Paul Clemence

NAVEGUE POR TODOS OS PROJETOS DESTE FOTÓGRAFO

Nova série fotográfica de Paul Clemence explora a luz e a materialidade na Capela de Ronchamp de Le Corbusier

Áudio disponível

O fotógrafo Paul Clemence revelou uma nova série de fotos que documentando a Notre-Dame du Haut de Le Corbusier em Ronchamp, França. A coleção revisita uma das obras mais influentes da arquitetura religiosa do século XX por meio de uma exploração da luz, da materialidade e da atmosfera, destacando as qualidades escultóricas da capela e a relação mutável entre suas superfícies de concreto e a iluminação natural. Combinando fotografias externas em preto e branco com imagens coloridas do interior, a série apresenta um novo registro de um edifício que continua a moldar o discurso arquitetônico mais de sete décadas após sua conclusão.

Nova série fotográfica de Paul Clemence explora a luz e a materialidade na Capela de Ronchamp de Le Corbusier - 1 的图像 4Nova série fotográfica de Paul Clemence explora a luz e a materialidade na Capela de Ronchamp de Le Corbusier - 2 的图像 4Nova série fotográfica de Paul Clemence explora a luz e a materialidade na Capela de Ronchamp de Le Corbusier - 3 的图像 4Nova série fotográfica de Paul Clemence explora a luz e a materialidade na Capela de Ronchamp de Le Corbusier - 4 的图像 4Nova série fotográfica de Paul Clemence explora a luz e a materialidade na Capela de Ronchamp de Le Corbusier - Mais Imagens+ 48

Paul Clemence registra o MFO Park em flor, projetado por Burckhardt & Partners em Zurique

O registro de Paul Clemence do MFO Park, em Zurique, é uma série fotográfica evocativa para o Archi-photo que demonstra a justaposição entre a casca metálica artificial e a natureza selvagem do próprio parque. Trepadeiras que se entrelaçam no esqueleto da estrutura criam um destino atraente, recuperando o terreno pós-industrial e substituindo-o por uma imagem renovada e cativante.

O MFO Park, em Zurique, é uma vibrante paisagem urbana na Suíça, implantada em um terreno utilizado por cerca de um século pela Oerlikon Machine Works (MFO). Saturado por entulho de construção e poluição durante um longo período de industrialização, o local foi transformado em um paraíso verde, complementado pelo vizinho e arborizado Oerliker Park, repleto de freixos. Oferecendo uma área diversificada de espaço aberto, o parque está disponível ao público para uma ampla gama de atividades e eventos, contando com a presença da 'Park House', um grande pavilhão aberto, e treliças envoltas por vegetação trepadeira.

Paul Clemence registra o MFO Park em flor, projetado por Burckhardt & Partners em Zurique - Mais Imagens+ 5

O contínuo domínio asfixiante do grande setor imobiliário sobre Nova York

Acesso exclusivo | 

Este artigo foi publicado originalmente no Common Edge.

Recentemente, o economista vencedor do Prêmio Nobel Paul Krugman escreveu no New York Times sobre as causas da crise de moradia inacessível em Nova York. Ele atribuiu o problema a alguns fatores, incluindo uma poderosa "monocultura" financeira na cidade, os NIMBYs (movimento "não no meu quintal") e o fato de a própria prefeitura bloquear novas construções. Esse último argumento, contudo — o de que o poder público municipal impede novas obras —, é um mito cada vez mais difundido e que precisa ser examinado.

O contínuo domínio asfixiante do grande setor imobiliário sobre Nova York - Mais Imagens

O Museu de Arte e Fotografia de Aires Mateus em Lausanne, esculpido pela luz, registrado por Paul Clemence

Após cinco anos de obras, o escritório português de arquitetura Aires Mateus concluiu o aguardado mudac: museu de Design Contemporâneo e Artes Aplicadas em Lausanne, na Suíça. O edifício escultural faz parte de um novo distrito cultural e de um plano de regeneração urbana promovido pelo Cantão de Vaud, pela Comuna de Lausanne e pela CFF (Ferrovias Federais Suíças), que reúne três museus de arte dispostos a traduzir a memória do local, ecoando seu antigo caráter industrial por meio de formas geométricas prismáticas, superfícies de concreto e linhas marcantes.

