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Da pátina ao propósito: 15 projetos que exploram o aço Corten como elemento de design

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No projeto arquitetônico, os materiais transmitem narrativas, moldando a forma como os espaços são percebidos e vivenciados. O aço patinável, frequentemente conhecido por sua marca registrada que se tornou genérica, o aço Corten, destaca-se por sua capacidade de evoluir, transformando-se em um meio que conta sua própria história. Trata-se de um grupo de ligas de aço que desenvolvem uma camada externa estável de ferrugem, a qual dispensa a necessidade de pintura para proteção do metal, ao mesmo tempo que lhe permite transformar-se ao longo do tempo. Sua pátina envelhecida funciona como mais do que um escudo funcional; torna-se uma linguagem estética, um testemunho da interação entre arquitetura e natureza. Essa superfície em constante mutação conecta o efêmero e o duradouro, oferecendo a arquitetos e arquitetas um material que se torna mais rico com o passar do tempo.

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Transformando Portland: Como uma rodovia demolida se tornou um parque pioneiro na orla

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As paisagens urbanas são moldadas pela infraestrutura que priorizamos, refletindo as necessidades e valores da sociedade em um determinado momento histórico. Um exemplo marcante dessa evolução é a Harbor Drive, em Portland — uma rodovia que outrora foi uma artéria de tráfego intenso de automóveis, mas que posteriormente foi demolida para dar lugar a um parque linear à beira-rio. Essa transformação não apenas remodelou o centro de Portland, Oregon, nos Estados Unidos, mas também marcou um marco significativo no planejamento urbano: a remoção de uma importante rodovia em prol do espaço público. A história da Harbor Drive abriu caminho para uma tendência crescente de redução da infraestrutura de tráfego urbano e de reimaginação das cidades para as pessoas, e não para os carros.

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Tendência global em pedras e mármores: inspiração natural em cada espaço

As pedras e os mármores continuam se consolidando como materiais fundamentais na arquitetura e no design, tanto em interiores quanto em exteriores em diferentes partes do mundo. A CHC oferece uma seleção que convida a criar espaços com um caráter atemporal e elegante. Descubra como incorporar mármore e pedra em seus projetos para trazer um toque de modernidade e estilo.

Cidades Lixo Zero: Estratégias Urbanas de São Francisco e Singapura

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Com o crescimento da população urbana e a evolução dos padrões de consumo, as cidades enfrentam desafios complexos relacionados à gestão de resíduos. Abordagens tradicionais, focadas na coleta e no descarte, mostram-se hoje inadequadas diante das graves preocupações ambientais e da escassez de recursos. A gestão de resíduos tornou-se um tema central de debate, sendo apresentada como uma estratégia fundamental para a transição rumo a economias circulares. O conceito Lixo Zero busca transformar a maneira como as cidades gerenciam seus resíduos urbanos e construir culturas de apoio em torno dessa prática.

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A prática arquitetônica como exploração do habitar contemporâneo: conheça a obra do escritório argentino IR Arquitectura

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O IR Arquitectura não é apenas um escritório, mas se define como uma plataforma de exploração que integra a prática arquitetônica a temas tangenciais, como a cidade, a paisagem, a tecnologia e a sustentabilidade. Fundado por Luciano Intile e Enrico Cavaglià, com sede em Buenos Aires, Argentina, o IR Arquitectura é um coletivo interdisciplinar formado por profissionais de arquitetura, design e diversas outras áreas, que abordam projetos de diferentes escalas e naturezas, aproveitando cada oportunidade para explorar novas soluções e estratégias no que se refere ao habitar contemporâneo, urbano e em estreita relação com o entorno.

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Aeroportos como Destinos: O Branding de Cidades no Leste e Sudeste Asiático

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As viagens aéreas abriram novos caminhos para as experiências de viagem. Recentemente, esses espaços de transição se tornaram destinos por si sós, com aeroportos como o Aeroporto Internacional de Hong Kong e o Aeroporto Internacional de Incheon registrando mais de 60 milhões de visitantes por ano. Os aeroportos costumam ser a primeira e a última impressão de uma cidade, e profissionais de design e planejamento urbano reconhecem cada vez mais seu papel em contar a história da marca de um lugar. Como hubs de viagem e turismo, esses aeroportos buscam conciliar funcionalidade e engajamento cultural, oferecendo aos/às passageiros/as uma prévia da identidade local antes mesmo de saírem do terminal.

