1. ArchDaily
  2. Artigos

Artigos

Um diálogo contínuo entre a madeira e o design através da obra de John Pawson

Acesso exclusivo | 

John Pawson é um renomado arquiteto e designer britânico, amplamente reconhecido por sua abordagem minimalista, que valoriza a simplicidade, a proporção e a autenticidade dos materiais. Em seu trabalho, explora o espaço e a luz com profundidade, depurando cada elemento até sua essência para criar ambientes que promovem tranquilidade e foco. Seu portfólio abrange residências privadas, galerias, igrejas e monastérios, cada um exemplificando sua dedicação à pureza material e à harmonia espacial. Ao equilibrar linhas limpas, texturas naturais e detalhes sutis, Pawson estabelece uma elegância moderna e uma qualidade atemporal que o consagram como um pioneiro do minimalismo arquitetônico.

Projetos planos não bastam: por que o 2D precisa de uma terceira dimensão na arquitetura colaborativa atual

Acesso exclusivo | 

Dos desenhos a nanquim em papel vegetal aos modelos digitais 3D altamente detalhados, o papel do/a arquiteto/a evoluiu, e os softwares de projeto de última geração estão capacitando os/as profissionais de hoje com dados valiosos e flexibilidade projetual. No passado, o trabalho era meticuloso e exigia um enorme esforço manual, com cada linha e detalhe desenhados à mão com o auxílio de réguas e outros instrumentos. Com o tempo, programas como o Revit revolucionaram o campo ao permitir a criação de desenhos precisos e organizados digitalmente, simplificando edições e a replicação de componentes.

Eileen Gray através das lentes: filme lança luz sobre a arquiteta e sua visão do modernismo

Acesso exclusivo | 

Uma jornada pelo legado de Eileen Gray e sua casa mais famosa na Riviera Francesa, "E.1027 – Eileen Gray and the House by the Sea", dos diretores Beatrice Minger e Christoph Schaub, convida o espectador a adentrar o complexo legado da pioneira arquiteta irlandesa e sua visão única do modernismo. Projetada no final da década de 1920, a casa não apenas materializa o gênio arquitetônico de Gray, mas também carrega a sombra de uma narrativa desconfortável envolvendo Le Corbusier e Jean Badovici. Através de seu documentário de ficção, Minger e Schaub iluminam a obra inovadora de Gray e criticam as narrativas predominantes de dominância masculina na história do modernismo.

Eileen Gray através das lentes: filme lança luz sobre a arquiteta e sua visão do modernismo - Imagem 1 de 4Eileen Gray através das lentes: filme lança luz sobre a arquiteta e sua visão do modernismo - Imagem 2 de 4Eileen Gray através das lentes: filme lança luz sobre a arquiteta e sua visão do modernismo - Imagem 3 de 4Eileen Gray através das lentes: filme lança luz sobre a arquiteta e sua visão do modernismo - Imagem 4 de 4Eileen Gray através das lentes: filme lança luz sobre a arquiteta e sua visão do modernismo - Mais Imagens+ 2

Transformando espaços urbanos: como reintegrar grandes projetos de infraestrutura?

Acesso exclusivo | 

Projetos de infraestrutura de grande escala frequentemente buscam conectar locais distantes dentro de áreas urbanas, facilitando o transporte, a logística e as atividades comerciais ao longo de suas rotas. Contudo, embora esses projetos interliguem destinos distantes, sua presença física marcante pode afetar significativamente as comunidades locais. Isso pode resultar no isolamento e no distanciamento de bairros anteriormente conectados, na desestruturação de espaços públicos e, de modo geral, em experiências negativas ao ar livre causadas por ruídos, poluição e pela falta de atenção e manutenção dessas infraestruturas.

Ainda assim, diversos projetos bem-sucedidos no ambiente construído conseguiram reintegrar infraestruturas controversas às comunidades por meio de um desenho urbano cuidadoso de espaços abertos. A Coulée verte René-Dumont, em Paris, desponta como um dos primeiros exemplos, enquanto o High Line de Nova York é um dos mais célebres. O High Line demonstra como intervenções ao ar livre bem concebidas podem mitigar o distanciamento causado por grandes infraestruturas, promover a reconexão comunitária, funcionar como polos culturais e econômicos e, inclusive, impulsionar o desenvolvimento imobiliário de seu entorno, como ocorreu em Hudson Yards.

