Temos a satisfação de anunciar os nossos próximos workshops de julho em parceria com o nosso parceiro do ArchDaily Plus, Parametric Architecture. Esses workshops foram cuidadosamente planejados para capacitar arquitetos/as, designers e entusiastas, proporcionando-lhes as mais recentes perspectivas e habilidades no dinâmico universo do design paramétrico. Conduzidas por especialistas e visionários do setor, essas sessões imersivas explorarão técnicas de ponta, ferramentas inovadoras e aplicações práticas, criando um ambiente de aprendizado dinâmico e inspirador no qual os/as participantes poderão elevar suas habilidades de projeto a patamares inéditos.
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Casos alarmantes de desastres climáticos são uma presença constante no noticiário global. As enchentes do mês passado no sul do Brasil ganharam atenção especial, em meio a episódios que vão de ondas de calor e incêndios florestais a secas e ciclones. Essa tragédia, que deixou mais de meio milhão de pessoas desalojadas, foi compreendida como o resultado de uma combinação de fatores, incluindo ações humanas que devastaram ecossistemas para criar cidades ambientalmente irresponsáveis.
Nesse contexto, o trabalho do arquiteto baseado em Pequim, Kongjian Yu, fundador do escritório de arquitetura de paisagem Turenscape, ganhou visibilidade e reconhecimento internacional, o que incluiu receber o Prêmio Internacional de Arquitetura de Paisagem Cornelia Hahn Oberlander de 2023 (“Prêmio Oberlander”). Seu conceito de "cidades-esponja", concebido para enfrentar e prevenir enchentes urbanas diante das mudanças climáticas aceleradas, foi adotado como política nacional na China em 2013. Essa abordagem prioriza infraestruturas baseadas na natureza em grande escala, como áreas úmidas, corredores verdes e parques.
No cenário em constante evolução da arquitetura e do desenho urbano, os envelopes bioclimáticos e biogênicos apresentam uma visão instigante para as cidades do futuro. A Dra. Arta Yazdanseta, Doutora em Design com foco em energia e ambientes, investiga a interseção entre projeto, desempenho predial e ecologia biofísica vegetal. Com foco nos envelopes bioclimáticos e biogênicos, a Dra. Yazdanseta examina como essas tipologias podem aprimorar os sistemas socionaturais ao potencializar sua capacidade de auto-organização. A trajetória acadêmica da Dra. Yazdanseta inclui a obtenção dos títulos de Doutora em Design e Mestra em Design em Energia e Ambientes pela Harvard Graduate School of Design.
Suas contribuições como pesquisadora no Harvard Center for Green Buildings and Cities incluem o desenvolvimento de estratégias de design ambiental e análises de desempenho para o projeto de retrofit de baixo carbono HouseZero. Nesta entrevista, a Dra. Yazdanseta explora o conceito de envelopes bioclimáticos e sua interação com os princípios do projeto arquitetônico passivo. Com o potencial de revolucionar os ambientes urbanos, a conversa traz reflexões sobre suas pesquisas, os benefícios dos materiais de origem vegetal e o futuro da arquitetura sustentável, enfatizando a conexão fundamental entre a saúde humana e a ambiental.
À medida que cresce a conscientização sobre o desenvolvimento sustentável, o bambu desponta como uma alternativa atraente aos materiais de construção tradicionais. Esse material inovador vem ganhando espaço significativo na construção de instalações esportivas, demonstrando como práticas sustentáveis podem moldar um futuro mais verde.
O bambu se destaca como um substituto ecológico para a madeira, o concreto e o aço. Sua aplicação na construção de instalações esportivas reduz significativamente o impacto ambiental e promove a sustentabilidade. O uso de bambu de origem local em certas regiões diminui ainda mais as emissões de carbono associadas ao transporte. As vantagens do bambu, no entanto, vão além dos benefícios ambientais. Além de resistente e durável, o material é leve e flexível, tornando-se ideal para as demandas da construção moderna.
Cortesia de Saint-Gobain Architecture Student Contest
Mais de 224 universidades de 29 países participaram da final internacional da 19ª edição do Saint-Gobain Architecture Student Contest. Estudantes de todo o mundo conceberam projetos para transformar um distrito de Helsinque, na Finlândia. Os nomes vencedores acabam de ser anunciados em um evento realizado pela Saint-Gobain na capital finlandesa, entre os dias 10 e 12 de junho de 2024.
