Nicolás Valencia conversa esta semana no podcast TERRAZA com a arquiteta peruana Michelle Llona, coautora do premiado livro “Catálogo Arquitectura Movimiento Moderno Perú”, publicado pela Universidad de Lima em 2016.
“Catálogo de Arquitectura del Movimiento Moderno del Perú” (CAMMP) é o resultado da pesquisa de mesmo nome que, com o apoio do Instituto de Investigación Científica da Universidad de Lima, Llona desenvolveu junto a Alejandra Acevedo entre 2013 e 2015. Trata-se da primeira iniciativa no Peru que se propôs a inventariar e documentar os edifícios mais importantes da produção peruana no período moderno.
https://www.archdaily.com.br/pt/1140665/michelle-llona-a-arquitetura-moderna-no-peru-esta-desaparecendoArchDaily Team
A forma como percebemos o espaço é uma dimensão crucial na arquitetura e no design de interiores, influenciando profundamente a nossa interação com o entorno. Desse modo, a percepção espacial é determinada por aspectos como a organização do mobiliário, a iluminação, o uso das cores e os materiais selecionados. Este último componente adquire uma relevância particular, considerando que um mesmo material pode ser empregado de múltiplas maneiras e, consequentemente, propiciar atmosferas com caráter próprio.
Um exemplo do potencial das variações no uso da materialidade são os revestimentos ripados. Trata-se de superfícies de MDF fresadas com um padrão linear para ambientar paredes e forros internos, aplicáveis em uma variedade de superfícies, sempre em áreas não expostas à umidade. O sistema destaca-se por sua capacidade de acentuar o espaço por meio de diferentes configurações que, dependendo de sua disposição e tipo de ripado, podem modificar a experiência espacial, destacando, direcionando, envolvendo e alcançando um equilíbrio visual em residências, escritórios, espaços comerciais, entre outros.
https://www.archdaily.com.br/pt/1140192/como-utilizar-revestimentos-ripados-em-paredes-internasEnrique Tovar
O Second Studio (anteriormente conhecido como The Midnight Charette) é um podcast sem filtros sobre design, arquitetura e o cotidiano. Apresentado pelos/as arquitetos/as David Lee e Marina Bourderonnet, o programa traz diferentes profissionais de áreas criativas em conversas espontâneas que dão espaço a reflexões profundas e debates pessoais.
Uma variedade de temas é abordada com honestidade e bom humor: alguns episódios trazem entrevistas, enquanto outros oferecem dicas para colegas designers, análises de edifícios e outros projetos, ou explorações informais sobre o cotidiano e o design. The Second Studio também está disponível no iTunes, Spotify e YouTube.
Nesta semana, David e Marina, da FAME Architecture & Design, recebem Deborah Riley, designer de produção de Game of Thrones e O Problema dos 3 Corpos (3 Body Problem), para discutir sua trajetória profissional; os motivos que a levaram a estudar arquitetura; a transição de carreira para a cenografia; a evolução de cenógrafo/a a designer de produção; a experiência de se tornar designer de produção em Game of Thrones; suas responsabilidades no cargo; a relação entre cenários físicos e digitais (CGI); os desafios de trabalhar em diferentes projetos, e muito mais.
https://www.archdaily.com.br/pt/1140535/the-second-studio-podcast-deborah-riley-designer-de-producao-de-game-of-thrones-e-o-problema-dos-3-corposThe Second Studio Podcast
Os edifícios brutalistas são um componente marcante da identidade arquitetônica de Washington, D.C. Na nova exposição do National Building Museum, intitulada Capital Brutalism, essa identidade é explorada em detalhes. Coorganizada com o Southern Utah Museum of Art (SUMA), Capital Brutalism é a exposição mais abrangente sobre a arquitetura brutalista em Washington, D.C. realizada até hoje, permanecendo em cartaz até 17 de fevereiro de 2025.
