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Anastasia Elrouss Architects revela três novos projetos residenciais costeiros para Reef Island, no Bahrein

O escritório Anastasia Elrouss Architects, liderado pela arquiteta e ativista Anastasia Elrouss, revelou recentemente três projetos residenciais distintos, porém interconectados, no Reino do Bahrein. As propostas, detalhadas a seguir, demonstram sensibilidade tanto em relação ao contexto local quanto aos desafios ambientais, destacando a abordagem contextual do escritório. Os estudos de caso abaixo detalham as estratégias de projeto arquitetônico empregadas no Inverted Pyramid, nas Reef Lagoon Miniature Villas e nas White Road Villas, todos localizados em áreas costeiras de Reef Island, no Bahrein.

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Renaissance Center de Detroit será reimaginado como destino de uso misto na orla, nos Estados Unidos

A General Motors e a Bedrock apresentaram uma proposta ousada de US$ 1,6 bilhão para reimaginar o icônico Renaissance Center de Detroit e os 27 acres no entorno ao longo da orla do rio Detroit. O plano visa transformar o marco dos anos 1970 em um complexo dinâmico de uso misto voltado a habitação, escritórios e entretenimento. A proposta inclui a demolição de duas torres de 39 andares do complexo deamp;nbsp;cinco arranha-céus, liberando uma área valiosa na orla para novos projetos, sem descaracterizar a famosa silhueta urbana da cidade.

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Uma Máquina de Viver Urbana para o Bem Comum: Edifícios de Serviços Municipais em Hong Kong

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Em Delirious New York, Rem Koolhaas discute de forma vívida o Downtown Athletic Club, um exemplo marcante de como o exterior despretensioso de um edifício pode ocultar uma vibrante mistura de programas distintos e independentes. Por trás da fachada uniforme desse arranha-céu, um clube atlético privado abriga uma gama eclética de instalações — academias de boxe ao lado de bares de ostras e campos de golfe internos sob piscinas —, todas segregadas, porém altamente acessíveis. O Downtown Athletic Club sintetizou o dinamismo dos arranha-céus de Nova York na época, exibindo o fascínio do capitalismo por meio de um mundo de lazer seletivo e voltado para si, repleto de privilégios para um grupo seleto. Essa "máquina de programas" operava de forma independente da cidade externa, como um ecossistema isolado dentro de suas paredes. No entanto, cabe perguntar: poderia um modelo semelhante, projetado para uso público, criar uma experiência de comunidade e vizinhança mais inclusiva e viva? Isso ativaria o edifício em seu interior, em vez de servir apenas a elites selecionadas, além de influenciar e transformar o tecido urbano e as formas ao seu redor. Em Hong Kong, um paralelo distante pode ser traçado com os Edifícios de Serviços Municipais (MSBs) — estruturas financiadas pelo setor público que atendem à comunidade ao integrar diversas funções em uma única e vasta massa edificada, de forma muito semelhante ao Downtown Athletic Club.

Uma Máquina de Viver Urbana para o Bem Comum: Edifícios de Serviços Municipais em Hong Kong - Image 1 of 4Uma Máquina de Viver Urbana para o Bem Comum: Edifícios de Serviços Municipais em Hong Kong - Image 2 of 4Uma Máquina de Viver Urbana para o Bem Comum: Edifícios de Serviços Municipais em Hong Kong - Image 3 of 4Uma Máquina de Viver Urbana para o Bem Comum: Edifícios de Serviços Municipais em Hong Kong - Image 4 of 4Uma Máquina de Viver Urbana para o Bem Comum: Edifícios de Serviços Municipais em Hong Kong - Mais Imagens+ 15

Você tem o que é preciso para reimaginar o mercado imobiliário e a vida urbana ao estilo Harvard?

O Advanced Management Development Program (AMDP) consolida-se como o principal programa de liderança de Harvard para profissionais e executivos/as seniores do mercado imobiliário, oferecendo uma oportunidade única de reformular perspectivas sobre a evolução do ambiente construído. Voltado para profissionais de alto nível e líderes de empresas, o programa tem duração de apenas um ano, sendo cinco semanas vivenciadas no campus de Harvard, culminando no cobiçado título de ex-aluno/a da instituição. Como bem definiu um/a recém-formado/a: "Eu descreveria o programa como um curso intensivo sobre como pensar de forma diferente e, acima de tudo, uma oportunidade de encontrar pessoas inspiradoras na turma que buscam o mesmo objetivo".

