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UNESCO: O mais recente de arquitetura e notícia

Design Museum Gent reabre com nova ala projetada por Carmody Groarke e ATAMA

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Em novembro de 2019, o escritório londrino Carmody Groarke e a firma de Gante TRANS architectuur | stedenbouw, agora conhecida como ATAMA, venceram o concurso internacional Baumeister para projetar a ampliação do Design Museum Gent, o maior museu de design da Bélgica, localizado no centro histórico de Gante. Na época, o museu era composto por três edifícios: o Hotel de Coninck, do século XVIII, a Casa Leten, com um núcleo do século XVI, e uma ala de 1992. Após quatro anos de reforma e expansão, o museu reabriu em 3 de outubro de 2026, no centro histórico da cidade, declarado Patrimônio Mundial pela UNESCO. O projeto combina a restauração desses edifícios históricos com uma nova ala projetada por Carmody Groarke e ATAMA, em conjunto com as obras de restauração lideradas pela associação de arquitetura RE-ST architectenvennootschap. O acervo do museu abrange objetos de design desde o século XIV até o presente, e o edifício renovado soma espaços para palestras, oficinas, exposições e eventos, apresentando o design como algo com o qual as pessoas que o visitam podem interagir e utilizar diretamente, em vez de apenas contemplar.

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América Latina em Foco: Este Mês em Arquitetura, Habitar, Memória e Intercâmbio Cultural

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A arquitetura na América Latina neste mês reflete um diálogo contínuo sobre o habitar, o patrimônio cultural e as maneiras pelas quais a arquitetura pode conectar a vida contemporânea com lugares e saberes existentes. Da Bienal Internacional de Arquitetura de Buenos Aires e iniciativas voltadas a práticas construtivas tradicionais e ao patrimônio arqueológico, passando por novas infraestruturas culturais e projetos habitacionais na Argentina, no Equador e no Peru, os desdobramentos recentes destacam diferentes abordagens para trabalhar com os contextos locais. Em toda a região, questões de memória, comunidade, paisagem e prática material continuam a moldar tanto projetos arquitetônicos quanto discussões mais amplas sobre como as cidades e os territórios são habitados.

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Campanha liderada por cidadãos busca reconhecimento da UNESCO para sítios pré-coloniais selecionados em Lima, Peru

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Uma campanha liderada pela Red Lima Milenaria busca o reconhecimento da UNESCO para sítios pré-coloniais na capital peruana. Atualmente, restam mais de 600 sítios arqueológicos em Lima, uma metrópole de 11 milhões de habitantes. A campanha, movida por cidadãos/ãs, visa melhorar as condições de conservação e a conscientização pública sobre os locais que resistiram à colonização europeia, promovendo a indicação de uma seleção de estruturas para inscrição na Lista do Patrimônio Mundial da UNESCO. A iniciativa pública foi lançada recentemente com o objetivo de reunir apoio popular e estabelecer parcerias com organizações que atuam na área do patrimônio e em campos correlatos, a fim de preparar a estrutura para uma candidatura formal a ser apresentada pelo Estado peruano. A iniciativa coincide com movimentos de reconstrução no continente que respondem à desigualdade socioeconômica e a injustiças históricas estruturais, levantando questionamentos sobre a própria definição de patrimônio.

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Asmara Heritage Project: documentando um projeto colonial que se tornou símbolo nacional da Eritreia

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Asmara, a capital da Eritreia, está situada a mais de 2.300 metros acima do nível do mar, em um planalto na borda da escarpa do Vale do Grande Rift. Embora localizada em um país pouco conhecido pelo turismo de massa, a cidade ganhou fama por sua arquitetura singular. Em julho de 2017, tornou-se Patrimônio Mundial da UNESCO, inscrita sob o título "Asmara: Uma Cidade Modernista Africana" — o primeiro sítio urbano modernista a ser tombado em sua totalidade no mundo, e o primeiro Patrimônio Mundial explicitamente modernista da África. Seu valor patrimonial resultou de uma complexa convergência de dois aspectos da história da Eritreia: um período de intensa construção colonial, impulsionado pelas ambições imperiais da Itália na África, e um longo período de relativo isolamento que preservou a cidade de remodelações urbanas.