Recentemente, o arquiteto Cristián Castillo Echeverría recebeu o Prêmio Nacional de Arquitetura 2024, uma distinção que reconhece e valoriza sua contribuição para a sociedade e para o habitar no Chile. Concedido pela Diretoria Nacional do Colégio de Arquitetos do Chile, o Prêmio Nacional de Arquitetura reconhece profissionais de arquitetura cuja trajetória e desempenho ético e profissional representam um exemplo para os demais colegas, atuem eles no campo da execução de obras arquitetônicas, em atividades acadêmicas, de classe, de serviço ou de gestão pública.
Cortesia de SITELAB urban studio e Field Operations
O escritório SITELAB urban studio e o Field Operations apresentaram uma proposta de projeto para reimaginar a icônica Powell Street, em São Francisco. A via costumava ser um dos corredores de pedestres mais movimentados de seu distrito e uma atração turística popular, com os tradicionais bondinhos subindo e descendo a rua para conectar a Union Square e a Hallidie Plaza. Ao longo do trecho mais popular de três quarteirões, a maioria das fachadas de lojas ficou vazia. De acordo com o San Francisco Chronicle, um dos motivos foi a pandemia de Covid-19, que resultou em uma redução ainda maior do turismo e das atividades comerciais. Agora, um novo projeto liderado pelas equipes de design do SITELAB urban studio e do Field Operations busca revitalizar esse corredor de transporte atualmente subutilizado e catalisar um interesse renovado pela área.
Cidades nos Estados Unidos estão adotando as Unidades Habitacionais Acessórias (ADUs, na sigla em inglês) para enfrentar a crise habitacional que afeta o país. Frequentemente construídas em lotes de residências unifamiliares já existentes, as ADUs oferecem uma alternativa acessível para aumentar a oferta de moradia em bairros consolidados. Contudo, assim como ocorre com qualquer novo desenvolvimento habitacional, uma regulamentação eficaz é fundamental para que haja uma ampla adoção. Los Angeles despontou como um laboratório urbano no uso de ADUs para mitigar seu déficit habitacional, oferecendo lições valiosas para outras cidades. A experiência do município evidencia os desafios de se estabelecer uma regulamentação, ao mesmo tempo em que promove os benefícios dessas unidades como uma solução de moradia acessível.
A flexibilidade é a palavra de ordem do nosso tempo, confrontando-nos em todos os aspectos e desafiando diariamente tanto a nós quanto aos nossos espaços. Os ambientes de vida e trabalho atuais são definidos por layouts fluidos e adaptáveis, em vez de estruturas rígidas — desde a residência urbana multifuncional até o escritório flexível em plano aberto que opera de forma tão ágil quanto nossa própria filosofia de trabalho.
No desenho, as linhas são elementos fundamentais de composição. Elas delineiam o espaço, esboçam estruturas e definem limites. Quando se trata de mapas e fronteiras, a linha adquire um significado particular, pois essa "simples" expressão gráfica marca uma divisão poderosa entre regiões, estabelecendo o início ou o fim de um território. Essa linha tem um significado profundo no limite entre o México e os Estados Unidos, onde ela constantemente se dissolve e questiona a própria fronteira. Nesses locais, o multiculturalismo é uma vivência cotidiana, com uma negociação contínua de limites presente em todos os aspectos da vida. A dinâmica dessas fronteiras envolve o design e a geração de uma complexa rede de interações e colaborações.
Em vez de se dividir entre tijuanenses de um lado e habitantes de San Diego de outro, essa região singular se destaca como uma comunidade cuja essência se harmoniza com um profundo legado de colaboração transfronteiriça, distanciando-se da ideia de cidades separadas por uma linha física. Sendo a primeira indicação binacional na história do programa Capital Mundial do Design (WDC, na sigla em inglês), a região de Tijuana-San Diego compartilha um interesse comum em enfrentar questões urbanas, sociais e econômicas por meio do design. Assim, por meio de conferências, cúpulas de políticas públicas e workshops, a região busca potencializar a catalisação de ideias a partir desse título.
https://www.archdaily.com.br/pt/1140730/de-linhas-de-fronteira-a-limites-difusos-san-diego-tijuana-como-a-capital-mundial-do-design-2024Enrique Tovar
Pôster de Leah Wulfman. Imagem cortesia de Architectural League Prize for Young Architects + Designers
O The Architectural League Prize for Young Architects + Designers é um concurso anual de portfólios para profissionais em início de carreira na América do Norte. Criado em 1981, o concurso é estruturado em torno de um tema anual. Este ano, o Comitê de Jovens Arquitetos/as e Designers de 2024 propôs o tema "Dirty" ("Sujo", em tradução livre), instigando os/as profissionais a "olharem além de suas apresentações de profissionalismo, respeitabilidade e especialização" e a rejeitarem métodos de trabalho excessivamente higienizados.
