1. ArchDaily
  2. Noticias

Noticias

Guia de soluções para construir com madeira laminada cruzada (CLT)

Acesso exclusivo | 

No campo da arquitetura, a madeira foi um dos primeiros materiais utilizados pelos seres humanos na construção, evoluindo e enfrentando vários desafios ao longo dos anos. Desde a incorporação de novas tecnologias nos processos de produção industrial até técnicas e materiais ancestrais reinterpretados de forma contemporânea, a construção em madeira continua despertando interesse entre profissionais da arquitetura e do design. Além de sua versatilidade, resistência, aparência e sustentabilidade, a madeira contralaminada, conhecida como CLT, apresenta um cenário promissor para o futuro da indústria.

Um mundo intermediário: o papel das formas híbridas nos banheiros contemporâneos

Acesso exclusivo | 

Quando uma forma deixa de ser circular ou retangular? No modernismo do século XX, essa pergunta praticamente não existia. A arquitetura se baseava na clareza, na redução e na pureza formal. Sob a influência de arquitetos/as como Le Corbusier e Ludwig Mies van der Rohe, o design modernista estabeleceu uma ordem visual pautada na geometria racional, em materiais industriais e na rejeição ao ornamento. Círculo e quadrado, função e expressão eram mantidos sob rígida separação — uma lógica que ditou, por décadas, os layouts rígidos e modulares dos banheiros tradicionais.

Dominando a arquitetura interdisciplinar e o urbanismo sustentável na UC Berkeley

Atualmente, o aprendizado e o intercâmbio interdisciplinares são mais importantes do que nunca para enfrentar os desafios ambientais, sociais e urbanos cada vez mais complexos.

A cada verão, o College of Environmental Design (CED) da Universidade da Califórnia, Berkeley, torna-se um laboratório intensivo para exploração arquitetônica, paisagística e urbana. Por meio de dois programas complementares — o Design + Innovation for Sustainable Cities (DISC) e os Summer Institutes —, Berkeley oferece um currículo imersivo fundamentado no rigor disciplinar, no intercâmbio intencional e em uma cultura institucional compartilhada. Juntos, esses programas refletem a histórica estrutura multidisciplinar do CED, na qual a arquitetura, a arquitetura paisagística, o planejamento urbano e o desenho urbano prosperam e colaboram sob o mesmo teto.

Como tornar o BIM ágil e prático para arquitetos/as

No competitivo cenário atual do design, a Modelagem de Informação da Construção (BIM) já não é apenas uma tendência — tornou-se um requisito básico. Contudo, muitos escritórios ainda lutam para equilibrar a complexidade e o esforço envolvidos com o valor real obtido em troca. Mas e se fosse possível colher os benefícios do BIM sem aumentar desnecessariamente a carga de trabalho? Adotar uma abordagem lean (enxuta) para o BIM — focada em eficiência, clareza e resultados reais do projeto — pode ajudar as equipes de arquitetura a simplificar seus fluxos de trabalho, fortalecer a colaboração e manter o controle criativo desde a concepção até a entrega.

Entre Materiais e Memória: Três escritórios de arquitetura de Madri sobre a reabilitação do patrimônio

Acesso exclusivo | 

O papel da reabilitação do patrimônio na paisagem arquitetônica contemporânea é moldado por uma ampla gama de pesquisas, crenças, memórias e esforços que buscam redefinir e fortalecer nosso ambiente construído. Ao assumir um projeto de transformação, renovação ou preservação, arquitetos/as podem empregar diversas estratégias e ferramentas para incentivar uma coexistência significativa entre o existente e o novo. Junto a três escritórios de arquitetura sediados em MadriSOLAR, Pachón-Paredes e BA-RRO —, propusemo-nos a dialogar e explorar seus processos criativos e ideais, reconhecendo a complexidade e o valor dos edifícios históricos como repositórios de materiais, estruturas e técnicas construtivas de outras eras.