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América Latina em Foco: Este mês em arquitetura, design ambiental, infraestrutura social e prática profissional

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A arquitetura na América Latina este mês reflete um diálogo contínuo entre desafios ambientais, patrimônio cultural e novas abordagens para a vida pública e profissional. Desde o terremoto na Colômbia e seu impacto no patrimônio histórico até os novos projetos culturais na Argentina e propostas de design responsivo ao clima no Equador e em Medellín, os acontecimentos recentes destacam como a arquitetura segue respondendo tanto às condições regionais quanto aos desafios globais. Questões de patrimônio e infraestrutura também ganharam destaque, à medida que a UNESCO expressou preocupação com os impactos do Trem Maia sobre o sítio de Calakmul, no México, declarado Patrimônio Mundial, ao mesmo tempo em que novas iniciativas no Chile e na Costa Rica exploraram o design ecológico e práticas sustentáveis. Os destaques do mês apontam para um panorama arquitetônico regional moldado pela resiliência, pela adaptação e pela relação entre o ambiente construído e seus contextos sociais e naturais mais amplos.

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Brasil em foco: este mês em arquitetura, patrimônio e debate cultural

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A arquitetura no Brasil este mês destaca as diversas abordagens do país para a produção cultural, o patrimônio e a transformação de seu ambiente construído. Da formação curatorial da 15ª Bienal Internacional de Arquitetura de São Paulo ao reconhecimento dos Teatros da Amazônia na Lista do Patrimônio Mundial da UNESCO, os acontecimentos recentes colocam em foco questões de representação, preservação e identidade cultural. Paralelamente, novos projetos no Rio de Janeiro, em São Paulo e em Rondônia exploram o reuso adaptativo, as relações entre arquitetura e paisagem e novos caminhos para a materialidade e a sustentabilidade. Somadas a isso, discussões em andamento sobre a Fordlândia e o acervo de Lucio Costa revisitam como o patrimônio arquitetônico brasileiro é preservado, interpretado e compreendido hoje.

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Cobertura do terremoto na Colômbia e duas novas torres de autoria internacional: Resumo da semana

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As notícias desta semana trataram, em grande parte, de fenômenos de grande escala espacial e social. Na América Latina, os esforços de resgate continuam após o terremoto de magnitude 7,4 na Colômbia, enquanto a disciplina se mobiliza para as ações de assistência e reconstrução. A UNESCO celebrou dois dias internacionais dedicados aos povos indígenas do mundo e à juventude. No primeiro, destacamos reflexões, estudos de caso e entrevistas sobre o conhecimento construtivo ancestral, ao passo que no segundo chamamos a atenção para como a arquitetura pode responder às aspirações das novas gerações. Olhando para o futuro, destacamos três projetos em Vlorë, Chicago e Qiddiya City: duas torres projetadas pelo OODA e pelo SOM, e um centro de tênis coberto por vegetação apresentado pelo Populous.

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No Dia Internacional dos Povos Indígenas: rumo a uma compreensão mais profunda da cultura construtiva ancestral

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Desde 1994, a cada ano no dia 9 de agosto, a UNESCO comemora o Dia Internacional dos Povos Indígenas. As Nações Unidas ainda não adotaram uma definição oficial para o termo "povos indígenas", mas consideram, para fins de reconhecimento social, os grupos não dominantes da sociedade que se autoidentificam como tais, com língua, cultura e crenças distintas, organizados em sistemas sociais, econômicos e políticos próprios. Sob uma perspectiva territorial, a ONU compreende o termo a partir da continuidade histórica com sociedades pré-coloniais ou pré-colonizadoras, além dos fortes laços desses grupos com seus territórios e recursos naturais circundantes. A persistência em manter e reproduzir ambientes e sistemas ancestrais também é reconhecida como um elemento de identidade, englobando outras denominações como primeiros povos/nações, aborígenes ou grupos étnicos. Alinhando-se ao objetivo da data de conscientizar o público, apresentamos neste artigo reflexões contemporâneas, casos regionais e entrevistas sobre o conhecimento construtivo ancestral e seu potencial para moldar o futuro.

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Pequim é nomeada Capital Mundial da Arquitetura 2029 pela UNESCO-UIA

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O título de Capital Mundial da Arquitetura UNESCO-UIA é uma iniciativa criada em conjunto pela UNESCO e pela União Internacional de Arquitetos (UIA). Em 5 de agosto de 2026, Pequim foi nomeada Capital Mundial da Arquitetura para 2029, um título concedido a cada três anos a uma cidade que sedia um ano de programação voltada à arquitetura, coincidindo com o Congresso Mundial de Arquitetos/as da UIA. A indicação foi feita sob recomendação do Comitê Conjunto para a Capital Mundial da Arquitetura, presidido pelo/a arquiteto/a Dominique Perrault. A nomeação ocorre após o recente encerramento do Congresso Mundial de Arquitetos/as da UIA 2026 em Barcelona, atual Capital Mundial da Arquitetura, e se apoia nas experiências anteriores do Rio de Janeiro e de Copenhague.