Em sua mais recente passagem pela Suíça, o fotógrafo de arquitetura Paul Clemence registrou o recém-inaugurado museu, destacando sua geometria singular de concreto, o jogo de luz e sombra e a maneira como a arquitetura se integra ao entorno. 

O Museu de Arte e Fotografia de Aires Mateus em Lausanne, esculpido pela luz, registrado por Paul Clemence - Image 1 of 4O Museu de Arte e Fotografia de Aires Mateus em Lausanne, esculpido pela luz, registrado por Paul Clemence - Image 2 of 4O Museu de Arte e Fotografia de Aires Mateus em Lausanne, esculpido pela luz, registrado por Paul Clemence - Image 3 of 4O Museu de Arte e Fotografia de Aires Mateus em Lausanne, esculpido pela luz, registrado por Paul Clemence - Image 4 of 4O Museu de Arte e Fotografia de Aires Mateus em Lausanne, esculpido pela luz, registrado por Paul Clemence - Mais Imagens+ 37

Paul Clemence registra o edifício residencial mais alto de Miami, o Elysee Edgewater, da Arquitectonica

O aguardado marco urbano de Miami, o Elysee Edgewater, teve finalmente suas obras concluídas. Projetada pelo escritório Arquitectonica, a torre de vidro de 198 metros de altura conta com 57 pavimentos de residências de luxo, além de áreas de lazer e bem-estar distribuídas em seus pavimentos escalonados. O fotógrafo de arquitetura Paul Clemence divulgou imagens do edifício recém-concluído, que passa a ser a torre residencial mais alta do bairro de Edgewater.

Paul Clemence registra o edifício residencial mais alto de Miami, o Elysee Edgewater, da Arquitectonica - Mais Imagens+ 24

Nova York está falhando com seus cidadãos e cidadãs em relação ao meio ambiente

Acesso exclusivo | 

Este artigo foi publicado originalmente no Common Edge.

O novo painel digital NYC Climate Dashboard confirma que a cidade de Nova York não está fazendo o suficiente para atingir suas metas climáticas. Pior ainda, essas metas não estão à altura do desafio enfrentado por sua população. Um consenso crescente na comunidade científica aponta que o mundo tem apenas até o fim desta década para evitar mudanças climáticas catastróficas. Em Nova York, as maiores emissões de gases de efeito estufa vêm dos edifícios e do uso de automóveis. Como arquiteto e urbanista, John Massengale compartilha o que acredita estar fazendo falta no debate atual e sugere transformações significativas que podem ser feitas em prol das futuras gerações.

Nova York está falhando com seus cidadãos e cidadãs em relação ao meio ambiente - Mais Imagens+ 1

Descubra o Academy Museum of Motion Pictures pelas lentes de Paul Clemence

Nesta temporada do Oscar, o fotógrafo Paul Clemence voltou suas lentes para o Academy Museum of Motion Pictures, a instituição mais famosa dedicada à arte e à ciência do cinema. Projetado e revitalizado pelos escritórios Gensler e Renzo Piano Building Workshop, o edifício está localizado na famosa "Miracle Mile", em Los Angeles, abrindo-se para vistas panorâmicas de Hollywood. Este ano, o museu abriu o seu terraço na cobertura para o Oscars Night at the Museum, um evento exclusivo em comemoração à 96ª edição do Oscar.

Descubra o Academy Museum of Motion Pictures pelas lentes de Paul Clemence - Mais Imagens+ 50

The Vessel reabre no Hudson Yards, em Nova York, com novas medidas de segurança após três anos fechado

Em outubro de 2024, o "The Vessel", no Hudson Yards em Nova York, reabriu ao público após passar quase três anos fechado devido a uma série de suicídios. Projetada originalmente pelo Heatherwick Studio e inaugurada em 2019, a escadaria monumental de 45 metros (150 pés) de altura foi fechada em janeiro de 2021, depois que quatro pessoas, todas com menos de 25 anos, tragicamente tiraram a própria vida em um intervalo de 18 meses. Esta série de fotos de Paul Clemence registra o "The Vessel" em sua reabertura, oferecendo um novo olhar sobre seu design e seu papel renovado na cidade.

