A Espanha, com seu vasto território e notável diversidade de paisagens, tem sido uma referência no desenvolvimento de infraestruturas externas, tanto em áreas urbanas quanto rurais. O turismo tem desempenhado um papel fundamental nesse processo, com foco na criação de espaços que maximizem o usufruto do entorno natural e a integração das paisagens locais nas áreas urbanizadas. Isso deu origem a intervenções que vão desde a criação de passeios marítimos, mirantes e parques naturais, até projetos de parques urbanos em diferentes cidades. Além disso, o crescimento urbano impulsionou a criação de infraestruturas verdes, como jardins botânicos, trilhas ecológicas e reservas que buscam proteger o entorno, ao mesmo tempo em que se abrem ao público de maneira sustentável.
Em celebração ao Dia Mundial do Turismo, vale destacar o papel crucial dos postos de informações turísticas (TICs) em toda a Europa. Esses centros oferecem serviços essenciais, que vão desde a disponibilização de mapas e recomendações locais até a promoção de viagens sustentáveis. Localizados estrategicamente em importantes nós de transporte e marcos urbanos, os TICs garantem que visitantes recebam orientação personalizada para aprimorar sua experiência de viagem. Segundo a Organização Mundial do Turismo (UNWTO), a Europa recebeu cerca de 585 milhões de turistas internacionais em 2023, o que reforça a importância de um suporte local e eficiente. Os TICs têm se adaptado a essa demanda oferecendo serviços tanto presenciais quanto digitais, ajudando viajantes a tomar decisões informadas sobre seus roteiros.
Há cerca de uma década, o termo "planejamento de resiliência" tornou-se onipresente nos círculos de debate sobre o clima. Essa mudança, impulsionada por eventos cada vez mais imprevisíveis, foi moldada em parte pelo programa 100 Cidades Resilientes da Fundação Rockefeller, um esforço de seis anos e 160 milhões de dólares para estabelecer diretores de resiliência em cidades de todo o mundo. Desse programa, encerrado em 2019, surgiu seu sucessor, o Resilient Cities Catalyst (RCC), uma organização sem fins lucrativos sediada em Nova York e dedicada a projetos de "desenvolvimento de capacidades". Por ocasião da Climate Week, conversei com Sam Carter, um dos diretores fundadores do RCC, sobre sua definição de resiliência, os métodos filantrópicos e de planejamento da organização e o desafio de escalar as ações climáticas.
Sumayya Vally, arquiteta, curadora e fundadora do escritório de arquitetura Counterspace, passa a integrar o júri do Obel Award 2024. Este prêmio internacional de arquitetura, organizado pela Henrik Frode Obel Foundation, homenageia projetos que causam um impacto significativo nas pessoas e no planeta. O tema de 2024, "Architecture WITH" (Arquitetura COM), propõe repensar a profissão, enfatizando processos colaborativos e de cocriação que integram saberes diversos no cerne do projeto. A perspectiva de Vally sobre a redefinição dos papéis na arquitetura se alinha ao foco do tema em abordagens não hierárquicas e cocriativas.
A influência da Itália no design contemporâneo é profunda e cativante, com a arquitetura italiana estabelecendo pontes contínuas entre patrimônio cultural e inovação, desde avanços nas técnicas construtivas até a evolução do estilo neoclássico. Um exemplo primordial dessa integração é a tipologia da villa italiana, que atingiu seu auge durante o Renascimento com inovações revolucionárias. A Villa Almerico — projetada por Andrea Palladio e inspirada no tratado de Alberti, De re aedificatoria — exemplifica essa evolução. Reconhecida por sua planta centralizada e simétrica, sua construção marcou um ponto de virada pelas proporções clássicas e pela incorporação de pátios e jardins como extensões do espaço residencial, destacando uma notável relação contextual.
