1. ArchDaily
  2. Artigos

Artigos

O Projeto como Argumento: O que é o Pensamento Arquitetônico?

Acesso exclusivo | 

A arquitetura é moldada não apenas por edifícios, mas pelas ideias que os tornam possíveis. Antes das restrições do capital, das regulamentações e das contratações, existe um momento em que a arquitetura tem a permissão de pensar em voz alta. O primeiro confronto com esse momento fértil costuma ocorrer no ambiente acadêmico, na tese. Não se trata de um mero requisito para a graduação, mas de um espaço de liberdade especulativa onde a arquitetura formula hipóteses, constrói argumentos e testa posicionamentos.

Para muitas pessoas, é também a primeira oportunidade de pensar além da estrutura dos programas acadêmicos — uma chance inédita de explorar algo mais pessoal, irresoluto ou até mesmo irracional. Embora seja frequentemente vista como um ponto de chegada, a tese é melhor compreendida como um ponto de partida: o primeiro engajamento com a arquitetura como uma forma de raciocínio, onde o projeto ainda não é uma resposta, mas uma pergunta.

O Projeto como Argumento: O que é o Pensamento Arquitetônico? - 1 的图像 4O Projeto como Argumento: O que é o Pensamento Arquitetônico? - 2 的图像 4O Projeto como Argumento: O que é o Pensamento Arquitetônico? - 3 的图像 4O Projeto como Argumento: O que é o Pensamento Arquitetônico? - 4 的图像 4O Projeto como Argumento: O que é o Pensamento Arquitetônico? - Mais Imagens+ 27

Moldando o futuro dos espaços culturais no NEXT IN Summit 2025

Nos dias 23 e 24 de abril de 2025, no Campus ACCIONA, a segunda edição do NEXT IN Summit, organizada pela ACCIONA Living & Culture, reuniu líderes globais em museologia, arquitetura e arte. Inaugurado com a presença do prefeito de Madri, José Luis Martínez Almeida, o evento destacou as melhores práticas em projeto, gestão e inovação de espaços culturais. Figuras de destaque, como o arquiteto David Chipperfield, Glenn D. Lowry, diretor do MoMA, o artista digital Rafael Lozano-Hemmer e Mariët Westermann, diretora e CEO do Solomon R. Guggenheim Museum, lideraram as discussões sobre o futuro das instituições culturais.

A Cidade como Laboratório de Processos: Uma Década de Experimentação Urbana com o Concéntrico

Acesso exclusivo | 

À medida que as cidades continuam a se desenvolver, observamos abordagens cada vez mais bem planejadas, meticulosamente executadas e rigidamente regulamentadas para moldar os centros urbanos e seus espaços adjacentes — para o bem e para o mal. Conforme os códigos, restrições e diretrizes se aprimoram e se tornam mais rigorosos, os ambientes urbanos tornam-se mais seguros, equilibrados e menos propensos a surpresas. No entanto, o outro lado dessa moeda é que distritos altamente controlados podem tender a uma ordem excessiva e à higienização, desfazendo-se do caráter informal e cumulativo que outrora gerava becos, espaços residuais e sequências inesperadas de movimento — condições muitas vezes nascidas da constante improvisação comunitária nas zonas cinzentas da regulamentação.

Em resposta a isso, um número crescente de iniciativas em todo o mundo propõe instalações urbanas temporárias que testam futuros alternativos para as cidades. Essas intervenções buscam provocar um diálogo entre o que a cidade é e o que ela poderia oferecer às suas comunidades por meio de práticas espaciais reflexivas e específicas de cada contexto. Um exemplo notável é o Concéntrico, festival internacional em Logroño, Espanha, concebido como um laboratório de inovação urbana. Comemorando sua décima edição, o festival está prestes a publicar Concéntrico: Urban Innovation Laboratory, um livro que traça um panorama de uma década de desenho urbano e transformação coletiva moldados ao longo de suas sucessivas edições. O lançamento é acompanhado por uma turnê internacional voltada a compartilhar uma década de aprendizados sobre transformação e design coletivos.