Os trabalhos originais dos/as seis vencedores/as do League Prize for Young Architects + Designers de 2024 estão agora em exibição em uma mostra online. As instalações criadas para a ocasião apresentam uma grande variedade de respostas e interpretações do tema central. Os projetos apresentados online — e, em alguns casos, também presencialmente — desafiam as práticas arquitetônicas tradicionais e oferecem uma introdução imersiva ao trabalho dos/as premiados/as. Além das instalações, uma programação diversificada de palestras foi organizada para aprofundar o debate sobre o tema.
A 7ª Bienal de Arquitetura de Tallinn (TAB 2024) terá início em 9 de outubro de 2024, em diversos locais da cidade. Organizada pelo Centro Estoniano de Arquitetura, esta edição da exposição global de arquitetura explora o tema “Recursos para um Futuro” (Resources For a Future), com o objetivo de incentivar o diálogo, o trabalho interdisciplinar e a inovação na arquitetura. O evento é voltado tanto para arquitetos/as quanto para o público em geral, contando com uma programação abrangente que inclui workshops, painéis, seminários e o Open House Tallinn.
No contexto da implementação de projetos de infraestrutura verde para a gestão da água na Bacia do México a partir de espaços públicos existentes, o Parque Hídrico La Quebradora surge como a primeira proposta de acupuntura hidrourbana. O projeto da equipe do Instituto de Pesquisas Sociais da UNAM, coordenado por Manuel Perló Cohen e Loreta Castro Reguera Mancera, propõe converter a infiltração do terreno em um marco de boa gestão da água, geração de espaço público e fortalecimento do tecido social a partir de quatro níveis: infraestrutura, parque, cidade e mirante. Ao resolver parte dos problemas hídricos e sociais enfrentados pelo território, a proposta transforma a infraestrutura urbana em um espaço público e recreativo para a comunidade, em uma área de alta densidade demográfica e escassez de espaços públicos.
Cortesia de Studio Gang | Centro de Educação Agrícola Marlboro em Gravesend, Brooklyn
O Studio Gang acaba de divulgar o projeto para o novo Marlboro Agricultural Education Center no Brooklyn, Nova York. Propondo um sistema alimentar mais equitativo e inclusivo, o projeto transforma um campus da New York City Housing Authority (NYCHA) em um polo de educação multigeracional, capacitação profissional e liderança comunitária em agricultura urbana. Gerido pela organização sem fins lucrativos The Campaign Against Hunger (TCAH), o centro busca potencializar iniciativas de longa data em toda a cidade para ampliar a autonomia e a segurança alimentar em bairros vulneráveis.
À medida que cresce a conscientização sobre o desenvolvimento sustentável, o bambu desponta como uma alternativa atraente aos materiais de construção tradicionais. Esse material inovador vem ganhando espaço significativo na construção de instalações esportivas, demonstrando como práticas sustentáveis podem moldar um futuro mais verde.
O bambu se destaca como um substituto ecológico para a madeira, o concreto e o aço. Sua aplicação na construção de instalações esportivas reduz significativamente o impacto ambiental e promove a sustentabilidade. O uso de bambu de origem local em certas regiões diminui ainda mais as emissões de carbono associadas ao transporte. As vantagens do bambu, no entanto, vão além dos benefícios ambientais. Além de resistente e durável, o material é leve e flexível, tornando-se ideal para as demandas da construção moderna.