Transformando espaços urbanos: como reintegrar grandes projetos de infraestrutura? - Imagen 1 de 4Transformando espaços urbanos: como reintegrar grandes projetos de infraestrutura? - Imagen 5 de 4Transformando espaços urbanos: como reintegrar grandes projetos de infraestrutura? - Imagen 4 de 4Transformando espaços urbanos: como reintegrar grandes projetos de infraestrutura? - Imagen 2 de 4Transformando espaços urbanos: como reintegrar grandes projetos de infraestrutura? - Mais Imagens+ 24

Sustentabilidade e circularidade na construção: a crescente demanda por profissionais qualificados

A ascensão da sustentabilidade e da economia circular está transformando a indústria da construção, o que tem gerado uma crescente demanda por novos postos de trabalho especializados. Funções como a de gestor/a de sustentabilidade ou consultor/a em economia circular estão se tornando cada vez mais comuns nos projetos atuais.

Hotéis modernistas na África Oriental: um reflexo da identidade nacional

Acesso exclusivo | 

Em meados do século XX, a maioria dos países do continente africano conquistou sua independência. Aquele período de euforia trouxe sentimentos voltados para o futuro e o desejo de romper com o passado. Como movimento arquitetônico, o modernismo era ideal para a época, e as nações recém-independentes criaram amplos programas de construção para se firmarem como Estados plenamente soberanos.

Os hotéis são uma tipologia que ilustra de forma exemplar a complexa história arquitetônica e política da época. Alguns foram construídos especificamente para abrigar delegações internacionais, outros para impulsionar o turismo, e outros ainda surgiram do desejo de líderes fortes. Embora constituam uma tipologia edilícia secundária, diversos hotéis pela África permanecem como registros físicos de episódios importantes da história de seus respectivos países. Após explorar as trajetórias dos hotéis modernistas da África Ocidental, este segundo artigo se volta para a África Oriental para revelar como essa tipologia discreta se articula com narrativas mais amplas de independência e identidade nacional.

Hotéis modernistas na África Oriental: um reflexo da identidade nacional - Image 1 of 4Hotéis modernistas na África Oriental: um reflexo da identidade nacional - Image 2 of 4Hotéis modernistas na África Oriental: um reflexo da identidade nacional - Image 3 of 4Hotéis modernistas na África Oriental: um reflexo da identidade nacional - Image 4 of 4Hotéis modernistas na África Oriental: um reflexo da identidade nacional - Mais Imagens+ 8

O Futuro do Trabalho: Ambientes de Trabalho Sencientes para o Bem-Estar dos Colaboradores

Acesso exclusivo | 

Imagine entrar em um ambiente que compreende você por completo, conhece seus hábitos e trabalha ativamente para apoiar seu bem-estar como ocupante. A qualidade do ar poderia ser monitorada e gerenciada, e os ritmos circadianos dos ocupantes poderiam ser rastreados para sugerir estados ideais de produtividade. Profissionais de design de interiores e arquitetura corporativa vêm considerando a saúde e o bem-estar de quem ocupa o espaço em seus projetos para os escritórios do futuro. Ao especular sobre o que o amanhã nos reserva, há argumentos sólidos de que a arquitetura e o design de interiores sencientes serão forças disruptivas na maneira como interagimos com nossos ambientes de trabalho.