A Cidade como Laboratório de Processos: Uma Década de Experimentação Urbana com o Concéntrico - Image 1 of 4A Cidade como Laboratório de Processos: Uma Década de Experimentação Urbana com o Concéntrico - Image 2 of 4A Cidade como Laboratório de Processos: Uma Década de Experimentação Urbana com o Concéntrico - Image 3 of 4A Cidade como Laboratório de Processos: Uma Década de Experimentação Urbana com o Concéntrico - Image 4 of 4A Cidade como Laboratório de Processos: Uma Década de Experimentação Urbana com o Concéntrico - Mais Imagens+ 32

A precisão de um único gesto: Coleção HUM de Philippe Malouin para a QuadroDesign

Acesso exclusivo | 

Comunicar uma ideia utilizando apenas o essencial é um desafio muito maior do que costuma parecer. Dos haicais japoneses às esculturas refinadas de Constantin Brâncuși, muitas expressões artísticas têm buscado condensar o máximo de significado com o mínimo de elementos. Essa economia de forma não é um sinal de escassez, mas de intensidade: cada traço, cada palavra, cada silêncio ganha peso. Há algo de intrinsecamente atraente naquilo que se apresenta de forma simples e bem resolvida, seja um texto que não desperdiça palavras, um/a tenista que se move com gestos intencionais ou uma melodia que é ao mesmo tempo direta e inesperadamente profunda.

Esse mesmo princípio, que transcende diferentes linguagens artísticas, reverbera profundamente no design contemporâneo. Ao serem reduzidos ao essencial, móveis ou objetos cotidianos revelam uma beleza que surge da precisão e transcende sua própria função. Isso fica evidente em HUM, a nova coleção de torneiras desenvolvida pelo designer Philippe Malouin para a QuadroDesign, na qual um simples gesto se transforma em uma linguagem completa.

Paisagens Lúdicas e Imaginação Pública: O Brincar Ambíguo na Vida Urbana de Hong Kong

Acesso exclusivo | 

Quando pensamos em cidades e vida urbana, costumamos focar em infraestrutura, cultura, comércio, vida noturna e densidade. Em metrópoles que parecem oferecer uma infinidade de atividades — especialmente para adultos —, o brincar raramente entra em pauta. No entanto, o ato de brincar deve ser considerado parte vital da vida urbana. O brincar influencia diretamente a maneira como moldamos nossas futuras cidades, a começar pela forma como as crianças interagem com seus ambientes. A experiência lúdica e, mais especificamente, o desenho e a presença de parquinhos infantis deixam marcas duradouras no desenvolvimento dos jovens nas cidades. Esses espaços constituem a primeira conexão física da criança com a paisagem urbana. Sendo assim, o brincar merece muito mais atenção nos debates sobre bem-estar urbano, habitabilidade e projeto do espaço público.

Paisagens Lúdicas e Imaginação Pública: O Brincar Ambíguo na Vida Urbana de Hong Kong - Imagem 1 de 4Paisagens Lúdicas e Imaginação Pública: O Brincar Ambíguo na Vida Urbana de Hong Kong - Imagem 2 de 4Paisagens Lúdicas e Imaginação Pública: O Brincar Ambíguo na Vida Urbana de Hong Kong - Imagem 3 de 4Paisagens Lúdicas e Imaginação Pública: O Brincar Ambíguo na Vida Urbana de Hong Kong - Imagem 4 de 4Paisagens Lúdicas e Imaginação Pública: O Brincar Ambíguo na Vida Urbana de Hong Kong - Mais Imagens+ 13

Intervenções contextuais e a valorização do patrimônio: explore a arquitetura do 24 Grados em Honduras

Acesso exclusivo | 

Como a arquitetura pode devolver a relevância a lugares esquecidos? Que diálogos podem surgir quando edifícios e paisagens são tratados não como telas em branco, mas como camadas de memória, identidade e potencial? Para o escritório de arquitetura hondurenho 24 Grados, essas perguntas moldam uma abordagem enraizada na adaptação, no reuso e no desenho contextual. Seus projetos variam desde a restauração de antigas praças espanholas e centros culturais até intervenções em parques naturais e vilas costeiras em Honduras. Cada projeto se apoia na crença de que o desenho pode tecer novamente as relações entre as pessoas, o lugar e o patrimônio.

