1. ArchDaily
  2. Architecture

Architecture: O mais recente de arquitetura e notícia

Bienal Pan-Africana revela participantes de sua edição inaugural em Nairóbi

Áudio disponível

A Bienal Pan-Africana (PAB) anunciou a seleção oficial de participantes para sua edição inaugural de 2026, programada para ocorrer de 7 a 11 de setembro de 2026 no Kenyatta International Convention Centre, em Nairóbi. Concebida como a primeira bienal de arquitetura do continente dedicada a práticas espaciais provenientes da e desenvolvidas na África, o evento reunirá arquitetos/as, escritórios, coletivos de pesquisa e profissionais de materiais de todo o continente. Espera-se que novos participantes, palestrantes principais e colaboradores/as sejam anunciados nas próximas semanas.

Bienal Pan-Africana revela participantes de sua edição inaugural em Nairóbi - Imagem 1 de 4Bienal Pan-Africana revela participantes de sua edição inaugural em Nairóbi - Imagem 2 de 4Bienal Pan-Africana revela participantes de sua edição inaugural em Nairóbi - Imagem 3 de 4Bienal Pan-Africana revela participantes de sua edição inaugural em Nairóbi - Imagem 4 de 4Bienal Pan-Africana revela participantes de sua edição inaugural em Nairóbi - Mais Imagens+ 3

Renaturalizando a cidade: 6 projetos não construídos da comunidade do ArchDaily

Áudio disponível

No contexto atual de rápidas mudanças ambientais urbanas, como ondas de calor e secas, novas prioridades estão surgindo no desenho de espaços públicos. O "rewilding" refere-se à prática de restaurar ecossistemas autossustentáveis por meio da reintrodução da biodiversidade, implementando estratégias para reverter os efeitos da perda de habitat, do declínio de espécies e da degradação dos ecossistemas. Essas estratégias podem ser identificadas nesta seleção de projetos conceituais enviados por leitores e leitoras do ArchDaily, nos quais a arquitetura é utilizada como ferramenta para restaurar o equilíbrio ecológico entre as espécies, invertendo seu papel moderno de agente de perturbação ecológica.

Diante da realidade de que as mudanças climáticas estão tornando as cidades cada vez mais inabitáveis, a população se depara com a escolha de abandonar ou transformar seus ambientes. Os projetos não construídos reunidos neste artigo oferecem alternativas transformadoras para cidades mais habitáveis, combinando estratégias de construção, arquitetura e paisagismo em parques urbanos e espaços intersticiais suburbanos. Funcionando como laboratórios ecológicos, essas propostas incorporam uma perspectiva multiespécies ao processo de projeto, adotando uma concepção de tempo mais adequada ao desenvolvimento dos ecossistemas.

Renaturalizando a cidade: 6 projetos não construídos da comunidade do ArchDaily - Image 1 of 4Renaturalizando a cidade: 6 projetos não construídos da comunidade do ArchDaily - Image 2 of 4Renaturalizando a cidade: 6 projetos não construídos da comunidade do ArchDaily - Image 3 of 4Renaturalizando a cidade: 6 projetos não construídos da comunidade do ArchDaily - Image 4 of 4Renaturalizando a cidade: 6 projetos não construídos da comunidade do ArchDaily - Mais Imagens+ 89

MVRDV, Diamond Schmitt e Two Row Architect revelam o projeto para o Edifício Temerty na Universidade de Toronto

Áudio disponível

A Universidade de Toronto revelou o projeto do Temerty Building, uma nova instalação voltada para a pesquisa e o ensino na área da saúde, localizada no coração do campus universitário. O projeto foi desenvolvido pelos escritórios MVRDV e Diamond Schmitt Architects em colaboração com o Two Row Architect. A proposta dá continuidade a uma parceria anterior entre os dois primeiros escritórios no campus de Scarborough da Universidade de Toronto, cuja conclusão está prevista para o final de 2026. Apresentado originalmente no Plano Estratégico Acadêmico 2018-2023 da Temerty Medicine, o projeto prevê uma ampliação de 36.000 metros quadrados do Medical Sciences Building da universidade, incluindo laboratórios de ensino superior, salas de aula e espaços compartilhados. As obras no local devem começar no segundo semestre de 2026, com os trabalhos preparatórios previstos para julho.

