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Arquitetos e arquitetas devem resistir à “revolução” da IA

Este artigo foi publicado originalmente no Common Edge.

Recentemente, decidi que não me deixaria arrastar pelos debates vazios sobre como o ChatGPT roubaria o emprego de todo/a arquiteto/a experiente no mundo antes de 2030, mas um artigo inteligente publicado neste site por Geethanjali Raman e Mohik Acharya me fez mudar de ideia. O que não está sendo enfatizado é que os algoritmos que analisam informações na internet são tão bons quanto a qualidade dessas próprias informações. A história da arquitetura sugere que toda novidade tem prazo de validade, desaparecendo rapidamente de vista após o esgotamento do frisson inicial. Apenas o que há de melhor resiste após um longo período de avaliação e crítica. Qualquer nova arquitetura amplamente elogiada e difundida desde o surgimento da internet provavelmente ainda não foi testada pelo tempo e, portanto, não serve como parâmetro de referência. E sejamos francos: alguns dos piores edifícios já projetados por seres humanos estão espalhados pelo ciberespaço, soterrando obras muito melhores que ainda não foram digitalizadas.

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Sobre este autor
Cita: Hewitt, Mark Alan. "Arquitetos e arquitetas devem resistir à “revolução” da IA" [Architects Must Resist the AI “Revolution”] 30 Jun 2023. ArchDaily em Português. (Trad. Fakharany, Nour) Acessado . <https://www.archdaily.com.br/pt/1138619/arquitetos-e-arquitetas-devem-resistir-a-revolucao-da-ia> ISSN 0719-8906

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