The Vessel reabre no Hudson Yards, em Nova York, com novas medidas de segurança após três anos fechado - Mais Imagens+ 13

Grace Farms inaugura exposição de longa duração focada em trabalho forçado e nas cadeias de suprimentos de materiais de construção

Em 4 de maio de 2024, o centro cultural Grace Farms inaugurou uma nova exposição de longa duração que visa lançar luz sobre o funcionamento interno da indústria da construção, oferecendo insights sobre os métodos de produção e distribuição de materiais de construção, bem como sobre as práticas generalizadas de trabalho forçado que ocorrem na cadeia de suprimentos de materiais em todo o mundo. A exposição também apresenta o trabalho do “Design for Freedom,” um movimento global colaborativo lançado em 2020 no Grace Farms. A iniciativa visa transformar a arquitetura ao conscientizar sobre essas questões e ajudar a interromper o trabalho forçado na indústria da construção. Intitulada “With Every Fiber,” a exposição tem visitação gratuita, tanto em seu local físico em New Canaan, Connecticut, quanto online, como uma mostra virtual.

Grace Farms inaugura exposição de longa duração focada em trabalho forçado e nas cadeias de suprimentos de materiais de construção - Mais Imagens+ 15

International High-Rise Award 2024/25: Conheça os 31 projetos indicados

O Deutsches Architekturmuseum (DAM) anunciou os indicados para o prêmio International High-Rise Award 2024/25. Selecionados entre mais de 1.000 novos edifícios em altura construídos nos últimos dois anos em todo o mundo, os projetos indicados estão localizados em 13 países de 5 continentes. No outono, serão anunciados os cinco finalistas, e a revelação do vencedor está prevista para 12 de novembro de 2024. O principal objetivo da premiação é destacar boas práticas na tendência contínua de edifícios altos de uso misto.

Com o aumento na construção de arranha-céus, características especiais como a introdução de vegetação no projeto, formas inusitadas ou a construção de complexos de torres tornaram-se o novo normal. A pesquisa do DAM deste ano também mostra uma crescente consciência ecológica, já que o foco na construção de edifícios altos se volta cada vez mais para o reaproveitamento de estruturas existentes. Embora a maioria dos edifícios altos continue a ser erguida na China, seguida pelos EUA, a Austrália e Singapura surgem como novos polos da arquitetura de arranha-céus.

International High-Rise Award 2024/25: Conheça os 31 projetos indicados - Mais Imagens+ 29

Às vésperas das Olimpíadas de Paris, conheça o ecobairro de Clichy-Batignolles, em Paris, pelas lentes de Paul Clemence

Com a proximidade da cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos de 2024, Paris atrai as atenções do mundo todo. Além das instalações que estão sendo preparadas para as Olimpíadas, a cidade oferece uma ampla variedade de projetos arquitetônicos que demonstram seus esforços para melhorar o ambiente urbano e promover uma cidade mais verde e inclusiva. Entre eles, o novo Eco-Distrito de Clichy-Batignolles, no 17º arrondissement de Paris, é um empreendimento de 54 hectares que teve como objetivo transformar o antigo pátio ferroviário da SNCF em um novo bairro. A iniciativa conta com a colaboração de escritórios e profissionais de arquitetura reconhecidos internacionalmente, incluindo MAD Architects, Périphériques Architectes e RPBW, entre outros. Continue lendo para descobrir esse desenvolvimento urbano através das lentes do fotógrafo de arquitetura Paul Clemence.

Às vésperas das Olimpíadas de Paris, conheça o ecobairro de Clichy-Batignolles, em Paris, pelas lentes de Paul Clemence - Mais Imagens+ 45

O renascimento da terracota na arquitetura de Nova York: 4 projetos contemporâneos no skyline da cidade

Acesso exclusivo | 

O horizonte de Nova York narra a longa relação da região com a inovação e o estilo arquitetônico. Entre os diversos materiais que revestem o ambiente construído da cidade, a terracota assume uma relevância singular. Esse material à base de argila foi um elemento marcante em edifícios do final do século XIX até a década de 1920 e, após um breve hiato, experimenta uma retomada no design contemporâneo. Esse resgate presta homenagem ao patrimônio arquitetônico da "Grande Maçã", ao mesmo tempo que lidera um movimento em prol de materiais sustentáveis na metrópole.

