Paul Clemence

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Nova série fotográfica de Paul Clemence explora a luz e a materialidade na Capela de Ronchamp de Le Corbusier

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O fotógrafo Paul Clemence revelou uma nova série de fotos que documentando a Notre-Dame du Haut de Le Corbusier em Ronchamp, França. A coleção revisita uma das obras mais influentes da arquitetura religiosa do século XX por meio de uma exploração da luz, da materialidade e da atmosfera, destacando as qualidades escultóricas da capela e a relação mutável entre suas superfícies de concreto e a iluminação natural. Combinando fotografias externas em preto e branco com imagens coloridas do interior, a série apresenta um novo registro de um edifício que continua a moldar o discurso arquitetônico mais de sete décadas após sua conclusão.

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Paul Clemence registra o Kö-Bogen II do Ingenhoven Architects e sua emblemática fachada verde

No início de 2025, o fotógrafo Paul Clemence documentou o Kö-Bogen II, um complexo comercial e de escritórios projetado pelo escritório ingenhoven architects em Düsseldorf, na Alemanha. A série de fotos destaca a característica principal do edifício: sua vasta fachada verde, considerada uma das maiores da Europa. Conhecido como um "coração verde" e uma "montanha urbana", o edifício tornou-se um marco na cidade por conta de suas superfícies inclinadas cobertas por mais de 30.000 carpinos. Para Clemence, deparar-se com o edifício foi uma surpresa durante sua primeira visita a Düsseldorf, descrevendo a experiência como um encontro inesperado com uma "impressionante pirâmide verde".

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Reuso adaptativo: quantas vidas um edifício pode ter?

A Unité d'Habitation de Le Corbusier imaginava um "bairro vertical", um edifício capaz de integrar habitação, comércio, lazer e espaços coletivos em um único organismo estrutural. Na mesma época, Jane Jacobs defendia que a diversidade de usos é o que gera segurança, identidade e vida social ao nível da rua. Mais tarde, Rem Koolhaas, em Delirious New York, descreveu o arranha-céu como um experimento pioneiro de "urbanismo vertical", capaz de empilhar programas incompatíveis sob o mesmo teto. Em cidades como Tóquio e Hong Kong, essa ambição amadureceu em edifícios híbridos complexos, onde diferentes usos — como terminais de transporte, comércio, escritórios, hotéis e habitação — coexistem e interagem continuamente.

Exposição no Edifício Modulightor de Paul Rudolph, em Nova York, reúne obras de arte arquitetônica de Gehry, Rossi e outros

A exposição de desenhos e fotografias de arquitetura intitulada "Architecture = Art: The Susan Grant Lewin Collection" está em cartaz no Edifício Modulightor de Paul Rudolph, em Manhattan, Nova York. Organizada pelo Paul Rudolph Institute for Modern Architecture (PRIMA), a coleção reúne obras de arquitetos/as de destaque, incluindo Eileen Gray, Daniel Arsham, Frank Gehry, Jesse Reiser, Hani Rashid, Steven Holl, Aldo Rossi, Michael Graves, James Wines, Stanley Tigerman, John Hejduk, entre outros. Os desenhos são acompanhados por uma seleção de fotografias de fotógrafos/as de arquitetura como Ezra Stoller, Robin Hill, Norman McGrath, Paul Clemence, entre outros. A exposição foi inaugurada em 2 de julho e permanecerá aberta ao público até 20 de setembro de 2025.

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Por dentro da construção da Catedral Cristo Rei de Niemeyer em Belo Horizonte, sob as lentes de Paul Clemence

A Catedral Cristo Rei é o projeto de Oscar Niemeyer para a catedral de Belo Horizonte, capital do estado de Minas Gerais, na Região Sudeste do Brasil. Concebida entre 2005 e 2006, a obra é um dos últimos projetos do falecido arquiteto no país. O projeto apresenta uma estrutura em cúpula com aproximadamente 60 metros de diâmetro, suspensa por dois elementos de apoio que se elevam a 100 metros de altura. Niemeyer referia-se ao projeto como uma "praça", composta por uma catedral com capacidade para 3.000 pessoas e um altar externo projetado para receber até 20.000 fiéis em missas e eventos públicos. A construção teve início em 2013 e segue em andamento. No início deste ano, o fotógrafo Paul Clemence visitou o local, documentando o processo de construção e registrando o surgimento das curvas características de Niemeyer.