Embora a influência de Palladio tenha sido tão profunda a ponto de definir grande parte da arquitetura europeia e americana nos séculos seguintes, o conceito da villa italiana resistiu ao tempo e evoluiu. Sua capacidade de aliar funcionalidade, estética e respeito ao meio ambiente permitiu que seus princípios fundamentais permanecessem vigentes, fundindo-se hoje com as novas correntes do design contemporâneo. Um exemplo claro disso é a Villa Apua, projeto do escritório PAN Architetti inspirado no conceito versiliano de buen ritiro. O projeto meticuloso da casa atende às necessidades de seus/suas habitantes, ao mesmo tempo em que promove uma conexão íntima e reflexiva com a paisagem e com a memória de Forte dei Marmi, uma cidade situada entre a costa mediterrânea e os Alpes Apuanos. Essa harmonia é ainda mais potencializada pela grande flexibilidade das coleções da antoniolupi, cujos ricos acabamentos e materiais integram perfeitamente o espaço residencial ao mobiliário e ao entorno.
https://www.archdaily.com.br/pt/1140852/onde-o-estilo-italiano-encontra-o-bem-estar-e-a-serenidade-o-caso-da-villa-apuaEnrique Tovar
O Museu do Louvre, em Paris, anunciou o consórcio franco-americano formado pelos escritórios WHY Architecture e BGC como o vencedor do concurso internacional para o projeto expográfico do nono departamento do museu, dedicado à Arte Bizantina e Cristã Oriental. O projeto de 5.500 metros quadrados tem como objetivo oferecer uma narrativa mais equilibrada e conectada das civilizações romana, bizantina e islâmica, promovendo uma maior compreensão das influências e relações entre as expressões artísticas dessas regiões históricas. A previsão é de que os espaços sejam abertos ao público em 2027.
A Bienal de Artes Islâmicas de 2023 no Terminal Hajj Ocidental do Aeroporto Internacional King Abdulaziz. Imagem cortesia de Diriyah Biennale Foundation
A Fundação Bienal de Diriyah revelou o tema e o título da Bienal de Artes Islâmicas de 2025: And all that is in between. Programada para ocorrer de 25 de janeiro a 25 de maio de 2025, no Terminal Hajj Ocidental do Aeroporto Internacional King Abdulaziz, em Jidá, esta segunda edição explorará como a fé é vivenciada, expressa e celebrada por meio das ações de sentir, pensar e fazer.
Localizada nas montanhas centrais de Honduras, Tegucigalpa se destaca como a maior cidade do país. Com uma população de aproximadamente 1,5 milhão de habitantes, trata-se também de um dos maiores centros urbanos da América Central, cujas origens remontam a 1578, ano de sua fundação por colonizadores espanhóis. Declarada capital em 1880, a cidade consolidou-se desde então como o coração político, cultural e econômico de Honduras. Essa trajetória histórica dotou a cidade de um patrimônio arquitetônico diverso, que evidencia estilos de diferentes épocas e influências.
Estilos que variam do barroco colonial, neoclássico e art déco ao modernismo e pós-modernismo refletem sua história dinâmica. O município abriga também diversos museus que celebram a arte hondurenha tradicional e contemporânea, como o Museu da Identidade Nacional (MIN) e a Galeria Nacional de Arte. Para além de suas atrações urbanas, as montanhas circundantes abrigam as trilhas de caminhada do Parque Nacional La Tigra e diversos povoados históricos de mineração de prata do período colonial, tornando a cidade um destino imperdível em um roteiro pela América Central.
O New Jersey Performing Arts Center (NJPAC) anunciou um plano de redesenvolvimento de três anos para seu campus de 2 acres (cerca de 8.000 metros quadrados) no centro de Newark. O projeto, assinado pelos escritórios de arquitetura Skidmore, Owings & Merrill (SOM) e Weiss/Manfredi, teve suas obras iniciadas recentemente e tem conclusão prevista para o segundo semestre de 2027. O complexo integra 350 unidades residenciais de renda mista, áreas comerciais e um dinâmico centro comunitário e educacional, além de salas de ensaio, uma nova sede para a rádio pública de jazz WBGO e diversos espaços de convivência ao ar livre.
