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Tendências Estéticas e Acessibilidade: O Design de Interiores na Era das Redes Sociais

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Como dar à sua casa uma atmosfera Dark Academia”, diz o título de um vídeo popular no YouTube voltado para quem se fascina pela estética associada às artes e às ciências humanas. Subcultura nascida na era das redes sociais, o *Dark Academia* é uma das muitas estéticas da internet que ganharam força na última década. Plataformas visuais como Tumblr, Instagram, Pinterest e TikTok amplificaram essas estéticas virtuais, especialmente durante a pandemia de COVID-19. As redes sociais permitem que o público apoie e crie suas próprias tendências, que rapidamente ganham enorme alcance. Hoje, a criação de tendências estéticas está nas mãos do público geral e ditará o desenvolvimento do design de interiores.

O uso de tijolos waterstruck como elemento de design

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Identificados como pequenos blocos retangulares de argila cozida ou seca ao sol, os tijolos têm sido tradicionalmente utilizados na construção de pavimentos, paredes e outros elementos de alvenaria. Assentados em fiadas ou fileiras e unidos com argamassa, os tijolos são reconhecidos por sua elevada resistência estrutural e durabilidade. No entanto, para além de suas funções básicas, a variedade de paginações, tamanhos e formatos proporciona uma estética singular com infinita versatilidade, tornando o próprio material um elemento de destaque no projeto. Como exemplo desse potencial estético da alvenaria, analisamos a Villa Peer, um projeto de arquitetura na Bélgica que utiliza os tijolos waterstruck de formato longo da Randers Tegl como principal elemento de design em toda a fachada do edifício.

Destacando os ambientes: 24 interiores residenciais que apostam no color blocking

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Embora se tenha assumido por muito tempo que os recém-nascidos não enxergam cores, estudos mais recentes mostram que eles conseguem, de fato, distinguir diferentes tonalidades. E mesmo que as mentes jovens ainda não compreendam totalmente o que estão vendo, a impressão e o impacto de um estímulo visual vibrante geram uma resposta potente. Isso permanece válido ao longo de toda a vida: as cores podem influenciar nossos sentimentos de maneira profunda. Profissionais de arquitetura e design há muito utilizam essa relação a seu favor, especialmente em espaços internos. Seja para destacar elementos arquitetônicos específicos, criar determinadas atmosferas, delimitar áreas em layouts de conceito aberto ou iluminar um ambiente através dos acabamentos, as cores são ferramentas fundamentais para os/as profissionais durante todo o processo de projeto. Em especial, a combinação de múltiplos tons vibrantes — técnica conhecida como color blocking — pode ser um verdadeiro sucesso se bem executada.

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ISH 2023: Soluções de HVAC e de água para um futuro sustentável

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Nenhum tema permeia mais áreas da sociedade atual do que as preocupações com o clima global nas próximas décadas. Quão extremos serão seus efeitos e, acima de tudo, como podemos nos adaptar o mais rápido possível para enfrentar e gerenciar melhor essa situação? Afinal, uma coisa é certa: os últimos cem anos poderiam ser definidos pelo termo "excesso" — em relação às emissões, ao consumo de recursos e ao desequilíbrio na natureza. Movida pela determinação internacional de limitar as mudanças climáticas, a indústria vem reagindo com firmeza e reconhecendo a crise como uma oportunidade.

Assim, é natural que a maior plataforma internacional de HVAC (aquecimento, ventilação e ar-condicionado) e água também assuma esse desafio e o torne o tema central de sua próxima edição. “Soluções para um futuro sustentável” será o lema quando a ISH convidar mais uma vez o público a Frankfurt am Main, de 13 a 17 de março de 2023. Após uma pausa mais longa devido à pandemia, desta vez a feira apresentará um número especialmente grande de inovações. Como de costume, as empresas expositoras dividem-se em dois segmentos principais: ISH Energy, que compreende os setores de aquecimento e ar, e ISH Water, que engloba tudo o que diz respeito ao design de banheiros e à tecnologia de instalações.