Nos vales montanhosos da província chinesa de Fujian, milhares de grandes fortalezas de taipa de pilão jazem abandonadas. Utilizada outrora tanto para defesa quanto para habitação coletiva, a tipologia tulou é parte integrante do patrimônio cultural da região, com 46 dessas estruturas reconhecidas pela UNESCO como Patrimônio Mundial. Apesar disso, as comunidades rurais do entorno têm enfrentado dificuldades para encontrar novas funções e propósitos para esses edifícios. Indo além da simples necessidade de conservação, a arquiteta Xu Tiantian, do escritório DnA_Design and Architecture, propôs-se a desenvolver e adaptar esse patrimônio para reintroduzi-lo na vida comunitária. O projeto Fujian Tulou | Adaptive Reuse ganhou recentemente o Prêmio de Ouro do Holcim Awards 2023 para a região Ásia-Pacífico, reconhecido por criar “um modelo exemplar para iniciativas de conservação de edifícios.”Em uma entrevista em vídeo para o ArchDaily, Xu Tiantian discute os princípios que fundamentam essa iniciativa e os possíveis resultados do reuso adaptativo em comunidades rurais.
Incorporadores/as costumam fazer parecer que seu mais recente edifício de escritóriosLEED Platinum reverterá, sozinho, as mudanças climáticas. A triste realidade é que poderiam passar a vida inteira projetando e construindo todas as suas obras de acordo com os padrões ambientais mais rigorosos, mas isso não irá resolver o problema. O planeta ficará mais quente, os mares subirão e as tempestades se intensificarão. Um século de queima de combustíveis fósseis já consolidou o aquecimento global na atmosfera para o resto de nossas vidas.
Nicolás Valencia conversa esta semana no podcast TERRAZA com Marie Combette e Daniel Moreno, a dupla franco-equatoriana por trás do La Cabina de la Curiosidad e do livro “Los caminos del agua”, publicado pela Arquine em 2023.
Em “Los caminos del agua”, desdobra-se uma série de viagens em diferentes escalas que trazem informações objetivas, contundentes e detalhadas sobre o surgimento dos fluxos de água na geografia da América Latina. O desenho à mão, lento, paciente e rigoroso das bacias hidrográficas propõe uma assimilação consciente das riquezas naturais deste território.
https://www.archdaily.com.br/pt/1140453/la-cabina-de-la-curiosidad-tal-como-a-agua-para-desenhar-e-preciso-deixar-fluirArchDaily Team
3XN GXN e o/a arquiteto/a paisagista DETBLÅ venceram o concurso para o projeto do novo Centro de Natureza Costeira e Pesca Esportiva em Assens, Dinamarca. A proposta apresenta uma sutil estrutura oval projetada para destacar as histórias locais do ambiente natural. O edifício busca aumentar a conscientização e a valorização do público em relação ao ambiente marinho, refletindo uma crescente compreensão sobre a necessidade de uma melhor gestão dos oceanos. O espaço também funcionará como um polo de intercâmbio de conhecimento sobre o impacto das ações humanas e das mudanças climáticas no mar.
No desenho, as linhas são elementos fundamentais de composição. Elas delineiam o espaço, esboçam estruturas e definem limites. Quando se trata de mapas e fronteiras, a linha adquire um significado particular, pois essa "simples" expressão gráfica marca uma divisão poderosa entre regiões, estabelecendo o início ou o fim de um território. Essa linha tem um significado profundo no limite entre o México e os Estados Unidos, onde ela constantemente se dissolve e questiona a própria fronteira. Nesses locais, o multiculturalismo é uma vivência cotidiana, com uma negociação contínua de limites presente em todos os aspectos da vida. A dinâmica dessas fronteiras envolve o design e a geração de uma complexa rede de interações e colaborações.
Em vez de se dividir entre tijuanenses de um lado e habitantes de San Diego de outro, essa região singular se destaca como uma comunidade cuja essência se harmoniza com um profundo legado de colaboração transfronteiriça, distanciando-se da ideia de cidades separadas por uma linha física. Sendo a primeira indicação binacional na história do programa Capital Mundial do Design (WDC, na sigla em inglês), a região de Tijuana-San Diego compartilha um interesse comum em enfrentar questões urbanas, sociais e econômicas por meio do design. Assim, por meio de conferências, cúpulas de políticas públicas e workshops, a região busca potencializar a catalisação de ideias a partir desse título.
https://www.archdaily.com.br/pt/1140730/de-linhas-de-fronteira-a-limites-difusos-san-diego-tijuana-como-a-capital-mundial-do-design-2024Enrique Tovar
Pôster de Leah Wulfman. Imagem cortesia de Architectural League Prize for Young Architects + Designers
O The Architectural League Prize for Young Architects + Designers é um concurso anual de portfólios para profissionais em início de carreira na América do Norte. Criado em 1981, o concurso é estruturado em torno de um tema anual. Este ano, o Comitê de Jovens Arquitetos/as e Designers de 2024 propôs o tema "Dirty" ("Sujo", em tradução livre), instigando os/as profissionais a "olharem além de suas apresentações de profissionalismo, respeitabilidade e especialização" e a rejeitarem métodos de trabalho excessivamente higienizados.
