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Educação: O mais recente de arquitetura e notícia

As cidades mais habitáveis do mundo em 2026: Copenhague mantém o primeiro lugar com a ascensão da Ásia

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Rankings globais de cidades oferecem uma maneira de analisar como os ambientes urbanos apoiam a vida cotidiana. O Global Liveability Index da Economist Intelligence Unit (EIU) avalia 173 cidades em termos de estabilidade, saúde, cultura e meio ambiente, educação e infraestrutura, destacando tanto padrões de longo prazo quanto mudanças de um ano para o outro. Na edição de 2026, Copenhague foi eleita a cidade mais habitável do mundo pelo segundo ano consecutivo, seguida por Viena e Melbourne. A capital dinamarquesa obteve uma pontuação geral de 98 de 100, alcançando a nota máxima em estabilidade, educação e infraestrutura. A média global permanece inalterada em 76,1, com melhorias em saúde, educação e infraestrutura compensando os declínios contínuos na estabilidade.

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Elia Zenghelis, cofundador do OMA e educador de arquitetura, falece aos 89 anos

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Elia Zenghelis, arquiteto grego, cofundador do Office for Metropolitan Architecture (OMA) e um dos mais influentes educadores de arquitetura do final do século XX, faleceu ontem, 30 de agosto de 2026, aos 89 anos. Sua morte marca a partida de uma figura cuja influência no pensamento arquitetônico foi muito além dos edifícios que projetou, moldando a formação intelectual de várias gerações de arquitetos/as ao longo de décadas de docência na Europa e nos Estados Unidos.

Nascido em Atenas em 1937, Zenghelis estudou arquitetura na Architectural Association School of Architecture (AA) em Londres, concluindo seus estudos em 1961. Integrou o escritório Douglas Stephen and Partners, onde trabalhou até 1971, ao mesmo tempo em que iniciava sua trajetória docente na AA, em 1963. Na instituição, tornou-se uma voz proeminente em defesa de um discurso arquitetônico mais radical e de vanguarda, contribuindo para transformar a AA em um terreno fértil para ideias radicais.

Construindo o futuro: 6 centros de pesquisa não construídos da comunidade ArchDaily

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A pesquisa é um processo estruturado e ativo de análise, teste, interpretação e resolução que, em última análise, leva a um conhecimento que pode ser considerado disruptivo. O processo criativo por trás da pesquisa é um convite à imaginação: buscar respostas, soluções e alternativas para a realidade que conhecemos. Para ir além da teoria, essa prática afasta-se dos livros e computadores para adentrar espaços projetados especificamente para fomentar a experimentação. Nestes seis projetos não construídos, laboratórios, oficinas, observatórios, jardins, auditórios e espaços de exposição articulam-se como terrenos férteis para a imaginação. Trata-se de espaços que devem apoiar o trabalho colaborativo e a criatividade, permitindo que mentes curiosas e céticas encontrem caminhos para futuros alternativos.

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"O design é indissociável do ativismo": Em conversa com Andrés Jaque no Congresso Mundial de Arquitetos/as da UIA 2026

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No Congresso Mundial de Arquitetos da UIA 2026 em Barcelona, o tema Becoming. Arquiteturas para um Planeta em Transição enquadrou a arquitetura como uma disciplina que atua no âmbito das transformações ambientais, políticas e sociais, e não à margem delas. Entre os palestrantes desta edição estava o arquiteto Andrés Jaque, fundador do Office for Political Innovation e decano da Graduate School of Architecture, Planning and Preservation (GSAPP) da Universidade de Columbia. Durante o Congresso, o ArchDaily conversou com Jaque sobre a capacidade da arquitetura de gerar alternativas, o papel da experimentação na educação e por que a transição deve ser compreendida como uma condição, e não como um destino.

"O design é indissociável do ativismo": Em conversa com Andrés Jaque no Congresso Mundial de Arquitetos/as da UIA 2026 - Image 1 of 4"O design é indissociável do ativismo": Em conversa com Andrés Jaque no Congresso Mundial de Arquitetos/as da UIA 2026 - Image 2 of 4"O design é indissociável do ativismo": Em conversa com Andrés Jaque no Congresso Mundial de Arquitetos/as da UIA 2026 - Image 3 of 4"O design é indissociável do ativismo": Em conversa com Andrés Jaque no Congresso Mundial de Arquitetos/as da UIA 2026 - Image 4 of 4O design é indissociável do ativismo: Em conversa com Andrés Jaque no Congresso Mundial de Arquitetos/as da UIA 2026 - Mais Imagens+ 2

Experimentação, aprendizado e evolução no projeto de arquitetura: conheça o WORKac

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WORKac é um escritório com sede em Nova York fundado em 2003 por Amale Andraos e Dan Wood. A firma sempre acreditou no "poder da arquitetura e do design de engajar-se em questões ambientais e sociais, criando novas possibilidades para o futuro." Nesse sentido, os/as diretores/as do escritório definem sua abordagem da arquitetura como uma evolução constante. Para eles/as, trata-se de um processo contínuo de aprendizado, questionamento e reaprendizado, alimentado pelo envolvimento do escritório com a cultura, os climas e as histórias locais, além do debate nos campos da ecologia, do paisagismo e do urbanismo. Dessa forma, conseguem integrar esses temas com foco em projetos públicos, culturais e cívicos que buscam reinventar a maneira como as pessoas vivem, trabalham e vivenciam o mundo.

