Por que viajar (ainda) molda a forma como arquitetos/as pensam

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Entre os séculos XVIII e XIX, viajar por Roma, Paris, Veneza, Florença e outras cidades europeias era considerado parte essencial da formação de arquitetos e arquitetas recém-formados. Em uma época em que o acesso a fotografias e publicações era extremamente limitado, essas viagens constituíam o principal meio de vivenciar a arquitetura de perto. No início do século XX, Le Corbusier reinterpretou essa tradição à sua própria maneira: aos 23 anos, embarcou na Voyage d'Orient, passando pelos Bálcans, Istambul e Atenas, e produzindo cadernos de viagem aos quais retornaria ao longo de toda a sua vida.

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Sobre este autor
Cita: Souza, Eduardo. "Por que viajar (ainda) molda a forma como arquitetos/as pensam" [Why Travel (still) Shapes the Way Architects Think] 13 Ago 2026. ArchDaily em Português. Acessado . <https://www.archdaily.com.br/pt/1183198/por-que-viajar-ainda-molda-a-forma-como-arquitetos-as-pensam> ISSN 0719-8906

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