O renascimento da terracota na arquitetura de Nova York: 4 projetos contemporâneos no skyline da cidade - Mais Imagens+ 6

Compreendendo o ecobrutalismo: o paradoxo entre estrutura, sustentabilidade e estilo

Acesso exclusivo | 

Espera-se que o ambiente construído reduza as emissões de carbono, apoie a biodiversidade e responda às transformações nas condições ecológicas, ao mesmo tempo em que oferece habitação para as comunidades e reflete seus valores culturais. Nesse cenário de transição, um estilo arquitetônico outrora criticado ressurge em uma forma nova e surpreendente. O Brutalismo, há muito associado à gravidade institucional e à austeridade material, está agora sendo reformulado sob uma ótica ecológica. Esse movimento híbrido, conhecido como eco-brutalismo, combina a força do concreto com a vegetação e estratégias de projeto sensíveis ao clima. O resultado é um conjunto de espaços visualmente impactantes, conceitualmente complexos e cada vez mais populares entre designers, urbanistas e o público em geral. Este movimento engloba não apenas a linhagem direta do Brutalismo dos anos 1960, mas também projetos contemporâneos que, embora não sejam estritamente brutalistas, compartilham de sua honestidade material, escala monumental e uso de formas expressivas de concreto.

Compreendendo o ecobrutalismo: o paradoxo entre estrutura, sustentabilidade e estilo - Mais Imagens+ 39

Dia da Terra 2025: Nosso papel ao repensar a sustentabilidade em cidades, escalas e setores

Acesso exclusivo | 

No Dia da Terra de 2025, celebrado anualmente em 22 de abril, somos mais uma vez lembrados dos urgentes desafios ambientais e de sustentabilidade que o nosso planeta enfrenta — desafios que continuam a evoluir juntamente com as transformações econômicas, políticas e culturais globais. O setor da construção civil continua sendo um dos mais críticos no esforço para gerenciar e reduzir as emissões globais de carbono. Este ano, essas questões estão sendo abordadas sob perspectivas cada vez mais diversas, exigindo abordagens mais holísticas e integradas. É fundamental que encaremos a sustentabilidade não como uma solução única e universal, mas sim como um esforço multiescalar — que abrange desde o desenvolvimento urbano em grande escala e o planejamento estratégico até o avanço de materiais sustentáveis e, inclusive, intervenções temporárias e provocativas, como exposições e instalações. Ao fazê-lo, reafirmamos nosso compromisso de reduzir nossa pegada de carbono coletiva, ao mesmo tempo em que moldamos um ambiente construído que promove o bem-estar humano e a saúde do planeta.

Dia da Terra 2025: Nosso papel ao repensar a sustentabilidade em cidades, escalas e setores - Image 1 of 4Dia da Terra 2025: Nosso papel ao repensar a sustentabilidade em cidades, escalas e setores - Image 2 of 4Dia da Terra 2025: Nosso papel ao repensar a sustentabilidade em cidades, escalas e setores - Image 3 of 4Dia da Terra 2025: Nosso papel ao repensar a sustentabilidade em cidades, escalas e setores - Image 4 of 4Dia da Terra 2025: Nosso papel ao repensar a sustentabilidade em cidades, escalas e setores - Mais Imagens+ 23

Instalação de arte têxtil de Ernesto Neto no Grand Palais, em Paris, registrada por Paul Clemence

A exposição "Nosso Barco Tambor Terra", do artista brasileiro Ernesto Neto, realizada no recém-renovado Grand Palais em Paris de 6 de junho a 25 de julho de 2025, é uma instalação imersiva em grande escala que convida visitantes a se reconectarem com a natureza e com a comunidade por meio de uma experiência sensorial. Inspirando-se na cultura brasileira e em culturas indígenas, Neto utiliza têxteis, aromas e materiais orgânicos para criar um espaço de reflexão e interação. A instalação têxtil foi registrada recentemente por Paul Clemence, que buscou retratar suas qualidades arquitetônicas.