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Revivendo a arte na arquitetura: um olhar sobre a política do "1% para a arte" da França

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Ao longo de diversas civilizações históricas e movimentos artísticos, da Grécia e Roma Clássicas ao Renascimento e à Bauhaus, a colaboração entre arte e arquitetura sempre constituiu uma expressão social significativa. No entanto, os ideais modernistas do século XX e a produção em massa resultaram no declínio e no quase desaparecimento da arte no interior dos edifícios.

Como resposta, muitos países europeus assumiram a responsabilidade de promover a colaboração entre arte e arquitetura. Foram criados programas determinando que um percentual do custo total de um novo edifício, praça ou espaço público deveria ser destinado à arte. Essa legislação, comumente conhecida como "Percentual para a Arte" (Percentage for Art), teve origem na França e, ao longo dos anos, vem sendo explorada por artistas e arquitetos/as para criar novas experiências arquitetônicas.

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O vidro como protagonista: Casa Bosque e a experiência imersiva na natureza

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Qual papel desempenham as superfícies de vidro na conexão entre a arquitetura contemporânea, a natureza e a experiência de quem habita os espaços interiores? A evolução do fechamento de vidro acompanha o desenvolvimento da arquitetura contemporânea, tendo na transmissão da luz natural uma de suas principais qualidades. Além disso, a versatilidade do material e seu caráter transparente permitem diluir os limites entre interiores e exteriores, ao mesmo tempo em que despertam diversas percepções sensoriais e psicológicas, entre outras virtudes. Em sua busca constante por inovação, a Glasstech oferece uma ampla gama de soluções em vidro, envolvendo-se de maneira integral desde a concepção do projeto até a sua instalação. Para ilustrar suas diversas aplicações, apresentamos a Casa Bosque, no Chile, como um exemplo notável de arquitetura em harmonia com seu entorno natural.

Cidades do Futuro: Construindo com Inovação e Sustentabilidade

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Ao longo da história, tornou-se evidente que a chave para projetos duradouros e sustentáveis é lançar bases sólidas. Nossa sociedade caminha para um futuro mais urbano, no qual a densidade das metrópoles será cada vez maior. Por isso, esse amanhã mais urbano exige um planejamento urbano moderno, capaz de erguer estruturas inovadoras, sustentáveis e flexíveis. Afinal, a única forma de fazer com que a nossa sociedade viva melhor é construir melhor.

Guia de Arquitetura de Bali: 25 projetos que mesclam tradição e inovação na ilha mais visitada da Indonésia

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Bali costuma ser mais associada às suas praias e ao setor de lazer. E com razão, já que a província indonésia recebeu mais de 2,9 milhões de turistas apenas este ano. Além dos visitantes temporários, Bali também abriga residentes de longo prazo e nômades digitais, o que contribuiu para o seu rápido crescimento populacional. Isso, naturalmente, impactou a densidade urbana e a demanda por novos alojamentos e serviços, abrindo espaço para propostas arquitetônicas criativas e para a exploração de novos materiais.

Essa tendência se manifesta frequentemente em projetos construídos em bambu, com a ilha servindo de palco para algumas das construções vernáculas mais antigas e complexas com o material. Esse conhecimento pode ser transmitido a arquitetos/as e profissionais de todo o mundo que desejam compreender como esse material versátil pode ser aplicado em seus próprios países. Diversos escritórios locais e globais de renome, como IBUKU e Bamboo U, têm defendido essa arquitetura ecologicamente consciente em seus projetos, sempre focados na preservação da natureza e no resgate e otimização das técnicas construtivas tradicionais. 

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Arquiteturas Efêmeras: Engajando Comunidades por Meio de Estruturas Temporárias

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As arquiteturas efêmeras, caracterizadas por sua natureza temporária e flexível, surgem como ferramentas potentes para revitalizar espaços urbanos e fomentar a criatividade arquitetônica. Essas instalações transitórias transformam áreas públicas, engajando comunidades e estimulando reflexões sobre os possíveis futuros de nossas cidades. Ao transformar temporariamente os ambientes, as arquiteturas efêmeras incentivam tanto profissionais de arquitetura quanto o público a reimaginar as possibilidades da vida urbana. Essa interação dinâmica entre o temporário e o permanente desafia as práticas arquitetônicas tradicionais e abre novos caminhos para um desenvolvimento urbano sustentável e inclusivo.

