As reclamações de arquitetos e arquitetas são inúteis. O edifício com estrutura leve de madeira sobre embasamento — o chamado 5-over-1 — veio para ficar. "A Caixa", como gosto de chamá-la, utiliza a tecnologia híbrida de uma base de concreto e aço sob uma estrutura leve de madeira, sendo usada predominantemente para habitação a preço de mercado. Apesar da reação negativa comum à sua estética banal, seu apelo para uma grande parcela de consumidores de apartamentos é inegável. É também, obviamente, um sucesso entre as incorporadoras.
À medida que Kharkiv inicia sua longa jornada de recuperação após o devastador conflito na Ucrânia, um concurso global de projetos foi lançado pela Norman Foster Foundation e pela Buildner para reimaginar um dos marcos mais importantes da cidade: a Praça da Liberdade. Símbolo do planejamento urbano da era soviética, a praça, juntamente com o Edifício da Administração Regional, foi severamente danificada por um ataque de mísseis em 1º de março de 2022. O ataque deixou o edifício em ruínas e a praça com as marcas do conflito.
Um "espaço temporário" (ou *meanwhile space*) refere-se à ocupação provisória de uma área ociosa — seja uma loja vazia, um edifício desativado ou um terreno aguardando redesenvolvimento. O conceito gira em torno do aproveitamento produtivo dessas áreas durante o período de transição, antes que um uso definitivo seja estabelecido. Trata-se, essencialmente, de dar vida ao intervalo, transformando espaços subutilizados em locais vibrantes e funcionais durante períodos de incerteza ou transição.
Essencialmente, o projeto de fachadas deve aliar proteção, desempenho e impacto visual, tornando-se um elemento arquitetônico definidor. A evolução das fachadas reflete os avanços em materiais, tecnologia e flexibilidade de projeto. Antigamente, as fachadas utilizavam materiais simples como tijolo, pedra e madeira, oferecendo suporte estrutural ao mesmo tempo em que expressavam estilos regionais. Com o tempo, novos materiais como ferro e aço foram introduzidos, permitindo edifícios mais altos com fachadas de vidro contínuas que marcaram o início do modernismo nos centros urbanos. O século XX trouxe o concreto armado e o alumínio para o perímetro das edificações, possibilitando projetos mais leves e variados. Avanços recentes em materiais de alto desempenho, como os painéis compostos e revestimentos de base biológica, oferecem aos profissionais de arquitetura novas opções estéticas e de eficiência energética. A STACBOND exemplifica essa inovação, viabilizando soluções de projeto criativas e sustentáveis.
O clima do Canadá é conhecido por seus contrastes drásticos, variando de invernos rigorosos a verões quentes. Grandes áreas metropolitanas como Toronto, Montreal e Vancouver enfrentam uma variedade de condições climáticas extremas: nevascas intensas, tempestades de gelo e temperaturas congelantes são comuns. Em alguns casos, os termômetros podem despencar para menos de -30 °C, especialmente em cidades como Montreal ou Quebec. Por sua vez, essas condições climáticas impõem desafios significativos a profissionais de arquitetura e engenharia ao projetarem com determinados materiais. Nesse cenário, o tijolo continua sendo um material de construção popular, não apenas por sua condutividade térmica relativamente baixa — o que o torna um bom isolante durante o inverno —, mas também por sua profunda ligação com o patrimônio arquitetônico do país.
Se outrora o tijolo era um material estrutural primário, seu papel na arquitetura moderna mudou, passando a ser utilizado predominantemente em vedações e revestimentos externos. Isso permite que profissionais de arquitetura experimentem com o tijolo como elemento de textura e design, em vez de se concentrarem em suas capacidades estruturais. Embora o clima de fato influencie a escolha dos materiais, a importância histórica do tijolo e sua capacidade de criar texturas e padrões complexos em fachadas fazem dele uma escolha atraente para projetos contemporâneos em todo o Canadá. Profissionais da arquitetura contemporânea estão constantemente encontrando novas maneiras de reinterpretar esse material clássico, explorando diferentes paginações e texturas de superfície que agregam riqueza estética, ao mesmo tempo que garantem a resiliência dos edifícios diante das condições climáticas extremas.