Um centro de experiências viking na Dinamarca e uma galeria inspirada na arte de mulheres iranianas: 9 centros culturais não construídos enviados pela comunidade do ArchDaily

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Em qualquer cidade, os centros culturais podem desempenhar um papel fundamental na preservação e celebração do patrimônio e da história de uma comunidade, oferecendo espaço para uma ampla gama de atividades e iniciativas que incentivam a interação social e o compartilhamento de ideias e memórias. Trata-se também de instituições que promovem a educação e o aprendizado, frequentemente oferecendo aulas, oficinas e palestras sobre diversos temas relacionados à cultura, à história e às artes. Ao desempenhar esses papéis cruciais em uma determinada comunidade, esses espaços também podem se tornar polos de atração para turistas interessados em conhecer identidades, culturas e tradições locais.

A seleção com curadoria desta semana de Melhores Projetos Não Construídos destaca propostas enviadas pela comunidade do ArchDaily dedicadas a instituições culturais. De um centro cultural multifuncional em Buenos Aires a uma reserva técnica cultural na Coreia do Sul ou uma biblioteca revestida de madeira no Vietnã, esta seleção apresenta projetos que buscam incentivar as comunidades a se reunirem para celebrar suas culturas e histórias compartilhadas. O artigo reúne projetos de escritórios como LOOP Architects, Eddea, Salon Alper Derinboğaz e Boozhgan Architecture Studio.

Fabricar materiais com resíduos: Investigando componentes cultiváveis para substituir os derivados de petróleo na Argentina

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Esta pesquisa em componentes cultiváveis como substitutos de derivados do petróleo para produtos utilizados na fabricação de materiais com resíduos é desenvolvida no âmbito de um Projeto UBACyT dirigido pela arquiteta Marta Yajnes e é realizada no contexto do Centro Experimental de la Producción (CEP) da Faculdade de Arquitetura, Design e Urbanismo da Universidade de Buenos Aires.

Uma instalação de produção na Bulgária e a sede de um banco no Irã: 7 ambientes de trabalho não construídos enviados pela comunidade do ArchDaily

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Os espaços de escritório no design e na arquitetura desempenham um papel crucial na definição de como trabalhamos e interagimos em ambientes profissionais. Eles são concebidos de maneira cuidadosa para promover a produtividade saudável, incentivar o trabalho em equipe e proporcionar aos/às profissionais um ambiente acolhedor e motivador. Após a pandemia de Covid-19, o estilo de vida corporativo passou por uma transformação significativa. Diante disso, as empresas vêm se adaptando e redesenhando novas formas de trabalhar, implementando horários flexíveis e políticas de trabalho híbrido.

Essa evolução nos estilos de vida corporativos influenciou ainda mais o design de escritórios, que agora se concentra prioritariamente na saúde, na segurança, no espaço pessoal e na colaboração. Há décadas os espaços de trabalho no design e na arquitetura vêm se adaptando às transformações desse panorama. À medida que eles evoluem para atender às novas demandas dos/as profissionais, diversas iterações de projeto são exploradas, promovendo diferentes valores.

A seleção desta semana de Melhores Projetos Não Construídos apresenta propostas enviadas pela comunidade do ArchDaily que destacam diferentes espaços corporativos. Variando de uma sede bancária mais formal na Suíça a um centro de negócios de uso misto na Ucrânia, esses projetos exercem forte influência sobre a maneira como as pessoas trabalham nos espaços.

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Madeira na arquitetura: 9 projetos em madeira não construídos enviados pela comunidade do ArchDaily

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A sustentabilidade assumiu o papel de protagonista no vasto universo da arquitetura e do design, inspirando e direcionando a construção de novas estruturas em direção à harmonia ambiental. O uso da madeira — um material clássico com enorme potencial para reduzir nosso impacto ecológico, ao mesmo tempo que oferece possibilidades ilimitadas de projeto — é um exemplo notável da implementação desse movimento. Na busca pela sustentabilidade no campo da arquitetura, a madeira tornou-se uma grande aliada. Suas qualidades singulares, como a renovabilidade e a neutralidade de carbono, têm inspirado métodos criativos entre arquitetos e arquitetas em todo o mundo.

