O The Second Studio (anteriormente conhecido como The Midnight Charette) é um podcast sem filtros sobre design, arquitetura e o cotidiano. Apresentado pelos/as arquitetos/as David Lee e Marina Bourderonnet, o programa recebe diferentes profissionais das áreas criativas em conversas espontâneas que abrem espaço para reflexões profundas e debates pessoais.
Uma grande variedade de temas é abordada com honestidade e humor: alguns episódios trazem entrevistas, enquanto outros oferecem dicas para colegas designers, análises de edifícios e outros projetos, ou explorações informais sobre o cotidiano e o design. O The Second Studio também está disponível no iTunes, Spotify e YouTube.
Esta semana, David e Marina, da FAME Architecture & Design, recebem os/as arquitetos/as Lyndon Neri e Rossana Hu, dupla fundadora do Neri&Hu Design and Research Office, para conversar sobre suas trajetórias pessoais e a mudança para os Estados Unidos na juventude; como se conheceram em Berkeley; a experiência de estudar e lecionar arquitetura; a mudança para a China; a fundação do escritório em conjunto; a gestão de uma prática multidisciplinar; sua filosofia de trabalho e muito mais.
A digitalização revolucionou a forma como vivenciamos a arte em plataformas como a SINGULART, que combina múltiplas influências de vários artistas. Imagem cortesia de SINGULART
A relação entre arte e arquitetura é um tema recorrente de debate, dado que a arquitetura se posiciona na interseção entre estrutura, tecnologia e estética. Apesar do uso do conhecimento técnico, a arquitetura e o design de interiores também incorporam conceitos artísticos em seus processos. De ilustrações cativantes na fase de desenvolvimento do projeto a murais e peças artísticas que integram a concepção espacial, a arte desempenha um papel essencial na produção arquitetônica e na sociedade.
No contexto da sociedade contemporânea, muitas de nossas atividades são realizadas digitalmente, desde a reserva de acomodações para viagens até a fabricação de materiais e a criação de exposições de arte. Nesse sentido, a digitalização também permeou o mundo da arte, dando origem a iniciativas como a SINGULART, que desafia o conceito tradicional de galeria de arte ao existir em formato digital. Essa plataforma reúne obras de diversas fontes de inspiração e técnicas artísticas, englobando desde esboços e pinturas até fotografia de arquitetura. Ela funde múltiplas influências de vários contextos, incluindo o trabalho arquitetônico.
https://www.archdaily.com.br/pt/1138631/do-croqui-a-pintura-uma-galeria-de-arte-digital-para-inspirar-o-trabalho-diario-na-arquiteturaEnrique Tovar
Os ventos de mudança continuam a soprar pelo setor têxtil internacional. De 9 a 12 de janeiro de 2024, quando os pavilhões de exposição em Frankfurt am Main estiverem novamente repletos e movimentados para a Heimtextil, os/as visitantes vivenciarão uma reorientação onipresente no campo dos têxteis para casa e corporativos: um distanciamento do clássico conceito de tendência como motor econômico em direção a uma transformação focada na criação de valor sustentável.
A percepção espacial é a capacidade cognitiva de processar informações visuais relacionadas à posição, ao movimento, ao tamanho e à forma dos objetos no espaço. Segundo Auguste Perret, em sua obra "Contribuição para uma teoria da arquitetura", a arquitetura pode influenciar essa percepção ao delimitar, fechar e cercar o espaço. Quando essa habilidade se alia à arquitetura, nosso cérebro interpreta e processa as informações visuais para definir se um espaço é visualmente amplo ou estreito. Em espaços interiores, existem elementos capazes de influenciar de forma determinante a nossa percepção espacial, tais como a cor, as dimensões do mobiliário e os materiais que o compõem. Estes últimos são particularmente importantes, uma vez que seu uso em condições específicas pode modificar nossa percepção espacial e a maneira como vivenciamos o ambiente, dependendo de sua textura e formato.
https://www.archdaily.com.br/pt/1138613/moodboards-com-revestimentos-de-grande-formato-para-inspirar-o-design-de-interioresEnrique Tovar
Ambiente interativo de jogo virtual - Workshop de Design BS de verão da SCI-Arc. Imagem cortesia de SCI-Arc
O programa de Bacharelado em Ciências do Design* (BS Design) da SCI-Arc é um curso de graduação com duração de quatro anos que prepara estudantes para carreiras criativas interdisciplinares em design cinematográfico, games e planejamento e design urbano baseados em dados, utilizando a arquitetura como plataforma de exploração.
