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Chamada aberta para colaboradores/as especialistas no ArchDaily

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O ArchDaily está à procura de um/a Colaborador/a Especialista para se juntar à nossa equipe de Conteúdo Patrocinado. Nesta função, você criará conteúdo editorial explorando produtos, materiais, projetos e ideias de arquitetura, mantendo a perspectiva focada em design e os padrões editoriais que definem o ArchDaily.

Esta função exige uma sólida compreensão de arquitetura e design, experiência com conteúdo de marca (branded content) ou patrocinado, e a capacidade de comunicar ideias complexas de maneira clara, envolvente e profissional. O conteúdo patrocinado no ArchDaily consiste em textos financiados por marcas e criados em parceria, apresentando produtos, projetos e ideias sob o tom de voz editorial do ArchDaily, com o objetivo de informar, inspirar e engajar o público leitor.

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Arquitetura Transespécie: Foco Editorial de Junho do ArchDaily

A tradição filosófica ocidental há muito coloca a cultura em oposição à natureza. Esse pensamento dualista moldou os cânones das ciências e das humanidades, e a arquitetura não ficou de fora. Sob essa lógica, tudo o que não é humano existe para ser explorado e recebe o nome de "recurso natural". Essa mentalidade extrativista moldou o desenvolvimento de muitas partes do mundo nos últimos séculos, deixando marcas profundas — às vezes irreparáveis — no planeta. No entanto, outras formas de viver sempre existiram. Das práticas religiosas da África Ocidental baseadas no animismo aos saberes herbais de mestres e mestras da Jurema Sagrada no Brasil; das comunidades indígenas na Índia, cujo ritmo de vida reflete as monções, aos Inuit do Ártico, capazes de enxergar dezenas de tons de branco: entre seres humanos e natureza não há distinção; o que existe é a vida.

Autores e autoras contemporâneos trazem essa discussão para os campos da filosofia e, mais especificamente, da arquitetura. Donna Haraway, Antônio Bispo dos Santos, Achille Mbembe e Beatriz Colomina são apenas alguns dos nomes cujas obras ajudam a expandir a estreita perspectiva ocidental, lançando luz sobre formas alternativas de coabitação — com outros humanos e mais-que-humanos — neste planeta.

Cobe Notes x ArchDaily IRL: Sobre Limiares na Arquitetura

A Cobe e o ArchDaily convidam para o lançamento da edição especial, com curadoria convidada, do Cobe Notes x ArchDaily, no dia 10 de junho de 2026. Com foco no tema Limiares, o evento explorará a arquitetura como uma condição de transição contínua.

Realizado no Cobe Bookcafé, o lançamento público contará com uma conversa ao vivo com Christele Harrouk, editora-chefe do ArchDaily, Mads Birgens, chefe de urbanismo da Cobe, e Jacob Blak, chefe de sustentabilidade, com mediação de Kristoffer Lindhardt Weiss, CEO e editor da Danish Architectural Press. 

A ilusão de leveza: projetando vazios cívicos para a vida pública

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Nas cidades contemporâneas, a densidade urbana e a valorização do solo frequentemente impõem uma escolha entre edifícios cívicos de grande escala e espaços públicos abertos. Tradicionalmente, as praças eram tratadas como áreas remanescentes no entorno da projeção de um edifício, mas essa estratégia se transformou com a introdução dos pilotis pelo movimento modernista no início do século XX. Embora a intenção original fosse criar uma sensação de leveza que permitisse a livre circulação e a passagem de luz sob a estrutura, as exigências contemporâneas de cargas sísmicas, rotas de fuga contra incêndio e alta ocupação tornam os pilares delgados insuficientes para as demandas dos grandes projetos cívicos atuais.

Contudo, a busca pela leveza arquitetônica não é um fenômeno estritamente contemporâneo. Após a introdução dos pilotis pelo modernismo, diversos projetos de meados do século passado começaram a experimentar com a ilusão de suspensão para alcançar uma transparência cívica. Em 1953, o Congresso Nacional de Honduras em Tegucigalpa, projetado por Mario Valenzuela, aplicou esses princípios a um contexto legislativo. O edifício consiste em uma sólida câmara de assembleia elevada sobre uma série de pilares delgados. Como o terreno se situa em um terraço ao final de uma rua em declive, o vazio resultante faz mais do que apenas permitir a circulação; ele emmoldura vistas da cidade, criando a impressão de que o pesado volume legislativo flutua delicadamente sobre o tecido urbano.