Caminhar sobre um piso de vidro é uma experiência única que mistura deslumbramento com um toque de inquietação. A transparência cria a ilusão de vazio sob os pés, apesar do suporte firme, gerando uma desconexão visual que faz com que cada passo pareça hesitante, como se estivesse flutuando ou cruzando uma ponte invisível. Embora o vidro seja projetado para garantir a segurança, a mente muitas vezes o associa à fragilidade, gerando uma curiosa tensão entre confiança e dúvida. É essa mistura de emoções que torna a caminhada sobre um piso de vidro algo tão inesquecível.
Os pisos de vidro modernos são incrivelmente resistentes, graças a materiais e processos de fabricação avançados. Geralmente feitos de vidro laminado — composto por múltiplas camadas unidas por uma película intermediária durável —, eles são projetados para evitar o estilhaçamento em fragmentos cortantes. Em termos de capacidade de carga, um piso de vidro bem projetado pode suportar pesos equivalentes ou superiores aos dos materiais de revestimento tradicionais, muitas vezes ultrapassando 500 quilos por metro quadrado, dependendo do projeto e da aplicação. Ao pisar em um piso de vidro, não se trata apenas de caminhar: é flutuar, suspenso entre a realidade e a ilusão, em uma proeza emocionante do design moderno.
Al-Imam Al-Shafi'i. Imagem cortesia de Megawra - Built Environment Collective
Cairo, muitas vezes chamada de "Cidade dos Mil Minaretes", ostenta uma das tapeçarias culturais e arquitetônicas mais ricas do mundo. Seu patrimônio reflete séculos de influências diversas, desde monumentos faraônicos até a arquitetura islâmica e mameluca. No entanto, a preservação desse legado é um desafio constante diante das pressões urbanas, das mudanças climáticas e das dinâmicas socioeconômicas. A conservação do patrimônio no Cairo não se resume a salvaguardar essas estruturas, mas sim a integrá-las à vida das comunidades locais, garantindo que permaneçam como espaços dinâmicos e acessíveis.
Na vanguarda dessa missão está a Dra. May al-Ibrashy, arquiteta e conservadora cuja abordagem inovadora e voltada para a comunidade redefiniu a forma como o patrimônio é preservado. Como fundadora do Megawra–Built Environment Collective, ela tem trabalhado incansavelmente em bairros como Al-Khalifa, Al-Hattaba e Sayyida Zeinab para restaurar monumentos históricos ao mesmo tempo em que cria espaços públicos vibrantes. Seu trabalho faz a ponte entre a preservação arquitetônica e a regeneração urbana, garantindo que esses distritos históricos funcionem tanto como marcos culturais quanto como espaços vivos e funcionais para a população local.
O que faz de um edifício arquitetura? O eterno debate sobre o que distingue a arquitetura da mera construção utilitária frequentemente inclui a habitação social e de baixo custo como um tema de grande influência, despertando diferentes pontos de vista. Esta questão é particularmente significativa no contexto latino-americano, onde condições singulares vão além das preocupações com custos, sejam elas impostas ou inevitáveis. O acesso limitado ao financiamento, a prevalência da autoconstrução e a disseminação de assentamentos informais são fatores interligados que moldam o ambiente construído. Essas dinâmicas fomentam uma estética que, para alguns, desafia as noções de boa arquitetura, manifestando-se em paisagens urbanas onde os materiais aparentes se tornam uma característica definidora.
https://www.archdaily.com.br/pt/1140763/narrativas-nao-polidas-materiais-aparentes-na-habitacao-social-da-america-latinaEnrique Tovar & José Tomás Franco
O A' Design Award está de volta com uma nova seleção de premiados/as e uma chamada para inscrições, expandindo os limites do design criativo com uma mensagem clara: "o bom design merece grande reconhecimento". Este ano, um júri composto por 278 membros avaliou propostas em 185 categorias distintas, que incluem o Good Industrial Design Award, o Good Product Design Award e o Architecture Design Award, destacando o melhor do design global.
A Villa Cavrois se consolida como um poderoso testemunho do modernismo inicial e da visão do arquiteto Robert Mallet-Stevens. Construída entre 1929 and 1932 em Croix, na França, esta residência histórica foi encomendada por Paul Cavrois, um importante industrial do setor têxtil, com o objetivo de materializar os valores modernos e abrigar sua família em crescimento. O projeto de Mallet-Stevens funde os ideais modernistas a uma estética luxuosa e funcional que rompe drasticamente com os estilos tradicionais, configurando um espaço definido por linhas puras, proporções equilibradas e materiais inovadores.
