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Construindo um futuro sustentável: instalações esportivas feitas de bambu

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À medida que cresce a conscientização sobre o desenvolvimento sustentável, o bambu desponta como uma alternativa atraente aos materiais de construção tradicionais. Esse material inovador vem ganhando espaço significativo na construção de instalações esportivas, demonstrando como práticas sustentáveis podem moldar um futuro mais verde.

O bambu se destaca como um substituto ecológico para a madeira, o concreto e o aço. Sua aplicação na construção de instalações esportivas reduz significativamente o impacto ambiental e promove a sustentabilidade. O uso de bambu de origem local em certas regiões diminui ainda mais as emissões de carbono associadas ao transporte. As vantagens do bambu, no entanto, vão além dos benefícios ambientais. Além de resistente e durável, o material é leve e flexível, tornando-se ideal para as demandas da construção moderna.

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Transformando os levantamentos de campo com tecnologia de vídeo 360 graus

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Levantamentos precisos são essenciais para que o projeto de arquitetura e a subsequente construção ocorram da maneira mais fluida possível. Eles fornecem informações detalhadas sobre as características físicas de um terreno, estruturas existentes, condições ambientais e possíveis obstáculos, servindo como pré-requisitos para a etapa de projeto e garantindo que todos os fatores relevantes sejam considerados antes do início da construção. Essas informações são fundamentais para a tomada de decisões fundamentadas, que se harmonizem com o entorno e cumpram as regulamentações locais de zoneamento, códigos de obras e normas ambientais. Tradicionalmente, esses levantamentos dependiam de medições manuais com trenas, fotografias básicas e, mais recentemente, de escaneamento a laser de alto custo. Todos esses métodos são suscetíveis a erros humanos e podem demandar muito tempo, especialmente em áreas grandes ou complexas. O escaneamento a laser, apesar de ser mais preciso e abrangente, envolve equipamentos caros e técnicos especializados, o que eleva os custos do projeto e muitas vezes prolonga o prazo necessário para a realização do levantamento. 

Projetar para desastres em um mundo cada vez mais perigoso

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Este artigo foi publicado originalmente no Common Edge.

Incorporadores/as costumam fazer parecer que seu mais recente edifício de escritórios LEED Platinum reverterá, sozinho, as mudanças climáticas. A triste realidade é que poderiam passar a vida inteira projetando e construindo todas as suas obras de acordo com os padrões ambientais mais rigorosos, mas isso não irá resolver o problema. O planeta ficará mais quente, os mares subirão e as tempestades se intensificarão. Um século de queima de combustíveis fósseis já consolidou o aquecimento global na atmosfera para o resto de nossas vidas.

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Contagem regressiva para as Olimpíadas de 2024: Paris se prepara para os Jogos

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Os Jogos Olímpicos de Paris 2024, oficialmente conhecidos como os Jogos da XXXIII Olimpíada, estão programados para acontecer de 26 de julho a 11 de agosto de 2024. Sendo a segunda cidade a sediar os Jogos Olímpicos de Verão por três vezes — depois de Londres —, tendo a primeira ocorrido em 1900 e a segunda em 1924, Paris irá exibir seu patrimônio cultural ao sediar os jogos de 2024 em marcos icônicos como o Grand Palais, a Torre Eiffel, os Jardins de Versalhes e a Place de la Concorde. Paralelamente, a capital francesa também passa por grandes reformas em suas vias navegáveis com um "Plano de Balneabilidade" bilionário, que visa transformar o rio Sena em uma rota aquática própria para banho durante os Jogos Olímpicos, buscando restaurar sua importância histórica como um rio urbano vibrante.

Com a proximidade dos Jogos Olímpicos de Paris 2024, o ArchDaily selecionou uma série de artigos e notícias que oferecem uma visão abrangente dos ambientes construídos e não construídos que servirão de palco para os jogos.

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Como transformar instantaneamente programas de necessidades em espaços 3D

Todo projeto começa com um programa de necessidades que esboça os espaços, áreas e requisitos essenciais para dar início ao processo de projeto. Este documento fundamental orienta profissionais de arquitetura a compreenderem as demandas do cliente, distribuírem o espaço de forma eficiente e garantirem que a proposta atenda aos requisitos funcionais do projeto.