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19 novos sítios do Patrimônio Mundial da UNESCO e a restauração do Cinerama Dome de Hollywood: Resumo da semana

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Esta semana foi marcada por reconhecimentos e grandes anúncios para o setor cultural. Em meio a relatórios internacionais de destruição tanto deliberada quanto natural, a UNESCO incluiu 25 novos locais de Valor Universal Excepcional em sua Lista do Patrimônio Mundial, protegendo uma gama diversificada de locais que abrange desde paisagens funerárias a obras emblemáticas da arquitetura moderna. Além do patrimônio, a prática arquitetônica contemporânea também recebeu novo reconhecimento por meio de Alejandro Aravena e Smiljan Radić, enquanto novos desenvolvimentos foram anunciados para projetos culturais nos Emirados Árabes Unidos, Equador, China, Índia e Estados Unidos. As atualizações recentes incluem a restauração de um cinema histórico em Los Angeles, um novo museu dedicado à inovação e ao empreendedorismo em Bengaluru e a conclusão da estrutura de uma torre de madeira híbrida de 39 andares em Sydney.

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Das obras de Aalto ao modernismo de Tashkent: conheça os 19 novos sítios culturais incluídos na Lista do Patrimônio Mundial da UNESCO em 2026

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O Comitê do Patrimônio Mundial da UNESCO anunciou 25 novas inclusões na Lista do Patrimônio Mundial durante sua 48ª sessão, expandindo o registro internacional com sítios que refletem uma ampla gama de patrimônio arquitetônico, cultural e natural. As adições de 2026 incluem 19 bens culturais, cinco sítios naturais e um bem misto, além da aprovação de duas modificações significativas de limites e uma revisão nos critérios de uma inscrição existente. Abrangendo todos os continentes habitados, os locais recém-reconhecidos vão de paisagens arqueológicas e centros urbanos históricos a arquitetura modernista e patrimônio industrial, destacando a diversidade do ambiente construído e a evolução do escopo da preservação do patrimônio.

Das obras de Aalto ao modernismo de Tashkent: conheça os 19 novos sítios culturais incluídos na Lista do Patrimônio Mundial da UNESCO em 2026 - Image 1 of 4Das obras de Aalto ao modernismo de Tashkent: conheça os 19 novos sítios culturais incluídos na Lista do Patrimônio Mundial da UNESCO em 2026 - Image 2 of 4Das obras de Aalto ao modernismo de Tashkent: conheça os 19 novos sítios culturais incluídos na Lista do Patrimônio Mundial da UNESCO em 2026 - Image 3 of 4Das obras de Aalto ao modernismo de Tashkent: conheça os 19 novos sítios culturais incluídos na Lista do Patrimônio Mundial da UNESCO em 2026 - Image 4 of 4Das obras de Aalto ao modernismo de Tashkent: conheça os 19 novos sítios culturais incluídos na Lista do Patrimônio Mundial da UNESCO em 2026 - Mais Imagens+ 15

UNESCO inscreve 13 obras de Aalto na Lista do Patrimônio Mundial

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O Comitê do Patrimônio Mundial da UNESCO incluiu o conjunto Aalto Works — uma coleção de treze edifícios e complexos arquitetônicos na Finlândia projetados por Aino Marsio-Aalto, Elissa Aalto e Alvar Aalto — na Lista do Patrimônio Mundial da UNESCO. A nomeação reconhece a relevância internacional de um conjunto de obras que ajudou a redefinir a arquitetura moderna por meio de uma abordagem centrada no ser humano, enfatizando a relação entre as edificações, a vida cotidiana, a natureza e o bem-estar social. Abrangendo projetos concluídos entre o final dos anos 1920 e a década de 1980, a série representa a contribuição da Finlândia para o Movimento Moderno, ao mesmo tempo em que reconhece a prática colaborativa da equipe de arquitetura Aalto e de seu escritório.

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As Torres de Terra de Shibam: Uma Cidade Vertical no Deserto do Iêmen

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Símbolos do desenvolvimento tecnológico e da densidade urbana, os edifícios em altura, tal qual conhecemos hoje, surgiram no final do século XIX, principalmente nos Estados Unidos, como resposta ao crescimento acelerado do comércio urbano e à necessidade de expandir as cidades sem ocupar mais território. O termo arranha-céu, por exemplo, foi cunhado na década de 1880 e originalmente se referia a edifícios com cerca de 10 a 20 pavimentos — uma altura impressionante para a época.

No entanto, a ideia de construir verticalmente é bem mais antiga do que os arranha-céus de aço e vidro sugerem. Muito antes da revolução industrial, algumas sociedades já experimentavam formas de urbanização vertical como solução para limitações de espaço, defesa territorial ou adaptação ambiental.