Levantamentos precisos são essenciais para que o projeto de arquitetura e a subsequente construção ocorram da maneira mais fluida possível. Eles fornecem informações detalhadas sobre as características físicas de um terreno, estruturas existentes, condições ambientais e possíveis obstáculos, servindo como pré-requisitos para a etapa de projeto e garantindo que todos os fatores relevantes sejam considerados antes do início da construção. Essas informações são fundamentais para a tomada de decisões fundamentadas, que se harmonizem com o entorno e cumpram as regulamentações locais de zoneamento, códigos de obras e normas ambientais. Tradicionalmente, esses levantamentos dependiam de medições manuais com trenas, fotografias básicas e, mais recentemente, de escaneamento a laser de alto custo. Todos esses métodos são suscetíveis a erros humanos e podem demandar muito tempo, especialmente em áreas grandes ou complexas. O escaneamento a laser, apesar de ser mais preciso e abrangente, envolve equipamentos caros e técnicos especializados, o que eleva os custos do projeto e muitas vezes prolonga o prazo necessário para a realização do levantamento.
Incorporadores/as costumam fazer parecer que seu mais recente edifício de escritóriosLEED Platinum reverterá, sozinho, as mudanças climáticas. A triste realidade é que poderiam passar a vida inteira projetando e construindo todas as suas obras de acordo com os padrões ambientais mais rigorosos, mas isso não irá resolver o problema. O planeta ficará mais quente, os mares subirão e as tempestades se intensificarão. Um século de queima de combustíveis fósseis já consolidou o aquecimento global na atmosfera para o resto de nossas vidas.
Os Jogos Olímpicos de Paris 2024, oficialmente conhecidos como os Jogos da XXXIII Olimpíada, estão programados para acontecer de 26 de julho a 11 de agosto de 2024. Sendo a segunda cidade a sediar os Jogos Olímpicos de Verão por três vezes — depois de Londres —, tendo a primeira ocorrido em 1900 e a segunda em 1924, Paris irá exibir seu patrimônio cultural ao sediar os jogos de 2024 em marcos icônicos como o Grand Palais, a Torre Eiffel, os Jardins de Versalhes e a Place de la Concorde. Paralelamente, a capital francesa também passa por grandes reformas em suas vias navegáveis com um "Plano de Balneabilidade" bilionário, que visa transformar o rio Sena em uma rota aquática própria para banho durante os Jogos Olímpicos, buscando restaurar sua importância histórica como um rio urbano vibrante.
Com a proximidade dos Jogos Olímpicos de Paris 2024, o ArchDaily selecionou uma série de artigos e notícias que oferecem uma visão abrangente dos ambientes construídos e não construídos que servirão de palco para os jogos.
A apenas um mês do início dos Jogos Olímpicos de Paris (XXXIII Olimpíada), a cidade realiza um esforço final para garantir que a paisagem e a infraestrutura estejam prontas para o maior evento esportivo do mundo. Com início marcado para 26 de julho e encerramento em 11 de agosto de 2024, o Conselho de Paris aprovou inúmeras iniciativas para transformar a cidade. Visando uma Paris mais verde, saudável e com melhor mobilidade, a metrópole passou por transformações massivas para exibir seus avanços modernos e repensar a própria estrutura dos Jogos Olímpicos.
Costuma-se dizer que Roma não foi construída em um dia, e o mesmo certamente se aplica a uma das cidades mais proeminentes e deslumbrantes do mundo: a magnífica Paris. Pode até parecer que as duas cidades, de reputação lendária, são de certa forma equivalentes. Ambas foram idealizadas por um imperador que queria transmitir uma mensagem política de inovação, grandeza e opulência. Em ambos os casos, essas grandes reformas urbanas e reconstruções massivas encobriram qualquer luta ou resistência popular com uma beleza ofuscante e uma estrutura de entretenimento de massa (de gladiadores a dançarinas de cancan e *brasseries*). E assim surgiu a Paris que conhecemos hoje, uma cidade de divertimento que atrai mais de 30 milhões de turistas por ano.
Mas também é fascinante compreender como uma cidade inteira em crescimento foi tratada como um projeto de massa único, quase experimental. Por mais de vinte anos, de 1853 a 1870, Paris foi um canteiro de obras ininterrupto. Com a implementação de novas tecnologias e novos padrões de desenho, o resultado não foi apenas uma estética diferente, mas uma ordem social, uma expansão urbana e um modo de vida completamente novos.