O Museu das Emoções: Como os/as vencedores/as da Buildner dão vida aos sentimentos

A Buildner anunciou os resultados da quinta edição do seu concurso Museum of Emotions (Museum of Emotions Competition Edition 5). O Museum of Emotions é uma competição anual de projeto que desafia os/as participantes a explorar o potencial da arquitetura como ferramenta para evocar emoções.

Finlandia Hall de Alvar Aalto reabre em Helsinque após ampla reforma liderada por Arkkitehdit NRT

Projetado originalmente pelo/a arquiteto/a e designer modernista Alvar Aalto em 1971, o Finlandia Hall é uma das obras de arquitetura modernista mais importantes de Helsinque. No início de 2022, teve início um amplo projeto de renovação liderado pelo escritório de arquitetura finlandês Arkkitehdit NRT, com o objetivo de tornar o espaço mais acessível ao público geral e oferecer novos serviços, respeitando o projeto original de Alvar Aalto. Após três anos de obras, o Finlandia Hall reabre oficialmente no sábado, 4 de janeiro de 2025.

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BBC inclui Lesley Lokko entre as 100 mulheres mais influentes de 2024

Lesley Lokko, acadêmica, escritora e curadora ganesa-escocesa, foi nomeada uma das 100 mulheres mais influentes de 2024 pela BBC. A prestigiada lista destaca mulheres de todo o mundo reconhecidas por sua resiliência e por suas contribuições para impulsionar mudanças em seus respectivos campos de atuação. A inclusão de Lokko reflete seu trabalho pioneiro na educação em arquitetura, seu compromisso com a diversidade e a inclusão, e seu foco em enfrentar desafios globais como a descolonização e a descarbonização.

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Da pátina ao propósito: 15 projetos que exploram o aço Corten como elemento de design

No projeto arquitetônico, os materiais transmitem narrativas, moldando a forma como os espaços são percebidos e vivenciados. O aço patinável, frequentemente conhecido por sua marca registrada que se tornou genérica, o aço Corten, destaca-se por sua capacidade de evoluir, transformando-se em um meio que conta sua própria história. Trata-se de um grupo de ligas de aço que desenvolvem uma camada externa estável de ferrugem, a qual dispensa a necessidade de pintura para proteção do metal, ao mesmo tempo que lhe permite transformar-se ao longo do tempo. Sua pátina envelhecida funciona como mais do que um escudo funcional; torna-se uma linguagem estética, um testemunho da interação entre arquitetura e natureza. Essa superfície em constante mutação conecta o efêmero e o duradouro, oferecendo a arquitetos e arquitetas um material que se torna mais rico com o passar do tempo.

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O que é arquitetura low-tech: comparando as abordagens de Shigeru Ban e Yasmeen Lari

O conceito de arquitetura de baixa tecnologia reconhece o impacto das tecnologias e práticas construtivas intensivas em carbono e propõe uma alternativa: a redescoberta de soluções práticas, racionais e localmente adaptadas que dependem de estratégias de projeto inteligentes, em vez de sistemas de alto consumo energético, para garantir um ambiente seguro e confortável. Longe de ser um retrocesso, o conceito permanece aberto a inovações, mas busca reequilibrar a dependência da indústria em relação à mecanização. Dessa forma, privilegia-se uma arquitetura de menos componentes, com dependência minimizada de soluções de alta tecnologia e preferência por materiais com baixo carbono incorporado.

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Criando arquitetura em tempos incivis: em conversa com Ali Karimi, da Civil Architecture

A Península Arábica representa um dos principais exportadores e consumidores de combustíveis fósseis do mundo, uma realidade econômica que influencia as visões de futuro da região e, implicitamente, o papel da arquitetura e do urbanismo nesses cenários. No entanto, diversos escritórios emergentes vêm contestando essas narrativas, recorrendo à pesquisa contextual para reformular a produção arquitetônica local. Entre eles, o estúdio de prática cultural Civil Architecture vem ganhando reconhecimento por seus trabalhos provocativos, que exploram narrativas alternativas para a identidade do Oriente Médio. Durante sua passagem pelo Bahrein, Christele Harrouk, do ArchDaily, teve a oportunidade de conversar com Ali Karimi, que, junto a Hamed Bukhamseen, fundou o Civil Architecture. Na entrevista em vídeo, eles debatem a prática da arquitetura na região do Golfo e a abordagem do escritório focada em narrativa e pesquisa.