Muito mais do que uma casa de família, a Villa Cavrois foi concebida como um manifesto arquitetônico, apresentando novas e ousadas ideias para o desenho residencial que inspirariam gerações futuras. Sua distribuição espacial meticulosamente planejada, seus recursos tecnológicos avançados e a conexão harmoniosa com a paisagem circundante a posicionaram como um símbolo do habitar moderno.
Museu Nacional Sheikh Zayed / Foster + Partners. Imagem cortesia de Foster + Partners
Com a proximidade do fim de 2024, o mundo da arquitetura volta seus olhos para 2025, um ano que promete revelar projetos transformadores em todo o mundo. Desde marcos culturais na Ásia — como o "Grand Ring" de Sou Fujimoto para a Expo 2025 em Osaka e o Museu de Ciência de Hainan, do escritório MAD Architects, na China — até desenvolvimentos urbanos dinâmicos, como o Harajuku Quest do OMA em Tóquio e a Elbtower de David Chipperfield em Hamburgo, esses projetos refletem o compromisso com a inovação, a sustentabilidade e a preservação do patrimônio cultural.
Na América do Norte, o Shirley Chisholm Recreation Center do Studio Gang, no Brooklyn, e o Lucas Museum of Narrative Art, em Los Angeles, destacam o papel da arquitetura no fortalecimento dos laços comunitários. Enquanto isso, a Europa aguarda a torre residencial híbrida de Shigeru Ban na Antuérpia e o Centro de Visitantes do Parque Nacional de Butrint, na Albânia, projetado por Kengo Kuma, evidenciando a interseção entre o design contemporâneo e o contexto local. À medida que essas obras ganham forma, oferecem um vislumbre do poder da arquitetura de redefinir espaços e inspirar comunidades.
"Ó bela, por teus céus espaçosos, por tuas ondas douradas de trigo, terá existido outro lugar na Terra onde tantas pessoas de riqueza e poder pagaram por e toleraram tanta arquitetura que detestavam quanto dentro de tuas fronteiras abençoadas hoje em dia?"
Tom Wolfe escreveu isso em seu livro de 1981, Da Bauhaus ao Nosso Caos. O conflito entre o designmoderno e o tradicional mal diminuiu desde então, como fica evidente neste artigo recente. Nos Estados Unidos, os edifícios modernos frequentemente enfrentam aversão por parte da comunidade, por motivos já conhecidos: a percepção de frieza e a falta de sensibilidade contextual, o impacto no caráter local e a perda de continuidade histórica. Contudo, sob outra perspectiva, a crítica ao design moderno encontra ainda mais força em uma escala maior: a da cidade. As cidades estadunidenses modernas são marcadas por congestionamentos e poluição, desigualdade social e gentrificação, perda de senso comunitário e de espaços culturais, além da escassez de áreas públicas utilizáveis.
https://www.archdaily.com.br/pt/1140781/arquitetura-contemporanea-e-a-cidade-modernaGerhard W. Mayer
Fundada em 1864, a Universidade Gallaudet tornou-se a primeira instituição de ensino estadunidense voltada para pessoas surdas e com deficiência auditiva. A universidade é oficialmente bilíngue, adotando a Língua de Sinais Americana (ASL) e o inglês escrito em todos os seus programas pedagógicos. Ao longo dos anos, a instituição expandiu-se, adaptando tanto seus métodos de ensino quanto suas instalações às demandas de seus estudantes. Esse processo permitiu aprender com a própria comunidade estudantil a superar desafios cotidianos e criar um ambiente mais seguro e acolhedor. Esses aprendizados consolidaram-se em diretrizes de projeto, desenvolvidas para conscientizar a comunidade de arquitetura sobre estratégias capazes de tornar os espaços mais acessíveis para todos.
Esta seleção curada da Melhor Arquitetura Não Construída destaca projetos enviados pela comunidade do ArchDaily que demonstram o uso de formas orgânicas em diferentes tipologias arquitetônicas e programas. Frequentemente, a arquitetura orgânica serve como prova do que somos capazes de criar em 2024, inovando em termos de tecnologia estrutural e de materiais. Do HospiWood, de Vincent Callebaut, ao Cadence Art Center, de Zomorrodi & Associates, estes exemplos revelam uma mudança no pensamento de projeto. Seja em uma villa residencial nos Estados Unidos ou em um resort estruturado em torno de uma piscina curvilínea nos Países Baixos, a arquitetura orgânica tem se consolidado como uma tendência global.