Renderização do Pavilhão do Japão. Imagem cortesia do Ministério da Economia, Comércio e Indústria
O Pavilhão do Japão na Expo 2025 em Osaka, projetado pelo escritório Nikken Sekkei Ltd, centra-se no tema "Between Lives" (Entre Vidas), enfatizando os ciclos de transformação que moldam a vida de plantas, animais e sociedades. O projeto ilustra como, à medida que os seres se aproximam do fim de seus papéis, eles transitam para novas formas, transmitindo elementos de sua existência. O pavilhão reflete esse ciclo contínuo, demonstrando como o mundo funciona por meio de inúmeros circuitos interconectados.
Como surgem os pavilhões na arquitetura? Que papel desempenham nos espaços urbanos? Para além das múltiplas interpretações existentes ao redor do mundo, a figura do pavilhão como princípio e tipologia arquitetônica tende à extroversão, associando-se a um caráter centrífugo e de abertura visual em direção ao horizonte, o qual se vincula, desde as suas origens, à tenda como proteção contra as intempéries. Os pavilhões costumam ser identificados como edificações isoladas e independentes que podem promover aberturas laterais do espaço urbano, visuais panorâmicos ou introspectivos, reflexões tecnológicas e experimentações materiais reconhecíveis tanto de fora quanto de dentro.
Viajar por terra pelas vastas extensões regionais dos países africanos sempre foi uma provação ineficiente, sobretudo na África Ocidental. O Google Maps estima, de forma otimista, que seriam necessárias 53 horas de condução ininterrupta para ir de Lagos, a maior cidade da Nigéria, a Dakar, capital do Senegal. No entanto, essa estimativa ignora a precária infraestrutura rodoviária, as complexas travessias de fronteira e os desafios socioeconômicos que, na realidade, estendem a viagem para cerca de uma semana.
Por essa razão, o projeto em andamento da Rodovia Costeira Trans-Oeste-Africana surge como uma grande oportunidade para conectar e liberar o potencial da região. Essa iniciativa, também conhecida como TAH 7, é uma rodovia transnacional que interliga 12 nações costeiras da África Ocidental, da Mauritânia, no noroeste, à Nigéria, no leste. Sua construção gradual abre novos caminhos para o transporte de cargas, infraestrutura ferroviária e, acima de tudo, formas inovadoras de arquitetura nas regiões de fronteira, respondendo às suas funções socioculturais singulares.
A arquitetura paisagísticamodernista marcou uma ruptura radical com o tradicional desenho de jardins, enfatizando a simplicidade, a funcionalidade e uma conexão mais estreita entre as pessoas e seus ambientes. Entre as décadas de 1930 e 1960, esse movimento testemunhou o surgimento de nomes visionários da arquitetura paisagística que integraram forma e função de modo a redefinir os espaços externos. Seus projetos respondiam às paisagens urbanas em rápida evolução da época, priorizando a usabilidade e criando ambientes capazes de acomodar a vida moderna. A influência duradoura desses princípios continua a moldar as práticas contemporâneas, ao mesmo tempo em que impõe desafios únicos de preservação à medida que essas paisagens envelhecem.
Refletir sobre o passado costuma ser visto como nostalgia ou, sob uma perspectiva mais crítica, como um sinal de retrocesso. No entanto, olhar para trás pode oferecer percepções valiosas sobre uma sociedade que por vezes parece excessivamente focada — quando não obcecada — no futuro e na tecnologia. Na arquitetura, essa reflexão nos permite reconectar com nossas raízes e valorizar o conhecimento acumulado ao longo de gerações. Ela nos convida a explorar como as gerações passadas projetavam estruturas duráveis e adaptadas ao seu ambiente. Refinados por séculos de observação, experimentação e, muito provavelmente, erros, esses sistemas demonstram uma compreensão profunda dos materiais locais e das técnicas construtivas.