No entanto, converter manualmente esses dados tabulares de uma planilha para dados espaciais em sua ferramenta de volumetria é uma tarefa incrivelmente tediosa e demorada. Ferramentas como o Snaptrude foram desenvolvidas para ajudar profissionais de arquitetura a realizarem iterações mais rápidas e a tomarem decisões de projeto mais fundamentadas.

Parque Hídrico La Quebradora no México: projetando espaços públicos para melhorar a gestão da água

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No contexto da implementação de projetos de infraestrutura verde para a gestão da água na Bacia do México a partir de espaços públicos existentes, o Parque Hídrico La Quebradora surge como a primeira proposta de acupuntura hidrourbana. O projeto da equipe do Instituto de Pesquisas Sociais da UNAM, coordenado por Manuel Perló Cohen e Loreta Castro Reguera Mancera, propõe converter a infiltração do terreno em um marco de boa gestão da água, geração de espaço público e fortalecimento do tecido social a partir de quatro níveis: infraestrutura, parque, cidade e mirante. Ao resolver parte dos problemas hídricos e sociais enfrentados pelo território, a proposta transforma a infraestrutura urbana em um espaço público e recreativo para a comunidade, em uma área de alta densidade demográfica e escassez de espaços públicos.

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De linhas de fronteira a limites difusos: San Diego-Tijuana como a Capital Mundial do Design 2024

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No desenho, as linhas são elementos fundamentais de composição. Elas delineiam o espaço, esboçam estruturas e definem limites. Quando se trata de mapas e fronteiras, a linha adquire um significado particular, pois essa "simples" expressão gráfica marca uma divisão poderosa entre regiões, estabelecendo o início ou o fim de um território. Essa linha tem um significado profundo no limite entre o México e os Estados Unidos, onde ela constantemente se dissolve e questiona a própria fronteira. Nesses locais, o multiculturalismo é uma vivência cotidiana, com uma negociação contínua de limites presente em todos os aspectos da vida. A dinâmica dessas fronteiras envolve o design e a geração de uma complexa rede de interações e colaborações.

Em vez de se dividir entre tijuanenses de um lado e habitantes de San Diego de outro, essa região singular se destaca como uma comunidade cuja essência se harmoniza com um profundo legado de colaboração transfronteiriça, distanciando-se da ideia de cidades separadas por uma linha física. Sendo a primeira indicação binacional na história do programa Capital Mundial do Design (WDC, na sigla em inglês), a região de Tijuana-San Diego compartilha um interesse comum em enfrentar questões urbanas, sociais e econômicas por meio do design. Assim, por meio de conferências, cúpulas de políticas públicas e workshops, a região busca potencializar a catalisação de ideias a partir desse título.

Ação climática significa escolher materiais locais e de baixo carbono

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“O carbono incorporado representa de 75% a 95% das emissões de gases de efeito estufa em projetos de arquitetura da paisagem”, afirmou Chris Hardy, ASLA, PLA, associado sênior na Sasaki, durante o terceiro webinar de uma série organizada pelo Comitê de Biodiversidade e Ação Climática da ASLA. No entanto, ao selecionar materiais locais de baixo carbono, profissionais de arquitetura da paisagem podem reduzir significativamente os impactos climáticos de seu trabalho.

As emissões de carbono incorporado são geradas a partir da extração, fabricação, transporte e construção dos materiais de paisagismo. A outra parcela das emissões de um projeto provém da operação e manutenção do espaço paisagístico.