Entre Materiais e Memória: Três escritórios de arquitetura de Madri sobre a reabilitação do patrimônio - Image 1 of 4Entre Materiais e Memória: Três escritórios de arquitetura de Madri sobre a reabilitação do patrimônio - Image 2 of 4Entre Materiais e Memória: Três escritórios de arquitetura de Madri sobre a reabilitação do patrimônio - Image 3 of 4Entre Materiais e Memória: Três escritórios de arquitetura de Madri sobre a reabilitação do patrimônio - Image 4 of 4Entre Materiais e Memória: Três escritórios de arquitetura de Madri sobre a reabilitação do patrimônio - Mais Imagens+ 22

Como a IA está transformando o fluxo de trabalho da visualização arquitetônica

A visualização de arquitetura há muito desempenha um papel fundamental na comunicação e na formatação de ideias de projeto. Hoje, essa atribuição está se expandindo. Com o avanço da inteligência artificial, a visualização passa a se integrar de maneira mais profunda a todo o fluxo de trabalho de projeto, viabilizando iterações mais rápidas e tomadas de decisão mais fundamentadas.

Embarcadero Freeway: infraestrutura elevada e regeneração urbana em São Francisco

Acesso exclusivo | 

Nas últimas décadas, cidades de todo o mundo testemunharam um aumento na demolição de vias expressas elevadas de concreto. Taipei, Seul, Portland e Boston, por exemplo, vivenciaram a ascensão e a queda dessas infraestruturas para dar lugar a parques e novas propostas de regeneração urbana. Em outros casos, como em Montreal, no Canadá, houve oposição às vias expressas antes mesmo de sua construção, o que permitiu desviar viadutos, preservar o patrimônio histórico e desobstruir as vistas para a orla. Para San Francisco, nos Estados Unidos, a história da Embarcadero Freeway é uma daquelas narrativas que servem como estudo de caso da ambição infraestrutural de meados do século passado, da reação da população ao projeto e de sua eventual reversão em prol da conectividade urbana.

Embarcadero Freeway: infraestrutura elevada e regeneração urbana em São Francisco - Image 1 of 4Embarcadero Freeway: infraestrutura elevada e regeneração urbana em São Francisco - Image 2 of 4Embarcadero Freeway: infraestrutura elevada e regeneração urbana em São Francisco - Image 3 of 4Embarcadero Freeway: infraestrutura elevada e regeneração urbana em São Francisco - Image 4 of 4Embarcadero Freeway: infraestrutura elevada e regeneração urbana em São Francisco - Mais Imagens+ 3

Buildner e a RTA de Dubai premiam desenho urbano responsivo ao clima com € 500 mil

Buildner anunciou os resultados do Dubai Urban Elements Challenge, um marco entre os concursos internacionais de design, organizado em colaboração estratégica com a Autoridade de Estradas e Transportes de Dubai (RTA). Com um prêmio total de 2.000,000 AED (aproximadamente €500.000), a iniciativa representa uma das mais expressivas competições globais de design financiadas por recursos públicos com foco em transformação urbana.

O concurso foi concebido como uma plataforma prospectiva de inovação e contratação para um dos ambientes metropolitanos de evolução mais rápida do mundo. Os/as participantes foram convidados/as a propor elementos urbanos modulares e responsivos ao clima — sistemas de assentos, dispositivos de sombreamento, infraestrutura de iluminação, componentes de sinalização (wayfinding), áreas de descanso e estruturas de microcomércio — projetados para valorizar a vida de pedestres e fortalecer a identidade do espaço público de Dubai.

“Os/as usuários/as são especialistas em si mesmos/as”: Como as pessoas moldam os espaços que utilizam

Acesso exclusivo | 

O design orienta o uso ou o uso orienta o design? Estudantes lutam para manter o foco, colaboradores/as se retraem sob uma iluminação ofuscante e ocupantes se afastam de espaços rígidos — muitas vezes em resposta a condições ambientais que só se tornam visíveis depois que o espaço passa a ser ocupado. A luz que cruza uma sala, a ressonância do som, a textura das superfícies ou o ritmo da circulação podem favorecer o foco, trazer calma ou inspirar a criatividade; no entanto, cada um desses fatores também pode, inadvertidamente, intensificar o estresse e a distração. Arquitetos/as e designers estão investigando e questionando: como as decisões de projeto são fundamentadas e de quem é o conhecimento considerado essencial na hora de moldar o espaço?

