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Arquitectura Moderna: O mais recente de arquitetura e notícia

Por que viajar (ainda) molda a forma como arquitetos/as pensam

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Entre os séculos XVIII e XIX, viajar por Roma, Paris, Veneza, Florença e outras cidades europeias era considerado parte essencial da formação de arquitetos e arquitetas recém-formados. Em uma época em que o acesso a fotografias e publicações era extremamente limitado, essas viagens constituíam o principal meio de vivenciar a arquitetura de perto. No início do século XX, Le Corbusier reinterpretou essa tradição à sua própria maneira: aos 23 anos, embarcou na Voyage d'Orient, passando pelos Bálcans, Istambul e Atenas, e produzindo cadernos de viagem aos quais retornaria ao longo de toda a sua vida.

Escapando da demolição: a preservação da Casa A. Conger Goodyear

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Como pilares da nossa paisagem cultural, muitas obras-primas do Movimento Moderno são frequentemente demolidas, abandonadas ou alteradas, independentemente do contexto em que estão inseridas. Preservar esse legado arquitetônico destaca o papel dos/as profissionais de arquitetura e design na configuração de ambientes construídos onde a continuidade entre o passado e o presente reforça o senso de lugar das comunidades. Em Long Island, uma coalizão de defensores uniu forças para salvar a Casa A. Conger Goodyear, projetada em 1938 por Edward Durell Stone. Considerada um dos exemplos mais notáveis do Estilo Internacional nos Estados Unidos, a residência atraiu grande atenção ao longo da década de 1940, figurando em periódicos especializados, livros e publicações de grande circulação.

Programa Conserving Black Modernism da Fundação Getty anuncia cinco novos locais contemplados

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A iniciativa *Conserving Black Modernism* da Getty Foundation é um programa dedicado a preservar e celebrar as contribuições arquitetônicas de arquitetos/as afro-americanos/as no movimento modernista nos Estados Unidos. Lançado em 2022, o programa faz parte do *African American Cultural Heritage Action Fund* do *National Trust*, a maior campanha de preservação voltada a apoiar a longevidade de patrimônios afro-americanos. Estabelecida inicialmente como uma iniciativa de dois anos, a ação expandiu-se desde então para apoiar 26 locais modernistas históricos e está lançando seu quarto ciclo de financiamento este ano. Os subsídios são concedidos para apoiar o planejamento de conservação, o treinamento profissional e a difusão de histórias em uma gama diversificada de tipologias edílicas em 17 estados e no Distrito de Colúmbia (D.C.), incluindo locais de importância histórica de caráter acadêmico, religioso, residencial, cívico, cultural e comercial.

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19 novos sítios do Patrimônio Mundial da UNESCO e a restauração do Cinerama Dome de Hollywood: Resumo da semana

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Esta semana foi marcada por reconhecimentos e grandes anúncios para o setor cultural. Em meio a relatórios internacionais de destruição tanto deliberada quanto natural, a UNESCO incluiu 25 novos locais de Valor Universal Excepcional em sua Lista do Patrimônio Mundial, protegendo uma gama diversificada de locais que abrange desde paisagens funerárias a obras emblemáticas da arquitetura moderna. Além do patrimônio, a prática arquitetônica contemporânea também recebeu novo reconhecimento por meio de Alejandro Aravena e Smiljan Radić, enquanto novos desenvolvimentos foram anunciados para projetos culturais nos Emirados Árabes Unidos, Equador, China, Índia e Estados Unidos. As atualizações recentes incluem a restauração de um cinema histórico em Los Angeles, um novo museu dedicado à inovação e ao empreendedorismo em Bengaluru e a conclusão da estrutura de uma torre de madeira híbrida de 39 andares em Sydney.

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UNESCO inscreve 13 obras de Aalto na Lista do Patrimônio Mundial

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O Comitê do Patrimônio Mundial da UNESCO incluiu o conjunto Aalto Works — uma coleção de treze edifícios e complexos arquitetônicos na Finlândia projetados por Aino Marsio-Aalto, Elissa Aalto e Alvar Aalto — na Lista do Patrimônio Mundial da UNESCO. A nomeação reconhece a relevância internacional de um conjunto de obras que ajudou a redefinir a arquitetura moderna por meio de uma abordagem centrada no ser humano, enfatizando a relação entre as edificações, a vida cotidiana, a natureza e o bem-estar social. Abrangendo projetos concluídos entre o final dos anos 1920 e a década de 1980, a série representa a contribuição da Finlândia para o Movimento Moderno, ao mesmo tempo em que reconhece a prática colaborativa da equipe de arquitetura Aalto e de seu escritório.

