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Arquitectura Sostenible: O mais recente de arquitetura e notícia

Verde por lei? Repensando a sustentabilidade e a responsabilidade arquitetônica além das fronteiras

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A sustentabilidade na arquitetura é frequentemente discutida como se fosse um padrão universal—e, em princípio, deveria ser. Os edifícios são cada vez mais avaliados pelo desempenho energético, pelo carbono incorporado, por sistemas de certificação, pela eficiência de materiais, pela biodiversidade e pelo impacto ao longo de todo o ciclo de vida. No entanto, as regras que determinam o que realmente deve ser feito continuam sendo altamente locais. Um projeto desenvolvido em Londres, Nova York ou Copenhague pode ser moldado por códigos de energia rigorosos, avaliações de impacto ambiental, exigências de transparência de dados, diretrizes de planejamento urbano e metas de descarbonização cada vez mais ambiciosas. Por outro lado, o mesmo escritório, ao atuar em outras regiões, pode se deparar com um panorama regulatório bastante diferente.

Isso levanta uma questão complexa para a arquitetura internacional: quando a sustentabilidade não é imposta por lei com o mesmo rigor, que padrões arquitetos e arquitetas devem levar consigo?

Verde por lei? Repensando a sustentabilidade e a responsabilidade arquitetônica além das fronteiras - Imagem 1 de 4Verde por lei? Repensando a sustentabilidade e a responsabilidade arquitetônica além das fronteiras - Imagem 2 de 4Verde por lei? Repensando a sustentabilidade e a responsabilidade arquitetônica além das fronteiras - Imagem 3 de 4Verde por lei? Repensando a sustentabilidade e a responsabilidade arquitetônica além das fronteiras - Imagem 4 de 4Verde por lei? Repensando a sustentabilidade e a responsabilidade arquitetônica além das fronteiras - Mais Imagens+ 4

20 Práticas que ampliam a atuação da arquitetura: os vencedores do ArchDaily 2026 Next Practices Awards

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O ArchDaily tem o orgulho de anunciar os/as vencedores/as do Next Practices Awards 2026, que reconhece 20 escritórios emergentes e inovadores que expandem as possibilidades da arquitetura contemporânea.

Em sua sexta edição, o Next Practices continua a olhar para além das definições convencionais da profissão a fim de identificar as pessoas, ideias e metodologias que impulsionam a disciplina. A edição de 2026 é a nossa mais robusta e globalmente representativa até o momento, reunindo diferentes abordagens, escalas e contextos que ampliam nossa compreensão sobre como e por quem a arquitetura é praticada.

De climas extremos a comunidades rurais, cidades informais e territórios afetados pelo deslocamento e pela vulnerabilidade ambiental, a seleção deste ano dialoga com uma ampla gama de realidades. Apoiando-se na engenharia, ecologia, fabricação digital, pesquisa de materiais, conhecimentos vernaculares e indígenas, ativismo e pesquisa crítica, estes escritórios refletem o que está por vir: a capacidade de responder a condições específicas e moldar ativamente o mundo ao seu redor.

Stefano Boeri Architetti vence concurso para habitação acessível em madeira em Ibiza

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Stefano Boeri Architetti venceu o concurso lançado pela Entidad Estatal de Vivienda da Espanha, Casa 47, para um novo empreendimento de habitação acessível em Ibiza. Batizado de "Sa Casa", o projeto propõe aproximadamente 190 apartamentos para aluguel abaixo do valor de mercado, distribuídos em quatro volumes residenciais. A proposta combina um sistema construtivo pré-fabricado em madeira com layouts habitacionais adaptáveis e espaços abertos compartilhados, com o projeto estruturado a partir da relação entre os edifícios residenciais, a paisagem e as áreas públicas.

Stefano Boeri Architetti vence concurso para habitação acessível em madeira em Ibiza - Imagem 1 de 4Stefano Boeri Architetti vence concurso para habitação acessível em madeira em Ibiza - Imagem 2 de 4Stefano Boeri Architetti vence concurso para habitação acessível em madeira em Ibiza - Imagem 3 de 4Stefano Boeri Architetti vence concurso para habitação acessível em madeira em Ibiza - Imagem 4 de 4Stefano Boeri Architetti vence concurso para habitação acessível em madeira em Ibiza - Mais Imagens+ 2

A Cidade como Sistema de Saúde: Rompendo Ciclos de Retroalimentação no Planejamento

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As consequências espaciais da forma urbana se revelam quando os indicadores de saúde são mapeados nos bairros. Bairros que estimulam a caminhabilidade, a realização de tarefas diárias, a interação social e o acesso a serviços essenciais criam oportunidades para incorporar a atividade física à rotina diária. Por outro lado, locais estruturados em torno de longas distâncias e do transporte individual motorizado anulam essa possibilidade. A atividade física e a motivação para integrá-la ao cotidiano são moldadas pela distância até o supermercado, a segurança de uma faixa de pedestres, a frequência do transporte público, a largura da calçada e a quantidade de serviços disponíveis a curtas distâncias a pé.