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Do concreto aos dosséis verdes: revitalizando cidades por meio do design natural

A jornada em direção à renaturalização dos espaços urbanos é um esforço contínuo que começou já na década de 1970 e continua a moldar cidades em todo o mundo hoje. Desde a transformação de rodovias em parques vibrantes até a restauração de cursos d'água e a integração da natureza ao planejamento urbano, esses projetos refletem um compromisso compartilhado com a sustentabilidade, a habitabilidade e a resiliência. Em Portland, a criação do Tom McCall Waterfront Park em 1978 estabeleceu um exemplo pioneiro ao substituir uma via expressa por áreas verdes. Décadas mais tarde, Boston seguiu o exemplo com a Rose Kennedy Greenway, recuperando o terreno antes ocupado pela via expressa elevada Central Artery.

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Descubra o Academy Museum of Motion Pictures pelas lentes de Paul Clemence

Nesta temporada do Oscar, o fotógrafo Paul Clemence voltou suas lentes para o Academy Museum of Motion Pictures, a instituição mais famosa dedicada à arte e à ciência do cinema. Projetado e revitalizado pelos escritórios Gensler e Renzo Piano Building Workshop, o edifício está localizado na famosa "Miracle Mile", em Los Angeles, abrindo-se para vistas panorâmicas de Hollywood. Este ano, o museu abriu o seu terraço na cobertura para o Oscars Night at the Museum, um evento exclusivo em comemoração à 96ª edição do Oscar.

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Projetos de Uso Temporário Ativando o Espaço Público: Lições de Pop Brixton e Peckham Levels em Londres, Reino Unido

Um "espaço temporário" (ou *meanwhile space*) refere-se à ocupação provisória de uma área ociosa — seja uma loja vazia, um edifício desativado ou um terreno aguardando redesenvolvimento. O conceito gira em torno do aproveitamento produtivo dessas áreas durante o período de transição, antes que um uso definitivo seja estabelecido. Trata-se, essencialmente, de dar vida ao intervalo, transformando espaços subutilizados em locais vibrantes e funcionais durante períodos de incerteza ou transição.

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Sobre a nova vida dos edifícios: conceitos, reflexões e projetos de reúso adaptativo de 2024

Falar sobre reutilização adaptativa envolve explorar múltiplos campos de atuação e disciplinas, interpretar perspectivas e opiniões contrapostas de diferentes atores, e até mesmo impulsionar a reativação ou revitalização de certos espaços em prol das comunidades. Embora nos últimos anos tenham surgido notáveis projetos de conversão de fábricas e galpões industriais, bem como transformações de estruturas industriais em escritórios modernos, a reutilização adaptativa de edificações existentes continuou a evoluir e a se expandir com cada vez mais intervenções em nível global ao longo de 2024, buscando melhorar a qualidade de vida dos habitantes e, além disso, contribuir para a preservação do meio ambiente.

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Conservando o Modernismo Negro: Uma Iniciativa para Preservar o Patrimônio Arquitetônico Afro-Americano nos Estados Unidos

A iniciativa Conserving Black Modernism, da Getty Foundation, lançada em 2022, representa um esforço fundamental para preservar e celebrar as contribuições arquitetônicas de arquitetos/as afro-americanos/as no movimento modernista. Essa iniciativa, realizada em parceria com o African American Cultural Heritage Action Fund, do National Trust for Historic Preservation, visa corrigir lacunas históricas e garantir que o legado desses/as arquitetos/as pioneiros/as seja protegido para as futuras gerações. Ao longo de três ciclos de financiamento, de 2023 a 2025, o programa apoia o planejamento de conservação, o treinamento profissional e a difusão de narrativas para destacar a importância cultural e arquitetônica desses locais.

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A Pegada Ecológica dos Data Centers: O Dilúvio de um Futuro Digital

Este artigo é o texto vencedor do Epistle Writing Prize 2024, uma competição anual dedicada a reconhecer trabalhos de escrita excepcionais sobre design, arquitetura e meio ambiente.