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Compreendendo o ecobrutalismo: o paradoxo entre estrutura, sustentabilidade e estilo

Espera-se que o ambiente construído reduza as emissões de carbono, apoie a biodiversidade e responda às transformações nas condições ecológicas, ao mesmo tempo em que oferece habitação para as comunidades e reflete seus valores culturais. Nesse cenário de transição, um estilo arquitetônico outrora criticado ressurge em uma forma nova e surpreendente. O Brutalismo, há muito associado à gravidade institucional e à austeridade material, está agora sendo reformulado sob uma ótica ecológica. Esse movimento híbrido, conhecido como eco-brutalismo, combina a força do concreto com a vegetação e estratégias de projeto sensíveis ao clima. O resultado é um conjunto de espaços visualmente impactantes, conceitualmente complexos e cada vez mais populares entre designers, urbanistas e o público em geral. Este movimento engloba não apenas a linhagem direta do Brutalismo dos anos 1960, mas também projetos contemporâneos que, embora não sejam estritamente brutalistas, compartilham de sua honestidade material, escala monumental e uso de formas expressivas de concreto.

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Instalação de arte têxtil de Ernesto Neto no Grand Palais, em Paris, registrada por Paul Clemence

A exposição "Nosso Barco Tambor Terra", do artista brasileiro Ernesto Neto, realizada no recém-renovado Grand Palais em Paris de 6 de junho a 25 de julho de 2025, é uma instalação imersiva em grande escala que convida visitantes a se reconectarem com a natureza e com a comunidade por meio de uma experiência sensorial. Inspirando-se na cultura brasileira e em culturas indígenas, Neto utiliza têxteis, aromas e materiais orgânicos para criar um espaço de reflexão e interação. A instalação têxtil foi registrada recentemente por Paul Clemence, que buscou retratar suas qualidades arquitetônicas.

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Dia da Terra 2025: Nosso papel ao repensar a sustentabilidade em cidades, escalas e setores

No Dia da Terra de 2025, celebrado anualmente em 22 de abril, somos mais uma vez lembrados dos urgentes desafios ambientais e de sustentabilidade que o nosso planeta enfrenta — desafios que continuam a evoluir juntamente com as transformações econômicas, políticas e culturais globais. O setor da construção civil continua sendo um dos mais críticos no esforço para gerenciar e reduzir as emissões globais de carbono. Este ano, essas questões estão sendo abordadas sob perspectivas cada vez mais diversas, exigindo abordagens mais holísticas e integradas. É fundamental que encaremos a sustentabilidade não como uma solução única e universal, mas sim como um esforço multiescalar — que abrange desde o desenvolvimento urbano em grande escala e o planejamento estratégico até o avanço de materiais sustentáveis e, inclusive, intervenções temporárias e provocativas, como exposições e instalações. Ao fazê-lo, reafirmamos nosso compromisso de reduzir nossa pegada de carbono coletiva, ao mesmo tempo em que moldamos um ambiente construído que promove o bem-estar humano e a saúde do planeta.

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Repensando a sustentabilidade por meio de estratégias específicas para o local

A sustentabilidade na arquitetura é frequentemente abordada como um desafio universal, resultando em soluções padronizadas que priorizam a eficiência em detrimento do contexto. No entanto, a arquitetura está intrinsecamente ligada ao seu ambiente — os edifícios interagem com o clima, a topografia e a história cultural de maneiras que exigem especificidade. Em vez de depender de listas de verificação de sustentabilidade padronizadas, como a arquitetura pode adotar soluções específicas para o local? Essa discussão está profundamente conectada ao conceito de Genius Loci, ou o espírito do lugar, introduzido por Christian Norberg-Schulz e adotado por arquitetos/as que defendem projetos em sintonia com seu entorno. Essa filosofia sugere que a arquitetura não deve ser imposta a um terreno, mas sim emergir dele, informada por seus materiais, clima e relevância cultural. Esse pensamento contesta a aplicação generalizada de tecnologias sustentáveis genéricas, propondo, em contrapartida, que a sustentabilidade deve estar intrinsecamente ligada ao local onde se insere.