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Última oportunidade para escolher os finalistas do Prêmio Obra do Ano 2026

A apenas cinco dias do anúncio dos finalistas do Prêmio Obra do Ano 2026, ainda há tempo para escolher seus projetos favoritos do ano. O maior prêmio de arquitetura do mundo hispânico, decidido por sua comunidade, o Obra do Ano tem como objetivo reconhecer os projetos arquitetônicos mais influentes publicados a cada ano no ArchDaily em Espanhol.

No dia 8 de abril, serão revelados os 15 finalistas, escolhidos pela comunidade do ArchDaily ao longo destas duas semanas de indicações. Ao indicar projetos, cada leitor e leitora passa a integrar um júri global e imparcial, dando visibilidade ao melhor da arquitetura nos países de língua espanhola.

Últimos dias para escolher os finalistas do Prêmio Obra do Ano 2026 do ArchDaily Brasil

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Com apenas cinco dias até o anúncio dos finalistas, ainda há tempo para escolher seus projetos favoritos ao Prêmio Obra do Ano 2026. Maior premiação arquitetônica do mundo lusófono, decidida por voto popular, o Obra do Ano existe para reconhecer os melhores projetos arquitetônicos publicados todo ano no ArchDaily Brasil.

No dia 8 de abril, serão revelados os 15 finalistas, escolhidos pela comunidade ArchDaily ao longo dessas duas semanas de nomeações. Ao nomear projetos, cada leitor passa a fazer parte de uma rede imparcial de jurados, dando visibilidade ao que há de melhor na arquitetura dos países de língua portuguesa.

Prêmio Obra do Ano 2026: nomeações abertas

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Dez anos atrás, o ArchDaily Brasil lançou a primeira edição do Prêmio Obra do Ano. Durante esta última década, centenas de projetos arquitetônicos têm sido reconhecidos como os melhores do mundo lusófono, graças à inteligência coletiva dos leitores do ArchDaily Brasil.

Hoje começa o Prêmio Obra do Ano 2026, e mais uma vez contamos com a comunidade do ArchDaily Brasil para escolher as melhores obras construídas em território de língua portuguesa. Durante as próximas três semanas, vocês serão os responsáveis por escolher os 15 finalistas e os 3 vencedores desta edição.

Participam todas as obras publicadas durante 2025, dos seguintes países: Brasil, Portugal, Moçambique, Angola, Guiné-Bissau, Timor-Leste, Guiné Equatorial, Macau, Cabo Verde e São Tomé e Príncipe. Nesta primeira fase, os leitores podem nomear uma obra por día para passar à etapa dos finalistas, que serão anunciados no dia 8 de abril.

Obra do Ano 2026: Começa a premiação da melhor arquitetura do mundo hispânico

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A arquitetura da América Latina e da Espanha é testemunho da riqueza e diversidade de culturas, tradições, necessidades e soluções que definem esses territórios. Com mais de 700 projetos construídos em países de língua espanhola publicados no ArchDaily em Español, chegou o momento de explorar, debater e escolher os favoritos para o prêmio Obra do Ano 2026.

Em sua décima sétima edição, o Obra do Ano reafirma seu lugar como o maior prêmio de arquitetura do mundo hispânico, decidido por sua comunidade. A partir de hoje, 24 de março, as leitoras e os leitores assumem a responsabilidade de escolher as melhores obras arquitetônicas de 2025.

Durante as próximas três semanas, a inteligência coletiva de nossa comunidade percorrerá centenas de projetos construídos em países de língua espanhola: Argentina, Bolívia, Chile, Colômbia, Costa Rica, Cuba, Equador, El Salvador, Espanha, Guatemala, Honduras, México, Nicarágua, Panamá, Paraguai, Peru, Porto Rico, República Dominicana, Uruguai e Venezuela.

Convocatória para participantes do Programa de Colaboradores de Projetos no ArchDaily

Convocatória para participantes do Programa de Colaboradores de Projetos no ArchDaily - Imagem de Destaque
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O ArchDaily está em busca de um/a arquiteto/a proativo/a e curioso/a para integrar nosso Programa de Colaboração de Projetos. Como participante do programa em tempo parcial, você trabalhará com a equipe responsável pela curadoria e coordenação de todas as publicações de projetos construídos no ArchDaily.