O Futuro do Trabalho: Ambientes de Trabalho Sencientes para o Bem-Estar dos Colaboradores - Image 1 of 4O Futuro do Trabalho: Ambientes de Trabalho Sencientes para o Bem-Estar dos Colaboradores - Image 2 of 4O Futuro do Trabalho: Ambientes de Trabalho Sencientes para o Bem-Estar dos Colaboradores - Image 3 of 4O Futuro do Trabalho: Ambientes de Trabalho Sencientes para o Bem-Estar dos Colaboradores - Image 4 of 4O Futuro do Trabalho: Ambientes de Trabalho Sencientes para o Bem-Estar dos Colaboradores - Mais Imagens+ 2

Uma fusão única de arquitetura e tecnologia de ponta oferecida pelo MA2 da SCI-Arc

É possível imaginar uma experiência de aprendizado na qual o conhecimento arquitetônico tradicional se funde perfeitamente com jogos, IA, simulação e realidade aumentada (RA)? É exatamente isso que o currículo do MA2 do SCI-Arc oferece. Essa combinação inovadora não apenas capacita estudantes com habilidades essenciais em projeto, teoria e prática tradicionais, mas também oferece as ferramentas necessárias para explorar tecnologias de ponta que estão redefinindo o setor do design.

O que é superprovisão? Uma estratégia para uma arquitetura resiliente

Acesso exclusivo | 

A superprovisão tradicionalmente implica oferecer mais do que o necessário, muitas vezes carregando uma conotação negativa devido ao potencial de excesso e desperdício. No entanto, haveria cenários no ambiente construído em que a superprovisão se mostra vantajosa? Essa questão examina criticamente como o superdimensionamento pode aumentar a flexibilidade de um edifício e sua adaptabilidade a condições diversas e em constante evolução.

A premissa subjacente de prover com precisão o que é necessário para um edifício é que as partes interessadas — incluindo proprietários/as, arquitetos/as e designers — possam prever e atender com exatidão às necessidades atuais e futuras de uma estrutura. Essa suposição, contudo, é difícil de se concretizar, já que mudanças sociais, econômicas e culturais frequentemente ocorrem de maneiras imprevisíveis. Nesse contexto, a superprovisão surge como uma estratégia contraintuitiva, mas potencialmente benéfica. À medida que edifícios e estruturas inevitavelmente se transformam, aqueles projetados com adaptabilidade inerente reduzem a necessidade de reformas onerosas ou reconstruções completas.

O que é superprovisão? Uma estratégia para uma arquitetura resiliente - 1 的图像 4O que é superprovisão? Uma estratégia para uma arquitetura resiliente - 2 的图像 4O que é superprovisão? Uma estratégia para uma arquitetura resiliente - 3 的图像 4O que é superprovisão? Uma estratégia para uma arquitetura resiliente - 4 的图像 4O que é superprovisão? Uma estratégia para uma arquitetura resiliente - Mais Imagens+ 7

Projetando com Empatia: Arquitetura para a Equidade Social

Acesso exclusivo | 
Áudio disponível

A arquitetura é há muito tempo compreendida como uma ferramenta poderosa para moldar o ambiente físico e as dinâmicas sociais nele inseridas. No entanto, seu potencial para promover a equidade social é muitas vezes negligenciado. O design orientado pela empatia convida arquitetos/as a abordarem seu trabalho não apenas como criadores de espaços, mas como facilitadores de conexões humanas e do bem-estar comunitário. Essa abordagem centra-se na compreensão das experiências de vida, lutas e aspirações das pessoas — particularmente de comunidades marginalizadas — e na resposta às suas necessidades por meio de uma arquitetura inclusiva e atenta. Ela vai além da estética e da funcionalidade, concentrando-se, em vez disso, na criação de espaços que promovam a dignidade, a acessibilidade e a equidade social. Ao priorizar a empatia, arquitetos/as podem projetar ambientes que fortaleçam comunidades, combatam disparidades e criem espaços inclusivos que promovam transformações sociais positivas de maneira tangível e centrada no ser humano.

