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Uma cobertura de vidro multicolorido para os sentidos, abrigo e hospitalidade: O Pavilhão Panorama Vertical

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Embora a abordagem sensorial no ambiente construído seja frequentemente baseada, em primeiro lugar, em aspectos visuais como a cor e a luz, à medida que nos aprofundamos na relação da arquitetura com os sentidos, surgem outros elementos essenciais, tais como aromas, texturas, sons e até sabores. Esses componentes são fundamentais para criar uma experiência profunda entre o/a usuário/a e o ambiente onde ela ocorre, demonstrando que o design e a experiência sensorial estão intrinsecamente conectados.

Dessa forma, o design sensorial oferece uma atmosfera imersiva para um espectro completo de sentidos, cuja percepção se estende além dos limites físicos. Um exemplo disso é o Vertical Panorama Pavilion, localizado em uma região da Califórnia (EUA) com uma forte identidade ligada à tradição vinícola. Esta estrutura, com uma cobertura de vidro composta por intercalares de PVB colorido, serve de abrigo para a hospitalidade. Inspirada na natureza, a cobertura do pavilhão desperta todos os sentidos: desde a textura do cascalho no caminho de pedestres até as correntes de vento locais e os aromas característicos da região.

Projetar espaços para experiências musicais impactantes

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O consumo de música esteve, historicamente, intimamente ligado aos ambientes nos quais é desfrutado. Antes do surgimento das gravações musicais, ouvir música era uma atividade social vinculada a rituais coletivos em espaços físicos, como concertos ou pequenos encontros comunitários. Com o desenvolvimento das mídias físicas e, hoje, com a disponibilidade imediata de praticamente qualquer tipo de música ao nosso alcance, a experiência musical tornou-se uma atividade mais solitária e rotineira. No entanto, o retorno às raízes dessas experiências musicais comunitárias pode trazer inúmeros benefícios, extremamente necessários em nossa era digital de isolamento. Esses eventos musicais coletivos têm o potencial de fortalecer significativamente a coesão social de uma comunidade e melhorar sua saúde mental por meio de experiências compartilhadas memoráveis.

O aspecto físico dessas experiências não deve ser subestimado. É aí que o design inovador e a arquitetura entram em cena, transformando meros espaços em catalisadores de curiosidade, transcendência e alegria coletiva. Ao aproveitar as tecnologias emergentes e promover a colaboração interdisciplinar, designers e arquitetos/as podem criar ambientes que elevam concertos e rituais musicais a momentos transformadores e de conexão profunda.

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O que o uso da cal agrega à arquitetura contemporânea?

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A história do uso da cal na indústria da construção civil remonta a milhares de anos, atravessando culturas e comunidades em âmbito global. De fato, por volta do ano 4000 a.C., os antigos egípcios já empregavam cal virgem misturada com água como material de construção para suas pirâmides. Embora a cal apresente múltiplas aplicações nas indústrias alimentícia, agrícola, química, mineradora, siderúrgica, entre outras, na arquitetura ela representa um dos principais materiais de construção. Isso se deve à sua versatilidade, aderência, impermeabilidade, trabalhabilidade, rendimento, tempo de pega e durabilidade, que permitem a elaboração de argamassas de alvenaria, rebocos internos ou externos, entre outras funções.

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‘Mesmo que um projeto fracasse, as ideias por trás dele não desaparecem’: Atlas da Arquitetura Nunca Construída

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Este artigo foi publicado originalmente no Common Edge.

Para arquitetos/as e designers, os projetos não construídos ou não realizados são intrigantes, agridoces, frustrantes, esquivos e até fantasmagóricos — o ápice das hipóteses do que poderia ter sido. Muitas vezes lançados com as maiores ambições, acabam sendo descarrilados pela multiplicidade de complicações que podem acometer qualquer proposta arquitetônica. O autor, editor e crítico Sam Lubell passou uma parte considerável de sua carreira catalogando esses sonhos febris frustrados. Agora, ele lança, em coautoria com Greg Goldin, uma nova compilação, o Atlas of Never Built Architecture (Phaidon), um panorama global de mais de 300 projetos não construídos que vão do século XX aos dias de hoje.

Recentemente, entrei em contato com os autores para conversar sobre o livro, o que os projetos não construídos dizem sobre a cultura em geral e alguns de seus projetos não realizados favoritos. Esta entrevista foi realizada por e-mail, e Lubell e Goldin optaram por responder em conjunto.