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Mestrados em arquitetura em Barcelona 2026: inovação, especialização e uma cidade em ebulição

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Em 2026, Barcelona se tornará o epicentro mundial da arquitetura ao ser nomeada Capital Mundial da Arquitetura pela UNESCO e pela UIA. Esse reconhecimento reforça o papel da cidade como laboratório urbano de inovação, sustentabilidade e design contemporâneo. Nesse contexto, estudar um mestrado em arquitetura em Barcelona representa uma oportunidade para arquitetos, arquitetas e profissionais do setor que buscam se especializar e se conectar com as tendências que estão transformando a disciplina.

ArchDaily Student Ambassadors 2026/2027. Inscreva-se agora!

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Devido à grande procura, estamos reabrindo brevemente as inscrições para o ArchDaily Student Ambassador Program 2026/2027.

O ArchDaily nasceu dentro de uma universidade, por iniciativa de dois estudantes de arquitetura que acreditavam que o conhecimento arquitetônico deveria ir mais longe do que ia naquele momento. Dezoito anos depois, essa convicção permanece inalterada — mas as perspectivas, as ferramentas e as oportunidades cresceram. Lançamos o Student Ambassador Program para dar à próxima geração de arquitetos/as um papel direto na conexão entre suas universidades e o debate arquitetônico global.

Níall McLaughlin recebe a Medalha de Ouro Real de Arquitetura do RIBA 2026

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O Royal Institute of British Architects (RIBA) anunciou que o arquiteto, educador e escritor irlandês Níall McLaughlin receberá a Royal Gold Medal de Arquitetura de 2026. Concedida em nome de Sua Majestade, o Rei, a Royal Gold Medal está entre as principais distinções internacionais da arquitetura, reconhecendo uma contribuição contínua para o avanço da disciplina por meio de obras construídas, educação e discurso crítico. Ao anunciar a premiação, o RIBA destacou a influência de longa data de McLaughlin na prática e na pedagogia arquitetônica, citando uma carreira que se estende por mais de três décadas e reflete um compromisso constante com as dimensões cultural, ambiental e social da arquitetura.

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BIG projetará campus universitário de STEM com três edifícios no Arkansas, Estados Unidos

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BIG–Bjarke Ingels Group foi selecionado para projetar o campus de uma nova universidade de STEM em Arkansas, Estados Unidos, em um terreno próximo ao centro de Bentonville, onde antes ficava a sede do Walmart. O projeto compreende três edifícios que ocupam duas quadras urbanas e foi desenvolvido em colaboração com o escritório Polk Stanley Wilcox Architects, que atuará como responsável técnico. O campus abrange cerca de 39.200 metros quadrados (aproximadamente 422.000 pés quadrados), incluindo áreas verdes, praças públicas, um edifício acadêmico, um makerspace e uma residência estudantil. Embora o projeto tenha sido revelado recentemente, a universidade planeja receber sua primeira turma de estudantes em 2029.

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Por que os princípios do modernismo ainda são a base do ensino de projeto no Brasil? Cinco professores compartilham suas perspectivas sobre o tema

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A complexa relação entre o ensino de arquitetura e os princípios modernistas no Brasil abre caminho para importantes reflexões sobre a produção arquitetônica contemporânea. Com o intuito de aprofundar essa discussão, convidamos cinco professores de distintas universidades brasileiras para compartilhar suas visões sobre o tema. Eduardo Lopes (Universidade do Vale do Itajaí), Eduardo Westphal (Universidade Federal de Santa Catarina), Fábio Mosaner (Universidade Federal de Pernambuco), Marta Bogéa (Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo) e Rodrigo Bastos (Universidade Federal de Santa Catarina) aceitaram o desafio e refletiram sobre essa intrincada conexão. Suas análises oferecem perspectivas instigantes, revelando a influência do modernismo no ensino da arquitetura e provocando questionamentos essenciais para o debate arquitetônico atual.