Terra de Poços: Projetando para os nômades do Saara

Acesso exclusivo | 

Em alguns idiomas, a própria palavra para edifício (como *immeuble*, em francês) refere-se à sua imobilidade. A disciplina de engenharia relacionada às edificações é denominada *estática*. Assim, a arquitetura está intimamente associada ao que é fixo e imóvel. No entanto, para milhões de pessoas nômades em todo o mundo, os abrigos devem ter uma estrutura leve e essencialmente móvel, enquanto o lar é a vasta paisagem onde residem. Esses estilos de vida, que carregam séculos de tradição, são constantemente ameaçados pela atração exercida pela vida sedentária em vilas e cidades. Na Tunísia, um projeto reconhece o risco de perda desse patrimônio e busca melhorar as condições de vida de pastores/as nômades.

Terra de Poços: Projetando para os nômades do Saara - Imagen 1 de 4Terra de Poços: Projetando para os nômades do Saara - Imagen 2 de 4Terra de Poços: Projetando para os nômades do Saara - Imagen 3 de 4Terra de Poços: Projetando para os nômades do Saara - Imagen 4 de 4Terra de Poços: Projetando para os nômades do Saara - Mais Imagens+ 2

O que está por baixo: 10 projetos que reconfiguram o nível do solo

Acesso exclusivo | 

A arquitetura há muito se sente atraída pela ideia de leveza. Desde os primeiros experimentos modernistas que buscavam preservar as paisagens, elevar as edificações tem sido compreendido como uma forma de poupar o solo e manter a continuidade do terreno. Volumes são erguidos sobre pilares, infraestruturas descolam a circulação da superfície e programas inteiros são suspensos acima do chão.

Isso foi formalizado no início do século XX por meio do conceito de pilotis de Le Corbusier, que propunha a liberação do pavimento térreo de qualquer fechamento. Ao elevar as edificações sobre pilares, buscava-se manter a continuidade com o terreno, permitindo que o movimento, a vegetação e o uso coletivo se desenvolvessem sob os volumes construídos. O edifício ocuparia o ar, enquanto o chão permaneceria aberto, acessível e compartilhado.

O que está por baixo: 10 projetos que reconfiguram o nível do solo - 1 的图像 4O que está por baixo: 10 projetos que reconfiguram o nível do solo - 2 的图像 4O que está por baixo: 10 projetos que reconfiguram o nível do solo - 3 的图像 4O que está por baixo: 10 projetos que reconfiguram o nível do solo - 4 的图像 4O que está por baixo: 10 projetos que reconfiguram o nível do solo - Mais Imagens+ 19

Hospitalidade como catalisadora do patrimônio: 5 estratégias de reuso adaptativo em diversas latitudes

Acesso exclusivo | 

Programas voltados à hospitalidade, especificamente cafeterias e centros sociais, são definidos em parte por seu papel como "terceiros lugares": âncoras sociais que fazem a ponte entre a vida privada e a pública. Ao contrário de programas residenciais ou comerciais de escritórios, que exigem divisões rígidas para privacidade e funcionalidade, esses espaços dependem de ambientes amplos e em plano aberto. Isso viabiliza uma estratégia arquitetônica de intervenção mínima, permitindo que o envelope estrutural permaneça intacto. Ao evitar a subdivisão do espaço, a equipe de projeto mantém linhas de visão desimpedidas para a alvenaria original, as estruturas de madeira ou os tetos decorativos, garantindo que a narrativa histórica do edifício permaneça como protagonista. Simultaneamente, a atividade comercial proporciona a manutenção necessária e o engajamento público indispensáveis para garantir a existência contínua do local.