MVRDV, Diamond Schmitt e Two Row Architect revelam o projeto para o Edifício Temerty na Universidade de Toronto - Image 1 of 4MVRDV, Diamond Schmitt e Two Row Architect revelam o projeto para o Edifício Temerty na Universidade de Toronto - Image 2 of 4MVRDV, Diamond Schmitt e Two Row Architect revelam o projeto para o Edifício Temerty na Universidade de Toronto - Image 3 of 4MVRDV, Diamond Schmitt e Two Row Architect revelam o projeto para o Edifício Temerty na Universidade de Toronto - Image 4 of 4MVRDV, Diamond Schmitt e Two Row Architect revelam o projeto para o Edifício Temerty na Universidade de Toronto - Mais Imagens+ 11

Kengo Kuma & Associates e Field Operations vão renovar o Brandywine Conservancy & Museum of Art, na Pensilvânia

Áudio disponível

O Brandywine Conservancy & Museum of Art, localizado próximo a Filadélfia, dedica-se a promover as conexões naturais e culturais entre as paisagens, os marcos históricos e os artistas da região. A Conservancy protege terras e recursos hídricos ao longo do Vale do Brandywine e outras áreas prioritárias de conservação, enquanto o museu abriga uma coleção de arte estadunidense, com destaque para a pintura de paisagens e naturezas-mortas, retratos e ilustrações. Em 6 de maio de 2026, a instituição anunciou um projeto para transformar seu campus de 15 acres (cerca de 6 hectares), o qual inclui a reforma do edifício histórico do museu, um novo edifício projetado por Kengo Kuma & Associates e intervenções de conservação e paisagismo pelo escritório Field Operations, criando uma reserva de 325 acres (cerca de 131 hectares) aberta ao público com 10 milhas (cerca de 16 quilômetros) de trilhas.

Kengo Kuma & Associates e Field Operations vão renovar o Brandywine Conservancy & Museum of Art, na Pensilvânia - Imagem 1 de 4Kengo Kuma & Associates e Field Operations vão renovar o Brandywine Conservancy & Museum of Art, na Pensilvânia - Imagem 2 de 4Kengo Kuma & Associates e Field Operations vão renovar o Brandywine Conservancy & Museum of Art, na Pensilvânia - Imagem 3 de 4Kengo Kuma & Associates e Field Operations vão renovar o Brandywine Conservancy & Museum of Art, na Pensilvânia - Imagem 4 de 4Kengo Kuma & Associates e Field Operations vão renovar o Brandywine Conservancy & Museum of Art, na Pensilvânia - Mais Imagens+ 3

UNS e Settanta7 são selecionados para projetar a Linha 2 do Metrô de Turim como uma rede de 32 estações

Áudio disponível

A proposta de projeto do escritório UNS para a nova Linha 2 do Metrô de Turim, desenvolvida em colaboração com Settanta7, Mijksenaar, Frigorosso, 3BA e WSP, foi selecionada por um júri internacional de especialistas presidido por Dominique Perrault. A proposta baseia-se na ideia de "fluxo", um conceito que historicamente moldou a cidade italiana, desde os rios Pó e Dora até os 18 quilômetros de pórticos em arco que estruturam a circulação de moradores/as e visitantes. O projeto prevê a Linha 2 como um novo "rio urbano", guiado por três princípios de design para facilitar esse fluxo: branding, experiência de trânsito e escalas de identidade. Com 32 estações planejadas no total, a fase inicial de projeto inclui 10 estações, entre elas Mole Giardini, San Giovanni Bosco e Carlo Alberto.

