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Como sistemas de estacionamento robotizados viabilizam a arquitetura urbana

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Economia de espaço, redução de custos e uma experiência de uso agradável – estacionar não poderia ser melhor do que isso.

As paisagens urbanas em todo o mundo estão mudando, e profissionais de arquitetura enfrentam o constante desafio de integrar vagas de estacionamento a novos empreendimentos ou imóveis existentes em ambientes urbanos densamente construídos. Embora haja uma ambição crescente de substituir os carros como principal ferramenta de mobilidade, estamos longe de alcançar esse objetivo. A maioria das revitalizações de centros urbanos atualmente exige estacionamentos estruturados. Onde o espaço é restrito, rampas de acesso ou o raio de giro de uma garagem convencional podem ser difíceis de encaixar. Como os sistemas de estacionamento robotizados não exigem esses elementos nem acesso para pedestres, eles conseguem acomodar até 60% mais carros no mesmo espaço – aumentando o retorno sobre o investimento (ROI) das vagas. Alternativamente, o mesmo número de carros pode ser estacionado em apenas 60% da área de uma garagem convencional, gerando economias significativas de custo na fase de construção. Em ambos os casos, a experiência de uso em sistemas de estacionamento robotizados – com áreas de entrada bem iluminadas, processos seguros de retirada de veículos e redução na emissão de gases poluentes, já que a busca por uma vaga é efetivamente eliminada – é incomparável.

Proposta de projeto do ECADI para o Concurso Internacional de Conceito do Museu WorldSkills

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Este projeto integra o concurso de conceito para o único Museu Mundial de Habilidades (World Skills Museum) do mundo. O objetivo é restaurar e renovar um antigo galpão fabril às margens do Rio Huangpu, transformando-o em um espaço voltado à promoção da educação profissional de jovens e articulado às competições de habilidades técnicas, criando paralelamente um espaço público urbano dinâmico.

Sete dicas de Realidade Virtual para tornar o processo de projeto mais eficiente

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A realidade virtual oferece benefícios que seriam inimagináveis há alguns anos. Os projetos podem ser explorados antes mesmo de serem construídos, permitindo a visualização completa dos interiores antes que todos os detalhes sejam definidos. Ela permite que arquitetos/as e clientes se tornem verdadeiros parceiros no desenvolvimento do projeto.

Luz, Câmera, Arquitetura!: Onde a cenografia e a arquitetura se cruzam

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O que Kanye West e Frank Gehry têm em comum?

À primeira vista, não muito. No entanto, ambos já trabalharam com palcos de design marcante: o uso de escalas e dimensões exageradas para manipular a percepção visual, paredes e lajes de concreto robustas para enfatizar o peso e a grandiosidade, andaimes visíveis para criar uma estética industrial e inacabada... Parece familiar, não é?

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Occidentului 40, fotografado pelas lentes de Laurian Ghinitoiu

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A Rua Occidentului é bastante característica de Bucareste — uma combinação de villas, casas-vagão e estruturas do entreguerras e pós-guerra. O Occidentului 40, do escritório ADN BA, selecionado para a lista de finalistas do Prêmio Mies da UE de 2019, é uma verdadeira lição de detalhamento arquitetônico e sutileza. O volume é composto por blocos, cada um respondendo às alturas e aos ritmos do entorno. 

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Soluções para a crescente crise de moradia acessível em Londres propostas no mais recente concurso da Bee Breeders

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A disparada nos preços das moradias em Londres tornou-se tão insustentável que muitas pessoas têm recorrido a concessões longe das ideais. É possível encontrar residências amplas, mas ao custo de horas de deslocamento diário; ainda há imóveis disponíveis na cidade, mas apenas para quem tem salários astronômicos. Sem conseguir conciliar suas necessidades, as pessoas recorrem a soluções improvisadas que desestruturam a malha urbana existente e frustram todos os envolvidos. Certamente podemos fazer melhor. 