A Cidade como Sistema de Saúde: Rompendo Ciclos de Retroalimentação no Planejamento - Image 1 of 4A Cidade como Sistema de Saúde: Rompendo Ciclos de Retroalimentação no Planejamento - Image 2 of 4A Cidade como Sistema de Saúde: Rompendo Ciclos de Retroalimentação no Planejamento - Image 3 of 4A Cidade como Sistema de Saúde: Rompendo Ciclos de Retroalimentação no Planejamento - Image 4 of 4A Cidade como Sistema de Saúde: Rompendo Ciclos de Retroalimentação no Planejamento - Mais Imagens+ 18

Guia de arquitetura de Nairóbi: 11 projetos que constroem uma identidade pós-independência

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A identidade arquitetônica de Nairóbi foi transformada pela independência do Quênia em 1963. À medida que a nova nação buscava se definir, a cidade tornou-se um campo de testes para uma arquitetura moderna capaz de incorporar o progresso e, ao mesmo tempo, responder à cultura africana, ao clima e às condições locais. Isso deu início a um período de experimentação arquitetônica, com o surgimento de diferentes abordagens para a relação entre modernidade, identidade e lugar.

O Kenyatta International Convention Centre é talvez a expressão mais clara desse momento. Sua arquitetura uniu princípios modernistas a referências de formas africanas, estabelecendo uma resposta singular às ambições de uma nação recém-independente. Ao seu redor, arquitetos/as quenianos/as e internacionais desenvolveram outras interpretações do modernismo, desde as fachadas com brises do Reinsurance Plaza até a silhueta escultórica do Nation Centre, além de projetos religiosos, educacionais e cívicos que ampliaram o vocabulário arquitetônico da cidade.

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De terrenos residuais a lugares cívicos: 6 parques públicos mexicanos

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O rápido crescimento urbano do México nas últimas décadas deixou muitas cidades enfrentando problemas como bairros fragmentados, altos índices de criminalidade e uma grave escassez de espaços públicos de qualidade. Em muitas áreas urbanas de baixa renda, o desenvolvimento informal ocorreu de forma paralela a infraestruturas básicas, como canais de drenagem, linhas ferroviárias e ravinas íngremes, dividindo comunidades e criando áreas vazias perigosas. Para mitigar essa segregação espacial e a falta de equipamentos urbanos, órgãos públicos e profissionais da arquitetura em todo o México estão intervindo nessas zonas de amortecimento abandonadas para construir parques públicos. Ao converter antigas barreiras físicas em corredores de pedestres acessíveis, esses projetos reconectam bairros segregados, restabelecem linhas de visão seguras e oferecem espaços para convivência comunitária e recreação diária.

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Da seleção à criação: quando profissionais da arquitetura passam a produzir seus próprios materiais

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Profissionais de arquitetura recebem treinamento para escolher materiais, comparar suas propriedades e decidir como devem ser usados. No entanto, alguns escritórios estão assumindo uma tarefa diferente: desenvolver o próprio material.

Para o Material Cultures, o BC architects e o Studio Ossidiana, esse processo pode começar com o cultivo de cânhamo para a construção civil, terra escavada de canteiros de obras ou misturas de concreto, pigmentos, pedras e conchas. Seu trabalho conecta a pesquisa de materiais com o processamento, a fabricação e a construção.

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Pelli Clarke & Partners conclui o Centro Cultural Lola Mora em San Salvador de Jujuy, Argentina

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O escritório Pelli Clarke & Partners concluiu o Centro Cultural Lola Mora em San Salvador de Jujuy, na Argentina, uma nova instituição cultural dedicada à vida e à obra da escultora argentina Lola Mora (1866-1936). Localizado na região noroeste do país, o projeto é o primeiro edifício cultural do escritório na América do Sul e o último projeto liderado por seu fundador, o falecido César Pelli. Projetado como uma instalação net-zero, o centro reúne seis das esculturas monumentais de mármore de Mora pela primeira vez em mais de um século, proporcionando um lar permanente para obras que antes eram expostas ao ar livre em Jujuy.

