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South America: O mais recente de arquitetura e notícia

Abrindo espaço para a água: parques inundáveis na América Latina

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Caminhar ao longo de um rio em quase qualquer cidade da América Latina revela trechos que foram retificados, canalizados em concreto, soterrados por avenidas ou relegados aos fundos de áreas industriais e bairros residenciais. Ao longo do século XX, a expansão urbana ocupou gradualmente as margens dos rios e as antigas planícies de inundação, enquanto os cursos d'água eram desviados ou confinados em infraestruturas destinadas a controlá-los. Contudo, a água continuou a retornar. Há décadas, as inundações representam o desastre natural mais frequente na América Latina e no Caribe, segundo o Banco Interamericano de Desenvolvimento.

Algumas cidades começaram a reconsiderar o que acontece ao longo dessas margens. No Chile, no México e no Brasil, parques vêm sendo desenvolvidos em leitos de rios, canais de drenagem e outros territórios expostos a inundações. Esses espaços acolhem a água durante as fortes chuvas, ao mesmo tempo que oferecem áreas de lazer, circulação e convivência na maior parte do ano. O projeto desses espaços também transforma a forma como as comunidades do entorno acessam territórios antes associados a enchentes, poluição ou uso público restrito.

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Desenhando uma nova cidade: Brasília, Fordlândia e Ciudad Guayana

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Uma ordem social diferente é mais fácil de imaginar quando se situa longe daquela que já existe. Na América Latina, essa distância frequentemente tem sido territorial. Partes da região foram repetidamente tratadas como lugares onde outro mundo poderia começar. Esses lugares, contudo, nunca estiveram vazios.

Para os/as arquitetos/as, essa ideia tem um ponto de partida familiar: o plano. Visto de cima, um território pode parecer uma folha em branco, pronta para um eixo ou uma malha urbana. Ao nível dos olhos, esse mesmo chão já está repleto de pessoas e dos caminhos que elas utilizam.

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Um novo olhar sobre o patrimônio moderno: ArchDaily firma parceria com o World Monuments Fund

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O que torna um edifício digno de preservação? A idade é a resposta mais comum, mas nem sempre a melhor. Um edifício das décadas de 1950 ou 1970 pode ter tanta relevância histórica quanto uma catedral medieval; a questão exige apenas uma abordagem diferente, que pondere o contexto político, o significado cultural e a inovação arquitetônica em vez da mera passagem do tempo. Isso se aplica sobretudo à arquitetura modernista no chamado Sul Global, onde o movimento assumiu formas de expressão singulares.

É justamente esse debate que o ArchDaily e o World Monuments Fund (WMF) estão abrindo juntos. O WMF traz sua expertise prática em conservação ao redor do mundo, enquanto o ArchDaily entra com a capacidade editorial para contextualizar esse trabalho e conectá-lo a um público global. O objetivo é atuar em duas frentes simultâneas: preservar lugares e contar suas histórias, moldando a compreensão do patrimônio modernista para muito além do próprio campo da preservação.

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Da sala de aula ao pátio: como 10 universidades brasileiras repensam o espaço de aprendizagem

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Em 1961, ao conceberem a Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo, em São Paulo, Vilanova Artigas e Carlos Cascaldi estabeleceram um paradigma que continua a ecoar na arquitetura universitária brasileira: o edifício como um território contínuo, articulado por rampas, pátios e vãos livres, onde a experiência de aprendizado se estende para além da sala de aula. A ideia surgiu em um momento de transformação no ensino superior brasileiro que, nas décadas seguintes, se expandiria de um público relativamente restrito para alcançar uma população muito mais ampla e diversa. Se, em 1960, o Brasil tinha cerca de 226.218 matrículas na graduação, em 2023 esse número se aproximava de 10 milhões.

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Uma casa sobre a água: a história da joia modernista de Amancio e Delfina Williams

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O que acontece com uma casa quando a vida para a qual ela foi projetada chega ao fim? Na Casa sobre el Arroyo, a resposta se desenrolou gradualmente à medida que o edifício mudou de uso, propriedade e estado de conservação ao longo de quase oito décadas. Mesmo diante dessas transformações, a estrutura, a circulação e a relação com o terreno permaneceram fundamentais para a compreensão da casa e, eventualmente, para seu restauro.