https://www.archdaily.com.br/pt/1140518/patrimonio-em-barro-pedra-e-juncos-redescobrindo-tecnicas-construtivas-ancestraisEnrique Tovar
Os/as arquitetos/as Belinda Tato e Jose Luis Vallejo, do escritório Ecosistema Urbano, desenvolveram um espaço público plug-in projetado para mitigar os efeitos das mudanças climáticas em ambientes urbanos sem infraestrutura adequada. Intitulada Polinature, a instalação foi financiada pelo Salata Institute for Climate and Sustainability de Harvard e está atualmente montada no pátio do Harvard Center for Green Buildings and Cities. O pavilhão, que apresenta plantas nativas integradas a uma estrutura de andaimes e uma cobertura bioclimática inflável, busca demonstrar como intervenções em pequena escala podem gerar efeitos positivos cumulativos para o microclima local e a biodiversidade.
Bjarke Ingels Group (BIG) está liderando a transformação de um antigo supermercado no novo Museu de Arte em Papel na região da Jutlândia do Norte, na Dinamarca. Com a arte em papel profundamente enraizada no patrimônio cultural dinamarquês, simbolizada pelas cúpulas dobradas da Le Klint e pelos intrincados recortes de papel de H.C. Andersen, esta renovação e expansão buscam elevar o perfil do museu e duplicar o seu número de visitantes. O projeto celebrará o papel tanto como forma de arte quanto como ofício, ampliando a atuação do museu na promoção desse legado único.
Com origem há mais de 2.000 anos no norte da Europa, as saunas foram inicialmente desenvolvidas como um método de purificação corporal. Na Finlândia, esses espaços eram venerados por sua higiene e frequentemente serviam como locais para a realização de partos. Enraizadas nas tradições nórdicas, as saunas se espalharam globalmente, levando consigo elementos de design característicos, como o uso abundante de madeira, linhas limpas, ornamentação mínima e uma estética despojada. Tradicionalmente, ofereciam um ambiente sereno com assentos limitados a simples bancos retos, permitindo que os/as usuários/as se sentassem ou se deitassem. Esse modelo tradicional ganhou ampla aceitação, com seus benefícios para a saúde defendidos por profissionais da área médica e seu valor reconhecido em diversas culturas.
Com o crescimento da população urbana e a evolução dos padrões de consumo, as cidades enfrentam desafios complexos relacionados à gestão de resíduos. Abordagens tradicionais, focadas na coleta e no descarte, mostram-se hoje inadequadas diante das graves preocupações ambientais e da escassez de recursos. A gestão de resíduos tornou-se um tema central de debate, sendo apresentada como uma estratégia fundamental para a transição rumo a economias circulares. O conceito Lixo Zero busca transformar a maneira como as cidades gerenciam seus resíduos urbanos e construir culturas de apoio em torno dessa prática.
Renderização do projeto de reurbanização proposto para La Rambla. Imagem cortesia da Prefeitura de Barcelona, sob política de uso justo
La Rambla, um calçadão de 1,2 quilômetro de extensão em Barcelona, foi criada em 1766 ao longo das antigas muralhas da cidade. Adotada pelos moradores locais, tornou-se a única área espaçosa para caminhadas em uma cidade de ruas estreitas, transformando-se em um ponto de encontro central para todas as classes sociais. Com o tempo, surgiram espaços de lazer e cultura, como o Gran Teatre del Liceu e o Mercado da Boqueria, tornando o local um vibrante polo cultural. Em 2017, a prefeitura de Barcelona lançou um concurso para a revitalização deste querido espaço urbano. A equipe Km_ZERO, um grupo interdisciplinar de 15 membros que também contou com a contribuição de grupos comunitários, foi declarada vencedora. Atualmente, a primeira fase do processo de reurbanização está quase concluída, liderada por Lola Domènech e Olga Tarrasó. Cerca de cem árvores ainda precisam ser plantadas nesta fase, uma etapa que foi adiada devido à seca. A previsão é de que todo o projeto seja concluído em 2027.