Projetando com Empatia: Arquitetura para a Equidade Social - Imagen 1 de 4Projetando com Empatia: Arquitetura para a Equidade Social - Imagen 2 de 4Projetando com Empatia: Arquitetura para a Equidade Social - Imagen 3 de 4Projetando com Empatia: Arquitetura para a Equidade Social - Imagen 4 de 4Projetando com Empatia: Arquitetura para a Equidade Social - Mais Imagens+ 13

Renaturalização de Cursos d'Água Urbanos: O Estudo de Caso do Riacho Cheonggye em Seul, Coreia do Sul

Acesso exclusivo | 
Áudio disponível

O Córrego Cheonggye, conhecido como Cheonggyecheon (청계천) em coreano, corre em direção ao leste pelo coração de Seul, atravessando 13 bairros em quatro distritos da capital da Coreia do Sul. Ao longo de sua história, o córrego desempenhou diferentes papéis na cidade até ser coberto por uma via expressa elevada na década de 1970. Por mais de 30 anos, essa artéria natural permaneceu oculta. Foi apenas em 2003 que o governo municipal lançou um projeto de restauração para reintegrar esse curso d'água urbano ao tecido da cidade, revitalizar a economia local e resgatar a história e a cultura da região. Os esforços de revitalização foram liderados pelo escritório Mikyoung Kim Design. Desde a conclusão do projeto em 2005, o local tornou-se rapidamente uma das atrações turísticas mais visitadas de Seul. Além disso, transformou-se em ponto focal para extensas pesquisas urbanas, com diversos estudos apresentando avaliações positivas sobre o impacto causado no contexto urbano, econômico e ecológico de Seul.

Renaturalização de Cursos d'Água Urbanos: O Estudo de Caso do Riacho Cheonggye em Seul, Coreia do Sul - 1 的图像 4Renaturalização de Cursos d'Água Urbanos: O Estudo de Caso do Riacho Cheonggye em Seul, Coreia do Sul - 2 的图像 4Renaturalização de Cursos d'Água Urbanos: O Estudo de Caso do Riacho Cheonggye em Seul, Coreia do Sul - 3 的图像 4Renaturalização de Cursos d'Água Urbanos: O Estudo de Caso do Riacho Cheonggye em Seul, Coreia do Sul - 4 的图像 4Renaturalização de Cursos d'Água Urbanos: O Estudo de Caso do Riacho Cheonggye em Seul, Coreia do Sul - Mais Imagens+ 6

Produção de alimentos voltada para o futuro: Integrando a agricultura de alta tecnologia às cidades

Acesso exclusivo | 
Áudio disponível

Crise, crise, crise... e adivinha? Mais crises. Toda vez que ouvimos essa palavra, tudo parece mais desanimador. No entanto, a questão é a seguinte: a cada desafio surge uma oportunidade. Da escassez de moradia acessível à desaceleração econômica e à emergência climática, há sempre um novo desafio abrindo as portas para novas possibilidades. Contudo, a verdade é que nenhum desses eventos é isolado; eles estão todos interconectados de alguma forma, formando diferentes facetas de uma mesma história. Talvez uma das menos mencionadas, sobretudo no que diz respeito ao ambiente construído, seja a crise alimentar global, que cresce de forma (quase) silenciosa, prestes a assumir o protagonismo. Ela impõe vários desafios para a futura produção de alimentos, especialmente nas cidades.

Gerações de mudança: mulheres que redefiniram a arquitetura da paisagem

Acesso exclusivo | 
Áudio disponível

As mulheres desempenharam um papel fundamental na evolução da arquitetura paisagística, superando as limitações de uma profissão dominada por homens para introduzir ideias inovadoras e novas perspectivas. Das primeiras pioneiras às líderes contemporâneas, seu trabalho remodelou a maneira como interagimos com os espaços públicos e privados, entrelaçando estética, funcionalidade e sustentabilidade de formas inovadoras.

No final do século XIX e início do século XX, as arquitetas paisagistas conquistaram seu espaço na profissão, enfatizando a harmonia entre as estruturas construídas e as paisagens naturais. Seus projetos demonstravam um profundo compromisso com a comunidade e o equilíbrio ecológico, pavimentando o caminho para uma abordagem inclusiva e reflexiva de projeto que continua a inspirar a disciplina hoje.