Podemos estar na era da nuvem digital — por mais celestial ou etérea que ela pareça —, mas ela não apenas é incontestavelmente material, como também constitui uma poderosa força ecológica. Atualmente, os data centers são usinas gigantescas das indústrias modernas de informação, comunicação e tecnologia, abrigando servidores colossais que armazenam e processam dados. Embora sua proliferação seja, de certa forma, uma consequência de nossos padrões de consumo, à medida que a demanda global pelo meio digital cresce, a pegada ecológica dos data centers expande-se na mesma proporção.

Conheça os vencedores do concurso de ATHIS promovido pelo CAU/AM

O Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Amazonas (CAU/AM) anunciou os vencedores do Concurso de Ideias ATHIS - Prêmio Arquiteto e Urbanista Zezéu Ribeiro, que buscava promover projetos de assistência técnica em habitação de interesse social (ATHIS). A iniciativa tem como objetivo principal enfrentar os desafios habitacionais de comunidades vulneráveis no estado, através de soluções arquitetônicas acessíveis, inovadoras e socialmente responsáveis.

Os projetos vencedores destacaram-se por sua abordagem sensível e contextualizada às necessidades locais, incorporando princípios de sustentabilidade, participação comunitária e uso eficiente de recursos. Com foco em melhorias habitacionais, regularização fundiária e qualificação de espaços urbanos, as propostas alinham-se aos objetivos do programa ATHIS, instituído pela Lei Federal 11.888/2008, que assegura assistência técnica gratuita a famílias de baixa renda.

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A ilusão do controle na cidade contemporânea

A busca por reflexões sobre a cidade contemporânea invariavelmente esbarra nas limitações colocadas pelos métodos do Movimento Moderno. As ciências clássicas e seus métodos deterministas, que orientaram — e ainda orientam — o urbanismo desse tempo, descrevem os fenômenos do mundo por meio de relações fortes de causalidade e, consequentemente, os define em leis universais redutoras, que excluem contradições e incertezas. O resultado frequente dessas perspectivas é um mundo idealizado e mecanicista, que nega as complexidades da natureza real de fenômenos, como por exemplo, as cidades.

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Densidade maximizada: como os espaços de co-living fazem mais com menos

O crescimento populacional e a alta vertiginosa nos preços dos imóveis impõem desafios significativos à habitação urbana. Em uma busca urgente por opções de moradia acessíveis, os espaços de co-living surgiram como uma solução criativa, oferecendo condições de vida de qualidade por meio de estratégias inteligentes de otimização do espaço. Ao implementar técnicas de design inovadoras, essas comunidades residenciais compartilhadas maximizam cada metro quadrado para criar espaços funcionais dentro de áreas compactas.

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As cidades mais habitáveis do mundo em 2024: descubra os locais com melhor qualidade de vida globalmente

A busca pela cidade ideal há muito tempo é tema de debate entre arquitetos/as e urbanistas. Além da identidade estética e do patrimônio cultural, a qualidade de vida representa talvez o indicador mais importante nessa busca. Este ano, a Economist Intelligence Unit (EIU), empresa irmã da publicação The Economist, divulgou seu Global Liveability Index 2024, destacando as cidades que se sobressaem nessa jornada contínua. Pelo terceiro ano consecutivo, Viena foi eleita a cidade mais habitável do mundo. Cidades europeias como Copenhague, Zurique e Genebra também ocupam posições de destaque, devido às suas populações menores, que contribuem para baixos índices de criminalidade e menor congestionamento. Em comparação ao ranking de 2023, os índices de cidades norte-americanas e australianas foram prejudicados pela atual crise habitacional.

A avaliação classifica 173 cidades de todo o mundo. Cada município recebe uma pontuação com base em 30 fatores qualitativos e quantitativos distribuídos em cinco categorias: estabilidade, saúde, cultura e meio ambiente, educação e infraestrutura. As notas baseiam-se em dados externos, analistas internos e colaboradores/as locais. A categoria de estabilidade registrou a maior queda, reflexo do aumento de protestos e conflitos armados. Na extremidade oposta da lista, a cidade de Damasco, na Síria, continua classificada como a menos habitável da pesquisa, seguida por Trípoli, na Líbia, evidenciando uma grave instabilidade.