Liubliana é o pequeno segredo da Europa. Esta pequena capital (com menos de 300.000 habitantes) é surpreendentemente grandiosa em termos de arquitetura, e a variedade de sua história construída a torna uma parada obrigatória em qualquer jornada arquitetônica. De igrejas ricamente pintadas ao brutalismo sóbrio. Do barroco clássico e da arquitetura de inspiração habsburga a encantadoras fachadas e interiores em Art Nouveau. E, claro, áreas verdes abundantes (Liubliana é a capital verde da Eslovênia – e agora da Europa) e boa gastronomia.
Liubliana é uma cidade repleta de camadas. Seus primórdios como cidade romana ainda são visíveis (uma muralha, a roda de madeira mais antiga do mundo e as vias de entrada e saída da cidade, para citar apenas alguns exemplos). Seus vestígios contemporâneos podem ter envelhecido, mas seu significado permanece intacto – basta pensar na Praça da República ou nos postos de combustíveis brutalistas. É ao visitá-la pessoalmente que conseguimos realmente sentir esses lugares e compreender essas camadas.
“Juntas somos mais fortes”, dizem os cartazes das massivas marchas latino-americanas no Dia Internacional da Mulher. Elas tecem redes em todas as suas esferas de atuação: suas famílias, comunidades e ambientes de trabalho. E o mundo da arquitetura não fica de fora. Entre as arquitetas, esses laços permitem que se mantenham conectadas — como demonstra o caso destas quase 30 redes de mulheres arquitetas na região que apresentamos a seguir.
Enquanto agricultores regam plantações sob a luz do luar, crianças sem documentos vão à escola e moradores locais vasculham o céu em busca de aviões de vigilância — estes são vislumbres de uma cultura complexa que emerge no sul do Líbano depois do anoitecer. Ao reunir algumas dessas práticas noturnas, Mohamad Nahleh — docente de arquitetura e urbanismo no MIT — viajou pelas paisagens de Jabal ‘Amil na esperança de construir uma nova aliança entre a arquitetura e a noite. Sua pesquisa "Path of Nightrise" transformou-se em uma construção física para reabilitar um caminho fluvial esquecido e foi publicada pelo Places Journal. A entrevista com Nahleh defende uma nova imaginação noturna no design e revela não apenas como a noite mudou no Líbano ao longo do tempo, mas também como ele mudou junto com ela.
No âmbito do Festival de Intervenções Urbanas do Gran Concepción FUGAZ, a equipe formada por Álvaro Parraguez, Beatriz Harriet, Bárbara Schumacher, Josefa Acevedo e Luis Cambiaso desenvolveu uma instalação no balneário de Villarrica, em Dichato (Concepción, Chile), que foi a vencedora do Concurso de Instalações Efêmeras 2022. O concurso propunha a necessidade de uma instalação efêmera que funcionasse como espaço de uso para o festival, integrando diversas propostas relacionadas à dança, ao teatro, à música e a outras disciplinas a serem desenvolvidas ao longo do dia.
Imagem por Hsiang-Peng Chang, 2022. Imagem cortesia de A' Design Award & Competition
O A' Design Awards concluiu recentemente seu ciclo de 2022-2023, premiando centenas de projetos de várias categorias e de todas as partes do mundo. Sendo uma das principais competições internacionais de design com júri do mundo, seu objetivo é reconhecer e promover o melhor do design global em diversas disciplinas criativas. Com mais de 100 categorias — incluindo Design de Mobiliário; Arquitetura, Edificações e Design de Estruturas; Design de Espaços Interiores e de Exposições, entre outras —, a premiação está atualmente com as inscrições abertas para o ciclo de 2023-2024.