Os trabalhos originais dos/as seis vencedores/as do League Prize for Young Architects + Designers de 2024 estão agora em exibição em uma mostra online. As instalações criadas para a ocasião apresentam uma grande variedade de respostas e interpretações do tema central. Os projetos apresentados online — e, em alguns casos, também presencialmente — desafiam as práticas arquitetônicas tradicionais e oferecem uma introdução imersiva ao trabalho dos/as premiados/as. Além das instalações, uma programação diversificada de palestras foi organizada para aprofundar o debate sobre o tema.
Cortesia de Studio Gang | Centro de Educação Agrícola Marlboro em Gravesend, Brooklyn
O Studio Gang acaba de divulgar o projeto para o novo Marlboro Agricultural Education Center no Brooklyn, Nova York. Propondo um sistema alimentar mais equitativo e inclusivo, o projeto transforma um campus da New York City Housing Authority (NYCHA) em um polo de educação multigeracional, capacitação profissional e liderança comunitária em agricultura urbana. Gerido pela organização sem fins lucrativos The Campaign Against Hunger (TCAH), o centro busca potencializar iniciativas de longa data em toda a cidade para ampliar a autonomia e a segurança alimentar em bairros vulneráveis.
A noção de bem-estar vai muito além da ausência de doenças. Ela abrange aspectos físicos, emocionais, mentais e sociais, refletindo um estado de harmonia e equilíbrio em todas essas esferas. A busca pelo bem-estar é um processo contínuo que exige atenção e cuidado integrais com o corpo e a mente, no qual o contato com a natureza e os rituais de autocuidado desempenham um papel fundamental. De fato, no mundo acelerado de hoje, dominado por dispositivos digitais e pela vida urbana — onde desconectar-se de verdade é um grande desafio —, encontrar momentos de paz e conexão consigo e com a natureza tornou-se cada vez mais essencial. Integrar práticas de bem-estar a ambientes externos surge como uma solução atraente, que combina os benefícios terapêuticos dos cenários naturais com tecnologias de ponta voltadas à saúde. O resultado é um refúgio holístico que nutre o corpo e a mente, convidando as pessoas a relaxar e a se reconectar com o mundo ao seu redor.
Recentemente, o arquiteto Cristián Castillo Echeverría recebeu o Prêmio Nacional de Arquitetura 2024, uma distinção que reconhece e valoriza sua contribuição para a sociedade e para o habitar no Chile. Concedido pela Diretoria Nacional do Colégio de Arquitetos do Chile, o Prêmio Nacional de Arquitetura reconhece profissionais de arquitetura cuja trajetória e desempenho ético e profissional representam um exemplo para os demais colegas, atuem eles no campo da execução de obras arquitetônicas, em atividades acadêmicas, de classe, de serviço ou de gestão pública.
“Em diversas regiões do planeta, a natureza impõe condições adversas ao corpo humano. Nesses locais, projetar um edifício é quase como criar uma vestimenta: um artefato que protege e oferece conforto. Esse desafio exige um desempenho tecnológico que deve estar aliado à estética. Fazer o ser humano sentir-se bem envolve mais do que apenas atender às noções de conforto e segurança; é também uma questão de trabalhar os espaços em suas dimensões simbólicas e perceptivas.” Este é o início da descrição para o projeto da Estação Antártica Comandante Ferraz, do Estúdio 41, localizada na Península Keller, onde o mar ao redor congela por cerca de seis a sete meses do ano, em que tudo e todos chegam por avião ou navio e a loja de ferragens mais próxima está a dias de distância. Se projetar uma edificação já apresenta inúmeras complexidades, não é difícil imaginar os desafios adicionais ao desenvolver algo em um ambiente extremo, como temperaturas muito altas ou baixas, ou em locais suscetíveis à corrosão, radiação, entre outros. Neste artigo, vamos explorar as dificuldades, as principais soluções e os materiais utilizados nesses contextos.
Edifício do Museu Squama visto do rio Aura. Imagem cortesia de Sigge Architects
O escritório finlandês Sigge Architects foi anunciado como vencedor do concurso internacional para o projeto do Museu da História e do Futuro, na cidade mais antiga da Finlândia, Turku. A proposta, selecionada entre mais de 400 inscrições, cria uma estrutura permeável ao longo da orla, atuando como um catalisador para a regeneração da área. O museu tem como objetivo apresentar as pesquisas científicas mais inovadoras por meio de uma grande variedade de exposições, instalações audiovisuais e espaços educativos. A previsão é que a construção comece em 2027 e seja concluída em 2029, com a abertura ao público programada para 2030.