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Ilha de Saint-Louis: uma jornada por sua história arquitetônica e desafios de conservação

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Localizada a 270 km ao norte de Dakar, a capital do Senegal, e próxima à fronteira com a Mauritânia, encontra-se a Ilha de Saint-Louis, uma cidade colonial proeminente na África Ocidental, reconhecida por sua combinação de arquitetura mediterrânea e clima tropical. Fundada pela Colônia Francesa em 1659 como seu primeiro posto comercial na costa atlântica da África, Saint-Louis posteriormente tornou-se a capital da África Ocidental Francesa (AOF) e do Senegal. No entanto, perdeu esse status em 1902, o que resultou em seu declínio econômico.

Essa história complexa transformou Saint-Louis em um ponto de encontro para diferentes camadas de arquitetura e urbanismo. A ilha apresenta uma forma urbana em grade com vilas de dois andares, típica do urbanismo colonial francês do século XIX. Além disso, possui pátios tropicais, varandas sombreadas, casas art déco dos anos 1920 e prédios cívicos modernos do início dos anos 30. No entanto, devido ao seu isolamento econômico e infraestrutural, essa arquitetura e patrimônio urbano têm se degradado continuamente. Portanto, busca-se novas intervenções para a conservação, restauração e readequação da cidade.

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Theatro da Paz e Teatro Amazonas poderão se tornar Patrimônio Mundial nos próximos anos

O Teatro Amazonas, em Manaus (AM), e o Theatro da Paz, em Belém (PA), podem em breve alcançar o reconhecimento como Patrimônio Mundial pela UNESCO. O primeiro passo rumo a essa distinção para os Teatros da Amazônia será dado entre os dias 13 e 15 de dezembro, durante a realização da primeira oficina de mobilização na capital manauara. Este evento reunirá representantes dos governos do Amazonas e Pará, prefeituras de Manaus e Belém, sociedade civil, pesquisadores e o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN).

"Temos que mudar toda a definição do que é ser arquiteto": entrevista com Yasmeen Lari

Nesta entrevista do Louisiana Channel com Yasmeen Lari, a renomada arquiteta paquistanesa fala sobre o papel dos arquitetos e as mudanças de perspectiva necessárias na indústria hoje em dia. Premiada com a RIBA Royal Gold Medal 2023 por seus esforços humanitários, Lari enfatiza a necessidade de repensar a indústria da arquitetura para lidar com as disparidades sociais e deficiências de recursos. Na entrevista, Lari reflete sobre sua educação, formação arquitetônica e sua prática atual.

"Temos que mudar toda a definição do que é ser arquiteto": entrevista com Yasmeen Lari - Imagem 1 de 4"Temos que mudar toda a definição do que é ser arquiteto": entrevista com Yasmeen Lari - Imagem 2 de 4"Temos que mudar toda a definição do que é ser arquiteto": entrevista com Yasmeen Lari - Imagem 3 de 4"Temos que mudar toda a definição do que é ser arquiteto": entrevista com Yasmeen Lari - Imagem 4 de 4Temos que mudar toda a definição do que é ser arquiteto: entrevista com Yasmeen Lari - Mais Imagens+ 2

Chamada para inscrições: Concurso de Arte “Feira de Trípoli: aos meus olhos”

No contexto da recente inclusão da Feira Internacional Rachid Karami, em Trípoli, como Patrimônio Mundial da Humanidade e Patrimônio Mundial em Perigo pela UNESCO, a Embaixada do Brasil em Beirute e o Instituto Guimarães Rosa - Beirute lançam um concurso de arte sobre a Feira, oferecendo 3 prêmios de USD 1000 cada para os melhores trabalhos.

"Nossa profissão abdicou de sua responsabilidade para com o planeta:" uma conversa com Yasmeen Lari

Durante a participação no Congresso Mundial de Arquitetura UIA 2023 em Copenhague, o ArchDaily teve a oportunidade de conversar com Yasmeen Lari, a primeira arquiteta do Paquistão e vencedora da RIBA Royal Gold Medal de Arquitetura em 2023. Yasmeen Lari ganhou reconhecimento internacional por seus esforços na preservação do patrimônio e no ativismo humanitário, destacando as possibilidades de praticar arquitetura em comunidades desfavorecidas. Sua abordagem inovadora e socialmente consciente tem tido um impacto significativo tanto em seu país de origem quanto internacionalmente. Ao projetar para comunidades resilientes, seu trabalho também está alinhado com os objetivos do Congresso Mundial de Arquitetos UIA e com a forma como a arquitetura pode contribuir para os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU.

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