Últimos dias para indicar ao Prêmio ArchDaily Building of the Year 2026

Falta apenas uma semana para indicar seus projetos favoritos ao Prêmio ArchDaily Building of the Year 2026! Esta é a sua oportunidade de reconhecer o melhor da arquitetura global em 15 categorias, desde habitação a projetos educacionais, escritórios, interiores e muito mais.

O Prêmio ArchDaily Building of the Year 2026 já está aberto

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Um novo ano começou e, com ele, chega uma nova edição do Prêmio ArchDaily Building of the Year. Há 17 anos entregamos o poder de decisão a vocês, nossos leitores e leitoras, para escolherem os melhores projetos de arquitetura do ano — e a resposta tem sido sempre extraordinária. Com uma seleção inédita de mais de 3.000 projetos de todo o mundo, chegou o momento de explorar nossa biblioteca de projetos e começar a fazer suas escolhas.

De uma pequena biblioteca na zona rural de Mianmar, premiada na primeiríssima edição do Building of the Year em 2009, a uma inovadora usina de transformação de resíduos em energia em 2025, os vencedores do prêmio sempre foram surpreendentes, inspiradores e, acima de tudo, um reflexo do panorama arquitetônico contemporâneo. Qualquer pessoa pode se cadastrar gratuitamente no ArchDaily para votar. Convidamos você a mergulhar no catálogo de obras publicadas em 2025 — todas qualificadas para participar em uma ou mais das 15 categorias disponíveis — e escolher as suas favoritas.

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“Durante décadas, valorizamos o novo mais do que o antigo”: Em diálogo com os/as vencedores/as do Prêmio OBEL 2025, HouseEurope!

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O potencial de edifícios existentes para moldar cidades e comunidades em constante transformação por meio do reuso e da adaptação é o foco central do HouseEurope! e de seu ativismo: enfrentar o desafio premente em grande parte da Europa, onde costuma ser mais fácil, barato e rápido demolir edifícios do que renová-los. Durante décadas, as políticas de construção, as práticas industriais e as dinâmicas de mercado favoreceram os novos empreendimentos, frequentemente subestimando a importância cultural, social e ambiental das estruturas existentes. Por seu trabalho em prol de uma mudança sistêmica na arquitetura, o HouseEurope! recebeu o Prêmio OBEL 2025 sob o tema "Ready Made". Em conversa com o ArchDaily, Alina Kolar e Olaf Grawert, integrantes do coletivo HouseEurope!, discutiram a abordagem da organização em relação à arquitetura, às políticas públicas e à ação coletiva. Operando como um laboratório de políticas públicas sem fins lucrativos, o HouseEurope! conecta a prática arquitetônica com a legislação, a pesquisa e a participação pública. Seu trabalho começa pela análise do que já existe, traduzindo essas reflexões em diretrizes práticas para legisladores/as e profissionais da área. Projetos de conversão como a renovação de 530 moradias pelo escritório Lacaton & Vassal exemplificam essa "pesquisa pela ação", mostrando como o reuso adaptativo pode ser viável e, ao mesmo tempo, um motor para mudanças sistêmicas com benefícios sociais e ecológicos. Como explica Grawert:

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Da inteligência material à circularidade: lições da arquitetura em 2025

Quais materiais assumiram o papel de destaque no discurso arquitetônico de 2025? Quais projetos redescobriram novas práticas e métodos construtivos por meio da inovação material? Embora o futuro dos materiais de construção ainda pareça incerto, ano após ano, a experimentação e a pesquisa continuam a revelar diversas práticas, iniciativas e esforços dedicados a compreender seu valor e responsabilidade no ambiente construído. Desde resíduos agrícolas que reduzem a pegada de carbono até plásticos reciclados que ganham uma nova vida, passando por materiais vivos que dialogam com tecnologias emergentes ao mesmo tempo em que se reconectam com a natureza, o ano de 2025 destacou e fortaleceu o papel de arquitetos/as como mediadores/as entre materiais, disciplinas, saberes e interesses de diversas origens.

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As melhores entrevistas de 2025: o ano de reflexão, reparo e otimismo da arquitetura

Em 2025, o campo da arquitetura foi marcado por um calendário intenso de exposições, por uma desaceleração moderada na construção civil em diversas regiões e por um período de reflexão que examina o impacto da inteligência (artificial e natural) — tanto na prática profissional e na cultura do ambiente de trabalho quanto em seu uso como ferramenta pedagógica. Ao longo deste ano, o ArchDaily publicou mais de 30 entrevistas em diversos formatos — perguntas e respostas, conversas presenciais, vídeos especiais e muito mais. Esses diálogos abordaram temas como sustentabilidade e natureza, habitação e desenvolvimento urbano, IA e inteligência, reuso adaptativo e vida pública, além de terem acompanhado de perto importantes plataformas de exposição, incluindo a Bienal de Veneza, a Expo 2025 Osaka, a Semana de Design de Milão, o Concentrico, entre outras.