Intervenções contextuais e a valorização do patrimônio: explore a arquitetura do 24 Grados em Honduras - 1 的图像 4Intervenções contextuais e a valorização do patrimônio: explore a arquitetura do 24 Grados em Honduras - 2 的图像 4Intervenções contextuais e a valorização do patrimônio: explore a arquitetura do 24 Grados em Honduras - 3 的图像 4Intervenções contextuais e a valorização do patrimônio: explore a arquitetura do 24 Grados em Honduras - 4 的图像 4Intervenções contextuais e a valorização do patrimônio: explore a arquitetura do 24 Grados em Honduras - Mais Imagens+ 18

Obra do Ano 2025: O prêmio de melhor arquitetura do ArchDaily en Español

Acesso exclusivo | 

Em 2025, celebramos a décima sexta edição do nosso prêmio Obra do Ano, o maior reconhecimento do mundo da arquitetura na América Latina e Espanha, no qual os vencedores são escolhidos por votação. A partir de hoje, terça-feira, 18 de março, você e todos os nossos leitores e leitoras serão responsáveis por determinar quais foram as obras que, durante 2024, nos inspiraram e que hoje representam fielmente a identidade dos nossos contextos locais.

Nas próximas três semanas, a inteligência coletiva dos nossos leitores e leitoras selecionará centenas de projetos construídos em países de língua espanhola — Argentina, Bolívia, Chile, Colômbia, Costa Rica, Cuba, Equador, El Salvador, Espanha, Guatemala, Honduras, México, Nicarágua, Panamá, Paraguai, Peru, Porto Rico, República Dominicana, Venezuela e Uruguai.

Os edifícios deveriam ser projetados para se decompor?

Acesso exclusivo | 

Os edifícios são físicos, estáticos e permanentes. Imaginá-los de outra maneira costuma exigir um esforço de criatividade. A indústria tem operado sob essa forte associação entre estruturas e permanência, limitando, sem perceber, as perspectivas sobre o ciclo de vida das construções. Inovações em materiais de construção abriram caminhos para o design circular, desafiando a antiga noção de que os edifícios devem durar indefinidamente. Abordagens emergentes promovem uma arquitetura que acompanha o fluxo e o refluxo da natureza.

Os edifícios deveriam ser projetados para se decompor? - 1 的图像 4Os edifícios deveriam ser projetados para se decompor? - 2 的图像 4Os edifícios deveriam ser projetados para se decompor? - 3 的图像 4Os edifícios deveriam ser projetados para se decompor? - 4 的图像 4Os edifícios deveriam ser projetados para se decompor? - Mais Imagens+ 1

Retomando a narrativa: Uma nova geração de museus na África Ocidental

Acesso exclusivo | 

À medida que os países da África se libertavam do colonialismo em meados do século XX, muitos expressaram suas identidades independentes por meio da arquitetura. Esse processo continua várias décadas depois, exemplificado por diversos novos museus na África Ocidental, recém-concluídos ou em fase de planejamento. Embora variem em propósito e forma, essas instituições compartilham objetivos comuns: responder à necessidade de restituição de inúmeros artefatos saqueados durante o período colonial e mantidos majoritariamente em museus europeus; e definir um modelo de museu com identidade local, em contraposição a uma importação descontextualizada.