Projetada por Amancio Williams e Delfina Gálvez Bunge de Williams a partir de 1943 para o pai de Amancio, Alberto Williams, a Casa sobre el Arroyo nasceu diretamente das condicionantes de seu terreno em Mar del Plata, Argentina. Em vez de tratar o arroio Las Chacras como um obstáculo a ser contornado, o projeto o utiliza para organizar a própria casa. Um arco de concreto armado cruza as águas e eleva os espaços de permanência, transformando o curso d'água em parte da experiência de circulação e habitação da casa.

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Construindo uma imagem nacional: arquitetura, capital e poder político

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A Pirâmide de Tirana foi inaugurada como um museu dedicado a Enver Hoxha em outubro de 1988, três anos após sua morte e três anos antes do colapso do regime. Nas décadas seguintes, o espaço funcionou como estação de rádio, centro de convenções, boate e base da OTAN durante a Guerra do Kosovo. Em 2023, o escritório MVRDV a reabriu como um parque e escola de tecnologia, adicionando degraus às fachadas para que as pessoas pudessem caminhar sobre o edifício. A inauguração coincidiu com a Cúpula dos Balcãs Ocidentais em 16 de outubro, data que, como apontaram alguns críticos, correspondia ao aniversário de Hoxha. Dois projetos de autodefinição nacional, separados por trinta e cinco anos e concebidos sob premissas políticas opostas, utilizaram a mesma estrutura.

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O protótipo como método: TAKK, salazarsequeromedina e Ensamble Studio

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Protótipos arquitetônicos são frequentemente usados para testar decisões antes que a construção comece. No entanto, em alguns escritórios, a prototipagem se inicia enquanto essas decisões ainda estão tomando forma. Transportar uma ideia do desenho para a matéria introduz questões que dependem do próprio fazer: como um material pode ser cortado ou unido, quanto pesa uma peça, como um encaixe se articula, se as partes podem ser reutilizadas ou até mesmo que forma o projeto deve assumir.

TAKK, salazarsequeromedina e Ensamble Studio fazem da experimentação física parte de seus processos de projeto, mas buscam respostas distintas por meio dela. Para o TAKK, os protótipos ajudam a testar como materiais e componentes se unem para formar um sistema construtivo. Para o salazarsequeromedina, maquetes e sistemas construídos permanecem abertos ao desmonte, à recombinação e a usos posteriores. O Ensamble Studio utiliza experimentos físicos para gerar geometria e conhecimento técnico-construtivo que possam ser aplicados na engenharia e na construção em escala real. O que distingue essas abordagens não é simplesmente o fato de prototiparem, mas sim o que cada escritório espera aprender por meio do protótipo.

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Como habitar um território: 10 casas moldadas pelas paisagens da Argentina

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O vasto território da Argentina revela múltiplas formas de construir moldadas por sua diversidade geográfica, climática e cultural. Ao projetar residências unifamiliares em Córdoba, Mendoza, Santa Fe e Buenos Aires, diversos escritórios jovens de arquitetura do país respondem a diferentes condições materiais, paisagísticas e culturais, trabalhando com os recursos, sistemas construtivos e ofícios artesanais disponíveis em cada região. A casa torna-se, assim, um meio de interpretar seu contexto, dialogar com as tradições locais e incorporar novas abordagens à produção arquitetônica.

Como cenário da vida cotidiana, a casa faz parte de uma experiência contínua, agindo como um organismo complexo e sutil que responde não apenas ao modo de vida das pessoas que a habitam, mas também às paisagens em que se insere. Após apresentar diferentes perspectivas e definições de figuras como Le Corbusier, Ernesto Rogers e Lewis Mumford, o arquiteto argentino Eduardo Sacriste enfatiza em seu livro Qué es la casa seu papel como reflexo do passado, que compartilha o presente e ilumina o futuro.