UNS e Settanta7 são selecionados para projetar a Linha 2 do Metrô de Turim como uma rede de 32 estações - Image 1 of 4UNS e Settanta7 são selecionados para projetar a Linha 2 do Metrô de Turim como uma rede de 32 estações - Image 2 of 4UNS e Settanta7 são selecionados para projetar a Linha 2 do Metrô de Turim como uma rede de 32 estações - Image 3 of 4UNS e Settanta7 são selecionados para projetar a Linha 2 do Metrô de Turim como uma rede de 32 estações - Image 4 of 4UNS e Settanta7 são selecionados para projetar a Linha 2 do Metrô de Turim como uma rede de 32 estações - Mais Imagens+ 1

ZGF Architects se aproxima da conclusão do Centro de Ar e Espaço de Los Angeles, que abrigará o ônibus espacial Endeavour

Áudio disponível

O California Science Center é um destino dinâmico onde visitantes de todas as idades podem explorar as maravilhas da ciência por meio de exposições interativas, demonstrações ao vivo, programas inovadores e filmes em grande formato. O centro e o cinema IMAX estão localizados no histórico Exposition Park, em Los Angeles, onde uma expansão está em construção desde junho de 2022. O novo Samuel Oschin Air and Space Center, projetado pela equipe de arquitetura da ZGF Architects, é uma ampliação com cerca de 18.500 metros quadrados que praticamente duplicará o espaço de exposição educativa do Science Center. A construção do edifício foi concluída em 13 de abril de 2026. Sua principal atração é o ônibus espacial aposentado Endeavour, da NASA, utilizado em missões de 1992 até sua 25ª e última viagem, em 2011.

ZGF Architects se aproxima da conclusão do Centro de Ar e Espaço de Los Angeles, que abrigará o ônibus espacial Endeavour - Image 1 of 4ZGF Architects se aproxima da conclusão do Centro de Ar e Espaço de Los Angeles, que abrigará o ônibus espacial Endeavour - Image 2 of 4ZGF Architects se aproxima da conclusão do Centro de Ar e Espaço de Los Angeles, que abrigará o ônibus espacial Endeavour - Image 3 of 4ZGF Architects se aproxima da conclusão do Centro de Ar e Espaço de Los Angeles, que abrigará o ônibus espacial Endeavour - Image 4 of 4ZGF Architects se aproxima da conclusão do Centro de Ar e Espaço de Los Angeles, que abrigará o ônibus espacial Endeavour - Mais Imagens+ 1

Southbank Centre, em Londres, recebe proteção como patrimônio nacional após campanha de 35 anos

Áudio disponível

O Southbank Centre é um complexo cultural em Londres construído entre 1963 e 1968, amplamente considerado um exemplo representativo do brutalismo britânico. Hoje, o local abriga uma ampla variedade de eventos, incluindo artes visuais, teatro, dança, música clássica e contemporânea, literatura, poesia e debates. O edifício foi projetado por uma equipe do Departamento de Arquitetura do Conselho do Condado de Londres, liderada pelo arquiteto Norman Engleback. Tornou-se um exemplo controverso de arquitetura moderna após sua inauguração em outubro de 1967, quando engenheiros/as elegeram o Queen Elizabeth Hall como o "ápice da feiura" em uma votação sobre novos edifícios, e o Daily Mail se referiu a ele como "o edifício mais feio da Grã-Bretanha". Cinquenta e nove anos depois, em 10 de fevereiro de 2026, o complexo recebeu o status de tombamento Grau II pelo Departamento de Cultura, Mídia e Esporte (DCMS) do governo britânico, após uma campanha de 35 anos que defendia sua proteção como patrimônio arquitetônico moderno.