Uma ampla gama de projetos arquitetônicos — desde instalações de saúde essenciais até edifícios de uso misto dinâmicos, polos culturais e espaços residenciais acolhedores — beneficia-se da extraordinária versatilidade da madeira como material de construção. De fato, o calor natural e as qualidades biofílicas da madeira podem criar espaços que reduzem o estresse e promovem o bem-estar. Além disso, a neutralidade de carbono inerente à madeira alinha-se perfeitamente ao compromisso do setor de design com a responsabilidade ambiental.

Madeira na arquitetura: 9 projetos em madeira não construídos enviados pela comunidade do ArchDaily - Imagen 37 de 4Madeira na arquitetura: 9 projetos em madeira não construídos enviados pela comunidade do ArchDaily - Imagen 45 de 4Madeira na arquitetura: 9 projetos em madeira não construídos enviados pela comunidade do ArchDaily - Imagen 49 de 4Madeira na arquitetura: 9 projetos em madeira não construídos enviados pela comunidade do ArchDaily - Imagen 50 de 4Madeira na arquitetura: 9 projetos em madeira não construídos enviados pela comunidade do ArchDaily - Mais Imagens+ 46

Empilhamento vertical na Noruega e uma residência suburbana na Grécia: 8 projetos de habitação coletiva enviados pela comunidade do ArchDaily

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Nos últimos anos, o habitar coletivo tornou-se uma solução recorrente para muitos moradores urbanos. Geralmente trata-se de uma estrutura isolada ou de um conjunto de edifícios que reúne tanto residências individuais e privadas quanto áreas comuns. De uso predominantemente residencial, esses empreendimentos costumam se localizar em áreas centrais, oferecendo fácil acesso a uma ampla gama de serviços. No cenário econômico atual, muitas pessoas optam por modelos de habitação coletiva onde a manutenção das áreas compartilhadas é gerida de forma comum, sem abrir mão de seus espaços privativos. 

A seleção desta semana das Melhores Obras Não Construídas destaca projetos visionários de habitação coletiva enviados pela comunidade do ArchDaily. De um complexo habitacional em Zurique que explora os limites da privacidade, passando por um empreendimento na planta situado na "Cidade Jardim de Buenos Aires", até uma residência suburbana em Atenas, esta curadoria de projetos não construídos evidencia como arquitetos e arquitetas estão superando a arquitetura residencial convencional, expandindo as fronteiras de comunidade, colaboração e participação.

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O banheiro como fonte de nova energia: AXOR x Hadi Teherani

Hadi Teherani costuma abordar seus projetos de arquitetura e design de forma holística. Nascido em Teerã e criado em Hamburgo, o profissional é um designer prolífico e versátil, com obras espalhadas pela Alemanha e por todo o mundo. Seus projetos receberam prêmios de renome internacional por sua sustentabilidade ecológica e abordagem integrada. Talvez resida aí a origem de seu fluxo contínuo de ideias: ele encara o processo criativo como uma resposta àquilo que vê, sente e vivencia.

O conceito de banheiro AXOR DISTINCTIVE de Teherani nasce de percepções pessoais e de um design inspirado. Quando a marca o questionou sobre como definiria o seu "banheiro personalizado", o arquiteto respondeu que o projeto reflete uma visão íntima desse espaço, originada de sua própria autoimagem — tanto no uso diário quanto no design e no mobiliário.

Espaços lúdicos de hospitalidade projetados para gamers de todas as idades e eras

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O principal objetivo de bares, pubs e restaurantes é proporcionar aos clientes – tanto individuais quanto em grupo – um ambiente e uma atmosfera onde possam aliviar as tensões do dia ou da semana, seja com uma bebida tranquila em um canto reservado, seja em grupos maiores e mais sociáveis.