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Interiores modernos com um toque histórico: revestimentos de parede figurativos para espaços cenográficos

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As culturas grega e romana lançaram as bases da civilização moderna, deixando um legado duradouro na filosofia, na literatura, na matemática e na arte. Ainda que suas contribuições nessas áreas sejam significativas, por vezes elas acabam sendo negligenciadas. No entanto, em disciplinas como a escultura e a arquitetura, sua influência permanece praticamente inalterada, profundamente enraizada nos ideais clássicos de beleza. Isso se exemplifica em obras canônicas como o Partenon, o Panteão Romano e o Discóbolo, que continuam a cativar por sua proporção, simetria e riqueza de detalhes. Assim, não surpreende que o classicismo greco-romano continue relevante graças à sua atemporalidade estética, revitalizado ao longo de diferentes épocas, do neoclassicismo a propostas contemporâneas.

Nesse contexto moderno, a mitologia greco-romana, os contos épicos e os conceitos arquitetônicos clássicos inspiram um novo olhar sobre a estética dos interiores. Adotando uma abordagem vanguardista do neoclassicismo, uma nova onda de design de interiores utiliza traços marcantes para definir figuras e detalhes, como pilastras e capitéis, ecoando as sinópias dos afrescos históricos. Esses projetos transformam a monumentalidade em atmosferas acolhedoras e elegantes. Ao mesclar referências históricas e contemporâneas, oferecem soluções figurativas inovadoras que criam espaços poeticamente cenográficos. A coleção Arcadia exemplifica essa abordagem, destacando-se como um tributo ao classicismo e apresentando uma narrativa visual única por meio de seus revestimentos de parede.

Revisitando o projeto de arranha-céus: os benefícios das fachadas responsivas e dos projetos passivos

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A sociedade contemporânea vem testemunhando um crescimento expressivo na construção de arranha-céus em centros urbanos de todo o mundo por diversos motivos — incluindo avanços na engenharia, o aumento da densidade urbana, restrições de espaço e, indiscutivelmente, uma disputa competitiva para construir as estruturas mais altas do mundo. A atração pelas fachadas totalmente envidraçadas e a busca por peles de vidro com painéis cada vez maiores de vidro contínuo muitas vezes ocorreram em detrimento da funcionalidade.

Nessas torres, as janelas operáveis são sacrificadas em prol da estética e das vistas panorâmicas, com uma disposição de núcleo central que maximiza as visuais em 360 graus, mas acaba gerando "monstros arquitetônicos de ganho de calor solar". Sem ventilação natural ou cruzada, esses arranha-céus de vidro retêm uma quantidade significativa de calor da radiação solar nos espaços habitáveis, dependendo quase que exclusivamente de sistemas mecânicos de HVAC para resfriá-los. Isso levanta a questão: a estratégia de ventilação passiva está se tornando obsoleta no projeto de edifícios altos, ou os sistemas operáveis podem ser integrados de forma eficaz em nossas torres de alta tecnologia?

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O Efeito High Line: Transformando infraestruturas abandonadas nos Estados Unidos

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No início dos anos 2000, uma linha ferroviária abandonada em Manhattan estava em deterioração — a lembrança de uma época em que trens de carga cruzavam a cidade. Para a maioria dos cidadãos, o local estava fadado à demolição. No entanto, um grupo de moradores/as visionários/as enxergou uma oportunidade nesse espaço negligenciado e defendeu sua transformação em uma área verde pública para a comunidade. O sucesso do projeto acabou desencadeando o "Efeito High Line", inspirando outras cidades norte-americanas a resgatarem infraestruturas obsoletas em antigas ferrovias, rodovias e áreas industriais.