Uma das principais funções da arquitetura é proporcionar abrigo, atendendo às necessidades fisiológicas e de segurança na base da hierarquia da motivação humana de Abraham Maslow. Ao longo da história, a necessidade de proteção ficou evidente no comportamento de nossos ancestrais, que buscavam refúgio em cavernas para se proteger de intempéries climáticas e predadores. À medida que as sociedades passaram do estilo de vida nômade para o sedentário e as necessidades básicas foram mais facilmente supridas, os abrigos tornaram-se mais avançados, evoluindo para espaços construídos com propósitos específicos. Esses primeiros abrigos resistiram aos elementos de seu tempo e lançaram as bases para a arquitetura moderna como a conhecemos hoje.
Hoje, as condições climáticas extremas decorrentes das mudanças no clima testam cidades, edifícios e materiais. Veneza sofre com inundações, e o Svalbard Global Seed Vault enfrenta o derretimento do gelo. Sem medidas concretas, a situação continuará a se agravar, aumentando a necessidade de estratégias eficazes que nos permitam coexistir com o meio ambiente e desenvolver materiais mais resistentes para nossos edifícios. Um exemplo desses materiais do futuro é o NATURCLAD-B, um sistema de painéis de madeira de alta qualidade e livre de manutenção, projetado para arquitetura, design de interiores e construção.
https://www.archdaily.com.br/pt/1138602/arquitetura-a-prova-de-clima-revestimentos-supertexturizados-para-condicoes-extremasEnrique Tovar
A escolha do autor para o melhor terminal de aeroporto internacional: o magnífico Aeroporto Dulles de Eero Saarinen. 1962 . Imagem cortesia de Wikimedia Commons
Recentemente, decidi que não me deixaria arrastar pelos debates vazios sobre como o ChatGPT roubaria o emprego de todo/a arquiteto/a experiente no mundo antes de 2030, mas um artigo inteligente publicado neste site por Geethanjali Raman e Mohik Acharya me fez mudar de ideia. O que não está sendo enfatizado é que os algoritmos que analisam informações na internet são tão bons quanto a qualidade dessas próprias informações. A história da arquitetura sugere que toda novidade tem prazo de validade, desaparecendo rapidamente de vista após o esgotamento do frisson inicial. Apenas o que há de melhor resiste após um longo período de avaliação e crítica. Qualquer nova arquitetura amplamente elogiada e difundida desde o surgimento da internet provavelmente ainda não foi testada pelo tempo e, portanto, não serve como parâmetro de referência. E sejamos francos: alguns dos piores edifícios já projetados por seres humanos estão espalhados pelo ciberespaço, soterrando obras muito melhores que ainda não foram digitalizadas.
https://www.archdaily.com.br/pt/1138619/arquitetos-e-arquitetas-devem-resistir-a-revolucao-da-iaMark Alan Hewitt
Embora se tenha assumido por muito tempo que os recém-nascidos não enxergam cores, estudos mais recentes mostram que eles conseguem, de fato, distinguir diferentes tonalidades. E mesmo que as mentes jovens ainda não compreendam totalmente o que estão vendo, a impressão e o impacto de um estímulo visual vibrante geram uma resposta potente. Isso permanece válido ao longo de toda a vida: as cores podem influenciar nossos sentimentos de maneira profunda. Profissionais de arquitetura e design há muito utilizam essa relação a seu favor, especialmente em espaços internos. Seja para destacar elementos arquitetônicos específicos, criar determinadas atmosferas, delimitar áreas em layouts de conceito aberto ou iluminar um ambiente através dos acabamentos, as cores são ferramentas fundamentais para os/as profissionais durante todo o processo de projeto. Em especial, a combinação de múltiplos tons vibrantes — técnica conhecida como color blocking — pode ser um verdadeiro sucesso se bem executada.
