Robert Wilson encarna as funções de direção, cenografia, design de iluminação e arquitetura em uma única figura. Internacionalmente aclamado como pioneiro da iluminação cênica e agraciado com inúmeros prêmios de prestígio, incluindo o Leão de Ouro da Bienal de Veneza e o Praemium Imperiale, Wilson, atualmente com mais de oitenta anos, continua a viajar pelo mundo encenando produções extraordinárias. Seu uso da luz e da cor é marcado pela precisão e pelo minimalismo, criando cenas que oscilam habilmente entre a quietude e o drama. Durante os ensaios no Düsseldorf Schauspielhaus, ele detalha a relação entre palco e arquitetura, seu processo criativo e o profundo impacto da luz sobre a escuridão.
Água e iluminação natural? À primeira vista, parecem conceitos distantes: um é tangível, enquanto o outro — embora intangível — se manifesta através de seus efeitos e qualidades perceptíveis. Ambos são recursos potentes e recorrentes no projeto de arquitetura, muitas vezes empregados apenas com fins compositivos. No entanto, no contexto de piscinas cobertas, essa combinação costuma ser orientada de forma estritamente funcional, priorizando a "proteção" contra estímulos externos. Essa abordagem unidimensional pode limitar a interação dinâmica entre a água e a luz natural, resultando em desafios estéticos, funcionais e operacionais.
https://www.archdaily.com.br/pt/1140438/veja-como-elevar-o-nivel-de-piscinas-cobertas-com-solucoes-de-iluminacao-naturalEnrique Tovar
Gazeley Regional Distribution Centre. Imagem cortesia de Kingspan
O isolamento desempenha um papel essencial nas edificações atuais — seja para proporcionar eficiência térmica visando reduzir a demanda de energia e mitigar as emissões de carbono, seja para atenuar a transmissão de ruídos e garantir o conforto acústico. Cada edificação apresenta requisitos específicos em relação ao tipo de isolamento necessário para pisos, coberturas, tetos e paredes. Para atender a essas diferentes demandas, a Kingspan desenvolveu uma gama de soluções holísticas de isolamento adequadas ao futuro do ambiente construído.
De produtos com menor pegada de carbono incorporado a materiais de base biológica, a redução do impacto ambiental é uma área de crescente importância. Ao mesmo tempo, a necessidade urgente de melhorar a eficiência térmica de edifícios existentes muitas vezes exige tecnologias de isolamento que possam se integrar às estruturas atuais sem demandar espessuras excessivas. Para sistemas de revestimento, a reação ao fogo pode ser tão importante quanto a condutividade térmica, enquanto para painéis acústicos que integram a decoração interna, a estética é tão crucial quanto a absorção sonora.
Guarda-corpos e quebra-ventos desempenham um papel fundamental na arquitetura contemporânea, combinando segurança, funcionalidade e apelo estético. Esses sistemas são cruciais para proteger espaços elevados, como varandas, terraços e escadas, incorporando materiais como vidro laminado temperado, aço inoxidável, alumínio e sistemas inovadores de fixação. Isso garante transparência e vistas desobstruídas sem comprometer a segurança. Além disso, contam com opções personalizáveis, incluindo perfis de acabamento superior, corrimãos e iluminação integrada, permitindo que arquitetos e arquitetas criem espaços únicos e de forte impacto visual que atendem a objetivos tanto práticos quanto estéticos.
Em essência, um sistema de guarda-corpo consiste em um conjunto de componentes cuidadosamente projetados, em que cada elemento desempenha um papel vital para garantir a segurança e a estética. Para além do impacto visual desejado, esses sistemas devem ser altamente confiáveis e seguros para cumprir sua função primordial. No cerne do sistema estão os componentes de fixação, que fornecem suporte e direcionamento, com opções de preenchimento — como painéis de vidro, barras, tubos ou cabos — que equilibram segurança e estilo. Os perfis de base (base shoes), uma tipologia de guarda-corpo, fixam os painéis de fechamento de vidro diretamente à estrutura, garantindo durabilidade e precisão. Os corrimãos opcionais podem ser montados em montantes ou fixados diretamente no vidro, enquanto os perfis superiores (top rails) oferecem um toque estético, ao mesmo tempo em que protegem a borda superior do vidro e auxiliam no seu alinhamento.