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Guilherme Wisnik: “Em um mundo efêmero, a arquitetura tem que se tornar imagem”

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Nicolás Valencia conversa esta semana no podcast TERRAZA com o arquiteto e crítico brasileiro Guilherme Wisnik sobre seu livro En la niebla (Editorial Bifurcaciones), uma série de ensaios em que a névoa serve de metáfora para o estado de incerteza do mundo atual, costurando debates contemporâneos sobre espaço, arte e política.

A estética por si só não confere significado ao espaço sagrado

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Este artigo foi publicado originalmente no Common Edge.

Na era pós-pandemia, o excedente de igrejas subutilizadas é uma realidade crescente. Para além de oferecer oportunidades de exploração em reuso adaptativo, o que essa tendência revela sobre a espiritualidade moderna? Será que a humanidade perdeu o interesse pelo sagrado? Em um artigo recente no Common Edge, Duo Dickinson abordou essa preocupação ao afirmar que "a mudança cultural que causa o abandono das igrejas não põe fim à busca humana pelo sagrado".

Embora declare acertadamente que nenhuma fórmula é capaz de transformar a arquitetura no "sagrado", ele parecia sugerir que uma nova espiritualidade ainda poderia ser encontrada na forma arquitetônica. Ao considerarmos o significado da transformação das formas do espaço sagrado na era moderna, buscar uma revitalização da espiritualidade apenas através da arquitetura corre o risco de repetir um erro do século passado: esperar demais da estética.

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Galerias de arte que atraem: 5 espaços artísticos no Brasil que conectam interiores e exteriores

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A arte e a arquitetura passam por uma série de processos interpretativos anteriores à sua criação que envolvem o reconhecimento de uma capacidade de maravilhamento, experimentação, comunicação e imaginação. Compartilhando sensibilidades e buscas criativas, são capazes de modificar a vivência do mundo em resposta a um coletivo de ideias que, por vezes, desenham, pintam e escrevem sobre temáticas relacionadas à relação com a natureza, ao papel da sociedade no ambiente construído, aos sentidos que os espaços transmitem, entre outros.

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Espaço para mais: ampliações residenciais para atender a novas necessidades

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Em cidades densamente povoadas, a demanda por mais espaço habitável impulsionou uma tendência crescente de ampliações residenciais. Diante das oportunidades limitadas para novas construções e do desejo de preservar a malha urbana histórica, proprietários(as) buscam cada vez mais maneiras inovadoras de expandir suas casas. As ampliações oferecem uma solução prática para as necessidades modernas, permitindo que os(as) residentes permaneçam em bairros familiares e mantenham seus laços com a comunidade.

Existem diversas abordagens para essas reformas. As ampliações residenciais assumem várias formas, desde cômodos isolados com funções específicas próximos à casa principal até volumes diretamente conectados à estrutura original. Essas ampliações podem ser construídas no térreo ou aproveitar o espaço vertical por meio de acréscimos de pavimentos sobre a edificação existente.

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La Grande Motte: uma cidade de pirâmides modernas no sul da França

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No sul da França, a 40 minutos de carro a leste de Montpellier, encontra-se a singular cidade balneária de La Grande Motte. Nomeada em homenagem a uma duna de areia próxima, a cidade caracteriza-se por blocos de apartamentos futuristas em formato de pirâmide e com variados relevos, adornados por uma vegetação diversa que inclui pinheiros, plátanos, oliveiras, choupos e ciprestes. Os/as artistas Charly Broyez e Laurent Kronental descrevem esse caráter único como "uma visão de conto de fadas de uma terra que emerge dos territórios inexplorados da nossa psique, carregada de memórias, imagens, sons, cores, história". Por meio de suas imagens minuciosas, eles revelam a arquitetura singular da cidade.

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Métodos construtivos em foco: o debate entre divisórias maciças e ocas

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Dois métodos principais de construção são comumente identificados na arquitetura e no design: a construção sólida versus a construção oca. Esses métodos variam significativamente entre diferentes culturas e regiões, especificamente no que diz respeito aos sistemas de divisórias internas, mesmo quando parecem intercambiáveis. Cada um possui suas próprias práticas consolidadas, influenciadas por materiais locais, preferências da mão de obra, condições climáticas e tradições culturais. Quando arquitetos/as e designers se concentram apenas em seu contexto local, é fácil ignorar premissas construtivas mais amplas, o que limita a flexibilidade e a metodologia projetual. Isso levanta uma questão importante: como essas duas abordagens construtivas se diferenciam?