Hospitalidade como catalisadora do patrimônio: 5 estratégias de reuso adaptativo em diversas latitudes - Image 1 of 4Hospitalidade como catalisadora do patrimônio: 5 estratégias de reuso adaptativo em diversas latitudes - Image 2 of 4Hospitalidade como catalisadora do patrimônio: 5 estratégias de reuso adaptativo em diversas latitudes - Image 3 of 4Hospitalidade como catalisadora do patrimônio: 5 estratégias de reuso adaptativo em diversas latitudes - Image 4 of 4Hospitalidade como catalisadora do patrimônio: 5 estratégias de reuso adaptativo em diversas latitudes - Mais Imagens+ 1

A função segue a forma: projetando edifícios adaptáveis que perduram além de seu uso original

Acesso exclusivo | 

Com 48 leitos psicogeriatrícos e 68 apartamentos acessíveis para cadeirantes, acomodações para cuidadores/as informais e espaço para cuidados de enfermaria, o edifício De Keyzer foi inaugurado em Amsterdã em 2011. Seu programa havia sido inteiramente concebido para pessoas idosas que necessitam de assistência, mas, pouco tempo após a conclusão, o edifício foi vendido a um fundo de investimento e os apartamentos começaram a ser alugados para famílias jovens com crianças.

Para os/as arquitetos/as do projeto, Tom Frantzen e Karel van Eijken, o episódio poderia ter sido interpretado como uma falha de previsão. Em vez disso, tornou-se uma confirmação. "Isso mostrou, com muita clareza, que os edifícios podem acabar sendo usados de maneiras completamente diferentes das originalmente previstas", lembra Frantzen. A transformação só foi possível porque os apartamentos eram generosos e porque a estrutura permitia usos mais diversos do que os previstos no programa original. Se o edifício tivesse sido projetado exclusivamente para sua função inicial, a mudança de uso provavelmente teria exigido uma reforma destrutiva ou, em caso extremo, a demolição.

A função segue a forma: projetando edifícios adaptáveis que perduram além de seu uso original - Image 1 of 4A função segue a forma: projetando edifícios adaptáveis que perduram além de seu uso original - Image 2 of 4A função segue a forma: projetando edifícios adaptáveis que perduram além de seu uso original - Image 3 of 4A função segue a forma: projetando edifícios adaptáveis que perduram além de seu uso original - Image 4 of 4A função segue a forma: projetando edifícios adaptáveis que perduram além de seu uso original - Mais Imagens+ 10

Construindo autonomia: comunidades latino-americanas que trazem os sistemas da vida para a arquitetura

Acesso exclusivo | 

Antes de um edifício ser habitado, muitos outros processos precisam acontecer. A água deve chegar, a energia deve ser gerada, os alimentos devem ser cultivados ou transportados e os resíduos devem ter um destino. Esses processos costumam ser tratados como algo alheio à arquitetura, embora moldem as condições mais básicas da vida cotidiana.

É por isso que a ideia de comunidades autossuficientes é mais complexa do que parece à primeira vista. Ela pode sugerir um lugar que provê a maior parte do que necessita: energia, água, alimento, abrigo e gestão de resíduos. No entanto, em muitos contextos latino-americanos, a autonomia não significa uma separação completa do mundo. Trata-se, antes, de uma forma de aproximar os sistemas da vida cotidiana das pessoas que os utilizam, mantêm e cuidam deles.

Construindo autonomia: comunidades latino-americanas que trazem os sistemas da vida para a arquitetura - 1 的图像 4Construindo autonomia: comunidades latino-americanas que trazem os sistemas da vida para a arquitetura - 2 的图像 4Construindo autonomia: comunidades latino-americanas que trazem os sistemas da vida para a arquitetura - 3 的图像 4Construindo autonomia: comunidades latino-americanas que trazem os sistemas da vida para a arquitetura - 4 的图像 4Construindo autonomia: comunidades latino-americanas que trazem os sistemas da vida para a arquitetura - Mais Imagens+ 1