Le Corbusier certa vez descreveu a arquitetura como “o jogo sábio, correto e magnífico dos volumes reunidos sob a luz”. A luz natural – e a sombra que a acompanha – desempenha um papel crucial na formação da nossa percepção da arquitetura, cumprindo uma longa lista de funções que definem como as pessoas que utilizam os espaços vivenciam, se apropriam e interagem com os edifícios. Desde iluminar e acentuar até valorizar as vistas e evocar aconchego, a presença da luz natural tem o poder de definir o tom e a linguagem estética de um ambiente. Ela apresenta, inclusive, um impacto significativo na saúde e no bem-estar humano, o que inclui melhorar o humor e a produtividade, regular o ritmo circadiano e reduzir a fadiga ocular e as dores de cabeça – ela torna as nossas vidas literalmente mais brilhantes.
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A simplicidade autoexplicativa e a facilidade de combinação das lousas estimulam a atividade conjunta. Imagem cortesia de Brunner
Os últimos dois anos viraram a sociedade e seus hábitos de cabeça para baixo. O mesmo ocorreu com o mundo do trabalho, onde quase nada é como costumava ser. No entanto, esse recomeço tem se mostrado uma excelente oportunidade para repensar conteúdos e processos de trabalho, além de se reinventar. Desde o outono passado, no mais tardar, ficou claro para onde essa jornada se direciona. Em outubro, a fabricante internacional de mobiliário corporativo Brunner apresentou novidades em design inovador que oferecem soluções para essas novas questões e para o cenário atual.
Em uma nova série intitulada "Opening Up", a fabricante holandesa de dobradiças para portas pivotantes FritsJurgens inicia uma jornada em formato de vídeo para explorar os projetos de portas pivotantes mais cativantes do mundo. Na última segunda-feira de cada mês, a FritsJurgens lança um novo episódio no qual arquitetos/as, fabricantes e proprietários/as de portas pivotantes conversam sobre seus projetos.
Atualmente, a indústria da arquitetura não pode ignorar quão significativo se tornou o desafio da sustentabilidade. Uma das estratégias para alcançar o desenvolvimento sustentável é a economia circular, fundamentada em um ciclo de vida sustentável. Sob a perspectiva do projeto, essa abordagem minimiza o uso de recursos e prolonga a vida útil das edificações. Além disso, outro desafio consiste em aumentar a usabilidade do próprio edifício, somando-se à forma como incorporamos a desmontagem da estrutura ao ciclo. Isso exige que os/as projetistas levem o futuro em consideração ao tomar decisões de projeto, integrando as demandas do presente com os desdobramentos potenciais daquilo que ainda não aconteceu.
Os mercados públicos há muito ocupam uma posição de destaque na rica história da arquitetura, atuando como polos dinâmicos de comércio, comunidade e cultura. Caracterizados por suas estruturas imponentes e interiores movimentados, esses espaços desempenharam um papel fundamental na configuração das paisagens urbanas e na facilitação da troca de mercadorias e ideias ao longo dos séculos.
Das antigas ágoras e bazares aos grandes mercados do Renascimento e aos modernos mercados gastronômicos — que passaram por um renascimento próprio —, os mercados públicos testemunham a sinergia duradoura entre arquitetura, atividade econômica e o tecido social da sociedade. Estes quatro projetos recém-concluídos ao redor do mundo provam que essas estruturas altamente especializadas não perderam nada de seu apelo — e exemplificam como elas podem revitalizar comunidades ao aproximar funções comerciais e culturais, bem como o passado, o presente e o futuro.
Como parte de uma nova colaboração entre os escritórios mexicanos Dellekamp Arquitectos e Rojkind Arquitectos, é apresentada a Casa Roca, em Puerto Los Cabos, San José del Cabo, México. Um projeto inspirado nas formações rochosas no topo do terreno, que faz parte de um desenho radial cuidadosamente organizado em relação à sua topografia. A casa, implantada em um lote de 5.000 m², organiza suas funções ao longo da paisagem natural dentro de uma área construída de 1.200 m², minimizando o impacto de sua projeção e criando uma inter-relação com a natureza como a principal experiência de vida.