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Da extração do sal à arquitetura: uma jornada pela história

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Da extração do sal à arquitetura: uma jornada pela história - Imagem 3 de 4
ALEA RESORT HIDEAWAY / Iluminação por OLEV / PLAJER + FRANZ. Imagem © Ken Schluchtmann - diephotodesigner.de

A arquitetura frequentemente recorre à história de um lugar, traduzindo narrativas locais em formas, materiais e experiências espaciais contemporâneas. Localizado na estância termal de Bad Orb, perto de Frankfurt, o ALEA RESORT HIDEAWAY segue essa premissa, inspirando-se no histórico de extração de sal da região.

Projetado pelo escritório PLAJER + FRANZ, o projeto de hospitalidade de 5.200 m² faz referência à geometria dos cristais de sal por meio de sua linguagem arquitetônica, ao mesmo tempo em que utiliza soluções de iluminação da OLEV para moldar a atmosfera de seus espaços internos. Nesta entrevista, o arquiteto Alexander Plajer discute a relação do projeto com seu contexto, o processo de concepção e o papel da iluminação.

Um mundo intermediário: o papel das formas híbridas nos banheiros contemporâneos

 | Em colaboração
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Quando uma forma ainda é considerada circular ou retangular? No modernismo do século XX, essa pergunta praticamente não existia. A arquitetura se apoiava na clareza, na redução e na pureza formal. Sob a influência de arquitetos/as como Le Corbusier e Ludwig Mies van der Rohe, o design modernista estabeleceu uma ordem visual baseada na geometria racional, em materiais industriais e na rejeição ao ornamento. Círculo e quadrado, função e expressão eram mantidos rigorosamente separados — uma lógica que ditou, por décadas, os layouts rígidos e modulares dos banheiros tradicionais.

Southbank Centre, em Londres, recebe proteção como patrimônio nacional após campanha de 35 anos

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O Southbank Centre é um complexo cultural em Londres construído entre 1963 e 1968, amplamente considerado um exemplo representativo do brutalismo britânico. Hoje, o local abriga uma ampla variedade de eventos, incluindo artes visuais, teatro, dança, música clássica e contemporânea, literatura, poesia e debates. O edifício foi projetado por uma equipe do Departamento de Arquitetura do Conselho do Condado de Londres, liderada pelo arquiteto Norman Engleback. Tornou-se um exemplo controverso de arquitetura moderna após sua inauguração em outubro de 1967, quando engenheiros/as elegeram o Queen Elizabeth Hall como o "ápice da feiura" em uma votação sobre novos edifícios, e o Daily Mail se referiu a ele como "o edifício mais feio da Grã-Bretanha". Cinquenta e nove anos depois, em 10 de fevereiro de 2026, o complexo recebeu o status de tombamento Grau II pelo Departamento de Cultura, Mídia e Esporte (DCMS) do governo britânico, após uma campanha de 35 anos que defendia sua proteção como patrimônio arquitetônico moderno.

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Restauração do Africa Hall das Nações Unidas na Etiópia recebe Prêmio World Monuments Fund/Knoll de Modernismo 2026

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O World Monuments Fund (WMF) é uma organização independente dedicada a salvaguardar lugares significativos que enriquecem a vida das pessoas e promovem a compreensão mútua entre culturas e comunidades. Desde 2008, o World Monuments Fund/Knoll Modernism Prize é um prêmio bienal que reconhece conquistas de destaque na conservação de edifícios emblemáticos do movimento arquitetônico modernista. A premiação homenageia pessoas e organizações que revitalizam o patrimônio moderno construído por meio de intervenções arquitetônicas inovadoras e sensíveis.