Southbank Centre, em Londres, recebe proteção como patrimônio nacional após campanha de 35 anos - Image 1 of 4Southbank Centre, em Londres, recebe proteção como patrimônio nacional após campanha de 35 anos - Image 2 of 4Southbank Centre, em Londres, recebe proteção como patrimônio nacional após campanha de 35 anos - Image 3 of 4Southbank Centre, em Londres, recebe proteção como patrimônio nacional após campanha de 35 anos - Image 4 of 4Southbank Centre, em Londres, recebe proteção como patrimônio nacional após campanha de 35 anos - Mais Imagens+ 3

Kéré Architecture projeta centro de saúde no Burundi utilizando materiais locais e construção comunitária

Áudio disponível

O escritório Kéré Architecture projetou um novo centro de saúde na região de Bubanza, no Burundi, cerca de 40 quilômetros ao norte da antiga capital do país, Bujumbura. Comissionado pela ONG Ineza Clinic, o projeto visa melhorar o acesso à saúde para a população rural da região, complementando os serviços do hospital geral já existente, com foco em maternidade e atendimento cirúrgico especializado. O plano de Francis Kéré distribui o programa em dez pavilhões conectados por uma via que sobe a encosta em zigue-zague em direção a um centro de visitantes, formando um complexo de 3.000 m². O projeto combina materiais provenientes da região circundante, artesanato tradicional e transferência de conhecimento, minimizando sua pegada de carbono, apoiando a economia local e fortalecendo as equipes da região. A construção já foi iniciada, e a conclusão da primeira fase está prevista para este ano.

Kéré Architecture projeta centro de saúde no Burundi utilizando materiais locais e construção comunitária - 1 的图像 4Kéré Architecture projeta centro de saúde no Burundi utilizando materiais locais e construção comunitária - 2 的图像 4Kéré Architecture projeta centro de saúde no Burundi utilizando materiais locais e construção comunitária - 3 的图像 4Kéré Architecture projeta centro de saúde no Burundi utilizando materiais locais e construção comunitária - 4 的图像 4Kéré Architecture projeta centro de saúde no Burundi utilizando materiais locais e construção comunitária - Mais Imagens+ 15

Schmidt Hammer Lassen conclui expansão do ARoS com "As Seen Below – The Dome", de James Turrell

Áudio disponível

O Museu de Arte ARoS Aarhus, na Dinamarca, inaugurou As Seen Below – The Dome, um novo Skyspace do/a artista estadunidense James Turrell que completa o The Next Level, a expansão subterrânea de aproximadamente 4.000 metros quadrados do museu, projetada pelo escritório de arquitetura Schmidt Hammer Lassen. Aberto ao público em 19 de junho de 2026, o projeto marca o ápice de mais de duas décadas de colaboração entre a cidade de Aarhus, o ARoS e o escritório dinamarquês de arquitetura, após a conclusão do edifício do museu em 2004 e a adição de Your Rainbow Panorama, de Olafur Eliasson, em 2011. Localizada sob o renovado Musikhusparken, no centro de Aarhus, a instalação é a peça central da mais recente expansão do museu e acrescenta uma nova obra em grande escala de Turrell ao seu acervo.

Schmidt Hammer Lassen conclui expansão do ARoS com "As Seen Below – The Dome", de James Turrell - Image 1 of 4Schmidt Hammer Lassen conclui expansão do ARoS com "As Seen Below – The Dome", de James Turrell - Image 2 of 4Schmidt Hammer Lassen conclui expansão do ARoS com "As Seen Below – The Dome", de James Turrell - Image 3 of 4Schmidt Hammer Lassen conclui expansão do ARoS com "As Seen Below – The Dome", de James Turrell - Image 4 of 4Schmidt Hammer Lassen conclui expansão do ARoS com As Seen Below – The Dome, de James Turrell - Mais Imagens+ 15

BIG projeta o EVE Music Hall, composto por dois volumes, em meio à paisagem agrícola de Čepin, na Croácia

