyd é um contribuidor frequente para publicações como Inhabitat e The Huffington Post; Também leciona na Ryerson University of Interior Design.