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Pelli Clarke & Partners conclui o Centro Cultural Lola Mora em San Salvador de Jujuy, Argentina

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O escritório Pelli Clarke & Partners concluiu o Centro Cultural Lola Mora em San Salvador de Jujuy, na Argentina, uma nova instituição cultural dedicada à vida e à obra da escultora argentina Lola Mora (1866-1936). Localizado na região noroeste do país, o projeto é o primeiro edifício cultural do escritório na América do Sul e o último projeto liderado por seu fundador, o falecido César Pelli. Projetado como uma instalação net-zero, o centro reúne seis das esculturas monumentais de mármore de Mora pela primeira vez em mais de um século, proporcionando um lar permanente para obras que antes eram expostas ao ar livre em Jujuy.

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América Latina em Foco: Este Mês na Arquitetura, Instituições Culturais, Patrimônio e Resiliência

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A arquitetura na América Latina este mês reflete uma ênfase crescente na adaptação, seja respondendo a riscos ambientais, repensando instituições culturais ou estendendo a vida útil de edifícios existentes. Os desdobramentos recentes revelam um debate regional moldado pela resiliência, patrimônio e espaço público, onde a arquitetura é cada vez mais compreendida como parte de sistemas urbanos, sociais e ambientais mais amplos. Das consequências dos grandes terremotos na Venezuela ao debate em torno do futuro Museu Nacional do Equador, as histórias deste mês destacam como o design está interligado a questões de identidade, vida cívica e sustentabilidade a longo prazo.

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Respondendo ao deslocamento: Estratégias arquitetônicas na América Latina

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O deslocamento costuma ser compreendido pelo movimento: o momento em que as pessoas são forçadas a se mudar de um lugar para outro. No entanto, sob a perspectiva da arquitetura, esse movimento é apenas o começo do que vem a seguir. Uma casa pode precisar ser reconstruída, uma comunidade inteira realocada ou a vida cotidiana restabelecida em um lugar completamente novo. O que se perde com o deslocamento nem sempre é algo que a arquitetura possa simplesmente substituir.

Essa questão é particularmente relevante na América Latina, onde o deslocamento moldou comunidades sob diferentes circunstâncias e em diversas escalas. O que acontece depois depende do motivo pelo qual as pessoas foram forçadas a se deslocar, se elas podem retornar e do que resta dos lugares que habitavam. Algumas comunidades se reconstroem em ambientes familiares. Outras devem estabelecer a vida cotidiana em um novo lugar. Essas diferenças moldam o que é demandado da arquitetura.

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Quando a mobilidade se torna o solo: arquitetura, adaptação e a busca por continuidade

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Poucas condições moldaram o discurso arquitetônico contemporâneo de forma tão profunda quanto a incerteza. Em bienais, exposições e fóruns internacionais, a arquitetura projeta cada vez mais sua relação com o mundo por meio da flexibilidade, da reversibilidade e da capacidade de resposta — qualidades destinadas a lidar com emergências climáticas, instabilidade política e uma mobilidade humana sem precedentes. Edifícios são projetados para se transformar, infraestruturas para evoluir e cidades para acolher condições que parecem cada vez mais imprevisíveis. Essa ênfase na agilidade expandiu a capacidade da disciplina de dialogar com as mudanças ambientais, oferecendo estratégias valiosas para um mundo em constante transformação.

No entanto, essa evolução aponta para uma mudança mais profunda na forma como a arquitetura media a condição humana. Há muito tempo a arquitetura funciona como um mecanismo de orientação existencial — uma maneira de a consciência humana esculpir uma coordenada inteligível em meio a um cosmos indiferente, ancorando a memória e a identidade a um ponto fixo. Em grande parte do discurso arquitetônico contemporâneo, a incerteza aparece cada vez menos como uma condição externa a ser mitigada e mais como o próprio horizonte a partir do qual o pensamento arquitetônico se inicia. A experiência espacial é cada vez mais moldada por ambientes projetados em torno de um fluxo persistente, onde pontos de referência estáticos dão lugar a condições de transformação contínua.

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Museus em debate: o que o MuNA do Equador revela sobre a identidade nacional

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O anúncio da proposta vencedora para o novo Museu Nacional do Equador (MuNA) desencadeou um dos debates arquitetônicos mais significativos do país nos últimos anos. Desde então, a resposta do público remodelou o próprio concurso, ao mesmo tempo em que levantou questões mais amplas sobre como um museu nacional dá forma arquitetônica à interpretação de uma nação. Embora a discussão tenha começado com um único projeto, ela expôs um desafio que se estende muito além do Equador.

