O Bethel Woods Art and Architecture Festival anuncia o BuildFest: Acts of Construction, uma iniciativa de três anos que ativa as dependências históricas do festival de Woodstock de 1969 por meio de instalações de madeira em grande escala e experiências multimídia. Cada edição anual é organizada em torno de um tema único, convidando designers e projetistas a colaborar em uma série interdisciplinar de "atos" que se baseiam uns nos outros para criar um conjunto interconectado de instalações, ativações e performances. O Act One: Staging está atualmente aceitando propostas de infraestrutura artística adaptável projetada para "preparar o cenário" para futuras ativações. A ele se seguirão o Act Two: Choreography, em 2027, e o Act Three: Performance, em 2028.
Quanto pesa uma casa? Em seu ensaio de 1965, A Home Is Not a House, Reyner Banham observou que as habitações americanas modernas estavam se tornando estruturalmente mais leves, ao mesmo tempo em que ficavam mais complexas em suas instalações prediais, como encanamento, fiação, aquecimento e resfriamento. O verdadeiro peso da arquitetura, argumentava ele, não estava mais nas paredes e telhados, mas nos sistemas de alto consumo de energia que garantiam o conforto.
Décadas mais tarde, a questão foi atualizada na 7ª Trienal de Arquitetura de Lisboa. A curadoria de Ann-Sofi Rönnskog e John Palmesino perguntou: quanto pesa uma cidade? A escala mudou do interior doméstico para o território. A tecnosfera, materializada nas estimadas 30 trilhões de toneladas de matéria produzida por seres humanos na Terra, reformula inteiramente a discussão. Cidades, data centers, campos de petróleo, polos logísticos, satélites, cabos e fluxos de resíduos formam um sistema planetário no qual a arquitetura não é objeto nem pano de fundo, mas participante.
Durante décadas, o patrimônio foi mais facilmente reconhecido a partir da rua. Protegemos fachadas, silhuetas urbanas e monumentos porque são visíveis, estáveis e legíveis como bens culturais. No entanto, a maior parte do que lembramos sobre o habitar diz respeito a como comemos juntos, nos recolhemos, discutimos, cuidamos uns dos outros e descansamos — ações que acontecem longe dos olhos do público. Acontecem dentro dos cômodos. À medida que as plantas livres dão lugar silenciosamente a limiares, corredores e fechamentos, surge uma questão mais profunda: e se a memória cultural sobreviver não naquilo que a arquitetura exibe, mas na forma como é vivida?
Vista Exterior Sul do Ontario Science Centre. Imagem cortesia de Snøhetta e Hariri Pontarini Architects
Os escritórios Hariri Pontarini Architects e Snøhetta foram selecionados para projetar o novo Ontario Science Centre em Toronto. Anunciada em fevereiro de 2026, a instalação de cerca de 37.000 metros quadrados consolidará a transformação em andamento do local por meio de um edifício de 20.400 metros quadrados, definido por uma série de volumes modulares e recortados. Um componente central da proposta é a integração física dos Pods existentes e da histórica Cinesphere por meio de conexões elevadas e de um passeio público contínuo. A previsão é que a construção comece na primavera de 2026, com conclusão prevista para 2029, como parte de uma estratégia mais ampla de reurbanização da orla.
Projeto finalista do MVRDV para o concurso Shift Landmark, 2026. Imagem cortesia de MVRDV
Shift, uma empresa que oferece programas digitais para reduzir as emissões de carbono por meio de mudanças de comportamento individual, anunciou as cinco equipes finalistas que avançam para a segunda etapa de seu concurso internacional de arquitetura. Lançado em janeiro de 2025, o Shift International Architecture Competition buscou propostas para projetar o "Shift Landmark": um edifício de 25.000 a 30.000 m² em Waterkant, um novo distrito à beira-rio no sul de Roterdã. O projeto inclui um hotel, um centro de conferências e reuniões e uma praça de alimentação sustentável. Seu objetivo é estabelecer um novo padrão para um destino voltado a propósitos que transforme a vida circular em "algo que indivíduos, empresas e organizações possam sentir, vivenciar e colocar em prática". Os cinco conceitos de projeto selecionados refletem diferentes visões de sustentabilidade e ação climática, desenvolvidos por equipes lideradas pelos escritórios europeus do MVRDV (Países Baixos), Heatherwick Studio (Reino Unido), Office for Political Innovation (Espanha), Mecanoo (Países Baixos) e Ecosistema Urbano (Espanha).