Diante das rápidas transformações do cenário profissional contemporâneo, o escritório deixou de ser um ambiente estático. À medida que as empresas consolidam modelos de trabalho híbridos e equipes flexíveis, a demanda por espaços de trabalho adaptáveis e focados nas pessoas nunca foi tão premente. Em colaboração com a Foster + Partners Industrial Design, a UniFor respondeu a essa transição com a coleção XYZ, uma série de mobiliários modulares e versáteis projetados para atender às necessidades dinâmicas dos escritórios atuais.
A coleção é composta por três produtos principais: o X Shelving System, a Y Table, e a Z Desk — cada um deles desenvolvido para dar suporte a diferentes modos de trabalho, mantendo uma linguagem visual coesa e harmoniosa.
O IR Arquitectura não é apenas um escritório, mas se define como uma plataforma de exploração que integra a prática arquitetônica a temas tangenciais, como a cidade, a paisagem, a tecnologia e a sustentabilidade. Fundado por Luciano Intile e Enrico Cavaglià, com sede em Buenos Aires, Argentina, o IR Arquitectura é um coletivo interdisciplinar formado por profissionais de arquitetura, design e diversas outras áreas, que abordam projetos de diferentes escalas e naturezas, aproveitando cada oportunidade para explorar novas soluções e estratégias no que se refere ao habitar contemporâneo, urbano e em estreita relação com o entorno.
As pedras e os mármores continuam se consolidando como materiais fundamentais na arquitetura e no design, tanto em interiores quanto em exteriores em diferentes partes do mundo. A CHC oferece uma seleção que convida a criar espaços com um caráter atemporal e elegante. Descubra como incorporar mármore e pedra em seus projetos para trazer um toque de modernidade e estilo.
Com o crescimento da população urbana e a evolução dos padrões de consumo, as cidades enfrentam desafios complexos relacionados à gestão de resíduos. Abordagens tradicionais, focadas na coleta e no descarte, mostram-se hoje inadequadas diante das graves preocupações ambientais e da escassez de recursos. A gestão de resíduos tornou-se um tema central de debate, sendo apresentada como uma estratégia fundamental para a transição rumo a economias circulares. O conceito Lixo Zero busca transformar a maneira como as cidades gerenciam seus resíduos urbanos e construir culturas de apoio em torno dessa prática.
Telhados inclinados e lotes em patamares ou encostas estão entre as soluções mais antigas — e ainda assim altamente funcionais — para a dispersão, o redirecionamento de águas pluviais e o controle da erosão. Embora a maioria das construções atuais ainda opte por coberturas tradicionais, planas ou inclinadas, os avanços nos materiais e técnicas construtivas vêm permitindo uma maior exploração projetual e variações de layout. Com isso, observa-se o aumento de telhados verdes, soluções de isolamento passivo e usos mais inovadores das coberturas. Um exemplo notável é a recorrência de coberturas escalonadas ou em terraço, que costumam estabelecer uma continuidade suave com o terreno, além de oferecer espaços funcionais adicionais ao projeto.
Ao longo da costa sudoeste da Índia, pontuada por uma mistura de arquitetura colonial e patrimônio ancestral, a cidade de Kochi ergue-se como um vestígio da influência estrangeira. Anteriormente colonizada por portugueses, holandeses e britânicos, a cidade hoje sopra nova vida em sua paisagem construída. Do outro lado do mundo, na cidade alemã de Kassel, as cicatrizes da Segunda Guerra Mundial estão gravadas no ambiente, sob a superfície de sua alma cultural renascida. Kochi e Kassel, embora distantes geograficamente e historicamente, compartilham um ponto em comum: o poder de cura da arte e dos festivais. Diante de traumas históricos, ambas as cidades encontraram a renovação na expressão criativa de artistas de todo o mundo.