Mesmo antes de a pandemia trazer horários de fechamento mais rígidos, o avanço da TV sob demanda e dos serviços de entrega de comida já fazia com que ficar em casa – com o abraço acolhedor do travesseiro a poucos passos de distância – se tornasse uma escolha cada vez mais popular. Diante disso, não surpreende o surgimento crescente de estabelecimentos que oferecem um entretenimento mais ativo do que apenas uma noite de trívia ou salas de karaokê.

Apresentamos a seguir cinco exemplos de bares e restaurantes projetados para quem gosta de jogar.

Construindo com policarbonato reciclado: a linha de produtos SaveEnergy

A sustentabilidade é muito mais do que simplesmente decidir a favor ou contra um produto específico. É um conceito que deve ser integrado à maneira como construímos e projetamos a arquitetura, bem como ao uso inteligente de edifícios existentes e suas potenciais reformas. Sob a perspectiva da sustentabilidade, demolir um edifício antigo é tão insustentável quanto construir um novo. Ambos consomem grandes volumes de energia incorporada que poderiam ser evitados se todas as partes envolvidas no planejamento considerassem novas formas de trabalhar e colaborassem de maneira mais estreita.

Nesse sentido, o uso eficiente de matérias-primas e a redução de resíduos para reutilização são fundamentais. O policarbonato em fachadas, por exemplo, tem um ciclo de vida médio de pelo menos 20 anos e pode ser reciclado e reutilizado de várias maneiras, duplicando assim sua vida útil até que não possa mais ser reciclado de forma viável.

Vinte anos transformando o transporte: onde estamos agora?

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“Choques econômicos, mudanças climáticas e a COVID-19 alteraram os sistemas de transporte de maneira fundamental. Não podemos desperdiçar uma crise. É possível ampliar o acesso ao transporte e, ao mesmo tempo, reduzir as emissões de gases de efeito estufa. Podemos alcançar mais mobilidade com menos impactos”, argumentou Ani Dasgupta, presidente do World Resources Institute (WRI), na 20ª conferência anual Transforming Transportation. Durante dois dias, líderes globais refletiram sobre a situação dos sistemas de transporte em todo o mundo no evento híbrido em Washington, D.C., que também foi acompanhado online por dezenas de milhares de pessoas. O evento foi coorganizado pelo WRI e pelo Banco Mundial.

O setor de transportes ainda responde por 25% das emissões globais de gases de efeito estufa e por até 30% das emissões nos países desenvolvidos. Trata-se de um setor diverso, que abrange desde calçadas e bicicletas até carros, ônibus, trens, metrôs, navios e aviões.

Instalação pop-up explora sistemas invisíveis de controle predial

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Projetar sistemas de controle predial para espaços inteligentes, flexíveis e sustentáveis está se tornando cada vez mais complexo diante das novas exigências das residências contemporâneas. No caminho rumo às casas inteligentes, a engenharia elétrica tem gerado inúmeros avanços que elevam o desempenho, ao mesmo tempo que enriquecem a estética e reduzem os impactos ambientais. Alinhados a essas tendências globais, os sistemas da JUNG para tecnologia predial moderna exploram continuamente novas possibilidades em todas as áreas das instalações elétricas contemporâneas, como comutação e controle. Como vitrine de uma sustentabilidade inteligente, a instalação temporária INVISIBLE é um espaço no qual a engenharia elétrica explora as vantagens ocultas das conexões.