Diagrama de instalações em Barba Jupiter. Imagem Cortesia de Géométral
Fundado em 2022 por Clément Masurier e sediado em Paris, na França, o Géométral é um escritório de arquitetura definido por estratégias de projeto integradas à paisagem, tratada como determinante primordial da forma. O estúdio, um dos escritórios vencedores do ArchDaily 2025 Next Practices Awards, aborda cada projeto como um pequeno universo que combina programa, atmosfera e narrativas espaciais. Em vez de um estilo autoral único, o foco está na criação de atmosferas e situações sob medida para cada contexto e seus/as usuários/as.
Em seu início, diante da ausência de um portfólio de obras construídas, o estúdio respondeu com o desenvolvimento de "arquiteturas ficcionais" implantadas em topografias reais. Esse exercício não era uma mera busca estética, mas sim uma âncora metodológica, permitindo ao escritório estabelecer um processo rigoroso de análise do local e testes tipológicos antes de receber encomendas físicas. Ao tratar projetos imaginários com o mesmo rigor técnico das obras reais, o estúdio desenvolveu um repertório de respostas formais às restrições ambientais que agora orientam seus projetos construídos.
Não faz muito tempo, em um período recente o suficiente para parecer atual, a arquitetura entrou em um momento no qual os edifícios passaram a ser interpretados como produtos. Essa abordagem trouxe disciplina e uma perspectiva renovada para uma indústria que, frequentemente, valoriza a novidade mais do que a clareza operacional. Ao direcionar os exercícios formais em direção à repetibilidade, experiência do usuário, desempenho e escalabilidade, preparou-se o terreno para que as edificações fossem avaliadas como "produtos". A arquitetura passou a responder de forma mais direta sobre o seu funcionamento, a clareza com que comunica seu uso e a consistência com que entrega a experiência pretendida.
A disciplina do design de produto renova a perspectiva dos profissionais de arquitetura que projetam para um futuro em constante transformação. Além de oferecer um novo vocabulário e parâmetros de projeto, a área traz consigo a responsabilidade: um produto deve funcionar de maneira confiável ao longo do tempo e em diferentes contextos. Ele deve se estruturar como um sistema de decisões, e não como uma mera coleção de partes. Desse modo, a qualidade já não é medida apenas pela singularidade, mas sim pela consistência e pela capacidade de gerar uma experiência previsível para quem o ocupa.
Todos os anos, no dia 3 de março, o Dia Mundial da Audição destaca a importância de prevenir a perda auditiva e garantir o acesso equitativo aos cuidados auditivos em todo o mundo. Sob a liderança da Organização Mundial da Saúde, o tema de 2026, "Das comunidades às salas de aula: cuidados auditivos para todas as crianças", enfatiza o diagnóstico precoce, a educação inclusiva e os ambientes de apoio como componentes fundamentais para o desenvolvimento infantil. Com as estimativas globais apontando para um número crescente de crianças com problemas auditivos evitáveis ou não tratados, o debate se expande cada vez mais para além dos sistemas de saúde, alcançando os espaços onde a vida cotidiana acontece.
O AJ e a The Architectural Review anunciaram a arquiteta Barbara Buser como vencedora do Jane Drew Prize de 2026. A premiação, que leva o nome da arquiteta e urbanista modernista inglesa Jane Drew, faz parte dos W Awards e do W Programme, que reconhecem a contribuição de mulheres na profissão da arquitetura. Sediada na Suíça, Barbara Buser é conhecida por sua atuação inovadora no campo da reciclagem e do reaproveitamento, e como especialista em construção circular, sendo reconhecida pelo pioneirismo em práticas de reutilização no país. Dessa forma, o prêmio reconhece não apenas sua contribuição para a arquitetura em si, mas sobretudo seus esforços para reduzir o impacto ambiental do setor por meio de iniciativas de socialização. Esta honraria sucede a premiação de Anne Lacaton em 2025, além de outras figuras de destaque na área, como Kazuyo Sejima em 2023, Farshid Moussavi in 2022 e Yasmeen Lari em 2020.