Vista da réplica do Castelo Animado dentro da área do Vale das Bruxas. Imagem via ghibli-park.jp, sob política de uso justo
Studio Ghibli e seu cofundador Hayao Miyazaki tornaram-se nomes amplamente conhecidos no Ocidente, graças a um impressionante corpo de trabalho que inclui mais de 10 longas-metragens, dois Oscars e mais de 100 prêmios em todo o mundo. Filmes como "A Viagem de Chihiro" e "O Castelo Animado" demonstram sua maestria na construção de mundos, narrativa e apelo visual marcante, o que lhes rendeu aclamação global. Com isso, consolidou-se uma base de fãs dedicada que, até então, contava apenas com o Museu do Studio Ghibli em Tóquio para vivenciar esses universos no mundo real. À medida que a popularidade do estúdio e seu catálogo de filmes cresciam, a expansão para um espaço físico maior tornou-se inevitável. Assim, novembro de 2022 marcou o início de uma nova fase, com a abertura do Ghibli Park em Nagoya, no Japão.
Um olhar sobre a maioria das cidades da América Latina revela semelhanças impressionantes entre os países, do México à Argentina: a maior parte das cidades possui uma área bem definida conhecida como "El Centro" (O Centro), articulada em torno de uma praça principal (Plaza Mayor), ladeada por uma igreja de um lado e edifícios institucionais fundamentais, como a prefeitura, de outro. Isso não é mera coincidência, mas sim o resultado de um sistema de planejamento urbano estabelecido durante a colonização espanhola das Américas nos séculos XVII e XVIII. Esse sistema forneceu diretrizes padronizadas para o desenho urbano em todos os seus vice-reinados. Ao contrário das colônias francesas e inglesas, os assentamentos espanhóis seguiam regulamentações estritas que contribuíram para o surgimento de uma identidade urbana compartilhada, resultando em cidades com lógica espacial e coesão arquitetônica semelhantes, independentemente de suas diferentes escalas e contextos.
O ambiente construído impacta significativamente a saúde pública; no entanto, seu potencial como ferramenta de promoção da saúde ainda é pouco reconhecido. Historicamente, profissionais de arquitetura e urbanismo têm explorado as conexões entre design e saúde, identificando fatores fundamentais que melhoram o desempenho de um edifício em termos de saúde. Profissionais do ambiente construído dispõem de evidências contundentes de como intervenções espaciais podem melhorar os resultados de saúde, mas profissionais da área da saúde frequentemente carecem dessa perspectiva. Romper esses silos é essencial para a criação de espaços que promovam o bem-estar dos/as ocupantes.
Antigas civilizações indianas floresceram às margens dos muitos rios do país, consolidando uma conexão entre a água e a cultura que resiste até hoje. Os rios sempre foram fundamentais para as diversas comunidades da Índia, servindo como recursos essenciais para a vida cotidiana e as práticas espirituais. Historicamente, esses corpos d'água contavam com um forte senso de custódia coletiva, sendo cuidados de forma comunitária pelas populações que deles dependiam. Hoje, a responsabilidade sobre os rios divide-se entre múltiplos agentes, exigindo um esforço conjunto que reconheça sua importância cultural.