A pedra, como material de construção, tem sido fundamental desde os primórdios da sociedade humana, estando presente de diversas formas em nosso ambiente. Desde estruturas arquitravadas até robustos muros de pedra seca, sua presença enraizada em nosso entorno e nas primeiras construções sempre foi evidente. Alvar Aalto destacou esse fato ao afirmar que essa arquitetura primitiva poderia ser considerada a "genialidade da descoberta", uma vez que, naquela época, a natureza era a única fornecedora de materiais de construção.
Com o passar do tempo e o aprimoramento dos processos de transporte, manipulação e beneficiamento da pedra, este material tornou-se muito mais nobre e fácil de manusear. Embora preserve suas características fundamentais, hoje é possível ampliar sua aplicação como revestimento — principalmente em banheiros e cozinhas — utilizando pedras de menor tamanho, conhecidas como *pebbles* (seixos). Isso as transforma em um elemento de design que agrega interesse visual e uma nova experiência tátil, adicionando, assim, uma dimensão extra ao seu uso.
https://www.archdaily.com.br/pt/1140223/malhas-de-pedra-natural-mesclando-tradicao-e-inovacao-no-design-de-interioresEnrique Tovar
A 7ª Bienal de Arquitetura de Tallinn (TAB 2024) terá início em 9 de outubro de 2024, em diversos locais da cidade. Organizada pelo Centro Estoniano de Arquitetura, esta edição da exposição global de arquitetura explora o tema “Recursos para um Futuro” (Resources For a Future), com o objetivo de incentivar o diálogo, o trabalho interdisciplinar e a inovação na arquitetura. O evento é voltado tanto para arquitetos/as quanto para o público em geral, contando com uma programação abrangente que inclui workshops, painéis, seminários e o Open House Tallinn.
“O carbono incorporado representa de 75% a 95% das emissões de gases de efeito estufa em projetos de arquitetura da paisagem”, afirmou Chris Hardy, ASLA, PLA, associado sênior na Sasaki, durante o terceiro webinar de uma série organizada pelo Comitê de Biodiversidade e Ação Climática da ASLA. No entanto, ao selecionar materiais locais de baixo carbono, profissionais de arquitetura da paisagem podem reduzir significativamente os impactos climáticos de seu trabalho.
As emissões de carbono incorporado são geradas a partir da extração, fabricação, transporte e construção dos materiais de paisagismo. A outra parcela das emissões de um projeto provém da operação e manutenção do espaço paisagístico.
https://www.archdaily.com.br/pt/1140505/acao-climatica-significa-escolher-materiais-locais-e-de-baixo-carbonoJared Green
A flexibilidade é a palavra de ordem do nosso tempo, confrontando-nos em todos os aspectos e desafiando diariamente tanto a nós quanto aos nossos espaços. Os ambientes de vida e trabalho atuais são definidos por layouts fluidos e adaptáveis, em vez de estruturas rígidas — desde a residência urbana multifuncional até o escritório flexível em plano aberto que opera de forma tão ágil quanto nossa própria filosofia de trabalho.
Nesse âmbito, muito se fala sobre as diferentes técnicas vernaculares empregadas na arquitetura, seja a produção dos tijolos em adobe, os telhados de palha, as paredes trançadas de bambu, entre muitas outras. No entanto, enquanto a técnica vernacular concentra-se em ações ou habilidades específicas, seu significado difere das tecnologias vernaculares.
Cidades nos Estados Unidos estão adotando as Unidades Habitacionais Acessórias (ADUs, na sigla em inglês) para enfrentar a crise habitacional que afeta o país. Frequentemente construídas em lotes de residências unifamiliares já existentes, as ADUs oferecem uma alternativa acessível para aumentar a oferta de moradia em bairros consolidados. Contudo, assim como ocorre com qualquer novo desenvolvimento habitacional, uma regulamentação eficaz é fundamental para que haja uma ampla adoção. Los Angeles despontou como um laboratório urbano no uso de ADUs para mitigar seu déficit habitacional, oferecendo lições valiosas para outras cidades. A experiência do município evidencia os desafios de se estabelecer uma regulamentação, ao mesmo tempo em que promove os benefícios dessas unidades como uma solução de moradia acessível.
Os resíduos são um tema central nos debates sobre as mudanças climáticas, e o conhecido apelo para reduzir, reutilizar e reciclar continua sendo um imperativo válido que se aplica a todos, em qualquer escala. Ainda assim, alguns setores precisam prestar atenção especial aos materiais utilizados, e a construção civil é certamente um deles. Com os resíduos de construção e demolição (RCD) representando aproximadamente 25% a 30% de todos os resíduos gerados na União Europeia, este é um setor desafiador que necessita urgentemente de reinvenção no que diz respeito aos materiais. Como parte de uma abordagem holística, as membranas de EPDM (Terpolímero de Etileno-Propileno-Dieno), como a RubberGard EPDM da Elevate, podem ajudar a reduzir significativamente o impacto ambiental das edificações. Entenda o porquê a seguir.