Retomando a narrativa: Uma nova geração de museus na África Ocidental - 1 的图像 4Retomando a narrativa: Uma nova geração de museus na África Ocidental - 2 的图像 4Retomando a narrativa: Uma nova geração de museus na África Ocidental - 3 的图像 4Retomando a narrativa: Uma nova geração de museus na África Ocidental - 4 的图像 4Retomando a narrativa: Uma nova geração de museus na África Ocidental - Mais Imagens+ 12

A Temperatura da Desigualdade: Repensando as Superfícies Urbanas para um Clima em Transformação

Acesso exclusivo | 

As cidades reúnem o melhor e o pior da condição humana. Elas concentram oportunidades de trabalho, redes sociais e produção cultural, mas também expõem profundas desigualdades sociais. Entre as muitas formas de exclusão urbana estão o acesso limitado ao transporte, à moradia, ao lazer ou a questões de segurança. Uma vertente raramente debatida é a desigualdade térmica. Em bairros de menor renda, onde há menos árvores, parques e superfícies permeáveis, o calor se acumula e o desconforto térmico predomina, resultando em maior consumo de energia e riscos à saúde. À medida que cresce a preocupação com a crise climática, essa discussão se torna mais urgente: o calor extremo já não é apenas um fenômeno climático, mas também uma expressão espacial da desigualdade.

Redefinindo edifícios inteligentes por meio da IA e da inovação de baixo carbono

Acesso exclusivo | 

A humanidade raramente aceita grandes transformações de imediato, sendo muitas vezes freada pelo medo, pelo ceticismo ou pelo apego ao que já funciona. A prensa de Gutenberg despertou o temor da desinformação; a eletrificação urbana gerou alertas por parte de médicos; e a informatização dos escritórios acendeu preocupações sobre a desvalorização da experiência humana. Tais rupturas frequentemente provocam resistência, mas tendem a abrir espaço para a reflexão crítica e para a inovação.

Hoje, com a ascensão da inteligência artificial e a rápida sucessão de inovações tecnológicas, vivemos mais um desses pontos de inflexão. O debate é amplo, inevitável e, como sempre, necessário. Na TRUE Conference 2025, realizada pela Midea Building Technologies (MBT), essa discussão assume dimensões práticas e estratégicas ao articular os avanços digitais a metas tangíveis de sustentabilidade, eficiência e qualidade de vida.

Além da Imagem: Repensando a Arquitetura na Era da IA

Acesso exclusivo | 

© Ulises (@ulises.studio)

A inteligência artificial está se tornando uma presença inegável em nosso cotidiano. Ela ensina, gera conteúdo e rompe as frágeis fronteiras—tanto visuais quanto imaginativas—que antes governavam nossas interações nas redes sociais. Em plataformas como o Instagram, testemunhamos uma enxurrada de imagens onde todo tipo de exercício especulativo é compartilhado livremente, recalibrando nossa compreensão da relação entre arquitetura e imagem. Em meio a essa transformação, profissões inteiras se veem em terreno incerto, à medida que a IA passa a desafiar áreas antes definidas pela expertise humana.

No entanto, sob essa aparente abundância reside o núcleo opaco da IA de código fechado: uma caixa-preta algorítmica que sistematicamente oculta as origens dos dados que consome. Como resultado, suas produções estão inevitavelmente sujeitas a distorções fatuais, anacronismos e vieses sutis ou manifestos. Esse mesmo mecanismo pode esvaziar o significado por trás das linguagens e assinaturas estilísticas de nomes canônicos da arquitetura—manifestando-se, por exemplo, em visões geradas por IA que especulam como projetistas renomados, vivos ou falecidos, poderiam ter reimaginado a Torre Eiffel. Compartilhamos uma dessas imagens para observar e compreender melhor como as pessoas—especialmente arquitetos e arquitetas—respondem às possibilidades e limitações atuais da IA, e às maneiras como ela mimetiza a intenção arquitetônica. A reação foi fascinante, revelando uma mistura de curiosidade, preocupação e reflexão crítica.