Em janeiro de 2026, o World Monuments Fund/Knoll Modernism Prize foi concedido ao escritório australianoArchitectus pela conservação do Africa Hall em Adis Abeba, Etiópia. O prêmio reconhece que edifícios modernistas, outrora vistos como vanguarda da arquitetura, estão se deteriorando e são pouco valorizados pelo público. A situação na África reflete esse sentimento global, sendo esta a primeira vez que um edifício no continente foi agraciado com a honraria. O prêmio também coloca sob os refletores o rico inventário modernista da Etiópia, que marca seu papel de protagonismo continental nos meados e final do século XX.
O patrimônio arquitetônico é frequentemente descrito como aquilo que sobrevive ao tempo. No entanto, a sobrevivência não explica por que certos edifícios são preservados enquanto outros desaparecem. Muitas obras hoje protegidas como patrimônio cultural já foram criticadas, contestadas ou abertamente rejeitadas; foram acusadas de serem socialmente equivocadas, materialmente falhas ou simbolicamente excessivas. Com o tempo, contudo, essas mesmas deficiências tornaram-se fundamentais para o seu significado, à medida que o patrimônio se revela como um processo lento e instável de interpretação.
A arquitetura contemporânea opera sob intenso escrutínio, pressionada pela responsabilidade ambiental, equidade social, volatilidade econômica e aceleração das mudanças tecnológicas. Espera-se que os edifícios tenham um desempenho ético, eficiente e simbólico, muitas vezes de forma simultânea. Diante disso, o fracasso arquitetônico deixa de ser uma exceção para se tornar uma condição cada vez mais comum. Os projetos envelhecem mais rápido, os materiais revelam limitações mais cedo e as estratégias urbanas perdem rapidamente a sintonia com as mutáveis realidades políticas, sociais e ambientais.
Visualizações em 3D do projeto para o Hospital Universitário Saint-Ouen Grand Paris Nord, 2026. Imagem cortesia de Renzo Piano Building Workshop
No dia 20 de fevereiro, o escritório Renzo Piano Building Workshop anunciou que a licença de construção do Hôpital Universitaire Saint-Ouen Grand Paris Nord (HUSOGPN) foi oficialmente concedida. O projeto é uma iniciativa estatal que responde ao rápido crescimento populacional, ao aumento da demanda por atendimento e à evolução das normas técnicas por meio de um hospital de "última geração" em Saint-Ouen-sur-Seine, uma comuna no subúrbio ao norte da capital francesa. O complexo hospitalar será implantado no terreno da antiga fábrica da PSA, que outrora foi um motor industrial da região e que hoje se apresenta amplo e bem conectado o suficiente para abrigar um programa de escala incomum: 986 leitos comuns e 288 leitos de hospital-dia, uma equipe de mais de 5.500 profissionais e instalações equipadas com tecnologia de ponta para áreas como cirurgia e maternidade. Concebido como um "hospital-paisagem", o edifício projetado pelo RPBW em associação com o Brunet Saunier & Associés destaca-se por apresentar um jardim de 1,3 hectare na cobertura e uma floresta urbana com mais de 1.000 árvores.
Em uma era tão obcecada por cuidados com a pele e aparências, poucos profissionais da arquitetura estão de fato interessados nos intestinos de nossos edifícios. Com uma prática enraizada na consciência contextual e no pragmatismo técnico, sensível às necessidades das pessoas atendidas e às limitações de recursos, a arquiteta marroquina Aziza Chaouni se concentra nos sistemas ocultos que viabilizam a existência da arquitetura. Ao longo das últimas duas décadas, ela vem trabalhando em projetos em diversas geografias, especialmente na região do Saara, engajando-se ativamente com as comunidades e o patrimônio locais.