"O sítio é o/a arquiteto/a, o sítio é a materialidade": Sobre Ammar Khammash e notas sobre formação

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Ammar Khammash é um/a arquiteto/a, designer e artista jordaniano/a conhecido/a principalmente por sua abordagem focada na preservação do patrimônio cultural e natural, ao mesmo tempo em que desenvolve uma arquitetura que dialoga com seu entorno. Com uma profunda admiração pela natureza e por seus ecossistemas, Khammash defende que “o lugar é o/a arquiteto/a” — afirmação pela qual é célebre e que sublinha a profunda influência do contexto em seu projeto arquitetônico. Com mais de três décadas de experiência que abrangem diversas disciplinas em vários países do Oriente Médio, como Jordânia, Omã, Palestina, Egito, Síria e Emirados Árabes Unidos, Ammar Khammash tem buscado consistentemente preservar e potencializar a simbiose entre as construções humanas e o meio ambiente natural. Suas contribuições incluem a Royal Academy for Nature Conservation, o Wild Jordan Center e a restauração da Igreja dos Apóstolos.

Em 2022, Khammash foi destaque na primeira edição da Dongola Architecture Series, uma publicação semestral que oferece perspectivas singulares sobre a cultura árabe ao destacar arquitetos/as contemporâneos/as de destaque. A edição, intitulada “Notes on Formation: Ammar Khammash,” escrita por Raafat Majzoub, explora “a arquitetura como ferramenta transdisciplinar de expressão e como método de imaginar e reimaginar o futuro”, sintetizando o espírito da publicação. O ArchDaily teve a oportunidade de conversar com Ammar Khammash e Sarah Chalabi, fundador/a da Dongola Limited Editions, para aprofundar-se nas perspectivas do/a arquiteto/a sobre lugar, materialidade e cultura, além de sua filosofia, visões sobre a academia e reflexões sobre o futuro da profissão.

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Fachadas de Proteção Solar: Dos Sistemas de Tecido Cerâmico ao Vidro de Pele Dupla

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A dualidade da luz solar no campo do projeto de arquitetura apresenta contrastes fascinantes, especialmente ao abordar a questão de como interagir com ela por meio do ambiente construído e dos materiais que definem a arquitetura. A influência do sol nesta disciplina tornou-se parte essencial do patrimônio cultural de alguns países, como demonstra a arquitetura espanhola, onde a interação com a luz solar se manifesta por meio de elementos como as celosias. Essas estruturas são marcantes em fachadas de edifícios que remontam à Idade Média, com exemplos célebres como a Alhambra, chegando até construções do século XX, como a Casa Gomis, consideradas monumentos históricos.

A fachada, sendo a pele do edifício, é o componente arquitetônico que costuma estar diretamente exposto à luz solar. Partindo dessa premissa, busca-se estabelecer um diálogo entre a abertura para o entorno e a necessidade de proteção, criando assim uma sinergia entre funcionalidade e estética. Nesse contexto, as fachadas de controle solar têm sido desenvolvidas sob diversas abordagens, destacando-se por sua capacidade de responder a essa condicionante de projeto. Por esse motivo, selecionamos soluções de controle solar de marcas espanholas que se destacam por suas características técnicas e pela diversidade no uso dos materiais.

O limiar entre a luz natural e a arquitetura: alçapões de acesso a coberturas planas

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Muito além de ser apenas um fenômeno físico perceptível pelo olho humano, a luz natural é um recurso arquitetônico inesgotável que, por vezes, não recebe o devido valor. Assim como o ar que respiramos, todos temos consciência da existência da luz, mas raramente buscamos ir além em seu aproveitamento. É fundamental reconhecer sua presença como um agente viabilizador de experiências no espaço, dada a sua relação intrínseca com a arquitetura e o ser humano.

A incidência de luz na arquitetura influencia diretamente a nossa percepção da passagem do tempo. Desde a antiguidade, construções como os zigurates já integravam estratégias para capturar as variações da luz do dia através de suas coberturas — uma abordagem que evoluiu e se manteve presente em obras modernas, como a Villa Savoye. Mais recentemente, a horizontalidade das coberturas planas na arquitetura contemporânea consolidou-se como um excelente recurso para incorporar elementos de projeto que também viabilizam seu uso habitável, como as escotilhas de acesso à cobertura, que funcionam como um elo entre a luz natural e os terraços.

A seguir, apresentamos algumas das tecnologias mais recentes em claraboias e escotilhas de acesso, como as desenvolvidas pela LAMILUX.