Azerbaijão declara 2026 como o "Ano do Planejamento Urbano e da Arquitetura" enquanto Baku se prepara para sediar o WUF13

O presidente Ilham Aliyev assinou um decreto declarando 2026 como o "Ano do Planejamento Urbano e da Arquitetura" na República do Azerbaijão. A decisão estabelece uma estrutura nacional focada em políticas de planejamento urbano, cultura arquitetônica e desenvolvimento sustentável, alinhando-se aos preparativos do Azerbaijão para sediar o 13º Fórum Urbano Mundial (WUF13) em Baku, em maio de 2026. De acordo com o decreto, a iniciativa visa preservar as tradições centenárias do Azerbaijão e, ao mesmo tempo, integrar abordagens contemporâneas que respondam aos desafios sociais, ambientais e espaciais atuais. A administração presidencial agora elaborará e apresentará um plano de ação abrangente para o ano no prazo de um mês.

Azerbaijão declara 2026 como o "Ano do Planejamento Urbano e da Arquitetura" enquanto Baku se prepara para sediar o WUF13 - Imagen 1 de 4Azerbaijão declara 2026 como o "Ano do Planejamento Urbano e da Arquitetura" enquanto Baku se prepara para sediar o WUF13 - Imagen 2 de 4Azerbaijão declara 2026 como o "Ano do Planejamento Urbano e da Arquitetura" enquanto Baku se prepara para sediar o WUF13 - Imagen 3 de 4Azerbaijão declara 2026 como o "Ano do Planejamento Urbano e da Arquitetura" enquanto Baku se prepara para sediar o WUF13 - Imagen 4 de 4Azerbaijão declara 2026 como o Ano do Planejamento Urbano e da Arquitetura enquanto Baku se prepara para sediar o WUF13 - Mais Imagens

Metropolitan Village do OMA avança rumo à conclusão no distrito de Xinyi, em Taipé

O Metropolitan Village, do escritório OMA, também conhecido como Taipei Xinyi–Wenchang Residence, é uma nova torre residencial de grande altura localizada no Distrito Central de Negócios de Xinyi, em Taipé. O projeto, liderado por David Gianotten e Chiaju Lin, com a HCCH & Associates Architects Planners & Engineers como colaboradora local, oferece 11.961 m² de área útil residencial em um lote de 736 m². Com 95 metros de altura e 23 pavimentos, o edifício segue o conceito de uma "vila vertical", refletindo a fronteira cada vez mais fluida entre moradia e trabalho identificada pela equipe de arquitetura na Taipé pós-pandemia. Encomendado pela Continental Development Corporation, o projeto teve suas obras iniciadas em 2024 e tem conclusão prevista para 2027. Imagens recentes mostram o andamento da construção, com a instalação do elemento estrutural mais alto em curso.

Metropolitan Village do OMA avança rumo à conclusão no distrito de Xinyi, em Taipé - 1 的图像 4Metropolitan Village do OMA avança rumo à conclusão no distrito de Xinyi, em Taipé - 2 的图像 4Metropolitan Village do OMA avança rumo à conclusão no distrito de Xinyi, em Taipé - 3 的图像 4Metropolitan Village do OMA avança rumo à conclusão no distrito de Xinyi, em Taipé - 4 的图像 4Metropolitan Village do OMA avança rumo à conclusão no distrito de Xinyi, em Taipé - Mais Imagens+ 14

No Dia da África 2026: Revisitando o papel da arquitetura na identidade e na memória coletiva

Celebrado anualmente em 25 de maio, o Dia da África comemora a fundação da Organização da Unidade Africana em 1963, atual União Africana. Instituída em um período marcado por movimentos de independência em todo o continente, a data reconhece não apenas a solidariedade política, mas também as trajetórias culturais, sociais e intelectuais que continuam a moldar as sociedades africanas hoje. No campo da arquitetura e do urbanism, essas histórias se refletem em debates em constante evolução sobre a construção de nações, a preservação do patrimônio, o design responsivo ao clima, a inovação material e as práticas centradas na comunidade.