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Vila Olímpica do SOM para Milão-Cortina 2026 combina habitação para atletas com uso urbano de longo prazo

O escritório Skidmore, Owings & Merrill (SOM) projetou a Vila Olímpica para os Jogos Olímpicos e Paralímpicos de Inverno de Milano-Cortina 2026, localizada na área do antigo pátio ferroviário de Porta Romana, em Milão. Atualmente em fase final de conclusão, o projeto deve ser entregue à Fundação Milano Cortina no outono europeu, antes dos Jogos. Em abril de 2025, a redação do ArchDaily teve a oportunidade de visitar o canteiro de obras, acompanhando o andamento dos edifícios residenciais, dos espaços públicos e das estruturas históricas restauradas que definirão o novo distrito urbano. A vila é um componente fundamental do Plano Diretor do Pátio Ferroviário de Porta Romana e terá dupla finalidade: abrigar atletas que disputarão os Jogos Olímpicos durante o evento e, posteriormente, ser convertida em moradia estudantil e moradia acessível.

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O/A Arquiteto/a como Escritor/a: Expandindo a Disciplina para Além dos Edifícios

A arquitetura sempre foi muito mais do que tijolo e argamassa. Ela se constrói igualmente por meio de palavras, ideias e narrativas. Dos tratados antigos aos manifestos radicais, dos manuais técnicos aos ensaios poéticos, a palavra escrita tem servido como uma ferramenta espacial, pedagógica e política no campo profissional. A escrita molda a forma como a arquitetura é concebida, comunicada e criticada — muitas vezes muito antes, ou mesmo na ausência, de uma construção física.

Historicamente, figuras como Vitrúvio, Alberti e Palladio utilizaram a escrita para codificar princípios, projetar ideais e legitimar a arquitetura como disciplina. No período moderno, Le Corbusier, Adolf Loos e Lina Bo Bardi escreveram prolificamente para expandir o escopo da arquitetura para além da forma e da função, frequentemente utilizando publicações como ferramentas de persuasão e experimentação. O período do pós-guerra deu origem a novas estratégias editoriais, patentes nos manifestos do Archizoom e do Superstudio, e nas publicações polêmicas de Delirious New York e Oppositions, nas quais a escrita servia tanto como crítica quanto como projeto.

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Milão-Cortina 2026: Como a cidade está se preparando para os Jogos Olímpicos de Inverno

A Itália está se preparando para sediar seus terceiros Jogos Olímpicos de Inverno, com Milão e Cortina d'Ampezzo se preparando para receber o Milano Cortina 2026, setenta anos após Cortina ter sediado a edição de 1956 e duas décadas depois de Turim 2006. Os Jogos ocorrerão de 6 a 22 de fevereiro de 2026, marcando a primeira vez que as Olimpíadas de Inverno serão organizadas em duas cidades, duas regiões (Lombardia e Vêneto) e duas províncias autônomas (Trento e Bolzano). Abrangendo um território de 22.000 quilômetros quadrados, o Milano Cortina 2026 se tornará a edição mais geograficamente extensa dos Jogos de Inverno até hoje, com mais de 90% das instalações já existentes ou projetadas como estruturas temporárias.

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Ainda precisamos de prêmios de arquitetura? Destaques do Fórum de Discussão "Beyond the Prize" em Veneza, Itália

Durante a semana de abertura da 19ª Bienal de Arquitetura de Veneza, um consórcio de seis importantes prêmios de arquitetura, incluindo o Aga Khan Award for Architecture, o Holcim Foundation Awards, o EUmies Awards, o Mies Crown Hall Americas Prize, o OBEL Award e o Ammodo Architecture Award, reuniu-se no Ocean Space da TBA21–Academy para uma discussão crítica intitulada "Beyond the Prize". O objetivo do fórum foi refletir sobre o papel, a relevância e o potencial futuro dos prêmios de arquitetura diante de desafios sociais e ambientais urgentes. O ArchDaily acompanhou o evento público e aproveitou a oportunidade para perguntar aos participantes: como seria o campo da arquitetura se deixássemos de organizar prêmios de arquitetura?

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