Quando os/as arquitetos/as projetam o tempo: Tadao Ando e o significado da juventude

Tadao Ando uniu forças com a Cauny para desenhar o mais recente relógio da série The Architects of Time. Trata-se de uma coleção de relógios desenhada por alguns dos principais nomes da arquitetura de nosso tempo—uma iniciativa que a marca quase centenária lançou em 2019 com ninguém menos que Álvaro Siza. De lá para cá, a coleção provou ser uma verdadeira consagração de laureados pelo Prêmio Pritzker: Siza, Rafael Moneo, Eduardo Souto de Moura e, este ano, Tadao Ando.

O apelo atemporal do modernismo na tecnologia e na arquitetura digital

Acesso exclusivo | 

O Modernismo, movimento que buscou romper com as formas tradicionais e abraçar o futuro, lançou as bases para diversos avanços tecnológicos e digitais na arquitetura contemporânea. À medida que a Revolução Industrial trazia a produção em massa, novos materiais e inovações tecnológicas, nomes da arquitetura como Le Corbusier, Walter Gropius e Mies van der Rohe defenderam o princípio de que a "forma segue a função" e uma abordagem racional do projeto. Seus preceitos ressoam na era digital, na qual o projeto computacional e os materiais de alta tecnologia redefinem a forma e a construção.

Os ideais modernistas do século XX — eficiência, simplicidade e funcionalidade — criaram uma base para que arquitetos/as experimentassem a clareza estrutural e a honestidade dos materiais. A arquitetura high-tech, surgida no final do século XX, evoluiu a partir desses princípios, fundindo as linhas limpas do modernismo com engenharia e tecnologia avançadas. Isso abriu caminho para o parametricismo e para os processos de projeto baseados em algoritmos, revolucionando a arquitetura e viabilizando formas complexas anteriormente consideradas impossíveis.

O apelo atemporal do modernismo na tecnologia e na arquitetura digital - 1 的图像 4O apelo atemporal do modernismo na tecnologia e na arquitetura digital - 2 的图像 4O apelo atemporal do modernismo na tecnologia e na arquitetura digital - 3 的图像 4O apelo atemporal do modernismo na tecnologia e na arquitetura digital - 4 的图像 4O apelo atemporal do modernismo na tecnologia e na arquitetura digital - Mais Imagens+ 45

Por que sentar no cais da baía? Projetando limiares para a água

Acesso exclusivo | 

Docas e portos são espaços liminares onde a margem marca o encontro da terra com a água, e servem como um espaço de convergência para a cultura, a indústria e a comunidade. Para quem trabalha no mar, da pesca comercial à operação de transporte de carga, a doca é um limiar entre o trabalho e o descanso, entre a incerteza oceânica e a estabilidade terrestre. Para outras pessoas, funciona como uma porta de entrada para o lazer, o esporte e a aventura, abrigando desde clubes de remo a passeios de veleiro em família. E para tantas pessoas que nunca sobem a bordo, a doca oferece uma conexão profunda com o ambiente marinho, onde é possível pausar, observar e sintonizar-se com o ritmo das marés.

Por que sentar no cais da baía? Projetando limiares para a água - 1 的图像 4Por que sentar no cais da baía? Projetando limiares para a água - 2 的图像 4Por que sentar no cais da baía? Projetando limiares para a água - 3 的图像 4Por que sentar no cais da baía? Projetando limiares para a água - 4 的图像 4Por que sentar no cais da baía? Projetando limiares para a água - Mais Imagens+ 48

Visionários da arquitetura: celebrando ideias não construídas com a seleção de vencedores de 2024 da Buildner

A Buildner anunciou os resultados do Buildner's Unbuilt Award 2024, a edição inaugural de uma nova e instigante série anual que celebra projetos de arquitetura ainda não realizados. Com uma generosa premiação total de 100.000 euros, o concurso oferece uma plataforma para que arquitetos/as e designers apresentem seus projetos não construídos mais inspiradores — sejam eles conceituais, já publicados, inéditos ou totalmente desenvolvidos.