Uma estrutura de iluminação minimalista para um espaço de estar em plano aberto, o Outline Ambient abriga uma combinação estratégica de pendentes e projetores. Imagem cortesia de Reggiani
Vivemos em uma era de interiores ativos, na qual perímetros mutáveis, layouts flexíveis e atividades ágeis testam constantemente os limites do design; os espaços de trabalho tornaram-se híbridos, as instalações comerciais evoluem sem parar e os espaços culturais assumiram um caráter multidimensional. Diante de cenários em constante transformação, a iluminação é fundamental para moldar os espaços internos com a dose ideal de atmosfera, dramaticidade ou destaque prático. Para atender às demandas desses interiores de vanguarda, o projeto de iluminação atual deve fornecer uma estrutura sólida que concilie dinâmicas mutáveis e um alto padrão de consistência, oferecendo flexibilidade, precisão de controle e uma estética atemporal.
Para responder a esse desafio, o novo sistema de iluminação “Outline”, da Reggiani, foi projetado visando à adaptabilidade por meio do minimalismo, da modularidade e da personalização. O sistema conta com um trilho ultra-esguio disponível em segmentos lineares e curvos, pronto para ser moldado em infinitas configurações livres ou geométricas. A essa base, pode-se adicionar uma variedade de projetores, pendentes e luminárias LED lineares, permitindo que profissionais de design modelem a experiência e a intensidade da luz com controle absoluto em diversos espaços – de showrooms e galpões a ambientes de hospitalidade e varejo.
O que é a Cidade de 15 Minutos? É toda cidade construída pela humanidade neste planeta até um século atrás, rebatizada com um nome atraente. Se os centros históricos de uma cidade não foram destruídos no último século, são essas as áreas que mais atraem turistas — pessoas que viajam por continentes e oceanos para vivenciar o melhor que elas têm a oferecer.
Há quarenta anos, um grupo de pioneiros decidiu voltar a projetar Cidades de 15 Minutos. Na verdade, planejaram cidades de 5 minutos, pois não acreditavam que as pessoas caminhariam por 15 minutos — e, no início dos anos 1980, estavam certos, dado o forte condicionamento da época em usar o carro para qualquer deslocamento. Seaside, na Flórida, foi o marco inicial. A revista Time a chamou de “a pequena cidade que mudou o mundo”. Pela primeira vez na história moderna da dispersão urbana, era possível guardar as chaves do carro na gaveta ou pendurá-las na parede e esquecê-las por dias. Ao retornar das férias em Seaside, os visitantes se perguntavam: “Por que não podemos construir assim onde moramos?”. Não demorou para que o Novo Urbanismo nascesse.
Atualmente em 103 milhões, o número de pessoas deslocadas à força de seus lares continua crescendo. Muitas buscam abrigo em assentamentos concebidos para serem temporários, mas onde a população deslocada acaba vivendo por anos, ou até mesmo décadas.
A Norman Foster Foundation e a Holcim, líder global em soluções construtivas sustentáveis, uniram-se para formular uma resposta a esse problema pautada em duas premissas fundamentais: o direito de todos a um lar e o acesso universal à construção sustentável.
Fundada em 2006, a Shanghai Hetai Architectural Decoration Co., Ltd. dedicou os últimos 17 anos à pesquisa e à prática de restauro e proteção durável de arquitetura em concreto aparente, bem como à execução de acabamentos em concreto aparente (revestimentos em cimento Portland e cimento branco resistentes às intempéries). Desde a seleção de produtos, testes de desempenho e desenvolvimento de processos até a implementação em projetos e inovação tecnológica, a empresa realizou com rigor experimentos em materiais, técnicas e execução. Como resultado, concluiu a recuperação e a proteção durável de 36 edifícios de concreto aparente e concreto convencional moldados em diferentes épocas, executou 9 projetos de acabamento em concreto aparente e realizou testes contínuos de estabilidade e resistência às intempéries que já superam o período de 10 a 16 anos.
"As máquinas que trouxeram o ar de volta, semearam sementes, fertilizaram o oceano e atenuaram o sol foram desativadas há muito tempo”, diz a arquiteta e designer Jennifer Chen ao apresentar sua exposição futurista intitulada No Evil - Forgotten Tales from a Post-Geoengineering Future.Trata-se de um convite para imaginar a população da Terra já salva da extinção climática a partir de sistemas de geoengenharia em escala planetária, que poderiam trazer ao presente respostas práticas para a restauração do clima.