Soluções para a crescente crise de moradia acessível em Londres propostas no mais recente concurso da Bee Breeders - Imagem de DestaqueSoluções para a crescente crise de moradia acessível em Londres propostas no mais recente concurso da Bee Breeders - Image 21 of 4Soluções para a crescente crise de moradia acessível em Londres propostas no mais recente concurso da Bee Breeders - Image 39 of 4Soluções para a crescente crise de moradia acessível em Londres propostas no mais recente concurso da Bee Breeders - Image 53 of 4Soluções para a crescente crise de moradia acessível em Londres propostas no mais recente concurso da Bee Breeders - Mais Imagens+ 49

Compilação de Projetos 2018 - Lacime ARCHITECTS

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Fundado em Xangai em 2001, o escritório Lacime Architects sempre aderiu à filosofia arquitetônica de “simplificar o complexo, retornar à essência”, buscando criar arquiteturas de excelência com forte enraizamento local. Ao longo dos anos, mantendo a tradição de excelência de práticas internacionais, o escritório tem persistido no princípio da inovação independente, colocando o design em primeiro lugar. Dedica-se à aplicação de novas tecnologias e materiais que refletem o espírito de nosso tempo e, a partir disso, busca traduzir conceitos culturais em suas obras, em uma tentativa de perpetuar o patrimônio cultural e evidenciar as características da era contemporânea.

Este artigo reúne uma seleção de projetos de 2018, apresentando edifícios públicos, pavilhões de demonstração e áreas residenciais sob quatro perspectivas: acessibilidade pública, pesquisa do novo estilo chinês, renovação urbana e habitação contemporânea. (A lista a seguir não segue uma ordem específica).

O projeto localiza-se na margem oeste do Lago Xiang, em Nanchang, onde a morfologia urbana de grande escala da nova cidade se diferencia significativamente da estrutura “orgânica” do centro antigo. O Rio Fu, que corre para o sul a partir do “Delta do Pavilhão Tengwang”, busca preservar as características paisagísticas da cidade, transformando as pontes em elementos fundamentais do desenho urbano. Este projeto busca resgatar a memória morfológica desta cidade contemporânea, mantendo-se fiel à sua herança cultural.

À medida que a crise habitacional de Londres se aprofunda, uma proposta provocativa sugere que a solução está nas mãos da Rainha

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"Os salões são repletos de candelabros reluzentes, tapetes suntuosos, colunas de mármore, esculturas e obras de arte valiosas", afirma Benedikt Hartl, cofundador do Opposite Office, sobre o Palácio de Buckingham. A residência de 775 cômodos, 79 banheiros e cerca de 77.000 metros quadrados (828.821 pés quadrados) abriga a realeza britânica desde a década de 1830. E se a recente proposta "Affordable Palace" do Opposite Office fosse adiante, também poderia ser o seu lar.

A Semana na Arquitetura: Blue Monday e as aspirações de um novo ano

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Para quem vive no hemisfério norte, a última semana cheia de janeiro começou com a Blue Monday — tida como a segunda-feira mais deprimente do ano. O clima é cinzento, o sol se põe cedo, as promessas de ano novo já foram quebradas e há apenas um vislumbre longínquo de férias no horizonte. Talvez seja justamente esse contexto desanimador que esteja tornando o setor especialmente produtivo, com o anúncio de uma série de novos projetos, conclusões de estruturas e inaugurações nesta semana.