Áudio disponível

BIG – Bjarke Ingels Group está perto de concluir o EVE Music Hall em Čepin, no leste da Croácia, projetado em colaboração com o SIRRAH projekt e o Theatre Projects. O projeto de 10.000 m² abriga uma casa de shows, instalações para congressos, áreas de exposição, um café e espaços para eventos na cobertura. O local deve receber concertos, conferências, exposições e atividades culturais, com capacidade para quase 4.000 pessoas em áreas cobertas e até 25.000 ao ar livre. O novo edifício cultural marca o primeiro projeto do escritório na Croácia e deve se tornar sua primeira casa de espetáculos musicais concluída, com previsão de entrega para o início de 2027.

Dos dados aos gêmeos digitais: o projeto PLATEAU do Japão oferece modelos em acesso aberto de mais de 250 cidades

Áudio disponível

"Mapear o Novo Mundo" é o lema do Projeto PLATEAU, liderado pelo Ministério da Terra, Infraestrutura, Transporte e Turismo do Japão (MLIT), para desenvolver e expandir o acesso a modelos 3D que representam a diversidade das cidades de todo o país. O Japão é composto por um total de 744 cidades, incluindo 14 com populações que superam um milhão de habitantes, 190 com população entre 100 mil e um milhão, e 540 com populações entre 10 mil e 100 mil habitantes. Até o momento, modelos 3D de mais de 250 cidades foram disponibilizados como dados abertos por meio do Centro de Informações G-Espaciais público do país, podendo também ser acessados através de um visualizador online no navegador. Segundo as autoridades públicas, o projeto visa fortalecer a resiliência urbana ao fornecer à sociedade novas ferramentas para enfrentar desafios locais. Isso envolve não apenas a modelagem do espaço urbano, mas também a colaboração com governos locais, empresas privadas e comunidades de tecnologia. O projeto inclui ainda uma reconstrução digital do local da recém-encerrada Expo Mundial de Osaka.

Dos dados aos gêmeos digitais: o projeto PLATEAU do Japão oferece modelos em acesso aberto de mais de 250 cidades - Image 1 of 4Dos dados aos gêmeos digitais: o projeto PLATEAU do Japão oferece modelos em acesso aberto de mais de 250 cidades - Image 2 of 4Dos dados aos gêmeos digitais: o projeto PLATEAU do Japão oferece modelos em acesso aberto de mais de 250 cidades - Image 3 of 4Dos dados aos gêmeos digitais: o projeto PLATEAU do Japão oferece modelos em acesso aberto de mais de 250 cidades - Image 4 of 4Dos dados aos gêmeos digitais: o projeto PLATEAU do Japão oferece modelos em acesso aberto de mais de 250 cidades - Mais Imagens+ 1

“A arte não é ficção, mas uma realidade excedente”: Pedro Reyes fala sobre a escultura como prática social em entrevista ao Louisiana Channel

Áudio disponível

O escultor mexicano Pedro Reyes desenvolveu uma prática multidisciplinar que abrange escultura, arquitetura, engajamento social e ativismo. Com formação como arquiteto, Reyes aborda a escultura como um processo tanto material quanto coletivo, combinando o entalhe tradicional em pedra com projetos participativos que tratam de questões sociais contemporâneas. Seu trabalho frequentemente explora a transformação, seja por meio de materiais físicos ou de ação comunitária, posicionando a escultura como uma ferramenta para reimaginar realidades sociais. Em uma entrevista de 2025 ao Louisiana Channel, Reyes discute a influência da arquitetura em sua prática artística, o conceito de "escultura social" e a importância de preservar as tradições artesanais em um mundo cada vez mais automatizado.

