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Interior Design: O mais recente de arquitetura e notícia

A superfície feita à mão: imperfeição, textura e artesanato em interiores chineses contemporâneos

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O artesanato em interiores contemporâneos adquire um valor crescente na maneira como os materiais são unidos e postos em relação uns com os outros. À medida que cresce a demanda por reformas rápidas, baratas e lucrativas, surge também um desejo paralelo por interiores que transmitam uma resolução cuidadosa: espaços onde os detalhes são integrados, as composições de materiais são ponderadas, as transições de textura ocorrem com intencionalidade e as ferragens são tratadas como parte da própria linguagem arquitetônica, e não como um improviso de última hora. Em muitos interiores chineses contemporâneos, o fazer artesanal opera de forma sutil no tratamento de superfícies e estruturas: madeiras que preservam suas irregularidades, terrazzos que registram agregados e o trabalho manual, ou acabamentos que revelam o esmero de sua execução.

Isso assume particular relevância em uma era na qual as imagens digitais priorizam cada vez mais a homogeneidade das superfícies. Interiores renderizados frequentemente parecem contínuos, sem atritos e concluídos antes mesmo de a construção ter início. O fazer artesanal tensiona essa imagem. Ele introduz margens de tolerância, textura, resistência material e a percepção de que a superfície passou pelas mãos humanas antes de se converter em arquitetura. A imperfeição não se traduz necessariamente em falta de precisão. Para o olhar atento que sabe decifrá-la, ela se torna o próprio testemunho do processo de feitura.

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Ambientes que surgem: divisórias deslizantes e o espaço doméstico condicional

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As portas de correr são frequentemente discutidas sob a ótica da eficiência. Elas poupam o raio de abertura de uma porta convencional, facilitam o funcionamento de cômodos compactos e ajudam pequenos apartamentos a ganhar alguns centímetros extras de espaço útil. Contudo, em muitos interiores, seu papel mais interessante não se limita à economia espacial. Divisórias deslizantes transformam a própria leitura do espaço. Um quarto, escritório, quarto de hóspedes, sala de jantar ou espaço de trabalho pode surgir quando um painel é fechado, desaparecer quando ele é aberto e permanecer ambíguo quando o limite é translúcido ou parcial.

Isso torna a divisória deslizante especialmente útil em contextos domésticos moldados pela densidade, por estruturas familiares em mutação, pelo trabalho híbrido e pelas negociações climáticas típicas de regiões como o Leste e o Sudeste Asiático. Ela permite privacidade sem permanência, fechamento sem separação total e abertura sem perda de controle. Ao contrário da parede fixa, ela não impõe uma identidade única ao cômodo. Em vez disso, permite que o espaço doméstico responda ao tempo: dia e noite, visitas e família, trabalho e descanso, exposição e recolhimento.

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Antes da sala de estar: Limiares de entrada em residências urbanas compactas

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Em muitas casas, a entrada é tratada como um espaço residual ou uma faixa estreita de transição antes do início da sala de estar. No entanto, em interiores densos da região Ásia-Pacífico, por vezes apesar das dimensões reduzidas, a entrada frequentemente desempenha um papel muito mais complexo do que seu tamanho sugere. Trata-se do limiar que dita a transição: a rua é filtrada, o corpo se ajusta, os sapatos são retirados, as visitas são recebidas, a privacidade é negociada e a ordem doméstica se inicia. Antes que a sala de estar se tornasse reconhecível como interior, a sequência e o espaço de entrada já haviam encenado o primeiro ato do habitar.

O genkan japonês é talvez a versão mais familiar dessa condição, mas essa lógica se estende muito além do Japão. Em apartamentos, casas geminadas, unidades de habitação social e residências urbanas compactas, o limiar de entrada torna-se um dispositivo arquitetônico pequeno, porém potente. Ele gerencia tanto a higiene quanto o sequenciamento espacial por meio de vários elementos arquitetônicos deliberados. Pode ser um piso rebaixado, uma parede espessada, um corredor comprimido, um painel divisório ou um pequeno hall de entrada entre a circulação pública e a vida privada. Sua importância reside não em seu tamanho, mas na quantidade de transições que comporta.