Rompendo barreiras: 11 perfis para celebrar 80 anos de mulheres na arquitetura finlandesa

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Ainda no início do século XX, as mulheres na Finlândia já marcavam presença no campo da arquitetura. Inclusive, Signe Hornborg (1862-1916), arquiteta finlandesa, foi a primeira mulher na Europa a se formar em arquitetura, em 1890. Pirkko-Liisa Schulman, em seu ensaio sobre a evolução da carreira de arquitetas (The Changing Careers of Women Architects), observa que Hornborg recebeu uma permissão especial para estudar no Instituto Politécnico de Helsinque. Depois dela, várias outras mulheres — como Inez Holming, Signe Lagerborg, Bertha Enwald, Wivi Lönn e Albertina Östman — também seguiram carreira na área, de modo que dezoito mulheres já haviam se formado arquitetas quando o Instituto Politécnico se tornou universidade, em 1908.

Wivi Lönn (1872-1966) estabeleceu e dirigiu seu próprio escritório de arquitetura na Finlândia, tornando-se a primeira mulher a fazê-lo. Lönn projetou diversos edifícios públicos significativos e recebeu amplo reconhecimento profissional, servindo de modelo para futuras arquitetas. Em maio de 1942, quando um grupo de arquitetas se reuniu para comemorar o 70º aniversário de Wivi Lönn, foi fundada a Architecta, a Associação Finlandesa de Arquitetas. Naquele momento, cerca de cem arquitetas já haviam se formado na Finlândia. Para celebrar o 150º aniversário de nascimento da arquiteta Lönn e os 80 anos da organização, a Architecta encomendou uma série de entrevistas que destacam as diferentes trajetórias de carreira trilhadas por mulheres no setor. Conheça a seguir os perfis de 11 arquitetas finlandesas, com textos de Paula Holmila, jornalista e crítica de arquitetura do jornal Helsingin Sanomat, traduzidos por Pirkko-Liisa Schulman.

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Habitat X: Um pequeno habitáculo e laboratório para o/a pesquisador/a multidisciplinar

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O Hábitat X faz parte de uma pesquisa com mais de 12 anos de desenvolvimento, liderada pelo arquiteto argentino Alejandro Borrachia, que contou com a participação de mais de 100 professores/as, estudantes e graduados/as da Universidade de Morón – Escola Superior de Arquitetura e Design (UM-ESAD), juntamente com atores multidisciplinares e aliados estratégicos privados e estatais. Focado na busca teórica e na materialização de uma série de protótipos, o projeto propõe relacionar-se com um programa específico com base nas preocupações e necessidades atuais da sociedade, além de vincular-se a processos, hipóteses e estudos de caso que deem origem a mudanças disciplinares inéditas.

Uma nova ferramenta e fluxo de trabalho colaborativo para o futuro da arquitetura

No limiar de uma nova era tecnológica, profissionais de arquitetura e design testemunham uma mudança de paradigma no setor. O advento da Inteligência Artificial (IA) e de soluções colaborativas de projeto está transformando o cenário profissional, redefinindo os limites entre criatividade e tecnologia. Este artigo analisa essas tendências emergentes e apresenta ferramentas de ponta desenvolvidas para enfrentar os desafios inerentes a essa grande onda de inovação, aliviando a ansiedade de desbravar o desconhecido.

Um restaurante-estufa na Islândia e uma prefeitura transparente em Israel: 9 projetos vencedores de concursos enviados pela comunidade do ArchDaily

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Concursos de arquitetura desempenham um papel crucial no desenvolvimento da profissão e na melhoria da qualidade do ambiente construído. São também uma oportunidade para que arquitetos e arquitetas demonstrem sua criatividade e experimentem soluções arquitetônicas inovadoras ou inesperadas, seja para contextos reais ou imaginários. A seleção curada desta semana de Melhores Projetos Não Construídos destaca diferentes propostas vencedoras de concursos enviadas pela comunidade do ArchDaily.