Durante o período de agosto a novembro, foram realizados os trabalhos de reconstrução de três salas de aula na escola primária Guadalupe Victoria, localizada no bairro Vicente Guerrero, em Villa Corzo, Chiapas, que havia sido fortemente afetada por um terremoto em 7 de setembro de 2017. As paredes sofreram falhas estruturais graves, o que forçou a desocupação completa do edifício. Com a ajuda de pais, mães, responsáveis e professores/as, foram construídas pequenas salas de aula provisórias para que as aulas pudessem continuar. A associação civil un Hogar para Chiapas, em parceria com a organização Arquitetos Técnicos Sem Fronteiras, assumiu a tarefa de elaborar uma proposta de reconstrução da escola. O projeto baseou-se em um sistema híbrido de pórticos rígidos de concreto e paredes autoportantes de pau a pique (sistema construtivo de terra e taquara frequentemente utilizado na região). Reconstrução de salas de aula pela e para a comunidadeOs materiais foram obtidos na região e, por meio de oficinas e diálogos de saberes, foi possível aprimorar tecnicamente os conhecimentos das famílias. Previamente, realizou-se uma análise estrutural e dos materiais disponíveis. Dessa forma, pôde-se recuperar parte das placas que compunham a laje e o aço da estrutura de suporte, os quais foram reutilizados nas novas salas de aula. Com isso, o investimento financeiro pôde ser reduzido de maneira significativa. A iniciativa gerou um impacto positivo na comunidade, uma vez que o processo de construção não contou apenas com mão de obra técnica qualificada; cerca de 20 pais, mães e responsáveis também participaram ativamente dos trabalhos de carpintaria e do revestimento de barro das paredes. Além disso, 30 crianças, em tom de brincadeira, aprenderam e colocaram em prática suas habilidades na construção dos espaços onde agora poderão estudar. Por meio da mobilização dos pais, mães e responsáveis, foram organizados mutirões de trabalho para apoiar a construção, gerando emprego para pessoas da comunidade com habilidades em carpintaria, alvenaria e instalações elétricas. Por parte da associação Un Hogar para Chiapas, priorizamos os/as recém-formados/as no curso de arquitetura. Esse foi o caso de Paola Rojas Díaz, que ficou responsável pela direção da obra, sob a coordenação e a assessoria técnica da arquiteta Mariajose Aguilar e de Erick Ordoñez. Por se tratar de um projeto social, parte do financiamento foi viabilizada pela prefeitura de Villa Corzo, enquanto grande parte da logística, captação de recursos e convênios ocorreu graças à sinergia e colaboração com a Fundación Toledo. O projeto também contou com o apoio de um grupo de engenheiras civis e empresárias coordenadas pela Eng. Alejandra Narcia. Este artigo faz parte de uma colaboração com o site coolhuntermx e foi publicado originalmente sob o título "Reconstrução de salas de aula em Chiapas".
Na arquitetura e no design, as tendências surgem devido a diversos fatores, como avanços tecnológicos, mudanças culturais, preocupações ambientais e considerações estéticas. Elas se manifestam por meio de preferências na escolha de materiais, cores e texturas, bem como nas formas de conceber e organizar os espaços.
No caso dos materiais, a presença de elementos naturais como o mármore dá vida ao estilo marmorizado, uma tendência versátil e atemporal que se destaca por conferir uma sensação de aconchego, naturalidade e sofisticação aos espaços. Alinhada às tendências contemporâneas de design de interiores, a Daltile desenvolve soluções de porcelanato polido como uma alternativa que conserva a versatilidade estética do mármore, porém com maior durabilidade e resistência.
Seja por meio de pequenas amostras de materiais ou de uma colagem digital, o moodboard é uma valiosa ferramenta de design para arquitetos/as e designers, funcionando como um painel de inspiração com cores e elementos que guiarão suas escolhas. A ideia é que os/as profissionais o utilizem como um instrumento de inspiração para compor seus projetos, definindo fundos, texturas predominantes e detalhes de destaque. Nesse sentido, as superfícies desempenham um papel fundamental na definição de um espaço, ditando o seu tom — assim como na música, em que todos os outros elementos podem ou não harmonizar com a paleta escolhida.
Revestimientos porcelánicos. Image Cortesía de Llano de la Torre
O que é inércia térmica e como ela funciona? Pensemos em dois edifícios simples, um construído principalmente de pedra e outro de madeira sem isolamento. Em um dia ensolarado, o edifício de pedra, com alta inércia térmica, absorverá gradualmente o calor solar. Durante a noite, liberará lentamente o calor armazenado, mantendo o interior mais aquecido por mais tempo. Já o edifício de madeira sem isolamento, com baixa inércia térmica, se aquecerá e esfriará mais rapidamente, absorvendo o calor rapidamente durante o dia, mas perdendo-o com facilidade durante a noite.
A partir desse exemplo, podemos notar como o edifício de pedra apresenta uma capacidade melhor de regular la temperatura interna devido à sua maior inércia térmica. Essa propriedade física dos materiais é utilizada por arquitetos/as para otimizar o desempenho térmico dos edifícios e reduzir a necessidade de sistemas de aquecimento ou resfriamento. No entanto, cada caso é diferente e os níveis de inércia térmica necessários podem variar segundo o clima e o uso de cada edificação.