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Yoshio Taniguchi, arquiteto por trás da renovação do MoMA, falece aos 87 anos

Yoshio Taniguchi, o renomado arquiteto responsável pelo redesenho do Museum of Modern Art (MoMA) de Nova York e de outros célebres marcos culturais, faleceu aos 87 anos em decorrência de uma pneumonia. Conhecido por seus projetos minimalistas que enfatizam a clareza e a simplicidade, o trabalho de Taniguchi inclui a expansão do MoMA concluída em 2004, a Ala Heisei Chishinkan do Museu Nacional de Kyoto e o Museu Municipal de Arte de Toyota. Seus projetos são caracterizados por um profundo respeito ao espaço e à proporção, permitindo que a arte em seu interior assuma o papel de protagonista.

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Reimaginando modelos de coabitação: 4 projetos que destacam a arquitetura cooperativa

O Dia Internacional das Cooperativas, comemorado anualmente no primeiro sábado de julho, é uma oportunidade para conscientizar e celebrar o cooperativismo. Celebrado nesta data pelas Nações Unidas desde 1992, o cooperativismo é um movimento social e econômico que capacita indivíduos e comunidades por meio da criação de empreendimentos de propriedade coletiva e geridos de forma democrática por seus membros. O tema deste ano é "Cooperativas: Parceiras para um Desenvolvimento Sustentável Acelerado". Além de destacar o papel fundamental que as cooperativas desempenham no alcance dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, o lema também enfatiza a tipologia singular das cooperativas na exploração de novas formas de vida coletiva. Pautadas pelo crescimento comunitário, as cooperativas apostam no desenvolvimento comum, priorizando as pessoas e apoiando-as na melhoria do bem-estar coletivo.

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Dos movimentos de design aos materiais: reflexões sobre as exposições de arquitetura em 2024

Ao refletir sobre 2024, observa-se que inúmeras exposições de arquitetura foram inauguradas pelo mundo, abordando variados temas, formatos expográficos e arquitetos/as de destaque. O projeto arquitetônico e a prática profissional influenciam nosso cotidiano de maneiras sutis e muitas vezes imperceptíveis, nas quais os/as usuários/as finais aceitam os ambientes construídos tais como são. Essa reação pode decorrer de uma combinação de fatores, como o sentimento de impotência para promover mudanças significativas após a construção de um edifício ou a experiência de crescer em ambientes sobre os quais as pessoas tiveram pouca ou nenhuma autonomia de transformação. Por essas razões, as exposições de arquitetura cumprem um papel fundamental, oferecendo à sociedade a oportunidade de pausar, refletir e examinar criticamente a infinidade de questões que surgem durante o processo de projeto e construção. Esses temas muitas vezes são negligenciados ou precisam de maior reconhecimento, uma vez que os/as profissionais da área tendem a priorizar a entrega de projetos em prazos rígidos em detrimento de reflexões mais profundas.

Em 2024, museus, galerias e curadores/as responderam aos desafios em constante evolução do ambiente construído por meio de diversas abordagens. Algumas exposições questionaram a ética dos materiais de construção e as práticas por trás das cadeias de suprimentos, chamando a atenção para as implicações mais amplas das escolhas materiais. Outras focaram em documentar movimentos arquitetônicos pelo mundo, enfatizando sua relevância cultural e histórica e a necessidade urgente de preservar e adaptar em vez de substituir por novas construções. Esses esforços destacam o papel das exposições na conscientização sobre questões urgentes, ao mesmo tempo em que fomentam um diálogo mais crítico sobre a disciplina arquitetônica.

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Inovações no espaço público: jardins, praças e parques paisagísticos de 2024

Na busca por expandir e atrair novas experiências naturais para o centro das cidades, o design, o planejamento e a revitalização de determinados espaços urbanos acompanham uma série de estratégias que visam melhorar a qualidade de vida de sua população e manter uma conexão com la natureza enraizada na paisagem local. Por meio de soluções técnicas de tratamento de efluentes e drenagem de águas pluviais, mejoras na acessibilidade, incorporação de atividades recreativas e introdução de vegetação nativa, entre outras ações, inúmeros parques, praças e jardins integram-se aos tecidos urbanos e rurais. O objetivo é filtrar a poluição e purificar o ar, enfrentar problemáticas sociais e promover experiências que estimulem as relações entre a natureza, a biodiversidade e a sociedade.

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