A retrospectiva da semana de 21 de janeiro de 2019, a seguir: 

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Pavilhão dos EUA da Bienal de Arquitetura de Veneza chega a Chicago

Dimensions of Citizenship: Architecture and Belonging from the Body to the Cosmos (Dimensões da Cidadania: Arquitetura e Pertencimento do Corpo ao Cosmos), a representação oficial dos EUA na recém-encerrada 16ª Exposição Internacional de Arquitetura da Bienal de Veneza, estará em exibição pela primeira vez nos Estados Unidos no Wrightwood 659, um novo espaço de arte localizado na 659 W. Wrightwood Avenue, em Chicago, de 15 de fevereiro a 27 de abril de 2019. Dedicada a explorar a noção de cidadania hoje e o papel potencial da arquitetura e do design na criação de espaços para ela, a mostra Dimensions of Citizenship é composta por sete instalações exclusivas, cada uma criada por uma equipe transdisciplinar de arquitetos/as e designers.

A necessidade existencial de simplificação de Mies vs. BricsCAD BIM

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"Há uma necessidade existencial de simplificação." - Ludwig Mies van der Rohe

O pai do “menos é mais”

Mies defendeu o conceito de “menos é mais” muito antes do surgimento da Modelagem da Informação da Construção (BIM). Como diretor da escola Bauhaus, ele buscou estabelecer um estilo arquitetônico que servisse de alternativa moderna aos estilos clássico ou gótico. O foco de seus projetos era a clareza e a simplicidade.

O profundo simbolismo do Museu Judaico, através das lentes de Bahaa Ghoussainy

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No coração de Berlim reside uma metáfora arquitetônica de invisibilidade, vazio e anarquia, forjada pela Segunda Guerra Mundial sobre a população judaica. A expansão do Museu Judaico original, cujo processo teve início com um concurso anônimo promovido pelo governo de Berlim, foi proposta como um meio de resgatar a presença judaica, reinserindo sua cultura e religião na capital alemã. Com projeto assinado por Daniel Libeskind, que utilizou a arquitetura como forma de expressão, o museu narra a trajetória da civilização judaica antes, durante e depois do Holocausto.

O profundo simbolismo do Museu Judaico, através das lentes de Bahaa Ghoussainy - Image 1 of 4O profundo simbolismo do Museu Judaico, através das lentes de Bahaa Ghoussainy - Image 2 of 4O profundo simbolismo do Museu Judaico, através das lentes de Bahaa Ghoussainy - Image 3 of 4O profundo simbolismo do Museu Judaico, através das lentes de Bahaa Ghoussainy - Image 4 of 4O profundo simbolismo do Museu Judaico, através das lentes de Bahaa Ghoussainy - Mais Imagens+ 15

A insignificância da estética: exposição no Vitra Design Museum adiciona um contexto de urgência à obra de Victor Papanek

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A insignificância da estética: exposição no Vitra Design Museum adiciona um contexto de urgência à obra de Victor Papanek - Image 3 of 4
Victor Papanek. Imagem cortesia de doação de Nicolette Papanek/Victor J. Papanek Foundation

Este artigo foi publicado originalmente na Metropolis Magazine como "Design Provocateur: Revisiting the Prescient Ideas of Victor Papanek".

“Hoje, o design industrial colocou o assassinato em escala de produção em massa,” declarou Victor Papanek, provocador e crítico do design, do púlpito de um happening de ativismo de design em 1968. “Ao projetar automóveis de uma insegurança criminosa que matam ou mutilam,” bradou, “ao criar uma espécie inteiramente nova de lixo permanente para entulhar a paisagem, e ao escolher materiais e processos que poluem o ar que respiramos, designers se tornaram uma espécie perigosa.”

Cidade do Super Bowl: Um guia das joias arquitetônicas de Atlanta

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Mercedes-Benz Stadium Atlanta / HOK

SquareOne propõe a reconversão de uma torre d'água em spas públicos e habitação estudantil

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Levante a mão quem já quis nadar dentro de uma torre de água. Na realidade, provavelmente seria um lugar escuro, sinistro e não tão legal quanto parece. No entanto, esse não é o caso do projeto do escritório dinamarquês SquareOne, no qual o topo de uma torre de água abandonada se transforma em uma piscina pública e spa. Utilizando o sistema estrutural existente da torre, o SquareOne também propõe a adição de mais de 40 unidades de habitação estudantil suspensas ao redor da estrutura. Essa proposta de uso duplo responde à grave escassez de moradia em Copenhague, ao mesmo tempo em que dá nova vida a um edifício antigo.