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“Edifícios abandonados oferecem o potencial para um futuro regenerativo”: Em conversa com o Limbo Accra

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Há uma presença crescente de edifícios abandonados em muitas cidades africanas, e o Limbo Accra — um escritório de design espacial — fundamenta sua atuação na experimentação de seu reparo, reuso e transformação. O escritório enxerga esses edifícios como uma tipologia arquitetônica singular que engloba marcos urbanos fundamentais, desde a abandonada Independence House em Lagos até a torre inacabada do aeroporto em Accra, entre outros. O coletivo os vê como grandes oportunidades para o espaço público moderno e como espaços simbólicos para a justiça espacial. Por meio de técnicas como a fotogrametria, o Limbo Accra vem criando um arquivo digital dessas edificações e colaborando com artistas e designers para propor novas perspectivas para elas. O ArchDaily teve a oportunidade de conversar com Dominique Petit-Frère, cofundador/a do Limbo Accra, sobre o caráter coletivo desses edifícios, a abordagem do escritório para sua transformação e como enfrentar os desafios no reuso adaptativo dessas estruturas.

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De Haussmann às Olimpíadas: A cidade de Paris em constante evolução

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Costuma-se dizer que Roma não foi construída em um dia, e o mesmo certamente se aplica a uma das cidades mais proeminentes e deslumbrantes do mundo: a magnífica Paris. Pode até parecer que as duas cidades, de reputação lendária, são de certa forma equivalentes. Ambas foram idealizadas por um imperador que queria transmitir uma mensagem política de inovação, grandeza e opulência. Em ambos os casos, essas grandes reformas urbanas e reconstruções massivas encobriram qualquer luta ou resistência popular com uma beleza ofuscante e uma estrutura de entretenimento de massa (de gladiadores a dançarinas de cancan e *brasseries*). E assim surgiu a Paris que conhecemos hoje, uma cidade de divertimento que atrai mais de 30 milhões de turistas por ano.

Mas também é fascinante compreender como uma cidade inteira em crescimento foi tratada como um projeto de massa único, quase experimental. Por mais de vinte anos, de 1853 a 1870, Paris foi um canteiro de obras ininterrupto. Com a implementação de novas tecnologias e novos padrões de desenho, o resultado não foi apenas uma estética diferente, mas uma ordem social, uma expansão urbana e um modo de vida completamente novos.

A ponte-galeria de arte mais longa da Coreia do Sul e um centro de convenções brutalista na Croácia: 8 projetos vencedores de concursos enviados pela comunidade do ArchDaily

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Os concursos de arquitetura são ferramentas valiosas de aprendizado, oferecendo a arquitetos e arquitetas uma oportunidade única de experimentar e expandir seus limites criativos. Ao enfrentar desafios do mundo real e receber retornos críticos, os e as participantes adquirem experiência prática e uma compreensão mais profunda da profissão. Sejam conceituais ou não, as competições estimulam a inovação, incentivando profissionais de design a pensar de forma inovadora. A seleção desta semana apresenta propostas vencedoras de concursos enviadas pela comunidade do ArchDaily, proporcionando a profissionais e estudantes de arquitetura novas perspectivas e inspiração para suas próprias práticas, sejam em trabalhos de conclusão de curso, habilitações profissionais ou encomendas de projetos.

De um parque urbano imersivo em Seul, na Coreia do Sul, a um campus educacional rural na Amazônia, ou um porto reformulado na Córsega, esta seleção destaca projetos que se sobressaíram em concursos ao redor do mundo. Embora algumas das propostas tenham sido desenvolvidas por escritórios consolidados, incluindo KAAN Architecten, ArchiWorkshop, Studio Akkerhuis ou Richez Associés, essas competições também se provaram uma oportunidade para que designers emergentes demonstrem sua criatividade e capacidade de resolução de problemas.

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Um arranha-céu na China e uma sede na França: 8 escritórios não construídos enviados pela comunidade do ArchDaily

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No cenário em constante evolução do design de ambientes de trabalho e da arquitetura corporativa, os limites da criatividade e da funcionalidade estão sendo constantemente expandidos. De arranha-céus futuristas a espaços de coworking, o futuro dos ambientes de trabalho responde às necessidades dinâmicas das empresas modernas e de seus colaboradores e colaboradoras. A seleção com curadoria desta semana de Arquitetura Não Construída foca em edifícios de escritórios, espaços de trabalho e edifícios administrativos enviados pela Comunidade ArchDaily.