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sauerbruch hutton e Studio Gang vencem concurso para reformular a German House em Nova York

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sauerbruch hutton e Studio Gang foram selecionados para renovar a German House em Nova York, após um concurso internacional organizado pela República Federal da Alemanha. Localizado no United Nations Plaza, em Manhattan, o edifício abriga o Consulado Geral da Alemanha, a Missão Permanente da Alemanha junto às Nações Unidas e diversas instituições culturais afiliadas. O projeto marca a primeira colaboração entre os dois escritórios. Sediado em Berlim, o sauerbruch hutton atuará como designer principal, enquanto o Studio Gang será o planejador geral e arquiteto/a de registro, supervisionando a entrega e a execução do projeto. A proposta se concentra na adaptação do edifício existente, com o objetivo de prolongar sua vida útil e, ao mesmo tempo, melhorar seu desempenho operacional e ambiental.

Além da estética do feito à mão: por que o fazer artesanal precisa de novas economias da construção

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Nunca houve um momento tão celebrado para o trabalho artesanal na arquitetura. Em revistas, premiações e exposições internacionais, o tijolo artesanal, o revestimento de cal, a pedra entalhada, o bambu trançado e a taipa de pilão ressurgiram como símbolos de responsabilidade ambiental, continuidade cultural e autenticidade arquitetônica. No entanto, por trás desses projetos cuidadosamente documentados, reside outra realidade. A esmagadora maioria dos edifícios construídos hoje — de blocos de apartamentos e torres de escritórios a habitações de interesse social e empreendimentos comerciais — continua a depender de sistemas industrializados que deixam pouco espaço para artesãos/ãs qualificados/as. O ofício tornou-se cada vez mais visível justamente no momento em que se tornou cada vez mais incomum. Em países como a Índia, o contraste é difícil de ignorar. Tradições construtivas centenárias coexistem com uma das indústrias da construção que mais cresce no mundo. Para reformular a questão de por que o trabalho artesanal está retornando, talvez a verdadeira intriga seja por que ele agora surge principalmente onde os orçamentos de construção, os cronogramas e os/as clientes podem financiá-lo.

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Dia Internacional da Juventude 2026: Arquitetura para Diferentes Contextos, Aspirações Comuns

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O Dia Internacional da Juventude, celebrado anualmente em 12 de agosto, é marcado em 2026 sob o tema "Diferentes Contextos, Aspirações Comuns", destacando as aspirações compartilhadas por jovens em diversas realidades sociais, econômicas e geográficas. Apesar das diferenças de onde e como vivem, as pessoas jovens em todo o mundo continuam a buscar dignidade, oportunidades, participação significativa, trabalho decente, educação de qualidade e um futuro sustentável. A data oferece uma oportunidade para reconhecer suas contribuições, ao mesmo tempo em que chama a atenção para as condições e oportunidades que moldam suas vidas.

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Teatro de Música do Rike Park em Tbilisi e torre residencial do CRA em Seul: Destaques da semana

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Nesta semana na arquitetura, debates sobre a vida útil dos edifícios, a evolução das instituições culturais e o projeto responsivo ao clima destacaram como a prática contemporânea se estende cada vez mais para além do momento da construção. De discussões sobre demolição e reuso adaptativo a novos museus que integram paisagem e desempenho ambiental, os acontecimentos da semana refletem a mudança de prioridades em torno da permanência, da transformação e do valor público. Paralelamente a esses projetos, importantes anúncios institucionais, desde os finalistas do Prêmio RIBA Stirling até a eleição da nova liderança da UIA, oferecem um panorama das agendas arquitetônicas que moldam a profissão em diferentes escalas e geografias.

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Ao sul de tudo: arquitetura e presença territorial na Antártica

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A Antártica não tem governo, população permanente ou economia. Além disso, desde 1959, não possui proprietário legalmente reconhecido, uma vez que o Tratado da Antártica congela qualquer reivindicação territorial no continente. No papel, isso faz da Antártica o que há de mais próximo na Terra de um verdadeiro bem comum. Na prática, cerca de trinta países operam atualmente mais de setenta estações de pesquisa por lá, várias delas a uma curta distância de voo umas das outras, e uma dessas estações conta com escola, capela, cemitério e um cartório de registro civil que já registrou onze nascimentos desde 1978.

Nada nessa arquitetura é acidental, e muito pouco se explica apenas pela ciência. Uma estação de pesquisa custa milhões de dólares para ser construída e abastecida em um dos lugares logisticamente mais hostis do planeta; um país não assume esse custo apenas para medir o ozônio atmosférico que poderia, em muitos casos, monitorar de um local mais próximo. O que uma estação faz, de fato, é marcar presença em um território onde isso é legalmente proibido.