Acesse o site do concurso Buildner's Unbuilt Award 2025 para obter detalhes sobre a edição de 2025, que já está com inscrições abertas.

O impacto dos incêndios florestais nos códigos de construção: reflexões sobre os recentes incêndios em Los Angeles

Acesso exclusivo | 

Faz quase três semanas que teve início um dos incêndios florestais mais devastadores da Califórnia, mobilizando um esforço imenso para combater as chamas e mitigar novos danos. Enquanto as equipes de bombeiros trabalham para conter os focos restantes, a cidade se prepara para as primeiras chuvas significativas de inverno, o que gera preocupações sobre inundações e deslizamentos de terra que podem agravar a destruição já generalizada.

Diante desses desafios, o incêndio desencadeou uma ampla reflexão tanto em nível local quanto global. Surgiram discussões sobre temas como o sistema de seguros, a infraestrutura de combate ao fogo, os recursos hídricos, o papel do aquecimento global nas condições de ventos fortes que propagam as chamas e o impacto do paisagismo, sobretudo o uso de vegetação não nativa.

O impacto dos incêndios florestais nos códigos de construção: reflexões sobre os recentes incêndios em Los Angeles - Imagem 1 de 4O impacto dos incêndios florestais nos códigos de construção: reflexões sobre os recentes incêndios em Los Angeles - Imagem 2 de 4O impacto dos incêndios florestais nos códigos de construção: reflexões sobre os recentes incêndios em Los Angeles - Imagem 3 de 4O impacto dos incêndios florestais nos códigos de construção: reflexões sobre os recentes incêndios em Los Angeles - Imagem 4 de 4O impacto dos incêndios florestais nos códigos de construção: reflexões sobre os recentes incêndios em Los Angeles - Mais Imagens+ 3

A Arquitetura do Comedimento: Quando Escolher Não Construir se Torna Projeto

Acesso exclusivo | 

Em um mundo que enfrenta o esgotamento ecológico e a saturação espacial, o ato de construir passou a representar tanto criação quanto consumo. Durante décadas, o progresso arquitetônico foi medido pelo novo: novos materiais, novas tecnologias, novos monumentos à ambição. Hoje, no entanto, a disciplina é cada vez mais moldada por outra forma de inteligência, que valoriza o que já existe. Profissionais da arquitetura estão aprendendo que fazer menos pode significar projetar mais, e essa mudança marca o surgimento do que se poderia chamar de uma arquitetura da contenção: uma prática definida pelo cuidado, pela manutenção e pela escolha deliberada de não construir.

Esse princípio reconhece que o edifício mais sustentável costuma ser aquele que já está de pé, e que a transformação pode ocorrer por meio da preservação, do reparo ou até mesmo da ausência. Escolher não construir torna-se um ato político e criativo, uma resposta aos limites materiais do planeta e aos limites éticos do crescimento infinito. Essa arquitetura vai além da produção de novas formas para abraçar a continuidade, prolongando a vida útil de estruturas, materiais e memórias que já habitam o mundo.

A Arquitetura do Comedimento: Quando Escolher Não Construir se Torna Projeto - Image 1 of 4A Arquitetura do Comedimento: Quando Escolher Não Construir se Torna Projeto - Image 2 of 4A Arquitetura do Comedimento: Quando Escolher Não Construir se Torna Projeto - Image 3 of 4A Arquitetura do Comedimento: Quando Escolher Não Construir se Torna Projeto - Image 4 of 4A Arquitetura do Comedimento: Quando Escolher Não Construir se Torna Projeto - Mais Imagens+ 33

Quem é Liu Jiakun? 10 coisas que você precisa saber sobre o laureado do Prêmio Pritzker de Arquitetura de 2025

Acesso exclusivo | 

Liu Jiakun, laureado com o Prêmio Pritzker de 2025, passou décadas redefinindo a arquitetura chinesa ao conciliar utopia e função, engajamento social e memória pessoal. Suas obras refletem a vida cotidiana das pessoas comuns, concebidas a partir de uma profunda compreensão do lugar, da cultura e da materialidade. Ao rejeitar a busca por um estilo arquitetônico fixo, Jiakun aposta em uma estratégia em detrimento de uma estética de assinatura, moldando cada projeto a seu contexto e necessidades específicas. Seu trabalho integra a história às demandas urbanas contemporâneas, o coletivismo à experiência individual e a densidade à abertura, oferecendo respostas precisas aos desafios da rápida urbanização.