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Chamada de Trabalhos: 25ª Edição do Prêmio Tile of Spain de Arquitetura e Design de Interiores

Destaque seu projeto na 25ª edição do Tile of Spain Awards

Sob Medida: A Abordagem Arquitetônica de Herzog & de Meuron para o Design de Mobiliário

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O que permite que um único princípio arquitetônico gere tantos resultados diferentes? A resposta está nos sistemas que organizam a arquitetura: geometria, proporção, estrutura e construção. Juntos, esses elementos estabelecem um conjunto de regras capaz de acomodar diferentes programas, contextos e condições espaciais, mantendo uma identidade coerente. Uma malha estrutural, por exemplo, pode organizar uma variedade de usos, assim como um único detalhe construtivo pode ser repetido em todo um edifício sem produzir espaços idênticos. Esse mesmo raciocínio pode ser transposto para o design de mobiliário sem perder sua identidade? A linha MTM—Made to Measure, desenvolvida por Herzog & de Meuron para a UniFor, explora essa questão. Em vez de projetar cada peça de forma independente, a coleção se desenvolve a partir de um único princípio estrutural que pode ser expandido, adaptado e repetido em diferentes funções, preservando sua coerência interna.

Plástico que não é plástico: Redefinindo a circularidade no design de planta livre

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Ao entrar em um grande espaço de convivência, no lobby de um hotel ou em um ambiente de trabalho em plano aberto, a primeira coisa que se nota não é o que divide o espaço, mas o que o mantém unido. Raramente existem limites claros, salas óbvias ou divisórias rígidas; ainda assim, o espaço parece organizado. Algumas áreas convidam à pausa; outras ditam o movimento; outras promovem a convivência. As transições são sutis, mas legíveis.

Ao mesmo tempo, espera-se mais desses interiores. Eles devem acomodar mudanças constantes, resistir ao uso intenso e responder às pressões ambientais reduzindo o desperdício, prolongando a vida útil e evitando substituições frequentes. A questão não é apenas a aparência de um espaço, mas sim o seu desempenho ao longo do tempo. O que realmente está sustentando essa carga?

Quando o BIM se torna necessário no design de interiores?

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Profissionais de design de interiores que enfrentam parâmetros de projeto, restrições orçamentárias, exigências de clientes e a necessidade de manter uma assinatura estética precisam equilibrar uma série de fatores. Prazos de entrega reduzidos pressionam esses/as profissionais quando os/as clientes solicitam múltiplas revisões. Uma incompatibilidade entre desenhos e renderizações compromete a entrega de um projeto coeso. No cenário competitivo e digital da arquitetura contemporânea, o sucesso se consolida quando designers conseguem fornecer detalhes técnicos do conceito à construção, aproveitando tecnologias avançadas e ferramentas estratégicas em um único software de modelagem.

Como modernizar um grand hotel sem apagar sua memória: lições do Brenners

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Em projetos de reforma, a substituição costuma ser preferida em relação à restauração. Componentes antigos são removidos, novos produtos são especificados e os prazos são garantidos. Especialmente em projetos de hotelaria, nos quais interrupções são dispendiosas e as operações seguem cronogramas rígidos, a instalação de novas peças parece ser a solução mais confiável. É mais rápida, fácil de coordenar e se alinha aos fluxos de trabalho estabelecidos. A restauração, por outro lado, funciona de maneira diferente. Ela exige uma desmontagem cuidadosa em vez do descarte, avaliação em vez de substituição e confiança na qualidade do que já está lá. Trata-se de uma abordagem que introduz complexidade em um processo concebido para ser eficiente.

A recente renovação do Brenners Park-Hotel & Spa, em Baden-Baden, demonstra que, sob as circunstâncias corretas, esse esforço adicional pode se tornar uma estratégia arquitetônica deliberada para projetos semelhantes, sobretudo quando os materiais originais nunca foram concebidos para serem temporários. 

Transformando uma casca de concreto em um interior de madeira moldado pelo mar

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Situada no quebra-mar externo do Port de Cap-d'Ail, ao lado de Mônaco, a Beach House ocupa um limiar entre a terra e o mar. Cercada por água e barcos ancorados, a edificação estabelece um diálogo próximo com o porto, exposta às mudanças de luz, aos reflexos e à atmosfera do Mediterrâneo. Diante desse cenário, a casa se apresenta quase como mais uma embarcação atracada ao longo da muralha do porto.