Em 22 de janeiro de 2026, o WMF e a Knoll anunciaram o escritório de arquitetura australiano Architectus como o vencedor do World Monuments Fund/Knoll Modernism Prize de 2026 pela restauração do histórico Africa Hall das Nações Unidas em Adis Abeba, na Etiópia. O júri reconheceu o projeto por restabelecer uma obra marcante do modernismo africano como um espaço ativo de diplomacia e intercâmbio cultural. Além do prêmio principal, o júri concedeu à Umbrella House, de Paul Rudolph, em Sarasota, Flórida (Estados Unidos), o Stewardship Award for Modernist Homes.

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Quando o modernismo encontra a resistência local: habitação e fricção urbana na América Latina

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A habitação moderna foi um dos campos em que o modernismo fez sua promessa mais audaciosa: a de que a arquitetura poderia remodelar não apenas a cidade, mas a própria maneira como as pessoas nela viviam. Como argumenta o historiador da arquitetura argentino Ramón Gutiérrez, a habitação popular é "o grande tema pendente, que geralmente não aparece nas histórias da arquitetura". Na América Latina, essa ausência é significativa. Ao longo do século XX, a expansão das cidades transformou a habitação em uma das vias mais evidentes para projetar a mudança urbana, e o modernismo penetrou não apenas em planos e desenhos, mas em apartamentos, bairros, ruas e rotinas domésticas.

No entanto, uma vez construídos, esses projetos inseriram-se em cidades moldadas pela política, pela memória, pela desigualdade e pelas dinâmicas mutáveis de ocupação. Seus significados deixaram de pertencer exclusivamente ao plano original, passando a residir nas formas como foram habitados, alterados e transformados ao longo do tempo. O que essa história revela não é uma mera adaptação, mas sim um atrito: o momento exato em que a arquitetura deixa de ser um modelo idealizado para se deparar com uma cidade que ela não consegue controlar plenamente.

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Mobiliário como Arquitetura: Micro-modernismos no Interior da Casa

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O modernismo é frequentemente vivenciado por meio da forma construída, de fachadas fotografadas, plantas canônicas, manifestos de concreto. Para a maior parte das pessoas, contudo, esse primeiro contato foi muito mais imediato. Foi uma cadeira em um escritório, uma estante em uma sala de estar, um volume compacto que reorganizou o sentar, o guardar ou o dormir. Muito antes de a arquitetura moderna poder ser amplamente encomendada, foi o mobiliário que adentrou o espaço cotidiano, trazendo consigo uma nova lógica de viver. A promessa modernista de transformar a vida era frequentemente cumprida por meio desses objetos menores e replicáveis.

Para compreender essa mudança, o mobiliário precisa ser interpretado como uma forma condensada de arquitetura, e não como mera decoração. Profissionais do design do início do século XX o tratavam exatamente dessa forma. Le Corbusier descreveu o mobiliário como équipement de l'habitation (equipamento da habitação), inserindo-o no sistema operacional do edifício, e não fora dele. Da mesma forma, a Bauhaus abordou cadeiras e mesas como protótipos industriais, incorporando princípios de padronização, eficiência e produção em massa em seus desenhos. Como argumenta a historiadora da arquitetura Beatriz Colomina, a arquitetura moderna não circulava apenas através de edifícios, mas por meio de mídias e objetos que traduziam suas ideias para a vida cotidiana. O mobiliário tornou-se arquitetura em miniatura: portátil, reproduzível e capaz de reorganizar o espaço sem reconstruí-lo.

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Projetar com o ar: repensando a arquitetura para além da parede

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A arquitetura é tradicionalmente registrada pela persistência do sólido. Definimos a disciplina pelo peso da verga, pela massa do pilar e pela resistência da parede. Mesmo quando a leveza é invocada, ela costuma ser compreendida como um ato subtrativo — o afilamento de uma seção ou a redução precária de uma carga. No entanto, existe uma história paralela, menos visível e mais difícil de isolar, na qual o principal material de construção não é o que ocupa o espaço, mas o que se move através dele.

Tratar o ar como um meio significa ir além do binarismo do envelope. A fronteira entre o interior e o mundo deixa de ser uma linha de separação absoluta e se transforma, em contrapartida, em um campo de filtragem e pressão. Começamos a ver o edifício como uma válvula térmica, uma série de gradientes nos quais a umidade, a velocidade e o calor não são meras "condições" de fundo a serem mitigadas por sistemas mecânicos, mas as próprias substâncias que estão sendo moldadas.