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Descubra o Academy Museum of Motion Pictures pelas lentes de Paul Clemence

Nesta temporada do Oscar, o fotógrafo Paul Clemence voltou suas lentes para o Academy Museum of Motion Pictures, a instituição mais famosa dedicada à arte e à ciência do cinema. Projetado e revitalizado pelos escritórios Gensler e Renzo Piano Building Workshop, o edifício está localizado na famosa "Miracle Mile", em Los Angeles, abrindo-se para vistas panorâmicas de Hollywood. Este ano, o museu abriu o seu terraço na cobertura para o Oscars Night at the Museum, um evento exclusivo em comemoração à 96ª edição do Oscar.

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The Vessel reabre no Hudson Yards, em Nova York, com novas medidas de segurança após três anos fechado

Em outubro de 2024, o "The Vessel", no Hudson Yards em Nova York, reabriu ao público após passar quase três anos fechado devido a uma série de suicídios. Projetada originalmente pelo Heatherwick Studio e inaugurada em 2019, a escadaria monumental de 45 metros (150 pés) de altura foi fechada em janeiro de 2021, depois que quatro pessoas, todas com menos de 25 anos, tragicamente tiraram a própria vida em um intervalo de 18 meses. Esta série de fotos de Paul Clemence registra o "The Vessel" em sua reabertura, oferecendo um novo olhar sobre seu design e seu papel renovado na cidade.

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Revisitando o projeto de arranha-céus: os benefícios das fachadas responsivas e dos projetos passivos

A sociedade contemporânea vem testemunhando um crescimento expressivo na construção de arranha-céus em centros urbanos de todo o mundo por diversos motivos — incluindo avanços na engenharia, o aumento da densidade urbana, restrições de espaço e, indiscutivelmente, uma disputa competitiva para construir as estruturas mais altas do mundo. A atração pelas fachadas totalmente envidraçadas e a busca por peles de vidro com painéis cada vez maiores de vidro contínuo muitas vezes ocorreram em detrimento da funcionalidade.

Nessas torres, as janelas operáveis são sacrificadas em prol da estética e das vistas panorâmicas, com uma disposição de núcleo central que maximiza as visuais em 360 graus, mas acaba gerando "monstros arquitetônicos de ganho de calor solar". Sem ventilação natural ou cruzada, esses arranha-céus de vidro retêm uma quantidade significativa de calor da radiação solar nos espaços habitáveis, dependendo quase que exclusivamente de sistemas mecânicos de HVAC para resfriá-los. Isso levanta a questão: a estratégia de ventilação passiva está se tornando obsoleta no projeto de edifícios altos, ou os sistemas operáveis podem ser integrados de forma eficaz em nossas torres de alta tecnologia?

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Dia Mundial da Fotografia: Apresentando 25 fotógrafos/as de arquitetura e suas séries singulares

Mais do que um mero registro visual, a fotografia de arquitetura é um meio poderoso capaz de revelar e explorar os espaços arquitetônicos sob perspectivas únicas. Pelas lentes de um/a fotógrafo/a talentoso/a, a arquitetura manifesta seu jogo de luzes e sombras, a tectônica de seus elementos estruturais, o detalhamento meticuloso dos encontros de materiais e as narrativas mais amplas do patrimônio cultural. No Dia Mundial da Fotografia de 2024, celebramos essa forma de arte singular destacando o trabalho de 25 fotógrafos/as de destaque que capturaram a arquitetura em suas formas mais evocativas.

Entre as séries fotográficas apresentadas, Paul Clemence explora a precisão minimalista dos museus suíços, Iwan Baan oferece uma narrativa visual de Praga, enquanto Simone Bossi destaca o contraste entre as estruturas construídas pelo ser humano e o seu entorno natural. Além disso, Marc Goodwin dá continuidade à sua série sobre escritórios de arquitetura ao redor do mundo, oferecendo um vislumbre dos espaços criativos da profissão. O trabalho de Erieta Attali transporta o público a ruínas antigas para explorar justaposições históricas e paisagens culturais.

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O renascimento da terracota na arquitetura de Nova York: 4 projetos contemporâneos no skyline da cidade

O horizonte de Nova York narra a longa relação da região com a inovação e o estilo arquitetônico. Entre os diversos materiais que revestem o ambiente construído da cidade, a terracota assume uma relevância singular. Esse material à base de argila foi um elemento marcante em edifícios do final do século XIX até a década de 1920 e, após um breve hiato, experimenta uma retomada no design contemporâneo. Esse resgate presta homenagem ao patrimônio arquitetônico da "Grande Maçã", ao mesmo tempo que lidera um movimento em prol de materiais sustentáveis na metrópole.