No entanto, quando Dave Rowles assumiu o projeto de arquitetura, a residência apresentava pouco desse caráter em seu interior. A antiga casa unifamiliar havia sido completamente desmantelada, restando apenas uma casca de concreto aparente. A reforma, portanto, partiu de uma questão fundamental: como um espaço interno pode capturar as qualidades de seu entorno? Em vez de competir com o forte contexto marítimo, a proposta se concentrou em criar um interior sereno e focado na materialidade, que emoldura e amplifica a beleza e a experiência da paisagem circundante, utilizando detalhes em carvalho, cedro, mármore e aço inoxidável. Em colaboração com a barth, empresa especializada em execução de interiores sob medida, Rowles transformou a estrutura de concreto em um espaço coeso, no qual materiais naturais, luz e detalhes refinados definem tanto os ambientes internos quanto os externos.

Um mundo intermediário: o papel das formas híbridas nos banheiros contemporâneos

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Quando uma forma ainda é considerada circular ou retangular? No modernismo do século XX, essa pergunta praticamente não existia. A arquitetura se apoiava na clareza, na redução e na pureza formal. Sob a influência de arquitetos/as como Le Corbusier e Ludwig Mies van der Rohe, o design modernista estabeleceu uma ordem visual baseada na geometria racional, em materiais industriais e na rejeição ao ornamento. Círculo e quadrado, função e expressão eram mantidos rigorosamente separados — uma lógica que ditou, por décadas, os layouts rígidos e modulares dos banheiros tradicionais.

Como os cursos d'água e a memória moldam o design de banheiros

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A água sempre ocupou uma posição singular na arquitetura: elementar, mas elusiva; funcional, mas simbólica. Trata-se tanto de um material quanto de um meio que molda cidades, estrutura rituais e influencia a percepção do espaço. Em diferentes culturas, a água é compreendida não apenas como fonte de vida, mas também como portadora de significados, associada à purificação, à renovação e à continuidade. Sua presença no ambiente construído frequentemente vai além da utilidade prática, tornando-se um recurso por meio do qual a arquitetura estimula os sentidos e constrói atmosferas.

Projetando com som: como o áudio molda a arquitetura residencial

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O que define a atmosfera de uma casa? Para além das paletas de materiais e da luz natural, o som desempenha um papel decisivo na forma como os espaços são percebidos e habitados. A reverberação dos passos sobre a pedra, a calmaria atenuada de um cômodo revestido de tecidos ou a maneira como a música se propaga por um interior em plano aberto moldam a identidade sensorial do espaço doméstico. A arquitetura não é vivenciada apenas visualmente, mas também acusticamente.

O conceito de "paisagem sonora" descreve essa relação entre as pessoas, o som e o ambiente construído. Na arquitetura residencial, o som vai além do ruído de fundo ou do desempenho técnico; ele influencia a privacidade, a concentração, o descanso e o conforto emocional. A geometria e a materialidade atuam como os principais condutores acústicos: enquanto o concreto, o vidro e a pedra refletem e amplificam, a madeira e os estofados suavizam e absorvem. Alturas de pé-direito, fluxos de circulação e proporções dos cômodos moldam ainda mais a maneira como o som se propaga e se dissipa pelo espaço.

Mobiliário como Arquitetura: Micro-modernismos no Interior da Casa

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O modernismo é frequentemente vivenciado por meio da forma construída, de fachadas fotografadas, plantas canônicas, manifestos de concreto. Para a maior parte das pessoas, contudo, esse primeiro contato foi muito mais imediato. Foi uma cadeira em um escritório, uma estante em uma sala de estar, um volume compacto que reorganizou o sentar, o guardar ou o dormir. Muito antes de a arquitetura moderna poder ser amplamente encomendada, foi o mobiliário que adentrou o espaço cotidiano, trazendo consigo uma nova lógica de viver. A promessa modernista de transformar a vida era frequentemente cumprida por meio desses objetos menores e replicáveis.

Para compreender essa mudança, o mobiliário precisa ser interpretado como uma forma condensada de arquitetura, e não como mera decoração. Profissionais do design do início do século XX o tratavam exatamente dessa forma. Le Corbusier descreveu o mobiliário como équipement de l'habitation (equipamento da habitação), inserindo-o no sistema operacional do edifício, e não fora dele. Da mesma forma, a Bauhaus abordou cadeiras e mesas como protótipos industriais, incorporando princípios de padronização, eficiência e produção em massa em seus desenhos. Como argumenta a historiadora da arquitetura Beatriz Colomina, a arquitetura moderna não circulava apenas através de edifícios, mas por meio de mídias e objetos que traduziam suas ideias para a vida cotidiana. O mobiliário tornou-se arquitetura em miniatura: portátil, reproduzível e capaz de reorganizar o espaço sem reconstruí-lo.