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Por que os princípios do modernismo ainda são a base do ensino de projeto no Brasil? Cinco professores compartilham suas perspectivas sobre o tema

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A complexa relação entre o ensino de arquitetura e os princípios modernistas no Brasil abre caminho para importantes reflexões sobre a produção arquitetônica contemporânea. Com o intuito de aprofundar essa discussão, convidamos cinco professores de distintas universidades brasileiras para compartilhar suas visões sobre o tema. Eduardo Lopes (Universidade do Vale do Itajaí), Eduardo Westphal (Universidade Federal de Santa Catarina), Fábio Mosaner (Universidade Federal de Pernambuco), Marta Bogéa (Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo) e Rodrigo Bastos (Universidade Federal de Santa Catarina) aceitaram o desafio e refletiram sobre essa intrincada conexão. Suas análises oferecem perspectivas instigantes, revelando a influência do modernismo no ensino da arquitetura e provocando questionamentos essenciais para o debate arquitetônico atual.

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Arquitetura e colonialidade: o modernismo brasileiro em perspectiva crítica

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A arquitetura moderna brasileira é frequentemente celebrada como um marco de inovação e identidade nacional, projetando o país no cenário internacional com obras icônicas e uma estética própria. No entanto, pesquisas e publicações recentes trazem a à tona o entrelaçamento da sua trajetória com narrativas coloniais, tanto em suas influências quanto em seus impactos sociais. Embora o modernismo tenha surgido como uma tentativa de romper com a herança acadêmica europeia, ele manteve relações de dependência com referências estrangeiras e incorporou estratégias de dominação que ecoam a lógica colonial.

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Pré-fabricação e ousadia formal do modernismo belga: a história dos Edifícios CBR e LH 187 em Bruxelas

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Entre 1960 e 1976, a capital da Bélgica tornou-se um cenário de experimentos arquitetônicos que combinavam os ideais modernistas com a pré-fabricação, culminando na construção de dois edifícios icônicos. O CBR Office Building (1967-1970) e o LH 187 (1976), projetados por Constantin Brodzki e Marcel Lambrichs, são vizinhos e compartilham uma linguagem arquitetônica audaciosa. Ambos se destacam por suas fachadas formadas por grandes módulos de concreto pré-fabricado, que não só evidenciam a estética brutalista, mas também revelam o empenho em usar materiais industriais e técnicas construtivas inovadoras para a época.

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Arquitetura moderna em Misiones: as escolas primárias de Mario Soto e Raúl Rivarola

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Até dezembro de 1956, Mario Soto e Raúl Rivarola receberam o primeiro prêmio para construir quatro escolas na província de Misiones, Argentina, e logo depois receberam o primeiro prêmio para a construção de seis pousadas, no contexto do projeto da Escola Normal Superior Nº 1 em Leandro N. Alem e o primeiro prêmio para a construção do Instituto de Previdência Social e Hotel da cidade de Posadas. Suas obras em Misiones, desenvolvidas no contexto do processo de provincialização dos territórios nacionais ocorrido entre 1951 e 1955, ofereceram a oportunidade de estudar temas como a relação entre Estado e arquitetura, a ligação entre técnica e política, a arquitetura do Estado e as vanguardas, o dilema dos estilos, entre outros.

Dez arquitetas desprestigiadas pela história

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Buscando na história da arquitetura, você poderia ser perdoado por pensar que as mulheres eram uma invenção da década de 1950 no ramo, mas isso isso está longe de ser verdade. Grandes nomes como Le Corbusier, Mies, Wright e Kahn, muitas vezes tinha igualmente inspiradores pares femininos, mas a estrutura rígida da sociedade fez com que suas contribuições fossem esquecidas. 

Guia de arquitetura moderna: 24 obras de Le Corbusier

Le Corbusier, pioneiro do movimento moderno na arquitetura, percorreu o mundo envolvendo-se com projetos em diversos países ao longo de sua carreira. A seguir, mapeamos 17 de suas obras construídas declaradas Patrimônio da Humanidade pela UNESCO, além de outros sete edifícios de sua autoria. Em algumas destas obras, Le Corbusier atuou como consultor, como é o caso do Palácio Gustavo Capanema, no Rio de Janeiro, desenvolvido por Lucio Costa, Affonso Eduardo Reidy, Carlos Leão, Jorge Moreira, Oscar Niemeyer e Ernani Vasconcellos.