 

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Olvia Demetriou sobre a transição do 2D para o 3D com a Graphisoft

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Em uma profissão tão complexa quanto a arquitetura, a resistência à mudança é comum. A adoção de novas tecnologias traz novos desafios. Contudo, à medida que a tecnologia avança, os escritórios de arquitetura acompanham esse ritmo para se manterem relevantes.

20 palestras do TED mais inspiradoras para arquitetos/as

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Sem inspiração? Que tal escolher uma destas 20 TED Talks para assistir? No ano passado, publicamos os “10 TED Talks mais inspiradores para arquitetos/as” e, este ano, damos continuidade ao tema. Com palestrantes de diversas áreas — de Alastair Parvin, cofundador/a do WikiHouse, ao/à renomado/a fotógrafo/a Iwan Baan, até o/a arquiteto/a Moshe Safdie —, estes discursos apaixonados certamente despertarão sua criatividade, independentemente de seus interesses específicos. Faça uma pausa; todos valem a pena.

Os melhores documentários sobre a Bauhaus na internet

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O ano de 2019 marca o centenário do início da Bauhaus, um movimento originado no âmbito acadêmico cuja influência superou transferências forçadas, intervenções políticas e, por fim, o seu fechamento. Embora a tecnologia, o gosto e os estilos arquitetônicos tenham passado por profundas transformações desde então, a Bauhaus permanece como um dos temas mais fundamentais no campo do ensino de arquitetura e design, atraindo o interesse de um público cada vez mais amplo.

Como parte das nossas celebrações da Bauhaus — e também para saciar seu desejo de aprofundar-se no tema —, selecionamos alguns dos melhores documentários sobre a escola disponíveis para assistir online. Com imagens raras de arquivo, entrevistas exclusivas e perspectivas singulares sobre a Bauhaus, esses filmes são uma excelente porta de entrada para o assunto.

Estúdio do SCI-Arc explora trocas digital e fisicamente

Estúdio do SCI-Arc explora trocas digital e fisicamente - Imagem 1 de 4Estúdio do SCI-Arc explora trocas digital e fisicamente - Imagem 2 de 4Estúdio do SCI-Arc explora trocas digital e fisicamente - Imagem 3 de 4Estúdio do SCI-Arc explora trocas digital e fisicamente - Imagem 4 de 4Estúdio do SCI-Arc explora trocas digital e fisicamente - Mais Imagens+ 1

Com o início de um novo ano letivo, o SCI-Arc continua a expandir sua rede global de Iniciativas Satélites. Atuando como polos de experimentação e reunindo mentes de todo o mundo em simpósios únicos, exposições diversas e workshops, essas iniciativas oferecem novas oportunidades para engajar e testar as ideias de vanguarda do Instituto no cenário de cidades fora de seu contexto nativo em Los Angeles.

Meses antes da inauguração, a prometida — e vendida — utopia high-tech de Hudson Yards ainda é apenas um sonho

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Este artigo foi publicado originalmente na Metropolis Magazine como "Hudson Yards Promised a High-Tech Neighborhood — It was a Greater Challenge Than Expected."

Há algo de surpreendente no centro de comando do maior empreendimento imobiliário privado dos Estados Unidos, o Hudson Yards: ele é, na verdade, bastante monótono. A sala — tecnicamente conhecida como Centro de Controle de Energia (ECC, na sigla em inglês) — abriga duas longas mesas repletas de computadores, alguns monitores de TV fixados na parede e um quadro de cortiça cheio de crachás da equipe. O teto é modulado; a iluminação, fluorescente. No entanto, o Hudson Yards, em Nova York, foi anunciado no passado como a primeira “comunidade quantificada” do país: uma rede de sensores coletaria dados sobre a qualidade do ar, níveis de ruído, temperatura e fluxo de pedestres. Isso criaria um ciclo de feedback para as incorporadoras, ajudando-as a monitorar e melhorar a qualidade de vida local. Onde está, então, o centro de controle digno da NASA? A coleta de dados e a infraestrutura avançada ainda orientarão parte das operações do Hudson Yards, mas não (ainda) da maneira inicialmente prometida.