O campo da arquitetura corporativa é uma oportunidade para designers inovarem e influenciarem as culturas de trabalho. Desde o arranha-céu Sinuating Flow em Chongqing, na China, que busca inspiração nas montanhas e vales vizinhos, até a sede parisiense da GRDF, que reimagina os escritórios urbanos como pequenos distritos da cidade. O ABS Workspace integra elementos marítimos ao design do espaço de trabalho, enquanto a torre FUTURA em Kyiv rompe com as normas convencionais por meio de formas artísticas e esculturais e do uso da cor preta. Juntos, esses projetos demonstram a diversidade na arquitetura corporativa, cada um atuando em seu próprio contexto para oferecer soluções singulares para ambientes de trabalho sustentáveis.

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Radicalismo social reexaminado: os legados de Christopher Alexander e Joseph Rykwert

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Este artigo foi publicado originalmente no Common Edge.

Christopher Alexander (1936–2022) e Joseph Rykwert (n. 1926) foram dois gigantes da teoria da arquitetura do século XX que iniciaram seus trabalhos na Inglaterra e, eventualmente, deixaram legados duradouros em duas grandes escolas de arquitetura estadunidenses: a Universidade da Califórnia em Berkeley (Alexander) e a Universidade da Pensilvânia, na Filadélfia (Rykwert). Suas trajetórias não apenas coincidiram com um período crítico de pesquisa social e cultural entre designers e urbanistas, mas, de diversas formas, continuam a inspirar a atual geração de críticos/as engajados/as contra o desenvolvimento capitalista tardio em nosso planeta ameaçado. No entanto, para muitas pessoas, eles ainda são pouco conhecidos.

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Investir em bem-estar: como espaços de trabalho saudáveis impulsionam a produtividade e o lucro

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Para além da estética, o design dos nossos locais de trabalho afeta diretamente a nossa saúde. Estudos revelam uma relação direta entre a má qualidade da iluminação e o acesso limitado a vistas externas com o aumento de licenças médicas. Políticas de ambientes livres de fumo têm se mostrado comprovadamente eficazes, reduzindo a prevalência do tabagismo em 3,8% e diminuindo o consumo diário de tabaco em expressivos 3,1 cigarros por fumante ativo/a. Os ambientes de trabalho podem promover o bem-estar ou ser prejudiciais a ele. O design consciente de escritórios é capaz de integrar aspectos de saúde aos espaços para cultivar o bem-estar físico, mental e social.

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Harmonizando segurança e estética em sistemas de controle de acesso

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A adoção de soluções avançadas de controle de acesso é fundamental para manter a proteção e a segurança em diversos contextos, de empresas e instituições a residências e espaços públicos. Seu principal objetivo é regular quem pode acessar ou utilizar um recurso, local ou sistema específico, garantindo que apenas pessoas autorizadas tenham permissão de entrada. Em um mundo cada vez mais interconectado e digital, a implementação de sistemas de controle de acesso tornou-se indispensável para proteger informações confidenciais, assegurar a integridade de ambientes físicos e virtuais e evitar acessos não autorizados que possam resultar em roubos, violações de dados ou outros incidentes de segurança. Esses sistemas podem abranger uma variedade de métodos — como senhas, cartões de acesso, biometria e equipes de segurança —, todos operando em conjunto para verificar e liberar a entrada apenas de pessoas autorizadas.

A' Design Awards & Competition 2024–2025: Chamada para inscrições

O A' Design Award, "nascido do desejo de destacar os melhores designs e produtos bem concebidos", reconhece talentos excepcionais e originais de todo o mundo. O prêmio representa tanto uma grande conquista para profissionais de design quanto uma fonte de inspiração para marcas, agências de design e profissionais de arquitetura premiados. As inscrições e indicações estão abertas a participantes de todo o mundo. As inscrições para o período de 2024-2025 do A' Design Award & Competition já estão abertas. Registre-se e envie seu projeto aqui.