A abordagem de Jiakun está profundamente enraizada na filosofia chinesa, no bom senso e no artesanato local, garantindo que a arquitetura brote naturalmente de seu entorno em vez de se impor a ele. Seus edifícios refletem uma autenticidade que dialoga tanto com o passado quanto com o presente, evitando gestos grandiosos em favor de espaços que promovem a interação, a espiritualidade e a conexão humana.

Quem é Liu Jiakun? 10 coisas que você precisa saber sobre o laureado do Prêmio Pritzker de Arquitetura de 2025 - Image 1 of 4Quem é Liu Jiakun? 10 coisas que você precisa saber sobre o laureado do Prêmio Pritzker de Arquitetura de 2025 - Image 5 of 4Quem é Liu Jiakun? 10 coisas que você precisa saber sobre o laureado do Prêmio Pritzker de Arquitetura de 2025 - Image 2 of 4Quem é Liu Jiakun? 10 coisas que você precisa saber sobre o laureado do Prêmio Pritzker de Arquitetura de 2025 - Image 3 of 4Quem é Liu Jiakun? 10 coisas que você precisa saber sobre o laureado do Prêmio Pritzker de Arquitetura de 2025 - Mais Imagens+ 18

Como os têxteis moldaram a arquitetura: estruturas pré-históricas para edifícios modernos

Acesso exclusivo | 

Muito antes de a humanidade construir seus primeiros abrigos permanentes, ela descobriu o poder protetor das peles de animais como barreira contra as condições climáticas adversas. Esse princípio fundamental de construir com materiais flexíveis influencia a arquitetura contemporânea, embora muitos dos precedentes históricos tenham se perdido no tempo. Os tecidos serviram como os primeiros elementos arquitetônicos da humanidade, antecedendo métodos de construção antigos, como a alvenaria de pedra. A relação entre os têxteis e o abrigo moldaria toda a história da arquitetura, desde os assentamentos pré-históricos até os arranha-céus modernos. Que lições essas origens ancestrais da arquitetura podem oferecer para os futuros avanços no projeto de edifícios?

Como os têxteis moldaram a arquitetura: estruturas pré-históricas para edifícios modernos - Image 1 of 4Como os têxteis moldaram a arquitetura: estruturas pré-históricas para edifícios modernos - Image 2 of 4Como os têxteis moldaram a arquitetura: estruturas pré-históricas para edifícios modernos - Image 3 of 4Como os têxteis moldaram a arquitetura: estruturas pré-históricas para edifícios modernos - Image 6 of 4Como os têxteis moldaram a arquitetura: estruturas pré-históricas para edifícios modernos - Mais Imagens+ 5

Construindo sobre as fundações: A visão do ArchDaily para 2025

Acesso exclusivo | 

Estimadas leitoras e estimados leitores,

É com imensa gratidão e entusiasmo que compartilho minha primeira carta na editoria-chefe. Dirigir-me diretamente a vocês marca uma mudança significativa em nossa abordagem habitual, e acredito ser a maneira ideal de começar o ano. Ao assumir esta nova função, é uma honra ter a oportunidade de liderar o ArchDaily em um novo capítulo, construindo sobre nossa base sólida para alcançar patamares ainda mais altos.