Atualmente, a diversidade e a inclusão consolidam-se como pilares fundamentais no projeto de espaços, orientando a criação de estruturas que se adaptem às necessidades de todas as pessoas. Essa abordagem abrangente aborda a funcionalidade das edificações com o objetivo de transformar cada aspecto do projeto, promovendo a acessibilidade desde a concepção. Um marco fundamental nessa trajetória foi a instituição de leis como a Americans with Disabilities Act (ADA) nos Estados Unidos. Este documento estabeleceu um marco legal para proibir a discriminação contra pessoas com deficiência e abriu um precedente para promover o projeto de espaços públicos e serviços acessíveis a todas as pessoas.
Embora seja inegável que esses avanços representem um divisor de águas na acessibilidade do ambiente construído, historicamente, tais códigos fizeram com que a estética predominante dos banheiros acessíveis se baseasse na mera conformidade técnica. Esse foco acabou por afastar o desenvolvimento projetual, resultando em propostas esteticamente limitadas. Embora o cumprimento das normas não seja questionável, essa situação gerou a necessidade de novas visões que possam transformar a estética dos banheiros, mantendo a estrita adesão a tais regulamentos. A crescente demanda por instalações acessíveis impulsionou o desenvolvimento de conceitos inovadores, como as cabines Superloo. Essa instalação autônoma maximiza o espaço útil ao mesmo tempo em que destaca a tendência de fundir funcionalidade e inclusão em um ambiente esteticamente agradável.
https://www.archdaily.com.br/pt/1140850/estilo-e-acessibilidade-se-encontram-solucoes-de-ponta-em-banheiros-para-todas-as-pessoasEnrique Tovar
Com o passar do tempo, nossa compreensão dos espaços que habitamos evolui em resposta às mudanças de circunstâncias. Essa transformação é natural e essencial, pois a arquitetura precisa se adaptar às demandas exclusivas de cada época. Tendências globais recentes, em especial o trabalho remoto, evidenciaram a necessidade de adaptabilidade no design. Somados a uma mudança geracional que traz novas perspectivas sobre o ambiente construído, esses fatores impulsionaram mudanças notáveis no design de interiores, remodelando nossa compreensão de conforto — não apenas em casa, mas também em academias, onde as pessoas agora passam mais tempo. Essa evolução convida a uma reconsideração de como nos relacionamos com o que nos cerca a partir de nossas experiências. Como resultado, os espaços fitness passam por uma transformação interessante diante dessas novas percepções.
https://www.archdaily.com.br/pt/1140862/reimaginando-os-espacos-de-academia-a-ascensao-de-experiencias-fitness-pautadas-pelo-designEnrique Tovar
A silhueta urbana da Cidade do México não é apenas um testemunho de seu rico patrimônio arquitetônico, mas também um reflexo das histórias, mitos e peculiaridades intrínsecos às suas estruturas. De marcos monumentais a edifícios menos conhecidos, cada canto da cidade guarda uma história fascinante que vai muito além de suas fachadas. Neste artigo, mergulhamos em alguns dos relatos mais intrigantes que cercam as edificações mais icônicas da CDMX, oferecendo um vislumbre dos mistérios e da relevância cultural ocultos entre suas paredes.
Com uma longa trajetória dedicada a capacitar profissionais de design e dar vida às suas ideias de forma primorosa, o software SketchUp oferece um conjunto de ferramentas de modelagem 3D intuitivo e completo pronto para o uso. No entanto, é possível potencializar ainda mais seus recursos com uma variedade de extensões poderosas.
O Extension Warehouse do SketchUp apresenta centenas de plugins para as mais diversas áreas, desde animação e planejamento urbano até design de interiores e arquitetura. Essas ferramentas eliminam tarefas repetitivas, aumentam a precisão e otimizam os fluxos de trabalho, permitindo que profissionais personalizem e aprimorem sua experiência no SketchUp. Contudo, diante de tantas opções de extensões, dar o primeiro passo pode parecer desafiador. Comece com esta lista com as 11 melhores extensões do SketchUp para expandir e personalizar seus fluxos de trabalho.