Gerações de mudança: mulheres que redefiniram a arquitetura da paisagem - Image 1 of 4Gerações de mudança: mulheres que redefiniram a arquitetura da paisagem - Image 2 of 4Gerações de mudança: mulheres que redefiniram a arquitetura da paisagem - Image 3 of 4Gerações de mudança: mulheres que redefiniram a arquitetura da paisagem - Image 4 of 4Gerações de mudança: mulheres que redefiniram a arquitetura da paisagem - Mais Imagens+ 31

Uma Máquina de Viver Urbana para o Bem Comum: Edifícios de Serviços Municipais em Hong Kong

Acesso exclusivo | 
Áudio disponível

Em Delirious New York, Rem Koolhaas discute de forma vívida o Downtown Athletic Club, um exemplo marcante de como o exterior despretensioso de um edifício pode ocultar uma vibrante mistura de programas distintos e independentes. Por trás da fachada uniforme desse arranha-céu, um clube atlético privado abriga uma gama eclética de instalações — academias de boxe ao lado de bares de ostras e campos de golfe internos sob piscinas —, todas segregadas, porém altamente acessíveis. O Downtown Athletic Club sintetizou o dinamismo dos arranha-céus de Nova York na época, exibindo o fascínio do capitalismo por meio de um mundo de lazer seletivo e voltado para si, repleto de privilégios para um grupo seleto. Essa "máquina de programas" operava de forma independente da cidade externa, como um ecossistema isolado dentro de suas paredes. No entanto, cabe perguntar: poderia um modelo semelhante, projetado para uso público, criar uma experiência de comunidade e vizinhança mais inclusiva e viva? Isso ativaria o edifício em seu interior, em vez de servir apenas a elites selecionadas, além de influenciar e transformar o tecido urbano e as formas ao seu redor. Em Hong Kong, um paralelo distante pode ser traçado com os Edifícios de Serviços Municipais (MSBs) — estruturas financiadas pelo setor público que atendem à comunidade ao integrar diversas funções em uma única e vasta massa edificada, de forma muito semelhante ao Downtown Athletic Club.

Uma Máquina de Viver Urbana para o Bem Comum: Edifícios de Serviços Municipais em Hong Kong - 1 的图像 4Uma Máquina de Viver Urbana para o Bem Comum: Edifícios de Serviços Municipais em Hong Kong - 2 的图像 4Uma Máquina de Viver Urbana para o Bem Comum: Edifícios de Serviços Municipais em Hong Kong - 3 的图像 4Uma Máquina de Viver Urbana para o Bem Comum: Edifícios de Serviços Municipais em Hong Kong - 4 的图像 4Uma Máquina de Viver Urbana para o Bem Comum: Edifícios de Serviços Municipais em Hong Kong - Mais Imagens+ 15

Uma Narrativa de Resiliência Cultural: A Evolução da Academia de Ciências da Estônia

Acesso exclusivo | 

No coração de Tallinn, onde a história se entrelaça em ruas de paralelepípedos e torres antigas, ergue-se o Palácio Ungern-Sternberg — um monumento que une o passado opulento da aristocracia da Estônia ao vibrante mundo acadêmico contemporâneo. Hoje sede da Academia de Ciências da Estônia, este edifício histórico encarna a duradoura dedicação da Estônia ao conhecimento e à preservação cultural. Por meio do Open House Tallinn, evento que destaca o patrimônio arquitetônico da cidade, a relevante história do palácio e seus notáveis detalhes arquitetônicos são apresentados a um público mais amplo, oferecendo uma perspectiva única sobre a resiliência cultural do país.

Construído no século XIX como símbolo do poder aristocrático, o palácio transformou-se de residência privada em um polo nacional de vida intelectual. Seus grandes salões, outrora palco de recepções suntuosas, agora acolhem atividades científicas e acadêmicas, ilustrando como a arquitetura patrimonial pode evoluir junto às transformações sociais.