Não se espera dos museus nacionais que apenas representem uma nação; espera-se que lhe deem forma arquitetônica. Contudo, a identidade não pode ser construída de forma direta. Antes de se tornar arquitetura, ela deve primeiro ser interpretada e traduzida por meio de decisões de projeto.

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Espaço Público em Uso: Región Austral e a Arquitetura do Cotidiano

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A arquitetura costuma ser avaliada pelo que é construído. No entanto, em muitos casos, o que realmente importa acontece depois: a forma como os espaços são usados, adaptados e integrados à vida cotidiana. Para o Región Austral, vencedor do prêmio 2025 Next Practices Awards do ArchDaily, é exatamente aí que o projeto começa. Trabalhando em múltiplos contextos, o escritório aborda o espaço público não como um objeto isolado, mas como algo que precisa ser ativado, negociado e mantido ao longo do tempo. Seus projetos focam menos na definição da forma e mais na criação de condições de uso, fazendo do projeto o ponto de partida.

Essa abordagem se manifesta em diferentes contextos, desde a Praça do Bairro Olímpico até a rede Playón de Chacarita. Embora cada projeto responda a uma situação específica, ambos exploram como o espaço público pode acolher a vida coletiva em áreas marcadas pela fragmentação e pela desigualdade. Em vez de adotar uma abordagem predefinida, o trabalho se adapta a diferentes condições urbanas, utilizando processos participativos e estratégias incrementais para moldar o funcionamento dos espaços ao longo do tempo.

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Infância e ancestralidade: O que podemos aprender com as comunidades indígenas sul-americanas sobre espaços para as crianças?

Nas comunidades indígenas da América do Sul, o lugar da criança é onde ela desejar estar. Os bebês engatinham pelo chão de terra, se aproximam das fogueiras, investigam formigueiros, experimentam o mundo com o corpo inteiro. Eles aprendem sentindo: descobrem limites, reconhecem perigos e colhem lições que nenhum manual poderia ensinar. No cenário urbano, por outro lado, as crianças costumam ser contidas em espaços pensados para adultos, repletos de regras que, embora bem-intencionadas, muitas vezes as afastam de experiências vitais. Diante dessas diferenças culturais, não nos caberia julgar qual modelo é melhor, mas sim, perceber que, quando culturas diferentes se observam, sempre há espaço para aprender.

No âmbito arquitetônico, essa infância vivida com rara liberdade de tempo e espaço, convida a repensar a forma como moldamos nosso cotidiano: por que limitar a exploração espontânea das crianças em ambientes controlados? Por que criar barreiras físicas e simbólicas entre elas e o mundo natural? E, sobretudo, como a arquitetura contemporânea poderia romper esse paradigma e, inspirada pela criança indígena, criar espaços que devolvam à infância sua dimensão mais selvagem, curiosa e plena?

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A nova Idade da Pedra: 12 casas contemporâneas da América Latina e a diversidade de suas pedras naturais

A arquitetura da América Latina é rica e diversificada, e isso também se reflete nos tipos de pedra utilizados ao longo dos séculos em suas diferentes regiões. Esses materiais não apenas refletem a geologia variada da América Latina, mas também mostram como as culturas locais adaptaram seus métodos de construção às condições naturais, criando uma arquitetura única e significativa. Na arquitetura contemporânea, o uso da pedra está alinhado com os preceitos da sustentabilidade por ser um material durável, com baixa pegada de carbono e disponível localmente. Seu apelo também pode ser enaltecido do ponto de vista estético, criando espaços atemporais e que fortalecem a relação com a natureza e a paisagem ao redor.

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Mapas antigos mostram por que inventar coisas pode ser uma má ideia

É difícil imaginar um mundo inexplorado. Hoje, GPS e mapas de satélite nos guiam pelas cidades, sejam familiares ou novas, enquanto as técnicas de varredura e mapeamento estão gradualmente tirando último ar de mistério em relação aos territórios ainda inexplorados do planeta. No entanto, a elaboração de mapas nos séculos XVI e XVII era uma arte, ainda que bastante incerta e repleta de lacunas.