A influência da Itália no design contemporâneo é profunda e cativante, com a arquitetura italiana estabelecendo pontes contínuas entre patrimônio cultural e inovação, desde avanços nas técnicas construtivas até a evolução do estilo neoclássico. Um exemplo primordial dessa integração é a tipologia da villa italiana, que atingiu seu auge durante o Renascimento com inovações revolucionárias. A Villa Almerico — projetada por Andrea Palladio e inspirada no tratado de Alberti, De re aedificatoria — exemplifica essa evolução. Reconhecida por sua planta centralizada e simétrica, sua construção marcou um ponto de virada pelas proporções clássicas e pela incorporação de pátios e jardins como extensões do espaço residencial, destacando uma notável relação contextual.
Embora a influência de Palladio tenha sido tão profunda a ponto de definir grande parte da arquitetura europeia e americana nos séculos seguintes, o conceito da villa italiana resistiu ao tempo e evoluiu. Sua capacidade de aliar funcionalidade, estética e respeito ao meio ambiente permitiu que seus princípios fundamentais permanecessem vigentes, fundindo-se hoje com as novas correntes do design contemporâneo. Um exemplo claro disso é a Villa Apua, projeto do escritório PAN Architetti inspirado no conceito versiliano de buen ritiro. O projeto meticuloso da casa atende às necessidades de seus/suas habitantes, ao mesmo tempo em que promove uma conexão íntima e reflexiva com a paisagem e com a memória de Forte dei Marmi, uma cidade situada entre a costa mediterrânea e os Alpes Apuanos. Essa harmonia é ainda mais potencializada pela grande flexibilidade das coleções da antoniolupi, cujos ricos acabamentos e materiais integram perfeitamente o espaço residencial ao mobiliário e ao entorno.
https://www.archdaily.com.br/pt/1140852/onde-o-estilo-italiano-encontra-o-bem-estar-e-a-serenidade-o-caso-da-villa-apuaEnrique Tovar
Tomar banho é um dos rituais fisicamente mais sensoriais com os quais nos comprometemos diariamente — muitas vezes, quando o tempo permite, até mesmo várias vezes ao longo do dia. O banho representa o poder transformador da água sobre o corpo, oferecendo uma cascata de plenitude e bem-estar. Trata-se de um ato tão elementar quanto rotineiro e purificador. Os novos modelos Serenity Sky da Dornbracht foram desenvolvidos com foco em elevar a experiência do banho de chuva, maximizando cada um de seus aspectos, ao mesmo tempo em que incorporam nuances e opções para cada usuário/a. O novo produto pega um dos conceitos mais simples e essenciais de nossas vidas e o aprimora com um toque personalizado.
https://www.archdaily.com.br/pt/1140831/siga-sua-felicidade-a-serenidade-da-experiencia-do-banho-de-chuvaMark C. O'Flaherty
Dois museus na África construídos em meados do século XX levam o nome de "Museu Nacional". Eles refletem a trajetória histórica de suas respectivas nações e estão vinculados a noções de identidade nacional. Ambos também são exemplos de uma arquitetura refinada, baseada nos princípios do Modernismo, movimento associado à construção nacional na África. Contudo, suas concepções e propósitos seguiram caminhos bastante distintos. Este artigo explora a arquitetura — ainda pouco divulgada — do Museu Nacional de Gana em Acra e do Museu Nacional do Sudão em Cartum.
Pavilhões oferecem aos/às profissionais de arquitetura uma oportunidade única de experimentar, servindo como espaços compactos que desafiam os limites do design e dos conceitos espaciais. Livres de muitas das restrições funcionais convencionais, essas estruturas possibilitam a expressão artística e o teste de novas tecnologias. Muitas vezes, os pavilhões funcionam como laboratórios vivos de arquitetura, inseridos em contextos públicos ou culturais. Eles transformam o entorno em experiências interativas e memoráveis, servindo de palco para que os/as profissionais de arquitetura apresentem suas ideias mais inovadoras. Nos últimos anos, a responsividade climática emergiu como um foco crucial no projeto de pavilhões. Ao utilizar estruturas temporárias como campo de testes para práticas mais sustentáveis, projetistas podem experimentar materiais alternativos e abordagens ambientalmente conscientes que enfrentam a crise climática.