O urbanismo de Tegucigalpa: como o planejamento modernista moldou a capital de Honduras

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Nas primeiras décadas do século XXI, Honduras registrou índices de criminalidade e violência mais elevados que os de seus vizinhos na América Central. Essa situação fez com que o país fosse amplamente evitado por visitantes e investidores. No entanto, isso não impediu que Tegucigalpa, sua capital, vivenciasse uma explosão de empreendimentos residenciais e de escritórios que hoje redesenham seu skyline. Caracterizada por uma topografia singular e clima tropical, a cidade serviu como campo de testes para princípios urbanísticos modernistas que contribuíram para transformar um pequeno vilarejo de mineração em uma das maiores metrópoles da América Central.

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O futuro das cidades inteligentes: como as tecnologias digitais estão transformando a vida urbana em Barcelona e Dublin

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À medida que o mundo testemunha um êxodo sem precedentes das áreas rurais para as urbanas, as cidades enfrentam um desafio monumental: como acomodar uma população em constante crescimento? Esse fenômeno, caracterizado pelo rápido crescimento populacional e pelo aumento da densidade, pressiona recursos, infraestruturas e serviços urbanos. Diante de problemas complexos que exigem soluções ainda maiores, torna-se mais necessário do que nunca repensar as ferramentas à nossa disposição. Nesse contexto desafiador, o surgimento de tecnologias emergentes como a Internet das Coisas (IoT), a análise de dados e a inteligência artificial (IA) apresenta-se como uma luz no fim do túnel. Essas tecnologias, inicialmente concebidas para simplificar tarefas cotidianas e facilitar a comunicação, constituem instrumentos potenciais para viabilizar respostas eficazes aos desafios urbanos contemporâneos.

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Minoru Yamasaki: A Fragilidade da Arquitetura

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Seu trabalho – mais de 250 edifícios no espaço de 30 anos – foi elogiado por críticos/as e colegas, indicado a prêmios internacionais de design e levou o arquiteto à capa da revista Time. No entanto, hoje, mesmo profissionais da área e aficionados/as podem ter dificuldade em nomear uma única obra de Minoru Yamasaki além de suas duas criações mais famosas (e infames) que já não existem: o conjunto habitacional Pruitt-Igoe em St. Louis e as torres do World Trade Center de Nova York. Paul Kidder explora a trajetória deste complexo arquiteto e sua obra no novo livro Minoru Yamasaki and the Fragility of Architecture (Routledge).

Kidder, professor de filosofia na Universidade de Seattle, oferece uma avaliação nova e sóbria não apenas da arquitetura de Yamasaki, mas do próprio homem: seus desafios, triunfos e contradições, bem como a fragilidade da realização arquitetônica. A perda das obras mais famosas deste arquiteto sugere o alcance crescente da fragilidade da arquitetura, sobretudo hoje, quando a especulação imobiliária muitas vezes conspira contra a preservação de obras até mesmo do modernismo tardio. Contudo, paradoxalmente, Yamasaki acreditava que a fragilidade poderia ser uma qualidade arquitetônica desejável — a própria fonte de seu refinamento, beleza e humanidade.

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O que as cidades africanas podem aprender com a América do Sul?

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As manchetes recentes do continente africano evidenciam uma série de questões urgentes que afetam seus centros urbanos: inundações severas ameaçam Nairóbi, a capital do Quênia; o sistema de VLT em Adis Abeba, na Etiópia, cambaleia após um início promissor. Enquanto isso, no Cairo, capital do Egito, os gastos com novas infraestruturas e habitação se mostraram excessivos e exigiram um resgate financeiro governamental. As cidades africanas enfrentam uma infinidade de desafios, mas também guardam o potencial de transformar a vida de milhões de pessoas. Diante das profundas semelhanças históricas entre a América do Sul e a África, o contexto sul-americano pode servir tanto de referência quanto de exemplo positivo para o enfrentamento dessas questões no âmbito urbano.

"A arquitetura é aquele elemento fixo dentro da natureza": David Montalba em Meu Ponto de Vista

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Descubra a edição mais recente de "My Point of View" da Sky-Frame, com o arquiteto David Montalba.

David Montalba nasceu na Suíça, mas cresceu na Califórnia. Tornou-se um surfista apaixonado, flutuando nas ondas do Pacífico, contemplando a terra firme, mas sempre sentindo e ouvindo o oceano ao seu redor; profundamente conectado à natureza.