Uma Narrativa de Resiliência Cultural: A Evolução da Academia de Ciências da Estônia - Image 1 of 4Uma Narrativa de Resiliência Cultural: A Evolução da Academia de Ciências da Estônia - Image 2 of 4Uma Narrativa de Resiliência Cultural: A Evolução da Academia de Ciências da Estônia - Image 3 of 4Uma Narrativa de Resiliência Cultural: A Evolução da Academia de Ciências da Estônia - Image 4 of 4Uma Narrativa de Resiliência Cultural: A Evolução da Academia de Ciências da Estônia - Mais Imagens+ 17

Redescobrindo o Modernismo na África: da nostalgia ao otimismo

Acesso exclusivo | 

O meado do século XX marcou um período de transformação para a África, com a conquista da independência por 29 países entre 1956 e 1964, sinalizando o surgimento do Estado-nação em todo o continente. Essa era ecoou um espírito de libertação e progresso, em paralelo aos movimentos globais da época, como a criação de organizações internacionais como as Nações Unidas (1945) e a Organização da Unidade Africana (1963). Nesse contexto, a arquitetura modernista emergiu como um símbolo potente de identidade nacional, ambição e aspiração coletiva por um futuro melhor. À medida que as nações recém-independentes buscavam se definir além de seus passados coloniais, a adoção dos princípios do Movimento Moderno facilitou a construção de infraestruturas fundamentais — como centros de convenções, edifícios governamentais e hotéis —, além do desenvolvimento do ensino de arquitetura, em um momento em que arquitetos e arquitetas locais começavam a substituir profissionais estrangeiros ou a cooperar com eles.

Este artigo inaugura uma nova série intitulada Redescobrindo o modernismo na África, com o objetivo de explorar o legado arquitetônico do Movimento Moderno no continente, destacando seu papel na construção das nações e na evolução do ensino de arquitetura, ao mesmo tempo em que lança luz sobre os arquitetos, as arquitetas e os movimentos que moldaram essa era de transformações.

Redescobrindo o Modernismo na África: da nostalgia ao otimismo - Image 1 of 4Redescobrindo o Modernismo na África: da nostalgia ao otimismo - Image 2 of 4Redescobrindo o Modernismo na África: da nostalgia ao otimismo - Image 3 of 4Redescobrindo o Modernismo na África: da nostalgia ao otimismo - Image 4 of 4Redescobrindo o Modernismo na África: da nostalgia ao otimismo - Mais Imagens+ 13

Transformando espaços de escritório: o reaproveitamento de estruturas subutilizadas nos Estados Unidos

Acesso exclusivo | 

A continuidade do trabalho remoto transformou o dinamismo do centro das cidades e a paisagem tradicional dos escritórios, deixando para trás muitos espaços vazios cujo destino ainda é motivo de especulação. Quatro anos após o início das políticas de trabalho híbrido, as taxas de ocupação de escritórios nos centros urbanos continuam abaixo dos níveis pré-pandemia, sinalizando uma mudança de longo prazo no ambiente corporativo. Algumas incorporadoras buscaram reposicionar esses edifícios, enquanto outras buscam usos alternativos para prédios desocupados em áreas centrais. Embora ambas as abordagens tragam benefícios à sua maneira, o potencial de reconversão de edifícios de escritórios é vasto e promissor. Da habitação residencial a instalações de pesquisa de ponta, profissionais de arquitetura e incorporação exploram as diversas possibilidades e os desafios de transformar essas estruturas subutilizadas em novos espaços vibrantes.

Transformando espaços de escritório: o reaproveitamento de estruturas subutilizadas nos Estados Unidos - Image 1 of 4Transformando espaços de escritório: o reaproveitamento de estruturas subutilizadas nos Estados Unidos - Image 2 of 4Transformando espaços de escritório: o reaproveitamento de estruturas subutilizadas nos Estados Unidos - Image 3 of 4Transformando espaços de escritório: o reaproveitamento de estruturas subutilizadas nos Estados Unidos - Image 4 of 4Transformando espaços de escritório: o reaproveitamento de estruturas subutilizadas nos Estados Unidos - Mais Imagens+ 2

Como a exposição Time Space Existence 2025 está moldando o discurso arquitetônico global

O Centro Cultural Europeu (ECC) revelou o próximo capítulo de sua aclamada exposição Time Space Existence. Em sua sétima edição, esta célebre bienal de arquitetura transformará mais uma vez Veneza em um polo global de inovação arquitetônica. De 10 de maio a 23 de novembro de 2025, os icônicos espaços do Palazzo Bembo, Palazzo Mora e dos Jardins da Marinaressa servirão como palcos vibrantes para um caleidoscópio de ideias e visões que redefinem a comunidade do ambiente construído.