Atualmente liderando o South–North (SoNo) Lab for Sustainable Construction and Conservation na EPFL em Lausanne, na Suíça, Chaouni leva para o meio acadêmico sua experiência prática em atuar sob restrições severas, defendendo uma colaboração recíproca entre o Sul Global e o Norte Global. O ArchDaily teve a oportunidade de conversar com Aziza sobre sua experiência na África e como ela pode fomentar maneiras mais sustentáveis de projetar edifícios para o futuro das nossas cidades.
Há dezoito anos, uma dupla de estudantes de arquitetura decidiu que tinha um projeto que valia a pena levar adiante. Não se tratava de uma estrutura construída, mas de um projeto digital que acabou revolucionando a forma como as pessoas em todo o mundo consomem conteúdo de arquitetura. Foi assim que o ArchDaily foi fundado, e essa premissa continua a guiar nosso trabalho até hoje. O futuro da arquitetura está sendo continuamente moldado em salas de aula, estúdios e workshops ao redor do mundo, e queremos continuar apoiando os/as estudantes que participam ativamente dessa evolução. Reconhecer a criatividade e a visão de estudantes que estão redefinindo o discurso arquitetônico global foi o que nos levou a criar o Student Project Awards.
Temos o prazer de apresentar os projetos selecionados para a lista longa desta primeira edição do ArchDaily Student Project Awards. Com centenas de projetos enviados de todas as partes do mundo, nossa equipe interna de arquitetos/as e editores/as analisou cuidadosamente cada proposta, reduzindo a seleção a 104 projetos na lista longa. Os/As estudantes participantes representam a própria diversidade do panorama arquitetônico, com propostas de todos os continentes, de diversos níveis acadêmicos e em variadas escalas e typologias.
https://www.archdaily.com.br/pt/1093898/explore-a-longlist-do-archdaily-student-project-awardsDaniela Porto
In a história arquitetônica do território mexicano, o ambiente construído funcionou não apenas como um palco humano, mas como uma infraestrutura biológica projetada para organizar a proximidade entre as espécies. A lógica espacial resultante não é uma performance solo, mas uma coexistência negociada entre corpos humanos e animais. Examinar essa herança hoje significa desviar o foco analítico da autoria estilística em direção a um fenômeno mais fundamental: a persistência de práticas espaciais que surgiram para sustentar formas de vida compartilhadas.
Muitas das características arquitetônicas hoje interpretadas como marcadores culturais ou estéticos — portais monumentais, pátios amplos e superfícies duráveis — podem ser compreendidas, na verdade, como vestígios materiais de um contrato entre espécies. Durante séculos, cavalos, mulas e o gado não foram elementos externos à arquitetura, mas habitantes essenciais cuja presença física moldou a escala, a circulação e as escolhas materiais. Seus corpos deixaram marcas mensuráveis no espaço, desde a altura das entradas que acomodavam cavaleiros e amazonas até sistemas de pavimentação projetados para resistir aos cascos, ao atrito e ao desgaste biológico. Em nenhum lugar esse contrato era mais visível do que no térreo da casa colonial.
Vista aérea aproximada de Manresa Wilds. Imagem cortesia de BIG
A Manresa Island Corp. revelou a visão final para o Manresa Wilds, um parque à beira-mar de 125 acres planejado para a península de uma antiga usina termoelétrica ao longo do Long Island Sound, em Norwalk, nos Estados Unidos. Desenvolvida em colaboração com o escritório de arquitetura de paisagemSCAPE e o estúdio de arquiteturaBIG, a proposta detalha a transformação de uma orla industrial poluída e há muito inacessível em uma paisagem costeira aberta ao público. Após a obtenção de uma licença de gestão ambiental concedida pelo Departamento de Energia e Proteção Ambiental de Connecticut em dezembro de 2025, o projeto avançará em etapas, começando com a abertura da Floresta Norte, de 28 acres, na primavera de 2027. As fases subsequentes, que se estenderão até o início da década de 2030, entregarão a maior parte da paisagem recuperada e a reutilização adaptativa da usina dos anos 1960 como um polo cívico e educacional permanente, liberando quase 3,2 quilômetros de costa que estiveram fechados ao público por décadas.