No Dia da África 2026: Revisitando o papel da arquitetura na identidade e na memória coletiva - 1 的图像 4No Dia da África 2026: Revisitando o papel da arquitetura na identidade e na memória coletiva - 2 的图像 4No Dia da África 2026: Revisitando o papel da arquitetura na identidade e na memória coletiva - 3 的图像 4No Dia da África 2026: Revisitando o papel da arquitetura na identidade e na memória coletiva - 4 的图像 4No Dia da África 2026: Revisitando o papel da arquitetura na identidade e na memória coletiva - Mais Imagens+ 6

Como a ICFF 2026 une design, cultura e comércio em Nova York

Sob o tema Common Ground, a ICFF 2026 reuniu a comunidade internacional de design por meio de um foco compartilhado na excelência artesanal e na inovação. De 17 a 19 de maio de 2026, a ICFF (International Contemporary Furniture Fair) retornou ao Javits Center para uma edição histórica que celebrou a comunidade global de design durante o NYCxDESIGN.

Estudantes Embaixadores ArchDaily 2026/2027. Inscreva-se agora!

Acesso exclusivo | 

O ArchDaily nasceu dentro de uma universidade, criado por dois estudantes de arquitetura que acreditavam que o conhecimento sobre a área deveria ir muito mais longe. Dezoito anos depois, essa convicção permanece a mesma — mas as perspectivas, as ferramentas e as oportunidades cresceram. Estamos lançando o Programa de Embaixadores Estudantis para dar à próxima geração de arquitetos e arquitetas um papel direto na conexão entre suas universidades e o debate global sobre arquitetura.

Arquitetura e ideologia: como os sistemas políticos moldaram o design do século XX

Acesso exclusivo | 

A arquitetura é frequentemente apresentada como a expressão visível de seu tempo, de seus desejos, de sua fé no progresso, de sua ideia de ordem. No entanto, essa leitura tende a achatar as condições sob as quais as edificações são produzidas. Ela sugere que a arquitetura simplesmente acompanha a história quando, em muitos casos, participa ativamente dela. Poucos períodos tornam isso tão evidente quanto o século XX, quando a arquitetura se viu profundamente imbricada com programas políticos, sistemas econômicos e visões conflitantes sobre como a vida coletiva deveria ser organizada.

O que costuma ser agrupado sob o rótulo de Modernismo é frequentemente descrito como um projeto coerente, definido pela clareza formal, pelo otimismo tecnológico e pela ruptura com os estilos históricos. Contudo, essa aparente coerência se dissolve quando olhamos para além de seus centros canônicos. Os mesmos princípios espaciais (padronização, zoneamento funcional, produção industrial) foram adotados em contextos políticos e econômicos que diferiam significativamente em suas estruturas e objetivos. Um movimento aparentemente estático desdobrou-se em um sistema flexível, continuamente reorientado de acordo com as prioridades de cada regime. O que parecia uma linguagem compartilhada era, na prática, um conjunto de ferramentas aplicadas a agendas distintas.

Mestrados em arquitetura em Barcelona 2026: inovação, especialização e uma cidade em ebulição

Em 2026, Barcelona se tornará o epicentro mundial da arquitetura ao ser nomeada Capital Mundial da Arquitetura pela UNESCO e pela UIA. Esse reconhecimento reforça o papel da cidade como laboratório urbano de inovação, sustentabilidade e design contemporâneo. Nesse contexto, cursar um mestrado em arquitetura em Barcelona representa uma oportunidade para arquitetos, arquitetas e profissionais do setor que buscam especialização e conexão com as tendências que estão transformando a disciplina.