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A interação entre água e luz através de uma ducha de experiência escultural

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No turbilhão da vida moderna, marcado por prazos, metas e cobranças por desempenho, encontrar momentos de tranquilidade é essencial para manter o bem-estar geral e a paz de espírito. Esses momentos proporcionam uma pausa necessária nas tensões diárias, permitindo que a mente e o corpo se restabeleçam e os pensamentos se organizem. Rituais de relaxamento podem criar um santuário de calmaria em meio ao caos, promovendo uma sensação de equilíbrio e paz, proporcionando um estilo de vida mais saudável e harmonioso e contribuindo para uma melhor saúde física e emocional. No entanto, esses rituais não precisam ser caros ou complexos.

Atividades simples, como exercícios de respiração, uma caminhada na natureza ou um banho relaxante, podem ser extremamente eficazes. De fato, dedicar um tempo para vivenciar os efeitos calmantes e revigorantes da água pode aumentar significativamente a clareza mental, trazer novas ideias, proporcionar conforto e melhorar o humor.

Harmonizando a Natureza e o Morar: Conheça as Obras do NO ARCHITECTURE

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Uma abordagem holística do design e da arquitetura torna-se evidente ao explorarmos o trabalho do NO ARCHITECTURE, escritório com sede em Nova York fundado por Andrew Heid em 2014. O portfólio e as pesquisas do escritório revelam uma forma integradora de construir, por meio de projetos que demonstram uma forte conexão entre o ambiente edificado e seu entorno imediato, seja em paisagens naturais ou em contextos urbanos. Seus programas priorizam a flexibilidade, as possibilidades e a inclusão, colocando o bem-estar humano acima de tudo.

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Branded Residences: combinando hospitalidade de luxo com arquitetura residencial

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As paisagens urbanas metropolitanas trazem consigo o apelo da sofisticação, do luxo e da exclusividade. Seus horizontes cintilantes e sua energia vibrante atraem, anualmente, milhares de turistas e residentes em busca de experiências sofisticadas. Para atender a esse mercado, diversas marcas de renome e empresas do setor imobiliário se uniram para oferecer "branded residences" – uma tipologia moderna que transforma o viver com serviços de hotel em um privilégio cotidiano.

A origem do conceito de branded residences remonta a quase um século, mais precisamente a 1927, quando o Sherry-Netherland Hotel and Apartments, em Nova York, uniu forças ao famoso restaurante Sherry's. Na última década, essa tendência registrou um crescimento de 230%, com mais de 580 empreendimentos de 133 marcas diferentes, totalizando quase 100.000 unidades residenciais implantadas em todo o mundo. O motor dessa demanda vai além da estética e da imponência arquitetônica. Serviços e comodidades de padrão internacional, como spas, academias, cinemas privativos e serviços de concierge oferecidos por condomínios residenciais de luxo, reforçam uma sensação de exclusividade e indulgência.

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10 maneiras como a visualização transforma os projetos para arquitetos/as e designers

No competitivo mercado da arquitetura e do design, dominar a arte da visualização é tão crucial quanto gerar ideias inovadoras. Seja utilizando modelos 3D do SketchUp, gerando imagens por inteligência artificial com o Diffusion [Labs] ou empregando programas externos de renderização como o V-Ray, escolher a técnica de visualização ideal pode impulsionar significativamente a sua trajetória profissional.

A seguir, apresentamos em detalhes os dez principais benefícios da visualização arquitetônica, ilustrados por casos de sucesso reais do setor.

Aquecimento sustentável: explore 4 projetos com paredes Trombe que melhoram a eficiência térmica

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A parede Trombe é um recurso de arquitetura solar passiva que aumenta a eficiência térmica das edificações. Posicionada na face da estrutura voltada para o sol, ela consiste em uma parede feita de materiais como tijolo, pedra ou concreto, com um painel de vidro ou chapa de policarbonato instalado a poucos centímetros à sua frente. A radiação solar atravessa o vidro durante o dia e aquece a parede de alvenaria. Essa parede, por sua vez, libera lentamente o calor armazenado para o interior do edifício durante as horas mais frias da noite, mantendo uma temperatura interna mais constante sem a necessidade de sistemas de aquecimento ativo.

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Sofía Montealegre: as mil vidas do Centro Cultural Gabriela Mistral no Chile

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Nicolás Valencia conversa esta semana no podcast TERRAZA com a arquiteta chilena Sofía Montealegre, autora do livro “Capas de memoria”, publicado pela LOCAL ediciones em 2024.