O escritório Lacaton & Vassal anunciou a transformação de um antigo centro administrativo em um edifício de uso misto, residencial e de escritórios, em Vannes, uma cidade medieval na Bretanha, no noroeste da França. O projeto faz parte de uma política governamental para mobilizar terrenos públicos para habitação. Em 2023, o Estado francês lançou uma chamada de manifestação de interesse para um projeto no antigo complexo administrativo, que abrigava diversos serviços públicos, em consulta com a prefeitura de Vannes. A proposta vencedora é fruto de uma parceria entre a GReeStone Immobilier e a Grand Ouest Immobilier, com uma equipe de arquitetura formada pelo escritório de Anne Lacaton e Jean-Philippe Vassal, laureados com o Prêmio Pritzker de 2021, em parceria com a arquiteta Emmanuelle Delage. Segundo a prefeitura, a proposta foi escolhida com o objetivo de promover a resiliência e reduzir a pegada de carbono por meio da renovação, em vez da demolição.
O BDP, a Cox Architecture e a Collage Design revelaram o masterplan para o complexo esportivo Sardar Vallabhbhai Patel Sports Enclave, de 350 acres, em Ahmedabad, na Índia. Localizado às margens do Rio Sabarmati e estruturado em torno do Estádio Narendra Modi — que, com capacidade para 132.000 espectadores, é o maior do mundo —, o projeto propõe um distrito esportivo de grande escala, integrando locais de competição internacional a paisagens públicas e instalações comunitárias. Concebido tanto como um complexo de eventos quanto como um parque urbano, o empreendimento foi planejado para sediar o evento do centenário dos Jogos da Commonwealth de 2030, após a seleção de Ahmedabad como cidade-sede.
Em uma tarde quente de maio, quando o ar sobre o oeste da Índia se torna metálico pelo calor, ninguém se lembra da composição da fachada. Lembram-se de onde a sombra se projeta. Lembram-se de qual corredor respirava. Lembram-se da casa que era mais fresca que a rua. O que permanece na memória é o conforto para além da forma. A preferência térmica repetida se estabiliza em uma configuração espacial e, com o tempo, essas configurações se tornam tipologias edilícias.
Azm / Samu por Hassan Qureshi. Imagem cortesia de Riyadh Art
Durante séculos, a escultura esteve associada à materialização de valores religiosos, à celebração de conquistas heroicas ou à consolidação do poder político. Hoje, ela também atua como um instrumento crítico e um mediador urbano. Muitas obras contemporâneas questionam o presente, desafiam a escala, dialogam com o movimento e a circulação, e reconfiguram a percepção do espaço público. A escultura já não é concebida como um objeto isolado, mas como parte de processos mais amplos de transformação urbana.
Riad, a capital da Arábia Saudita, exemplifica uma cidade em processo de intensa expansão e reestruturação. Sobretudo no âmbito da agenda Vision 2030, o município tem investido na qualificação dos espaços públicos, na diversificação de sua paisagem cultural e na consolidação de uma identidade urbana que alia tradição, infraestrutura e projeção global. Nesse contexto, a produção cultural desempenha um papel estruturante, contribuindo para redefinir a experiência urbana cotidiana e expandir as referências simbólicas da cidade.
À medida que a comunidade da arquitetura aguarda o anúncio do(a) laureado(a) de 2026 do Prêmio Pritzker de Arquitetura, a expectativa se volta mais uma vez para aquela que é amplamente considerada a maior honraria da profissão. Fundado em 1979 por Jay Pritzker e gerido pela Fundação Hyatt, o prêmio reconhece um(a) arquiteto(a) vivo(a) cuja obra demonstra uma contribuição consistente e significativa para a humanidade e o ambiente construído.