Falta uma semana para o início do WUF13 em Baku: explorando cidades seguras e resilientes sob o tema “Habitação para o Mundo”

Coorganizada pelo ONU-Habitat e pelo Governo do Azerbaijão, a décima terceira sessão do Fórum Urbano Mundial (WUF13) será realizada em Baku de 17 a 22 de maio de 2026, sob o tema "Habitação para o Mundo: Cidades e Comunidades Seguras e Resilientes". Convocado a cada dois anos pelo ONU-Habitat, o Fórum Urbano Mundial é considerado uma das principais conferências internacionais dedicadas à urbanização e ao futuro das cidades. Ao reunir arquitetos/as, planejadores/as, formuladores/as de políticas públicas, pesquisadores/as, governos locais e organizações da sociedade civil, o fórum serve como uma plataforma para debater os desafios que moldam as áreas urbanas contemporâneas e as estratégias necessárias para enfrentá-los.

Falta uma semana para o início do WUF13 em Baku: explorando cidades seguras e resilientes sob o tema “Habitação para o Mundo” - Imagen 1 de 4Falta uma semana para o início do WUF13 em Baku: explorando cidades seguras e resilientes sob o tema “Habitação para o Mundo” - Imagen 2 de 4Falta uma semana para o início do WUF13 em Baku: explorando cidades seguras e resilientes sob o tema “Habitação para o Mundo” - Imagen 3 de 4Falta uma semana para o início do WUF13 em Baku: explorando cidades seguras e resilientes sob o tema “Habitação para o Mundo” - Imagen 4 de 4Falta uma semana para o início do WUF13 em Baku: explorando cidades seguras e resilientes sob o tema “Habitação para o Mundo” - Mais Imagens+ 1

A alquimia da massa: Peter Zumthor e a percepção de leveza

Acesso exclusivo | 

A arquitetura começa como um encontro com a gravidade. Trata-se do antigo ato de assentar o peso sobre a terra, de persuadir a matéria a se erguer, sustentar e abrigar. Sob essa condição fundamental de peso, no entanto, reside uma possibilidade mais silenciosa: a de que a própria densidade pode gerar uma sensação de leveza — uma condição perceptual na qual o corpo, plenamente convencido da gravidade da matéria, passa a vivenciar o espaço como suspensão.

Grande parte da arquitetura contemporânea tem buscado a leveza por meio da redução: estruturas mais esbeltas, superfícies mais lisas e transições cada vez mais fluidas entre interior e exterior. Aqui, a leveza é equiparada ao desaparecimento, como se a gravidade pudesse ser superada ao se retirar a presença material. Contudo, existe outro registro no qual a leveza não resulta da ausência, mas sim da intensificação. Ela emerge quando a presença material se torna tão precisa, tão plenamente afirmada, que passa a alterar a própria percepção — quando a massa permanece pesada, mas deixa de se comportar de forma meramente inerte.

A alquimia da massa: Peter Zumthor e a percepção de leveza - Image 1 of 4A alquimia da massa: Peter Zumthor e a percepção de leveza - Image 13 of 4A alquimia da massa: Peter Zumthor e a percepção de leveza - Image 3 of 4A alquimia da massa: Peter Zumthor e a percepção de leveza - Image 17 of 4A alquimia da massa: Peter Zumthor e a percepção de leveza - Mais Imagens+ 16

Do resíduo à parede: o bagaço de cana-de-açúcar como material de construção de baixo carbono

Acesso exclusivo | 

De sistemas de revestimento acústico e térmico a blocos de alvenaria e têxteis feitos de resíduos agrícolas, a experimentação com materiais de base biológica continua a impulsionar soluções sustentáveis para a indústria da construção civil. Diante da necessidade urgente de repensar como concebemos e interagimos com os materiais que moldam o ambiente construído, profissionais, pesquisadores/as e educadores/as estão abordando diferentes escalas de projeto e fases de desenvolvimento, reconhecendo a importância de reduzir as emissões de carbono e o impacto ambiental do setor. Em parceria com o Projeto Bagaceira, o protótipo de painel acústico e térmico Sugarcrete®, desenvolvido pela University of East London (UEL), demonstra como o design de baixo carbono pode transformar resíduos agrícolas em materiais de construção de alto desempenho.

¡Você seguiu sua primeira conta!

Você sabia?

Agora você receberá atualizações das contas que você segue! Siga seus autores, escritórios, usuários favoritos e personalize seu stream.