Explorando vigas de bambu partido: uma abordagem moderna para a construção com bambu

Acesso exclusivo | 

Ao longo dos anos, por meio de projetos como a Green School e as residências do Green Village, o bambu tem se tornado um material cada vez mais popular em Bali, na Indonésia. Embora escritórios de design na região, como o IBUKU, tenham trabalhado majoritariamente com o bambu em sua forma roliça (colmo inteiro), avanços e testes realizados nos últimos anos buscam expandir o uso de vigas de bambu ripado no campo da construção.

Guia de Arquitetura de Singapura: 18 projetos para explorar na "Cidade Jardim"

Acesso exclusivo | 

Situada no coração do Sudeste Asiático, Singapura se destaca como um farol de urbanização sustentável. De acordo com o Green City Index de 2016, a cidade-estado de Singapura chegou a ser considerada a cidade mais verde da Ásia. Reconhecida como a "Cidade em um Jardim", Singapura integrou uma exuberante vegetação, parques verdejantes e novas políticas ambientais à sua malha urbana. Após conquistar sua independência em 1965, a cidade-estado serve como um testemunho de como a vida urbana pode se integrar à natureza.

Das maravilhas futuristas do célebre Marina Bay Sands e do Jewel Changi Airport, projetados pelo escritório Safdie Architects, ao patrimônio icônico do antigo Supremo Tribunal, hoje a National Gallery Singapore, a cidade exibe uma rica tapeçaria de estilos e influências. Singapura também adotou sua própria versão do modernismo, expressa em obras como o Colonnade Condominiums, projetado pelo arquiteto Paul Rudolph, e o Pearl Bank Apartments, de Tan Cheng Siong. Nomes consagrados da arquitetura, como Moshe Safdie, Norman Foster e o escritório WOHA, deixaram marcas indeléveis na cidade com seus projetos inovadores.

Guia de Arquitetura de Singapura: 18 projetos para explorar na "Cidade Jardim" - Imagem 1 de 4Guia de Arquitetura de Singapura: 18 projetos para explorar na "Cidade Jardim" - Imagem 2 de 4Guia de Arquitetura de Singapura: 18 projetos para explorar na "Cidade Jardim" - Imagem 3 de 4Guia de Arquitetura de Singapura: 18 projetos para explorar na "Cidade Jardim" - Imagem 4 de 4Guia de Arquitetura de Singapura: 18 projetos para explorar na Cidade Jardim - Mais Imagens+ 14

Como o design de varejo constrói comunidades de marca

Acesso exclusivo | 

Para se diferenciarem em mercados competitivos, as principais marcas de varejo do mundo estão recorrendo ao design de varejo para cultivar comunidades de entusiastas de suas marcas. Como os métodos tradicionais de marketing já não engajam o público consumidor, os espaços físicos oferecem um caminho para experiências mais imersivas e personalizadas, alinhadas aos seus valores e estilos de vida. A evolução das preferências da clientela tem levado à criação de experiências de varejo autênticas, que agora funcionam como áreas de lazer e entretenimento. Projetar pontos de venda que incentivem o engajamento, a exploração e o sentimento de pertencimento permite que as marcas cultivem um público fiel.

Como o design de varejo constrói comunidades de marca - Image 1 of 4Como o design de varejo constrói comunidades de marca - Image 2 of 4Como o design de varejo constrói comunidades de marca - Image 3 of 4Como o design de varejo constrói comunidades de marca - Image 4 of 4Como o design de varejo constrói comunidades de marca - Mais Imagens+ 3

Transmitindo a cultura local: 15 museus e espaços culturais contemporâneos na Cidade do México

Acesso exclusivo | 

A Cidade do México é reconhecida por sua abundância de museus, patrimônios históricos e riqueza cultural. De fato, a capital conta com mais de 173 museus, grandes e pequenos, espalhados por suas 16 alcaldías (distritos municipais). A presença desses espaços culturais intensifica o apelo artístico de uma metrópole vibrante. Como diversos arquitetos e arquitetas pioneiras do México souberam entrelaçar arte e arquitetura moderna, a cidade se tornou o berço de museus icônicos e clássicos da arquitetura modernista mexicana.