“A arte não é ficção, mas uma realidade excedente”: Pedro Reyes fala sobre a escultura como prática social em entrevista ao Louisiana Channel - Imagen 1 de 4“A arte não é ficção, mas uma realidade excedente”: Pedro Reyes fala sobre a escultura como prática social em entrevista ao Louisiana Channel - Imagen 2 de 4“A arte não é ficção, mas uma realidade excedente”: Pedro Reyes fala sobre a escultura como prática social em entrevista ao Louisiana Channel - Imagen 3 de 4“A arte não é ficção, mas uma realidade excedente”: Pedro Reyes fala sobre a escultura como prática social em entrevista ao Louisiana Channel - Imagen 4 de 4“A arte não é ficção, mas uma realidade excedente”: Pedro Reyes fala sobre a escultura como prática social em entrevista ao Louisiana Channel - Mais Imagens+ 1

A edição de 2026 do Prêmio UIA 2030 reconhece projetos construídos que impulsionam os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU

Áudio disponível

Durante uma cerimônia realizada no Fórum Urbano Mundial (WUF) em Baku, Azerbaijão, em 20 de maio de 2026, a União Internacional de Arquitetos (UIA) e o ONU-Habitat anunciaram os/as vencedores/as do terceiro ciclo do Prêmio UIA 2030. O prêmio bienal reconhece projetos construídos que trazem contribuições significativas para o alcance dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) das Nações Unidas. Arquitetos/as foram convidados/as a enviar projetos de arquitetura, paisagismo e desenho urbano que abordassem desafios ambientais, sociais e econômicos urgentes em seis categorias: gestão sustentável da água, promoção de ambientes de trabalho seguros, habitação adequada e acessível, planejamento eficiente e inclusivo, acesso a espaços verdes e públicos e resiliência climática.

O terceiro ciclo foi lançado em julho de 2025, e os finalistas regionais das cinco regiões globais da UIA foram anunciados em janeiro. Na etapa final, o júri selecionou os projetos vencedores, altamente recomendados e recomendados em cada categoria, reconhecendo trabalhos na China, Bangladesh, Índia, Tailândia, México, Peru, Colômbia, Espanha, Quênia, Marrocos e Estados Unidos.

A edição de 2026 do Prêmio UIA 2030 reconhece projetos construídos que impulsionam os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU - Imagen 1 de 4A edição de 2026 do Prêmio UIA 2030 reconhece projetos construídos que impulsionam os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU - Imagen 2 de 4A edição de 2026 do Prêmio UIA 2030 reconhece projetos construídos que impulsionam os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU - Imagen 3 de 4A edição de 2026 do Prêmio UIA 2030 reconhece projetos construídos que impulsionam os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU - Imagen 4 de 4A edição de 2026 do Prêmio UIA 2030 reconhece projetos construídos que impulsionam os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU - Mais Imagens+ 119

Fundació Mies van der Rohe apresenta “Transnational Narratives”, um documentário sobre seis arquitetas sul-asiáticas

Áudio disponível

"A equidade de gênero continua sendo um problema persistente na arquitetura. As arquitetas representam cerca de um terço ou menos da profissão em todo o mundo." Esta é a declaração de abertura do documentário Transnational Narratives: A Documentary Celebrating South Asian Women in Architecture, fruto da 4ª Bolsa Lilly Reich para a Igualdade na Arquitetura. A bolsa, uma iniciativa da Fundació Mies van der Rohe, promove a igualdade de acesso a oportunidades na prática arquitetônica e apoia o estudo e a disseminação de contribuições para a arquitetura que foram injustamente invisibilizadas. Nesse contexto, o documentário, concebido pela Dra. Igea Troiani, pela Dra. Mamuna Iqbal, pela artista e pesquisadora Paula Roush e pela cineasta Rime Tsujino, traz visibilidade às experiências de seis arquitetas de origem sul-asiática: Sumita Singha, Chitra Vishwanath, Sara Khan, Fauzia Qureshi, Sajida Vandal e Neelum Naz, cujas trajetórias profissionais abrangem a Índia, o Paquistão e o Reino Unido.