Montealegre escreve sobre um gigante que mudou tanto de nome quanto de aparência nos últimos 50 anos. Inaugurado em 1972, o edifício da UNCTAD III foi um emblema da Unidade Popular, sendo posteriormente transformado em Diego Portales durante a ditadura e reaberto sob o nome de Centro Cultural Gabriela Mistral (GAM), constituindo um testemunho de nosso intrincado devir.

Aproveitando a massa térmica para uma vida sustentável: 4 projetos residenciais nos desertos dos EUA

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A massa térmica é a capacidade de um material de absorver, armazenar e liberar calor. Utilizado para moderar as temperaturas internas dos edifícios ao atenuar as oscilações térmicas, esse conceito é crucial para aumentar a eficiência energética. Materiais com massa térmica relativamente alta, como pedra, concreto, taipa de pilão e tijolo, conseguem absorver uma quantidade significativa de calor durante o dia e liberá-lo lentamente quando a temperatura cai à noite, reduzindo a demanda por sistemas de climatização. Propriedades como capacidade calorífica, condutividade térmica e densidade são fundamentais para avaliar a massa térmica de um material.

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Vagas em Chongqing | Weijian Architects: Arquiteto/a de Projetos, Designer de Arquitetura, Estagiário/a de Arquitetura

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O We Live Architects (未见筑) é um escritório de design de vanguarda sediado em Chongqing. Caracterizado por uma prática orientada pela pesquisa e pela busca de originalidade, o estúdio conta com uma equipe criativa e internacional, cujos profissionais principais são graduados em conceituadas instituições de design nacionais e internacionais, como a Bartlett School of Architecture (UCL), a Escola de Arquitetura da Academia Central de Belas Artes (CAFA), Goldsmiths (University of London), a Universidade de Nottingham e a Universidade de Nova Gales do Sul (UNSW).

A partir de uma abordagem que integra humanidades e tecnologia, fundamentada na tríplice relação entre o ser humano e o meio ambiente, a sociedade e si mesmo, o escritório utiliza o espaço como plataforma. O trabalho de design é desenvolvido sob três dimensões — forma, morfologia e conceito —, com o compromisso de criar experiências espaciais singulares para a cidade.

O escopo de atuação do estúdio abrange desde a renovação urbana e edifícios públicos até o planejamento cultural e turístico e espaços comerciais. O portfólio inclui projetos de arquitetura e revitalização de alta qualidade, como o Edifício Amarelo de Liziba, o Jiangxiaobai Yi Mu San Fen Di, o Distrito de Curadores de Luxelakes e a Vila Jialing Bridge East.

Filosofia de Design
O We Live Architects é um escritório de design vanguardista e, ao mesmo tempo, autêntico. Tendo a imaginação como ponto de partida e a originalidade como princípio, buscamos revelar a identidade singular de cada projeto; com a responsabilidade como pilar fundamental, controlamos todo o processo para garantir uma execução de alto padrão. Atuamos sintonizados com o ecossistema e com a época em que vivemos, transitando no limiar entre "o razoável e o proibido". Desafiamos premissas de projeto que sejam "imperfeitas, porém interessantes" e defendemos uma postura "talvez impopular, mas genuína". Focados na relação tríplice entre as pessoas e o ambiente, a sociedade e si mesmas, propomos o espaço como plataforma de experimentação, trabalhando a partir da forma, da morfologia e do conceito para criar dinâmicas e experiências singulares que inspirem novas perspectivas.

Integrando o bem-estar aos ambientes externos

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A noção de bem-estar vai muito além da ausência de doenças. Ela abrange aspectos físicos, emocionais, mentais e sociais, refletindo um estado de harmonia e equilíbrio em todas essas esferas. A busca pelo bem-estar é um processo contínuo que exige atenção e cuidado integrais com o corpo e a mente, no qual o contato com a natureza e os rituais de autocuidado desempenham um papel fundamental. De fato, no mundo acelerado de hoje, dominado por dispositivos digitais e pela vida urbana — onde desconectar-se de verdade é um grande desafio —, encontrar momentos de paz e conexão consigo e com a natureza tornou-se cada vez mais essencial. Integrar práticas de bem-estar a ambientes externos surge como uma solução atraente, que combina os benefícios terapêuticos dos cenários naturais com tecnologias de ponta voltadas à saúde. O resultado é um refúgio holístico que nutre o corpo e a mente, convidando as pessoas a relaxar e a se reconectar com o mundo ao seu redor.