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Concurso humanitário para a criação de escolas móveis na Palestina

Novo Concurso Humanitário para a Criação de Escolas Móveis na Palestina

Do esporte ao abrigo: os muitos papéis dos ginásios comunitários de pequena escala

O benefício comunitário é um dos principais aspectos destacados ao anunciar um novo projeto público, especialmente no caso dos ginásios esportivos, que prometem melhorias no bem-estar e na coesão social. Existem duas tipologias de ginásios esportivos, cada uma com diferentes níveis de envolvimento com a comunidade: por um lado, há grandes arenas dedicadas a competições internacionais, que podem acomodar milhares de pessoas e se tornam marcos modernos, semelhantes aos estádios. Por outro lado, existem ginásios de menor escala, geralmente anexados a escolas e localizados em bairros ou áreas rurais com acesso limitado a outros serviços públicos. Embora muitas vezes sua presença seja subestimada, esses ginásios desempenham um papel multifuncional importante, oferecendo oportunidades para praticar esportes, promover conexões, organizar eventos e apoiar diversas atividades comunitárias.

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Desenhando a escola do futuro: espaços multifuncionais para uma educação dinâmica

O século XXI trouxe mudanças significativas na arquitetura dos edifícios escolares, refletindo novas filosofias educacionais, avanços tecnológicos e valores sociais que priorizam sustentabilidade e inclusão. Essa evolução não é apenas estética, mas representa uma profunda reformulação do papel dos ambientes físicos na educação. Os corredores apertados e as inúmeras carteiras enfileiradas há tempos deram lugar a espaços dinâmicos, conectados com o entorno e com a comunidade, sendo a flexibilidade e a multifuncionalidade suas características fundamentais.

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Harmonia entre arquitetura e pedagogia: a Escola Acalento de Carl von Hauenschild

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Localizada em Lauro de Freitas, cidade baiana próxima a Salvador, a Escola Acalento, projetada por Carl von Hauenschild, é um exemplo onde arquitetura e pedagogia se entrelaçam de forma harmoniosa, refletindo a influência da filosofia antroposófica tanto no projeto arquitetônico quanto na pedagogia Waldorf praticada pela escola.

A Antroposofia, criada pelo filósofo austríaco Rudolf Steiner (1861-1925) no início do século XX, é uma filosofia que entende o ser humano de maneira integral, abrangendo seus aspectos físicos, emocionais e espirituais. Essa abordagem holística encontrou terreno fértil em diversas áreas do conhecimento, como a medicina antroposófica, a agricultura biodinâmica, a pedagogia Waldorf e até mesmo a arquitetura, influenciando significativamente o desenvolvimento da arquitetura orgânica.

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Transformando a educação arquitetônica com a realidade virtual e aumentada

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A disciplina da arquitetura passou por mudanças significativas, impulsionada principalmente pelos avanços na aplicação da tecnologia. Os arquitetos, tradicionalmente vistos como os visionários do mundo construído, estão agora explorando técnicas e recursos inovadores, expandindo o uso de tecnologias como Realidade Aumentada (RA) e Realidade Virtual (RV). Essa transição não se limita apenas às práticas profissionais, mas também está permeando a educação arquitetônica, oferecendo oportunidades para redefinir a abordagem dos arquitetos em relação à sua profissão.

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Lesley Lokko recebe a RIBA Royal Gold Medal 2024

A arquiteta, acadêmica e curadora ganesa-escocesa Lesley Lokko foi prestigiada com a Royal Gold Medal de 2024 pelo Royal Institute of British Architects (RIBA), tornando-se a primeira mulher africana a receber o prêmio. Lokko não é uma arquiteta praticante, mas como professora, escritora e curadora, ela lutou para ampliar o acesso à profissão e dar voz a pessoas que foram negligenciadas por muito tempo. Como curadora da Bienal de Arquitetura de Veneza de 2023, ela mudou o foco para a África e sua diáspora, explorando os complexos temas da decolonização e da descarbonização. Por todas as suas contribuições para a profissão, Lesley Lokko receberá formalmente a medalha em maio de 2024, das mãos de Muyiwa Oki, o primeiro presidente negro do RIBA.

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Precisamos repensar os cursos de arquitetura

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Desde que os primeiros cursos de arquitetura foram criados no final do século XIX, poucas mudanças foram feitas em suas matrizes curriculares. A maioria dos cursos do mundo todo é focado em uma universidade neoliberal, cada vez mais projetada e definida pela produção de sucesso implacável e pelos moldes da indústria da construção.

Pouco se discute sobre o erro e a falha e a produção projetual é ainda extremamente voltada para formar star architects (arquitetos estrela) – termo usado para descrever arquitetos cuja celebridade e aclamação da crítica os transformaram em ídolos do mundo da arquitetura, criadores de grandes projetos e masterplans.

Lições climáticas das vilas flutuantes do Camboja

Este artigo foi originalmente publicado em Common Edge.

O Lago Tonle Sap é uma parte do sistema hídrico interno do Camboja que está conectado às florestas alagadas que purificam a água e protegem as comunidades de tempestades, um benefício importante, uma vez que as alterações climáticas tornam as condições meteorológicas extremas mais frequentes. Todo ano, de junho a novembro, o delta do Mekong invade o lago Tonle Sap, criando variações de até 10 metros na profundidade da água. Isso resulta no alagamento de edifícios em terra durante a estação chuvosa, que são então reformados e ocupados novamente após a recuada da água.

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