7 exemplos internacionais de como a Bauhaus continuou viva após 1933

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Após a dissolução da Bauhaus sob pressão política nazista em abril de 1933, as ideias, os ensinamentos e as filosofias da escola espalharam-se pelo mundo com a dispersão de ex-estudantes e docentes diante da iminência da guerra. Entre os inúmeros talentos criativos associados à Bauhaus, muitos seguiram carreiras notáveis em outras paragens. Alguns/as se estabeleceram como artistas ou profissionais atuantes, enquanto outros/as continuaram ou iniciaram trajetórias na docência — e muitos/as conciliaram ambas as atividades ao longo da vida.

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A Semana na Arquitetura: a tão esperada ascensão do reuso e a próxima geração de arquitetos/as

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© Jaime Navarro. Cineteca Nacional / Rojkind Arquitectos

A última segunda-feira trouxe consigo não apenas uma nova semana, mas também o início do ano novo lunar. Esse recomeço traz uma nova oportunidade para refletir sobre o passado e traçar novos caminhos — uma ocasião bem-vinda para quem já está sentindo aquela clássica melancolia de início de ano. 

Olhar para trás para seguir em frente parece ter sido o grande tema desta semana, marcado pelo anúncio de diversos memoriais e reformas em sítios históricos. Embora a onda de novos projetos nesta semana seja mera coincidência, a recente proliferação de propostas de reúso e de memoriais, de modo geral, não deveria ser uma surpresa. À medida que a era dos chamados starchitects e seus edifícios icônicos caminha para o fim, os movimentos de reúso e preservação, gestados há longa data, devem ganhar protagonismo como uma das principais vertentes da arquitetura contemporânea. Embora grandes obras como a Biblioteca LocHal e o Battersea Arts Centre sirvam de referência, trata-se de um movimento que valoriza a pequena escala e o contexto local. 

Tendências em Visualização de Arquitetura 2019: Storytelling com novas mídias

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A cada ano, surgem novas ferramentas e técnicas para aprimorar e acelerar a visualização arquitetônica. Os últimos anos têm sido especialmente estimulantes devido aos avanços nos aplicativos de renderização em tempo real. Quando combinada a tecnologias de suporte, como óculos de realidade virtual, projetores e placas de vídeo, a renderização fotorrealista em tempo real coloca ao nosso alcance mídias de visualização dinâmicas e impressionantes — como mundos de realidade mista e aumentada, configuradores interativos e apresentações semelhantes a jogos —, permitindo que profissionais de arquitetura e design contem suas histórias de forma verdadeiramente expressiva.

6 escolas que definiram seus próprios estilos arquitetônicos

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O ensino de arquitetura sempre foi fundamentalmente influenciado pelos estilos populares de cada época, mas essa relação também flui na direção oposta. Afinal, todos os estilos precisam surgir em algum lugar, e escolas revolucionárias ao longo dos séculos funcionaram como influenciadoras e geradoras de seus próprios movimentos arquitetônicos. Essas escolas, progressistas em seus tempos, costumam ser fundadas por mentes experimentais descontentes, em busca de algo que não era oferecido anteriormente nem na produção nem no ensino da arquitetura. Em vez disso, trilham seu próprio caminho e levam seus estudantes consigo. À medida que esses/as estudantes se formam e seguem para a prática profissional ou se tornam docentes, a influência da escola se propaga e um novo movimento nasce.

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