8 projetos com fachadas ventiladas contemporâneas e sustentáveis em ardósia natural

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A ardósia é uma rocha metamórfica natural composta por minerais argilosos, como mica e clorita, que lhe conferem uma textura laminada e tonalidades predominantes de cinza, preto e verde. Amplamente utilizada na indústria da construção, destaca-se por sua durabilidade e elegância singular, oferecendo um acabamento atemporal e sóbrio para coberturas e paredes externas. Com sua textura única, é capaz de transformar o aspecto de qualquer estrutura por meio do uso de peças retangulares—ou de outros formatos. Além disso, trata-se de um material altamente resistente às intempéries, ao fogo e aos poluentes ambientais, garantindo desempenho de longo prazo com manutenção mínima. Seu processo de produção ecológico, que envolve apenas a extração da matéria-prima e um processamento mínimo, reduz as emissões de CO₂, tornando-a a escolha ideal para a arquitetura contemporânea sustentável.

Anunciados os vencedores do 19º Concurso de Estudantes de Arquitetura da Saint-Gobain

Mais de 224 universidades de 29 países participaram da final internacional da 19ª edição do Saint-Gobain Architecture Student Contest. Estudantes de todo o mundo conceberam projetos para transformar um distrito de Helsinque, na Finlândia. Os nomes vencedores acabam de ser anunciados em um evento realizado pela Saint-Gobain na capital finlandesa, entre os dias 10 e 12 de junho de 2024.

É hora de diluir as fronteiras entre a universidade e a cidade

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Este artigo foi originalmente publicado no Common Edge.

Em Londres, onde moro, existem 23 universidades. Juntas, essas instituições abrigam uma população de quase meio milhão de pessoas. Em uma cidade com quase 10 milhões de habitantes, 5% pode parecer pouco, mas é um número expressivo — equivalente, grosso modo, à população de Atlanta. Se reduzirmos a escala da cidade, essa proporção aumenta drasticamente. Nas vizinhas Oxford (150 mil habitantes) e Cambridge (125 mil habitantes), essa população acadêmica representa 40% e 33% do total, respectivamente. Nesses locais, o campus e o tecido urbano estão tão integrados que planejar um significa, quase que obrigatoriamente, planejar o outro.

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Sistemas de Isolamento e Acabamento Externo (EIFS): uma solução essencial para a construção sustentável

Na indústria da construção civil atual, alcançar eficiência energética, sustentabilidade e segurança, sem abrir mão da estética, são objetivos essenciais para arquitetos/as e consultores/as. Os Sistemas de Isolamento Térmico pelo Exterior (EIFS, na sigla em inglês) são soluções versáteis e de alto desempenho que atendem a esses requisitos, tanto em novas construções quanto em reformas. Esses sistemas multicamadas de isolamento externo melhoram significativamente o desempenho térmico e oferecem uma economia de energia de até 50%, proporcionando, ao mesmo tempo, flexibilidade projetual.

De acordo com o relatório da Markets and Markets sobre o "Mercado de Sistemas de Isolamento Térmico pelo Exterior (EIFS) - Previsão Global até 2028", o crescimento desse setor é impulsionado principalmente pela necessidade de reduzir as emissões de gases de efeito estufa e pelo aumento no desenvolvimento de edifícios verdes, impulsionado pela introdução de normas rigorosas de eficiência energética em alguns países. Diante disso, defende-se amplamente a importância de utilizar sistemas EIFS certificados de acordo com as regulamentações locais.

José Luis Uribe: “No Paraguai surgiu uma arquitetura muito fresca e viva”

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Nicolás Valencia conversa esta semana no podcast TERRAZA com José Luis Uribe, autor do livro “Viaje a Paraguay”, publicado pela Arquine em 2023.

Em “Viaje a Paraguay”, Uribe se aproxima da obra do Gabinete de Arquitectura, Lukas Fuster, Estudio Elgué, José Cubilla, Javier Corvalán e o Laboratorio de Arquitectura, a partir de três expedições realizadas entre os anos de 2017 e 2019, com o objetivo de refletir sobre a contribuição do Paraguai para a condição contemporânea da arquitetura.

La Cabina de la Curiosidad: “Tal como a água, para desenhar é preciso deixar fluir”

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Nicolás Valencia conversa esta semana no podcast TERRAZA com Marie Combette e Daniel Moreno, a dupla franco-equatoriana por trás do La Cabina de la Curiosidad e do livro “Los caminos del agua”, publicado pela Arquine em 2023.

Em “Los caminos del agua”, desdobra-se uma série de viagens em diferentes escalas que trazem informações objetivas, contundentes e detalhadas sobre o surgimento dos fluxos de água na geografia da América Latina. O desenho à mão, lento, paciente e rigoroso das bacias hidrográficas propõe uma assimilação consciente das riquezas naturais deste território.