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Um banco de madeira e a geografia dos materiais

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As imagens dos bancos do High Line Park, em Nova York, correram o mundo quando o projeto foi inaugurado em 2009. Emergindo diagonalmente do mesmo material e padrão modular da pavimentação, eles transitam de forma fluida do concreto para a madeira, evocando os trilhos ferroviários que outrora ocupavam o local. Para resistir a décadas de exposição às intempéries, o projeto exigia uma espécie de madeira de durabilidade excepcional, e o ipê, extraído da Amazônia brasileira, foi o escolhido. Seu crescimento lento produz uma madeira de lei densa e de baixa porosidade, naturalmente resistente ao desgaste, à umidade e à deterioração biológica. Essa escolha, no entanto, gerou polêmica na época devido a preocupações com a certificação do manejo florestal da madeira. Essa perspectiva mais ampla transforma a forma como pensamos os materiais. Sua origem ainda importa, mas o que acontece após o fim da vida útil do edifício também é fundamental.

Intestinos de um edifício: Aziza Chaouni sobre os sistemas e recursos da arquitetura

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Em uma era tão obcecada por cuidados com a pele e aparências, poucos profissionais da arquitetura estão de fato interessados nos intestinos de nossos edifícios. Com uma prática enraizada na consciência contextual e no pragmatismo técnico, sensível às necessidades das pessoas atendidas e às limitações de recursos, a arquiteta marroquina Aziza Chaouni se concentra nos sistemas ocultos que viabilizam a existência da arquitetura. Ao longo das últimas duas décadas, ela vem trabalhando em projetos em diversas geografias, especialmente na região do Saara, engajando-se ativamente com as comunidades e o patrimônio locais.

Atualmente liderando o South–North (SoNo) Lab for Sustainable Construction and Conservation na EPFL em Lausanne, na Suíça, Chaouni leva para o meio acadêmico sua experiência prática em atuar sob restrições severas, defendendo uma colaboração recíproca entre o Sul Global e o Norte Global. O ArchDaily teve a oportunidade de conversar com Aziza sobre sua experiência na África e como ela pode fomentar maneiras mais sustentáveis de projetar edifícios para o futuro das nossas cidades.

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“A terra não é nostalgia”: Hand Over sobre design-build e materiais locais

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A cada ano, o ArchDaily Next Practices Awards destaca escritórios emergentes que estão expandindo os limites da arquitetura por meio de novos métodos, materiais e formas de trabalhar. Selecionadas a partir de um panorama global, essas práticas refletem um distanciamento de definições singulares da disciplina, voltando-se a questões mais amplas de construção, meio ambiente e impacto social. Em vez de operar em categorias rígidas, muitos desses escritórios se posicionam de forma transversal entre diferentes campos, combinando projeto, pesquisa e produção para responder às condições contemporâneas.

Escolhido como um dos vencedores da edição de 2025, o Hand Over é um escritório sediado no Cairo que atua na interseção entre projeto, construção e pesquisa. Fundado por Radwa Rostom, engenheira civil com mais de quinze anos de experiência em desenvolvimento e sustentabilidade, o estúdio trabalha por meio de um modelo integrado de projeto e construção, engajando-se com a construção com terra, materiais locais e processos de base comunitária.

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Quando o BIM se torna necessário no design de interiores?

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Profissionais de design de interiores que enfrentam parâmetros de projeto, restrições orçamentárias, exigências de clientes e a necessidade de manter uma assinatura estética precisam equilibrar uma série de fatores. Prazos de entrega reduzidos pressionam esses/as profissionais quando os/as clientes solicitam múltiplas revisões. Uma incompatibilidade entre desenhos e renderizações compromete a entrega de um projeto coeso. No cenário competitivo e digital da arquitetura contemporânea, o sucesso se consolida quando designers conseguem fornecer detalhes técnicos do conceito à construção, aproveitando tecnologias avançadas e ferramentas estratégicas em um único software de modelagem.

Projetar com o que existe: Expansão da sede da Rieder transforma materiais residuais em design de fachada

 | Em colaboração
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E se as sobras industriais não fossem resíduos, mas o ponto de partida do projeto de arquitetura? Na sede da Rieder em Maishofen, na Áustria, mais de 1.300 metros cúbicos de madeira, 180 elementos de teto e centenas de fragmentos reciclados de concreto reforçado com fibra de vidro se unem em um edifício moldado tanto pelo reúso quanto pelo planejamento. O novo pavilhão de produção, projetado pelo escritório Kessler² Architecture, trata as sobras de materiais como recurso de projeto. Desenvolvido como parte de um investimento de longo prazo em manufatura sustentável, o edifício híbrido de madeira e concreto introduz uma técnica de fachada que inverte os fluxos de trabalho convencionais da arquitetura: em vez de projetar primeiro para depois produzir os componentes, o envelope do edifício é gerado a partir dos resquícios de materiais já disponíveis no local, estabelecendo uma nova linguagem para a arquitetura industrial.