Fundació Mies van der Rohe apresenta “Transnational Narratives”, um documentário sobre seis arquitetas sul-asiáticas - Imagen 1 de 4Fundació Mies van der Rohe apresenta “Transnational Narratives”, um documentário sobre seis arquitetas sul-asiáticas - Imagen 2 de 4Fundació Mies van der Rohe apresenta “Transnational Narratives”, um documentário sobre seis arquitetas sul-asiáticas - Imagen 3 de 4Fundació Mies van der Rohe apresenta “Transnational Narratives”, um documentário sobre seis arquitetas sul-asiáticas - Imagen 4 de 4Fundació Mies van der Rohe apresenta “Transnational Narratives”, um documentário sobre seis arquitetas sul-asiáticas - Mais Imagens+ 8

Museu V&A East, projetado por O’Donnell + Tuomey, será inaugurado no distrito cultural do leste de Londres

Áudio disponível

O V&A East Museum, projetado pelos/as arquitetos/as O'Donnell + Tuomey, abrirá ao público em 18 de abril de 2026. Comissionado ao escritório em 2015, o novo edifício está localizado no Queen Elizabeth Olympic Park, próximo à sua instalação irmã recentemente inaugurada, o V&A East Storehouse, projetada por Diller Scofidio + Renfro. Situado na região leste de Londres, o mais novo distrito cultural do Reino Unido, apoiado pela Prefeitura de Londres, o complexo de dois edifícios tem como objetivo "destacar as diversas maneiras pelas quais artistas, designers e criadores/as de todo o mundo usam a criatividade para moldar o planeta". Dedicados à oportunidade criativa e ao seu poder de gerar mudanças, os cinco níveis públicos do museu contam com duas galerias permanentes, uma galeria de exposições temporárias de 900 m², um espaço para projetos e eventos no último pavimento, instalações de aprendizagem e um café.

Museu V&A East, projetado por O’Donnell + Tuomey, será inaugurado no distrito cultural do leste de Londres - Imagem de DestaqueMuseu V&A East, projetado por O’Donnell + Tuomey, será inaugurado no distrito cultural do leste de Londres - Image 1 of 4Museu V&A East, projetado por O’Donnell + Tuomey, será inaugurado no distrito cultural do leste de Londres - Image 2 of 4Museu V&A East, projetado por O’Donnell + Tuomey, será inaugurado no distrito cultural do leste de Londres - Image 3 of 4Museu V&A East, projetado por O’Donnell + Tuomey, será inaugurado no distrito cultural do leste de Londres - Mais Imagens+ 42

CRA–Carlo Ratti Associati e Italo Rota transformam o Arquivo de Fibra de Carbono da MAE em um museu interativo na Itália

Áudio disponível

Um novo museu dedicado à ciência da fibra de carbono foi inaugurado em Fiorenzuola d'Arda, Itália, em 17 de dezembro de 2025. O projeto remonta a 2021 e foi desenhado pelo escritório CRA–Carlo Ratti Associati em colaboração com o falecido arquiteto italiano Italo Rota. Encomendado pela MAE, fabricante de equipamentos para a produção de fibra de carbono, o projeto transforma um dos maiores acervos do mundo sobre fibra de carbono em um museu dinâmico, unindo a pesquisa à preservação arquivística e convertendo o arquivo em um espaço de exploração interativa. O projeto é descrito pela equipe de projeto como um "museu vivo", um lugar para ler, indagar e conectar ideias.