Instalação de arte têxtil de Ernesto Neto no Grand Palais, em Paris, registrada por Paul Clemence - Mais Imagens+ 61

Repensando a sustentabilidade por meio de estratégias específicas para o local

Acesso exclusivo | 

A sustentabilidade na arquitetura é frequentemente abordada como um desafio universal, resultando em soluções padronizadas que priorizam a eficiência em detrimento do contexto. No entanto, a arquitetura está intrinsecamente ligada ao seu ambiente — os edifícios interagem com o clima, a topografia e a história cultural de maneiras que exigem especificidade. Em vez de depender de listas de verificação de sustentabilidade padronizadas, como a arquitetura pode adotar soluções específicas para o local? Essa discussão está profundamente conectada ao conceito de Genius Loci, ou o espírito do lugar, introduzido por Christian Norberg-Schulz e adotado por arquitetos/as que defendem projetos em sintonia com seu entorno. Essa filosofia sugere que a arquitetura não deve ser imposta a um terreno, mas sim emergir dele, informada por seus materiais, clima e relevância cultural. Esse pensamento contesta a aplicação generalizada de tecnologias sustentáveis genéricas, propondo, em contrapartida, que a sustentabilidade deve estar intrinsecamente ligada ao local onde se insere.

Repensando a sustentabilidade por meio de estratégias específicas para o local - Mais Imagens+ 81

Exposição no Edifício Modulightor de Paul Rudolph, em Nova York, reúne obras de arte arquitetônica de Gehry, Rossi e outros

A exposição de desenhos e fotografias de arquitetura intitulada "Architecture = Art: The Susan Grant Lewin Collection" está em cartaz no Edifício Modulightor de Paul Rudolph, em Manhattan, Nova York. Organizada pelo Paul Rudolph Institute for Modern Architecture (PRIMA), a coleção reúne obras de arquitetos/as de destaque, incluindo Eileen Gray, Daniel Arsham, Frank Gehry, Jesse Reiser, Hani Rashid, Steven Holl, Aldo Rossi, Michael Graves, James Wines, Stanley Tigerman, John Hejduk, entre outros. Os desenhos são acompanhados por uma seleção de fotografias de fotógrafos/as de arquitetura como Ezra Stoller, Robin Hill, Norman McGrath, Paul Clemence, entre outros. A exposição foi inaugurada em 2 de julho e permanecerá aberta ao público até 20 de setembro de 2025.

Exposição no Edifício Modulightor de Paul Rudolph, em Nova York, reúne obras de arte arquitetônica de Gehry, Rossi e outros - Image 1 of 4Exposição no Edifício Modulightor de Paul Rudolph, em Nova York, reúne obras de arte arquitetônica de Gehry, Rossi e outros - Image 2 of 4Exposição no Edifício Modulightor de Paul Rudolph, em Nova York, reúne obras de arte arquitetônica de Gehry, Rossi e outros - Image 3 of 4Exposição no Edifício Modulightor de Paul Rudolph, em Nova York, reúne obras de arte arquitetônica de Gehry, Rossi e outros - Image 4 of 4Exposição no Edifício Modulightor de Paul Rudolph, em Nova York, reúne obras de arte arquitetônica de Gehry, Rossi e outros - Mais Imagens+ 16

Reuso adaptativo: quantas vidas um edifício pode ter?

Acesso exclusivo | 

A Unité d'Habitation de Le Corbusier imaginava um "bairro vertical", um edifício capaz de integrar habitação, comércio, lazer e espaços coletivos em um único organismo estrutural. Na mesma época, Jane Jacobs defendia que a diversidade de usos é o que gera segurança, identidade e vida social ao nível da rua. Mais tarde, Rem Koolhaas, em Delirious New York, descreveu o arranha-céu como um experimento pioneiro de "urbanismo vertical", capaz de empilhar programas incompatíveis sob o mesmo teto. Em cidades como Tóquio e Hong Kong, essa ambição amadureceu em edifícios híbridos complexos, onde diferentes usos — como terminais de transporte, comércio, escritórios, hotéis e habitação — coexistem e interagem continuamente.