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O Embate Produtivo: Interiores Patrimoniais, Projetos Contemporâneos e o Valor da Imperfeição

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Cada vez mais raramente o patrimônio em interiores resume-se a uma questão de mera preservação. Com mais frequência, ele se manifesta como fricção: o encontro entre o que um edifício já é — a lógica de sua planta, suas cicatrizes, suas inconsistências estruturais — e o que a vida contemporânea dele exige.

Alguns dos projetos mais potentes da atualidade não são aqueles que "restauram" um interior de volta a um momento específico, nem os que apagam o passado sob uma nova pele homogênea. São, antes, aqueles que encenam uma relação entre o antigo e o novo — permitindo que o contraste vá além do mero relato histórico, e fazendo do embate uma ferramenta pragmática de viabilidade construtiva, orçamentária e de execução.

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Da tradição ao morar moderno: a versatilidade e a elegância da madeira em 12 interiores japoneses

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A arquitetura japonesa contemporânea continua a demonstrar como adaptar as necessidades em constante evolução de seus/suas moradores/as a uma rica tradição construtiva e a um legado artesanal. A madeira sempre foi a alma da arquitetura japonesa. Em muitos projetos residenciais recentes, esse material transcende sua função estrutural para se tornar o principal acabamento de diversas superfícies — de pisos e forros a mobiliários e elementos arquitetônicos. Esses ambientes alcançam um delicado equilíbrio entre elegância e aconchego.

O uso de acabamentos naturais, sem pintura, destaca a honestidade intrínseca da madeira, ao mesmo tempo em que celebra o caráter único de cada peça, seus veios naturais e a diversidade da composição geral. Enquanto algumas casas apresentam madeiras escuras e sóbrias para criar uma atmosfera acolhedora e robusta, outras utilizam espécies mais claras, como o pinus, para promover uma sensação de luminosidade, amplitude e leveza. Essa versatilidade comprova que a madeira pode se adaptar a qualquer estética, do rústico ao ultraminimalista.

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Ambientes como patrimônio: como as tipologias de interiores carregam a memória cultural

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Durante décadas, o patrimônio foi mais facilmente reconhecido a partir da rua. Protegemos fachadas, silhuetas urbanas e monumentos porque são visíveis, estáveis e legíveis como bens culturais. No entanto, a maior parte do que lembramos sobre o habitar diz respeito a como comemos juntos, nos recolhemos, discutimos, cuidamos uns dos outros e descansamos — ações que acontecem longe dos olhos do público. Acontecem dentro dos cômodos. À medida que as plantas livres dão lugar silenciosamente a limiares, corredores e fechamentos, surge uma questão mais profunda: e se a memória cultural sobreviver não naquilo que a arquitetura exibe, mas na forma como é vivida?

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Rituais Matinais: Arquitetura dos Espaços de Café da Manhã

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Os cantos de café da manhã surgiram no início do século XX em resposta ao aumento da densidade doméstica e às mudanças nas concepções sobre a vida cotidiana. Com raízes no movimento Arts and Crafts americano e popularizados pelas casas tipo bangalô das décadas de 1910 e 1920, eles evoluíram da mais formal sala de café da manhã vitoriana para espaços compactos e integrados, embutidos na cozinha. À medida que as casas se tornavam menores e mais econômicas, arquitetos/as e marcenarias utilizaram bancos e mesas fixos para ocupar cantos, alcovas e janelas de bay window que, de outro modo, seriam ineficientes. Esses nichos iluminados ofereciam uma maneira acessível de concentrar as atividades diárias, preservando o conforto e a clareza espacial.

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Tendências de design de interiores de 2025

À medida que 2025 se aproxima do fim, revisitamos um ano marcante no universo do design de interiores. No ano passado, os designers se voltaram para abordagens mais contidas e discretas, uma tendência que já vinha se consolidando. A ascensão da inteligência artificial intensificou debates sobre equidade digital e desinformação — discussões que continuaram em 2025, especialmente com o tema da Bienal de Arquitetura de Veneza, Intelligens. Esse contexto ampliou o diálogo sobre as oportunidades trazidas pelas tecnologias digitais, propondo um olhar mais esperançoso. Em contrapartida, os projetos de interiores concluídos ao longo do ano mantiveram o foco no tangível e no pragmático, valorizando materiais brutos e uma apreciação da história.

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