CRA–Carlo Ratti Associati e Italo Rota transformam o Arquivo de Fibra de Carbono da MAE em um museu interativo na Itália - Imagem 1 de 4CRA–Carlo Ratti Associati e Italo Rota transformam o Arquivo de Fibra de Carbono da MAE em um museu interativo na Itália - Imagem 2 de 4CRA–Carlo Ratti Associati e Italo Rota transformam o Arquivo de Fibra de Carbono da MAE em um museu interativo na Itália - Imagem 3 de 4CRA–Carlo Ratti Associati e Italo Rota transformam o Arquivo de Fibra de Carbono da MAE em um museu interativo na Itália - Imagem 4 de 4CRA–Carlo Ratti Associati e Italo Rota transformam o Arquivo de Fibra de Carbono da MAE em um museu interativo na Itália - Mais Imagens+ 12

Studio Egret West desenvolverá o plano diretor das futuras fases de revitalização da Battersea Power Station em Londres

Áudio disponível

Battersea Power Station é uma antiga usina termoelétrica a carvão localizada na margem sul do Rio Tâmisa, em Londres, com projeto original assinado por J. Theo Halliday e Giles Gilbert Scott. Famosa por aparecer na capa do álbum de estúdio Animals, lançado pelo Pink Floyd em 1977, e no filme Sabotage, de Alfred Hitchcock, de 1936, a usina é um dos maiores edifícios de tijolos do mundo, reconhecida por seus acabamentos e decoração de interiores em estilo Art Déco. Hoje reconhecido como parte do patrimônio industrial moderno, o local começou a ser transformado em um empreendimento comercial em 2012, com a reutilização adaptativa orientada por um masterplan desenvolvido por Rafael Viñoly. No dia 16 de fevereiro, a Battersea Power Station anunciou a contratação do escritório de desenho urbano estratégico Studio Egret West para desenvolver o masterplan original para os 16 acres restantes do bairro de 42 acres à beira-rio, no sudoeste de Londres.

Studio Egret West desenvolverá o plano diretor das futuras fases de revitalização da Battersea Power Station em Londres - Image 4 of 4Studio Egret West desenvolverá o plano diretor das futuras fases de revitalização da Battersea Power Station em Londres - Image 1 of 4Studio Egret West desenvolverá o plano diretor das futuras fases de revitalização da Battersea Power Station em Londres - Image 2 of 4Studio Egret West desenvolverá o plano diretor das futuras fases de revitalização da Battersea Power Station em Londres - Image 3 of 4Studio Egret West desenvolverá o plano diretor das futuras fases de revitalização da Battersea Power Station em Londres - Mais Imagens

"Um lugar lembra o que aconteceu": Tsuyoshi Tane sobre a memória como direcionadora de projeto em entrevista ao Louisiana Channel

Áudio disponível

Tsuyoshi Tane é um arquiteto japonês nascido em 1979 em Tóquio e radicado em Paris, onde fundou o ATTA – Atelier Tsuyoshi Tane Architects em 2006. Com atuação em projetos culturais, institucionais e de paisagismo, Tane desenvolveu uma abordagem arquitetônica que posiciona a memória como diretriz fundamental do projeto. Em sua entrevista ao Louisiana Channel, gravada em seu estúdio em Paris, ele reflete sobre a arquitetura como uma disciplina de observação e pensamento, argumentando que o design significativo surge de uma leitura atenta dos vestígios contidos em um terreno. Para ele, a arquitetura não é produzida a partir de uma tela em branco, mas começa com uma investigação sobre o que já existe física, cultural e emocionalmente sob a superfície de um lugar.

"Um lugar lembra o que aconteceu": Tsuyoshi Tane sobre a memória como direcionadora de projeto em entrevista ao Louisiana Channel - Image 1 of 4"Um lugar lembra o que aconteceu": Tsuyoshi Tane sobre a memória como direcionadora de projeto em entrevista ao Louisiana Channel - Image 2 of 4"Um lugar lembra o que aconteceu": Tsuyoshi Tane sobre a memória como direcionadora de projeto em entrevista ao Louisiana Channel - Image 3 of 4"Um lugar lembra o que aconteceu": Tsuyoshi Tane sobre a memória como direcionadora de projeto em entrevista ao Louisiana Channel - Image 4 of 4Um lugar lembra o que aconteceu: Tsuyoshi Tane sobre a memória como direcionadora de projeto em entrevista ao Louisiana Channel - Mais Imagens+ 3