No ArchDaily, sempre acreditamos que a arquitetura tem o poder de transformar vidas e ambientes. Há 17 anos, somos mais do que uma simples plataforma; nos tornamos uma comunidade e uma voz para a arquitetura — uma rede colaborativa onde profissionais da arquitetura, do design e entusiastas se encontram para moldar o ambiente construído e redefinir a vida urbana. Ao refletir sobre essa jornada, sinto profunda inspiração pelas nossas conquistas compartilhadas, viabilizadas pela dedicação de nossa talentosa equipe global e pelo apoio inabalável do nosso público. Juntos, criamos um espaço onde as ideias prosperam e a inovação floresce.

Arquitetura como Soft Power: Diplomacia cultural e seu papel em moldar a produção arquitetônica

Acesso exclusivo | 

A diplomacia cultural refere-se ao uso da expressão cultural e do intercâmbio criativo para promover a compreensão e construir relacionamentos entre as nações. Nesse contexto, a arquitetura desempenha, há muito tempo, um papel de destaque. Para além de suas dimensões funcionais e estéticas, ela serve como meio de comunicação — uma linguagem pela qual os países expressam identidade, valores e ambições no cenário global.

A arquitetura opera como uma forma de soft power — de caráter persuasivo, e não coercitivo —, permitindo que as nações projetem influência por meio de sua presença material. De embaixadas modernistas no pós-guerra a pavilhões monumentais em exposições mundiais, governos e instituições reconhecem o potencial do ambiente construído para moldar percepções. Ao contratar profissionais de destaque na arquitetura e adotar linguagens projetuais específicas, os países utilizam a arquitetura para sinalizar modernidade, tradição, inovação ou estabilidade.

Arquitetura como Soft Power: Diplomacia cultural e seu papel em moldar a produção arquitetônica - 1 的图像 4Arquitetura como Soft Power: Diplomacia cultural e seu papel em moldar a produção arquitetônica - 2 的图像 4Arquitetura como Soft Power: Diplomacia cultural e seu papel em moldar a produção arquitetônica - 3 的图像 4Arquitetura como Soft Power: Diplomacia cultural e seu papel em moldar a produção arquitetônica - 4 的图像 4Arquitetura como Soft Power: Diplomacia cultural e seu papel em moldar a produção arquitetônica - Mais Imagens+ 20

Tola Ojuolape: Tecendo cultura e narrativa na arquitetura de interiores

No mundo da arquitetura de interiores, onde a criatividade e a cultura se cruzam, Tola Ojuolape se destaca como uma designer cujo trabalho é um testemunho de narrativa pessoal. Desde seus primeiros estudos em arte e construção até sua formação em arquitetura de interiores, a carreira de Tola tem sido moldada por uma profunda conexão com sua herança nigeriana, descoberta durante suas viagens de retorno ao continente africano. Essa jornada influenciou profundamente sua filosofia de design, criando um processo intimamente entrelaçado com a história, a cultura e o senso de lugar.

O futuro mais verde dos sistemas de portas automáticas: uma mudança no design e no desempenho

Acesso exclusivo | 

Ao longo da história, as portas — e, posteriormente, as portas automáticas — desempenharam um papel muito mais amplo do que a mera marcação de uma entrada ou saída. Elas definem limiares, guiam o fluxo de movimento e moldam sutilmente a maneira como as pessoas interagem em um espaço. É possível traçar sua evolução até o século I, quando Heron de Alexandria projetou uma porta movida a vapor — um exemplo pioneiro da fusão entre tecnologia e arquitetura. Desde então, os sistemas de portas automáticas sem toque incorporaram avanços tecnológicos que aprimoram sua operação e redefinem seu papel nos edifícios. Hoje, eles estão integrados a uma variedade de tipologias e escalas de edifícios, atuando como elementos de transição que aumentam o conforto, a eficiência energética e a qualidade geral dos espaços internos.

¡Você seguiu sua primeira conta!

Você sabia?

Agora você receberá atualizações das contas que você segue! Siga seus autores, escritórios, usuários favoritos e personalize seu stream.