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Às vésperas das Olimpíadas de Paris, conheça o ecobairro de Clichy-Batignolles, em Paris, pelas lentes de Paul Clemence

Com a proximidade da cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos de 2024, Paris atrai as atenções do mundo todo. Além das instalações que estão sendo preparadas para as Olimpíadas, a cidade oferece uma ampla variedade de projetos arquitetônicos que demonstram seus esforços para melhorar o ambiente urbano e promover uma cidade mais verde e inclusiva. Entre eles, o novo Eco-Distrito de Clichy-Batignolles, no 17º arrondissement de Paris, é um empreendimento de 54 hectares que teve como objetivo transformar o antigo pátio ferroviário da SNCF em um novo bairro. A iniciativa conta com a colaboração de escritórios e profissionais de arquitetura reconhecidos internacionalmente, incluindo MAD Architects, Périphériques Architectes e RPBW, entre outros. Continue lendo para descobrir esse desenvolvimento urbano através das lentes do fotógrafo de arquitetura Paul Clemence.

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International High-Rise Award 2024/25: Conheça os 31 projetos indicados

O Deutsches Architekturmuseum (DAM) anunciou os indicados para o prêmio International High-Rise Award 2024/25. Selecionados entre mais de 1.000 novos edifícios em altura construídos nos últimos dois anos em todo o mundo, os projetos indicados estão localizados em 13 países de 5 continentes. No outono, serão anunciados os cinco finalistas, e a revelação do vencedor está prevista para 12 de novembro de 2024. O principal objetivo da premiação é destacar boas práticas na tendência contínua de edifícios altos de uso misto.

Com o aumento na construção de arranha-céus, características especiais como a introdução de vegetação no projeto, formas inusitadas ou a construção de complexos de torres tornaram-se o novo normal. A pesquisa do DAM deste ano também mostra uma crescente consciência ecológica, já que o foco na construção de edifícios altos se volta cada vez mais para o reaproveitamento de estruturas existentes. Embora a maioria dos edifícios altos continue a ser erguida na China, seguida pelos EUA, a Austrália e Singapura surgem como novos polos da arquitetura de arranha-céus.

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Grace Farms inaugura exposição de longa duração focada em trabalho forçado e nas cadeias de suprimentos de materiais de construção

Em 4 de maio de 2024, o centro cultural Grace Farms inaugurou uma nova exposição de longa duração que visa lançar luz sobre o funcionamento interno da indústria da construção, oferecendo insights sobre os métodos de produção e distribuição de materiais de construção, bem como sobre as práticas generalizadas de trabalho forçado que ocorrem na cadeia de suprimentos de materiais em todo o mundo. A exposição também apresenta o trabalho do “Design for Freedom,” um movimento global colaborativo lançado em 2020 no Grace Farms. A iniciativa visa transformar a arquitetura ao conscientizar sobre essas questões e ajudar a interromper o trabalho forçado na indústria da construção. Intitulada “With Every Fiber,” a exposição tem visitação gratuita, tanto em seu local físico em New Canaan, Connecticut, quanto online, como uma mostra virtual.

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Homenagem aos/às arquitetos/as influentes que perdemos em 2023

Ao iniciar este novo ano, reservamos um momento para refletir sobre o impacto duradouro de célebres profissionais da arquitetura, do design e da curadoria que nos deixaram em 2023. O ano que passou testemunhou a partida de figuras influentes que, por meio de seu talento e dedicação, deixaram uma marca indelével no ambiente construído. Enquanto alguns/mas iniciaram suas carreiras com gestos ousados que remodelaram os paradigmas arquitetônicos, outros/as trabalharam de forma mais silenciosa, dedicando um olhar profundo à experiência humana ou às figuras invisíveis de nossa profissão.

Esta pausa para reflexão nos permite reconhecer o legado duradouro de personalidades como o primeiro vencedor indiano do Prêmio Pritzker, Balkrishna Doshi, a incansável defensora dos direitos das mulheres Beverly Willis, o primeiro curador da Bienal de Arquitetura de Veneza, Paolo Portoghesi, o escritor, crítico e curador Jean-Louis Cohen, entre outros nomes.

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