Concentrando-se principalmente nos sistemas internos, as distinções entre a construção sólida e a oca decorrem, em grande parte, da disponibilidade de materiais e das preferências da mão de obra. Por exemplo, nos Estados Unidos e no Japão, paredes estruturadas em montantes (studs), tanto de madeira quanto de metal, são frequentemente utilizadas para divisórias. Por outro lado, o tijolo continua sendo o material predominante para paredes divisórias em regiões como Hong Kong e o sul da China. Por que construímos de maneiras tão distintas, e quais são as vantagens e os desafios de cada metodologia construtiva?

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Inovações no espaço público: jardins, praças e parques paisagísticos de 2024

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Na busca por expandir e atrair novas experiências naturais para o centro das cidades, o design, o planejamento e a revitalização de determinados espaços urbanos acompanham uma série de estratégias que visam melhorar a qualidade de vida de sua população e manter uma conexão com la natureza enraizada na paisagem local. Por meio de soluções técnicas de tratamento de efluentes e drenagem de águas pluviais, mejoras na acessibilidade, incorporação de atividades recreativas e introdução de vegetação nativa, entre outras ações, inúmeros parques, praças e jardins integram-se aos tecidos urbanos e rurais. O objetivo é filtrar a poluição e purificar o ar, enfrentar problemáticas sociais e promover experiências que estimulem as relações entre a natureza, a biodiversidade e a sociedade.

Rumo à renaturalização dos espaços urbanos: como os projetos de 08014 arquitectura recuperam as ruas de Barcelona

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O que é a renaturalização urbana? Como é possível reintegrar a natureza no ambiente urbano? Diante de um acesso cada vez mais limitado da população à natureza e de uma exposição crescente a riscos ambientais como a poluição sonora ou do ar, a escassez de recursos, as mudanças climáticas e outros fatores, o desenvolvimento de espaços "renaturalizados" nas cidades surge como uma ferramenta capaz de melhorar a qualidade de vida da população e projetar espaços de encontro, descanso e lazer para o bem comum que permitam, ao mesmo tempo, equilibrar o desenvolvimento urbano com a biodiversidade e os benefícios dos ecossistemas. Entre as muitas firmas de arquitetura que trabalham com esse conceito, destaca-se o escritório 08014 arquitectura, sediado em Barcelona, que por meio de seus projetos "Praça-jardim Rocafort" e "Passeio Comte D'Ègara" busca revitalizar setores urbanos específicos, focando especialmente na melhoria da qualidade de vida da população e em sua relação com o ambiente natural.

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Transformando edifícios industriais históricos em cidades dos EUA: 6 edifícios adaptados para o espaço de trabalho contemporâneo

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Muitas das principais cidades dos Estados Unidos estão lidando com grandes edifícios industriais em desuso. Essas edificações possuem relevância histórica e arquitetônica e, frequentemente, são protegidas por leis de preservação. Diante disso, profissionais de arquitetura enfrentam o desafio e a responsabilidade de adaptar esses edifícios às funcionalidades contemporâneas. A opção por evitar a demolição reflete uma abordagem sustentável na construção civil e destaca a importância de valorizar o patrimônio edificado.

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“As escolas de arquitetura são responsáveis por educar o estudante como um todo”: em conversa com Michael Monti

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Este artigo foi publicado originalmente no Common Edge.

A grande maioria dos/as profissionais que conheci ao longo dos anos busca recém-formados/as bem preparados/as, prontos/as para serem produtivos/as desde o primeiro dia de trabalho. No entanto, o ensino de arquitetura precisa ir muito além disso. Michael Monti — que nos últimos 20 anos atuou como diretor executivo da Association of Collegiate Schools of Architecture (ACSA), entidade que representa 5.000 docentes de arquitetura e mais de 30.000 estudantes — enfatiza que o ensino de arquitetura deve se apoiar em uma base sólida de valores compartilhados e ética. Somente assim, segundo ele, os/as egressos/as poderão contribuir de forma significativa para o que define como uma "vida civilizada", promovendo a dignidade, a liberdade, a saúde e o bem-estar das pessoas que interagem diariamente com a arquitetura.

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