Michelle Llona: “A arquitetura moderna no Peru está desaparecendo”

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Nicolás Valencia conversa esta semana no podcast TERRAZA com a arquiteta peruana Michelle Llona, coautora do premiado livro “⁠Catálogo Arquitectura Movimiento Moderno Perú⁠”, publicado pela Universidad de Lima em 2016.

“Catálogo de Arquitectura del Movimiento Moderno del Perú” (CAMMP) é o resultado da pesquisa de mesmo nome que, com o apoio do Instituto de Investigación Científica da Universidad de Lima, Llona desenvolveu junto a Alejandra Acevedo entre 2013 e 2015. Trata-se da primeira iniciativa no Peru que se propôs a inventariar e documentar os edifícios mais importantes da produção peruana no período moderno.

Como utilizar revestimentos ripados em paredes internas?

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A forma como percebemos o espaço é uma dimensão crucial na arquitetura e no design de interiores, influenciando profundamente a nossa interação com o entorno. Desse modo, a percepção espacial é determinada por aspectos como a organização do mobiliário, a iluminação, o uso das cores e os materiais selecionados. Este último componente adquire uma relevância particular, considerando que um mesmo material pode ser empregado de múltiplas maneiras e, consequentemente, propiciar atmosferas com caráter próprio.

Um exemplo do potencial das variações no uso da materialidade são os revestimentos ripados. Trata-se de superfícies de MDF fresadas com um padrão linear para ambientar paredes e forros internos, aplicáveis em uma variedade de superfícies, sempre em áreas não expostas à umidade. O sistema destaca-se por sua capacidade de acentuar o espaço por meio de diferentes configurações que, dependendo de sua disposição e tipo de ripado, podem modificar a experiência espacial, destacando, direcionando, envolvendo e alcançando um equilíbrio visual em residências, escritórios, espaços comerciais, entre outros.

The Second Studio Podcast: Deborah Riley, designer de produção de Game of Thrones e O Problema dos 3 Corpos

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O Second Studio (anteriormente conhecido como The Midnight Charette) é um podcast sem filtros sobre design, arquitetura e o cotidiano. Apresentado pelos/as arquitetos/as David Lee e Marina Bourderonnet, o programa traz diferentes profissionais de áreas criativas em conversas espontâneas que dão espaço a reflexões profundas e debates pessoais.

Uma variedade de temas é abordada com honestidade e bom humor: alguns episódios trazem entrevistas, enquanto outros oferecem dicas para colegas designers, análises de edifícios e outros projetos, ou explorações informais sobre o cotidiano e o design. The Second Studio também está disponível no iTunes, Spotify e YouTube.

Nesta semana, David e Marina, da FAME Architecture & Design, recebem Deborah Riley, designer de produção de Game of Thrones e O Problema dos 3 Corpos (3 Body Problem), para discutir sua trajetória profissional; os motivos que a levaram a estudar arquitetura; a transição de carreira para a cenografia; a evolução de cenógrafo/a a designer de produção; a experiência de se tornar designer de produção em Game of Thrones; suas responsabilidades no cargo; a relação entre cenários físicos e digitais (CGI); os desafios de trabalhar em diferentes projetos, e muito mais.

Lições de Los Angeles: O caminho dos Estados Unidos para regulamentar as unidades habitacionais acessórias

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Cidades nos Estados Unidos estão adotando as Unidades Habitacionais Acessórias (ADUs, na sigla em inglês) para enfrentar a crise habitacional que afeta o país. Frequentemente construídas em lotes de residências unifamiliares já existentes, as ADUs oferecem uma alternativa acessível para aumentar a oferta de moradia em bairros consolidados. Contudo, assim como ocorre com qualquer novo desenvolvimento habitacional, uma regulamentação eficaz é fundamental para que haja uma ampla adoção. Los Angeles despontou como um laboratório urbano no uso de ADUs para mitigar seu déficit habitacional, oferecendo lições valiosas para outras cidades. A experiência do município evidencia os desafios de se estabelecer uma regulamentação, ao mesmo tempo em que promove os benefícios dessas unidades como uma solução de moradia acessível.

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Portas camarão para transformar espaços flexíveis

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A flexibilidade é a palavra de ordem do nosso tempo, confrontando-nos em todos os aspectos e desafiando diariamente tanto a nós quanto aos nossos espaços. Os ambientes de vida e trabalho atuais são definidos por layouts fluidos e adaptáveis, em vez de estruturas rígidas — desde a residência urbana multifuncional até o escritório flexível em plano aberto que opera de forma tão ágil quanto nossa própria filosofia de trabalho.

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