Veremos a seguir como funciona a inércia térmica de alguns materiais em diferentes cenários, bem como a contribuição dos revestimentos cerâmicos ou porcelanatos para alcançar um nível ideal de conforto.
Ao longo de nossas vidas, somos expostos a diversos estímulos e agentes poluentes que impactam diretamente o nosso bem-estar. Embora a poluição do ar e da água costumem atrair maior atenção devido aos efeitos visíveis e negativos que provocam, a poluição sonora às vezes é subestimada, mesmo representando um risco para a saúde física e mental, segundo a Agência Europeia do Ambiente.
Parte das estratégias para enfrentar esse desafio tem se concentrado em políticas que controlam o tráfego de veículos e estabelecem horários para atividades específicas. No âmbito da arquitetura, no contexto mexicano, as normas locais abordam cenários concretos relacionados ao ruído produzido por maquinários e usos específicos, como centros de entretenimento e serviços. Essa regulamentação estabelece como limite uma intensidade sonora de 65 dB (decibéis). No entanto, considerando que as residências representam possivelmente a manifestação mais arquetípica da arquitetura e que diversas fontes de ruído podem afetá-las, cabe a pergunta: Como posso isolar acusticamente uma residência? Em resposta a essa questão, a Soprema desenvolveu diversas soluções para criar um ambiente acusticamente isolado por meio dos diferentes elementos que compõem uma casa.
https://www.archdaily.com.br/pt/1138204/como-isolar-acusticamente-os-elementos-que-compoem-uma-residenciaEnrique Tovar
A Wagner pega a estrada em 2025 com o Airstream Roadshow, uma experiência imersiva que inspira novas perspectivas sobre os espaços de escritório. Sob o lema "É hora do design de interiores sob medida", a exposição itinerante destaca o icônico Airstream Bambi de 1962, convertido em um espaço de trabalho móvel para apresentar o sistema de interiores sob medida D2 da Wagner, projetado pelos renomados escritórios Gonzalez Haase AAS e Stefan Diez. À medida que o Airstream viaja pela Alemanha, pessoas entusiastas do design são convidadas a explorar a leve estrutura de alumínio e a acompanhar de perto a impressão 3D ao vivo.
Os revestimentos cerâmicos são uma forma decorativa quase tão antiga quanto o próprio tempo, com origem na antiga Mesopotâmia, onde foram utilizados pela primeira vez há cerca de 4.000 anos. Hoje, funcionam como um elemento estético global, ao mesmo tempo ascético e pictórico, disponíveis em uma ampla gama de cores e texturas. Produzidos a partir do processo elementar de queima de argila, minerais e água a altas temperaturas, tornam-se um material robusto e altamente resistente, com uma infinidade de aplicações.
Na região que hoje corresponde à Itália, o uso e a produção de revestimentos proliferaram na era romana — sobretudo sob a forma de mosaicos complexos e multicoloridos —, e as estéticas adotadas na antiguidade estabeleceram um precedente histórico para as soluções contemporâneas. Esse uso expandiu-se ainda mais no final do período renascentista, com artesãos e artesãs italianos aperfeiçoando a técnica como um meio de expressão artística. Como resultado, o país continua sendo, talvez, o produtor por excelência de revestimentos cerâmicos e porcelanatos.
Ao longo das últimas duas décadas, o Holcim Foundation Awards destinou US$ 20 milhões para destacar projetos transformadores de arquitetos/as, designers e engenheiros/as pioneiros em práticas de design e construção sustentáveis. Para registrar essas trajetórias, a Fundação lançou uma série de curtas-metragens intituladaWords withWinners.
A série oferece um olhar detalhado sobre projetos premiados de design sustentável por meio de entrevistas exclusivas com seus autores e autoras. A produção inclui um dos primeiros filmes a apresentar o BIG U, também conhecido como DryLine, em sua forma construída, trazendo um diálogo exclusivo com Bjarke Ingels, diretor criativo e fundador do Bjarke Ingels Group (BIG).