A cidade espanhola de Barcelona, um dos principais destinos turísticos da Europa, anunciou um plano para proibir o aluguel de apartamentos para turistas até novembro de 2028. A iniciativa, anunciada pelo prefeito Jaume Collboni, visa atenuar a crise habitacional de longa data, reduzir os preços para a população local, melhorar a habitabilidade e aumentar a oferta de moradias acessíveis na cidade. Nos últimos dez anos, o aumento dos aluguéis de curta temporada elevou os aluguéis em 68% e o custo de compra de imóveis em 38%, contribuindo significativamente para a crise do custo de vida.
Há uma presença crescente de edifícios abandonados em muitas cidades africanas, e o Limbo Accra — um escritório de design espacial — fundamenta sua atuação na experimentação de seu reparo, reuso e transformação. O escritório enxerga esses edifícios como uma tipologia arquitetônica singular que engloba marcos urbanos fundamentais, desde a abandonada Independence House em Lagos até a torre inacabada do aeroporto em Accra, entre outros. O coletivo os vê como grandes oportunidades para o espaço público moderno e como espaços simbólicos para a justiça espacial. Por meio de técnicas como a fotogrametria, o Limbo Accra vem criando um arquivo digital dessas edificações e colaborando com artistas e designers para propor novas perspectivas para elas. O ArchDaily teve a oportunidade de conversar com Dominique Petit-Frère, cofundador/a do Limbo Accra, sobre o caráter coletivo desses edifícios, a abordagem do escritório para sua transformação e como enfrentar os desafios no reuso adaptativo dessas estruturas.
O escritório C.F. Møller Architects acaba de ser anunciado como o vencedor do concurso de desenho urbano para desenvolver o Distrito de Luna em Södertälje, na Suécia. Sua proposta, “The Sky is Our Roof” (“O Céu é o Nosso Teto”), detalha a transformação do Distrito de Luna, conhecido como Lunagallerian, no que representa um dos projetos de desenvolvimento urbano mais abrangentes da história de Södertälje. Planejado para ser reconfigurado em diversos distritos urbanos abertos, o projeto foi selecionado entre propostas de 35 escritórios de arquitetura.
Temos a satisfação de anunciar os nossos próximos workshops de julho em parceria com o nosso parceiro do ArchDaily Plus, Parametric Architecture. Esses workshops foram cuidadosamente planejados para capacitar arquitetos/as, designers e entusiastas, proporcionando-lhes as mais recentes perspectivas e habilidades no dinâmico universo do design paramétrico. Conduzidas por especialistas e visionários do setor, essas sessões imersivas explorarão técnicas de ponta, ferramentas inovadoras e aplicações práticas, criando um ambiente de aprendizado dinâmico e inspirador no qual os/as participantes poderão elevar suas habilidades de projeto a patamares inéditos.
https://www.archdaily.com.br/pt/1140020/workshops-de-julho-de-arquitetura-parametricaArchDaily Team
Foto por Elias Daaboul. Imagem Cortesia de ArchDaily
O ArchDaily, integrante das plataformas DAAily, tem o prazer de anunciar uma importante transição. Após quase duas décadas de uma liderança pioneira, o estimado fundador e atual editor-chefe do ArchDaily, David Basulto, deixará o cargo. Nascido e criado no Chile, David fundou o ArchDaily em 2005 e foi fundamental para transformá-lo na plataforma de reconhecimento global que é hoje.
Christele Harrouk, que integra nossa equipe desde 2019 e atua como editora-executiva desde 2020, assumirá o cargo de nova editora-chefe do ArchDaily a partir de agosto de 2024. Tendo trabalhado em estreita colaboração com David ao longo dos anos, Christele traz uma vasta experiência e uma perspectiva renovada que guiará a equipe editorial do ArchDaily rumo a um futuro promissor.
As equipes do ArchDaily aguardam com entusiasmo a visão editorial que Christele trará e convidam a todos a dar as boas-vindas a ela em seu novo cargo.