Transmitindo a cultura local: 15 museus e espaços culturais contemporâneos na Cidade do México - Imagen 1 de 4Transmitindo a cultura local: 15 museus e espaços culturais contemporâneos na Cidade do México - Imagen 2 de 4Transmitindo a cultura local: 15 museus e espaços culturais contemporâneos na Cidade do México - Imagen 3 de 4Transmitindo a cultura local: 15 museus e espaços culturais contemporâneos na Cidade do México - Imagen 4 de 4Transmitindo a cultura local: 15 museus e espaços culturais contemporâneos na Cidade do México - Mais Imagens+ 29

Arquitetura de saúde na Índia: Princípios estratégicos de projeto para enfrentar a divisão urbano-rural

Acesso exclusivo | 

Em uma nação tão diversa quanto a Índia, o panorama da saúde apresenta desafios complexos e inúmeras oportunidades. A infraestrutura hospitalar do país está sob crescente pressão em termos de acessibilidade, qualidade e equidade, sobretudo diante de um crescimento populacional vertiginoso. Enquanto o desenvolvimento urbano se expande em meio a essas limitações, arquitetos e arquitetas têm conseguido posicionar soluções inovadoras de projeto como agentes mediadores, também reduzindo o abismo entre as zonas urbana e rural no que se refere à qualidade e ao acesso à saúde na Índia.

Arquitetura de saúde na Índia: Princípios estratégicos de projeto para enfrentar a divisão urbano-rural - Imagen 1 de 4Arquitetura de saúde na Índia: Princípios estratégicos de projeto para enfrentar a divisão urbano-rural - Imagen 2 de 4Arquitetura de saúde na Índia: Princípios estratégicos de projeto para enfrentar a divisão urbano-rural - Imagen 3 de 4Arquitetura de saúde na Índia: Princípios estratégicos de projeto para enfrentar a divisão urbano-rural - Imagen 5 de 4Arquitetura de saúde na Índia: Princípios estratégicos de projeto para enfrentar a divisão urbano-rural - Mais Imagens+ 2

15 projetos na Índia que utilizam fachadas tradicionais de jali: solução para controlar luz, temperatura e ventilação

Acesso exclusivo | 

Iluminação natural, ar fresco e uma temperatura confortável constante. Esses são três dos componentes mais básicos de que precisamos em nossos espaços internos. Ao expandir e aumentar o uso de vidro em fachadas de edifícios contemporâneos, podemos potencializar a entrada de luz natural. No entanto, para aliar essas superfícies envidraçadas de piso a teto à ventilação e ao controle de temperatura, muitas vezes são necessárias soluções técnicas de alto desempenho.

À medida que o setor da arquitetura volta seu foco para uma maior sustentabilidade e eficiência energética, muitos projetos contemporâneos nos ambientes mais quentes (e cada vez mais quentes) do mundo estão resgatando métodos tradicionais de controle de temperatura, luz e ventilação, aprendendo com o passado para nos salvar do futuro.

15 projetos na Índia que utilizam fachadas tradicionais de jali: solução para controlar luz, temperatura e ventilação - Imagen 1 de 415 projetos na Índia que utilizam fachadas tradicionais de jali: solução para controlar luz, temperatura e ventilação - Imagen 2 de 415 projetos na Índia que utilizam fachadas tradicionais de jali: solução para controlar luz, temperatura e ventilação - Imagen 3 de 415 projetos na Índia que utilizam fachadas tradicionais de jali: solução para controlar luz, temperatura e ventilação - Imagen 4 de 415 projetos na Índia que utilizam fachadas tradicionais de jali: solução para controlar luz, temperatura e ventilação - Mais Imagens+ 17

¡Você seguiu sua primeira conta!

Você sabia?

Agora você receberá atualizações das contas que você segue! Siga seus autores, escritórios, usuários favoritos e personalize seu stream.