De um spa e centro de bem-estar perfeitamente integrado à paisagem montanhosa da Áustria a um centro urbano revitalizado que cria oportunidades de interação social em um dos maiores calçadões de pedestres da Bulgária, esta seleção abrange diversos programas, escalas e abordagens em relação ao ambiente construído ou natural. Os projetos selecionados representam explorações de diferentes soluções de design, materiais e métodos construtivos. Revelam também a amplitude de respostas possíveis estimuladas pelas condições específicas de cada local, seja na paisagem vulcânica da Islândia, nas colinas pitorescas da região de Kerala, na Índia, ou na movimentada praça central de uma das maiores cidades de Israel.

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Metais para banheiro personalizáveis com materiais reaproveitados e vidro cristal

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Além de contribuir para a funcionalidade do ambiente, os metais sanitários definem a estética geral do estilo de design escolhido. Para além de suas características técnicas — bem como da variedade de materiais, acabamentos e estilos —, essas peças desempenham um papel crucial tanto no apelo visual do espaço quanto no conforto e na experiência do/a usuário/a. Isso faz parte da constante reinvenção dos banheiros como espaços de convivência promovida pela Dornbracht, marca que busca criar soluções inovadoras fundamentadas em proporção, precisão, progressividade, desempenho e personalidade.

Entre as séries da Dornbracht, a coleção MEM traz uma seleção completa de metais sanitários minimalistas para lavatórios, chuveiros e banheiras. Em colaboração com a marca de design ético Nature Squared e a fabricante artesanal italiana Glass Design, o desenho original da coleção foi enriquecido com novos e versáteis recursos de personalização para banheiros. Essas possibilidades surgem da combinação de materiais de alta qualidade com técnicas artesanais sustentáveis e da incorporação de um vidro cristal artístico de estética futurista.

Forros climáticos: aliando conforto térmico, acústico e visual

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Diariamente, profissionais de arquitetura e design enfrentam uma tarefa ambiciosa: criar espaços que não apenas cativem o olhar, mas que também promovam a saúde e o bem-estar de quem os habita. Uma parte fundamental dessa missão envolve a implementação de estratégias de projeto que favoreçam um clima interno agradável, visto que a temperatura, a umidade e a qualidade do ar exercem um impacto significativo no humor, na produtividade e na saúde geral dos/as ocupantes. O ser humano simplesmente funciona melhor quando se sente confortável e satisfeito em seu lar ou ambiente de trabalho. Embora os sistemas de ar-condicionado, ventilação e aquecimento tenham servido convencionalmente como soluções populares para regular o clima interno, eles frequentemente trazem consigo consequências indesejáveis — como a presença de poeira e bactérias, a necessidade de manutenção constante e um aspecto visual poluído e pouco atraente. Existe, contudo, uma solução alternativa.

Revestimento de fachada ventilada em ardósia natural: combinando paginações geométricas e design eficiente

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Ao projetar obras de arquitetura, a proteção das paredes de uma edificação é fundamental para garantir sua longevidade, durabilidade e resistência às intempéries, preservando, assim, seu apelo estético. Entre as medidas de proteção disponíveis, os sistemas de revestimento são coberturas externas que integram diferentes texturas, cores e acabamentos, permitindo a personalização e a expressão criativa, ao mesmo tempo em que proporcionam resistência às intempéries e desempenho térmico. 

Ao explorar materiais que vão além do revestimento tradicional de alvenaria ou dos sistemas comerciais de fachada-cortina, a Cupa Pizarras desenvolveu fachadas ventiladas de ardósia natural. De padrões lineares a colmeias, essas paginações geométricas de fachada atendem às exigências das tendências arquitetônicas atuais, que demandam edifícios mais sustentáveis e energeticamente eficientes. A combinação de ardósia tectônica de alta durabilidade com técnicas inovadoras de fixação, além da eficiência da fachada ventilada, torna o CUPACLAD uma alternativa sustentável e esteticamente atraente para potencializar a certificação LEED dos projetos.

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