Foster + Partners acaba de anunciar que foi selecionado pelo Manchester United para liderar o desenvolvimento de um masterplan para o Distrito do Estádio de Old Trafford, com foco nos terrenos de propriedade do clube que cercam o atual estádio. O objetivo é criar um destino de futebol de classe mundial para a torcida do Manchester United, integrado a uma visão mais ampla de desenvolvimento de uso misto que beneficie a comunidade local. Essa transformação visa atrair novos moradores, gerar oportunidades de emprego e estabelecer a área como um polo vibrante para visitantes de Manchester, de todo o Reino Unido e do exterior.
Uma cidade que desafia as expectativas: é o que muitos/as visitantes costumam dizer sobre a capital senegalesa, Dakar. Como a cidade portuária mais ocidental da África, que conquistou sua independência da França em 1960, Dakar é um polo regional de diversidade e cultura. Embora seja frequentemente descrita como uma cidade inesperadamente elegante e "moderna", com seus edifícios monolíticos característicos e por vezes coloridos, Dakar está, na verdade, em constante desenvolvimento, e cada um de seus distritos tende a refletir um estilo e foco diferentes, dependendo de sua população e das funções predominantes.
Iluminación sostenible y cumplimiento de la Norma DS1 en proyecto en Colcura, Chile. Image Cortesía de Schréder
A iluminação pública desempenha um papel fundamental nas cidades modernas e evoluiu consideravelmente ao longo da história. Na Antiga Grécia e em Roma, métodos rudimentares como tochas e lamparinas a óleo iluminavam algumas ruas. Durante a Idade Média, castelos e ruas de cidades europeias utilizavam lanternas a óleo e, posteriormente, velas. Um avanço significativo ocorreu com a invenção da lâmpada a gás no final do século XVIII, que foi utilizada pela primeira vez para iluminação pública em Londres em 1807, melhorando la visibilidade nas ruas e contribuindo para a redução da criminalidade. A invenção da lâmpada elétrica por Thomas Edison em 1879 revolucionou a iluminação pública, e as lâmpadas incandescentes começaram a substituir o gás, proporcionando uma iluminação mais eficiente e segura.
Dakar é uma cidade em constante desenvolvimento. Desde o período colonial, a capital do Senegal tem passado por profundas transformações em sua definição social, o que, por sua vez, afetou seu tecido urbano e arquitetônico. Desde o mandato francês, que de certa forma forçou a transição das tradições habitacionais locais para um estilo de vida mais "europeu", as engrenagens da mudança foram postas em movimento. Posteriormente, uma notável tentativa pós-colonial de redefinir Dakar tornou-se inevitável. Essa redefinição manifestou-se de diversas maneiras, ainda visíveis hoje, e moldou uma cidade de linguagens arquitetônicas híbridas que desafia as expectativas da maioria dos visitantes.
Embora o renomado modernismo de meados do século africano estivesse certamente presente nos anos que se seguiram à independência do Senegal em 1960, isso se deveu principalmente à sua popularidade entre profissionais de arquitetura atuantes na região, e não à sua relevância para os esforços de reconstrução da capital. A abordagem modernista, observada principalmente em edifícios públicos, institucionais e culturais, e que persiste hoje sob um estilo contemporâneo mais indefinido, sempre teve como objetivo projetar Dakar para o mundo. No entanto, ela não refletia a realidade do desenvolvimento da cidade nem o modo de vida de seus habitantes.
Em um esforço para trazer o foco de volta a Dakar, algumas das coberturas mais recentes do ArchDaily destacaram as diversas iniciativas de desenvolvimento e projeto que buscam proporcionar melhores condições de vida aos seus habitantes.