“Eu já surfava aos 12 ou 13 anos, e essa foi a minha grande motivação provavelmente até os 18 ou 19”, observa ele. “Trouxe uma espécie de espiritualidade para a minha vida. Foi quando me senti mais conectado com a natureza e verdadeiramente comigo mesmo... Ainda é algo muito especial para mim. É uma daquelas coisas que conseguem, ao mesmo tempo, nos ancorar e nos conectar com a natureza de uma forma única.” 

Reimaginando modelos de coabitação: 4 projetos que destacam a arquitetura cooperativa

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O Dia Internacional das Cooperativas, comemorado anualmente no primeiro sábado de julho, é uma oportunidade para conscientizar e celebrar o cooperativismo. Celebrado nesta data pelas Nações Unidas desde 1992, o cooperativismo é um movimento social e econômico que capacita indivíduos e comunidades por meio da criação de empreendimentos de propriedade coletiva e geridos de forma democrática por seus membros. O tema deste ano é "Cooperativas: Parceiras para um Desenvolvimento Sustentável Acelerado". Além de destacar o papel fundamental que as cooperativas desempenham no alcance dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, o lema também enfatiza a tipologia singular das cooperativas na exploração de novas formas de vida coletiva. Pautadas pelo crescimento comunitário, as cooperativas apostam no desenvolvimento comum, priorizando as pessoas e apoiando-as na melhoria do bem-estar coletivo.

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Playgrounds públicos internos: a evolução dos espaços comerciais em transformação

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Considerado uma atividade extremamente necessária para as crianças e, ao mesmo tempo, em constante evolução, o brincar deixou de ser um conceito livre e informal para incorporar uma variedade de fatores voltados a fomentar o desenvolvimento físico, cognitivo, criativo e socioemocional. Estudado por nomes da pedagogia como Friedrich Fröbel, este se destacou por suas teorias sobre o jardim de infância, promovendo o desenvolvimento espontâneo por meio de atividades lúdicas. Com o tempo, isso lançou as bases de um conceito que se difundiu por toda a Europa no século XIX e chegou aos Estados Unidos com a criação do primeiro playground em Chicago, em 1892, marcando um ponto de virada na maneira como o espaço físico se relaciona com a diversão.

Mais de 100 anos depois, muita coisa mudou. Hoje em dia, as estruturas de lazer evoluem junto aos hábitos dos/as usuários/as e se adaptam a contextos onde historicamente não estavam presentes, como os espaços fechados e internos. Isso se deve, em grande medida, à otimização de suas dimensões, a melhorias técnicas e à aplicação de tecnologia de ponta que viabiliza materiais cada vez mais resistentes, versáteis e sustentáveis. Tudo isso hoje abre caminho para soluções que propiciam novas formas de vivenciar esses espaços, adquirindo uma abordagem alternativa que converge com o lazer. A partir dessa dinâmica, a Urbanplay apresentou um novo conceito de lazer para ambientes internos por meio das soluções modulares da Kompan, principal fabricante de equipamentos lúdicos de alto padrão no mundo. Essa abordagem se concentra na criação de áreas de lazer personalizadas, com o objetivo de potencializar a experiência dos/as usuários/as e fomentar atmosferas recreativas mais amigáveis, transversais e de fácil acesso.

Neurociência e Arquitetura: Projetando para a Experiência Humana

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Projetar para a experiência humana tem estado no centro das intenções e motivações por trás do trabalho de arquitetos/as. Embora os processos tradicionais se mostrem benéficos, o setor busca superar limites para encontrar oportunidades de colaboração com outras áreas do design e de outros campos do conhecimento. Novas abordagens têm surgido a partir de colaborações entre arquitetos/as e designers de serviço, ou mesmo psicólogos/as, para criar espaços mais centrados nas pessoas. Uma nova interseção vem chamando a atenção de profissionais, impulsionada em especial por uma recente instalação sobre neuroarquitetura no Salone del Mobile. O ArchDaily detalha o escopo e o potencial dessa nova disciplina com Federica Sanchez, arquiteta e pesquisadora de neurociência no escritório italiano Lombardini22, responsável pela reestruturação do Salone.

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