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Sistemas de Isolamento e Acabamento Externo (EIFS): uma solução essencial para a construção sustentável

Na indústria da construção civil atual, alcançar eficiência energética, sustentabilidade e segurança, sem abrir mão da estética, são objetivos essenciais para arquitetos/as e consultores/as. Os Sistemas de Isolamento Térmico pelo Exterior (EIFS, na sigla em inglês) são soluções versáteis e de alto desempenho que atendem a esses requisitos, tanto em novas construções quanto em reformas. Esses sistemas multicamadas de isolamento externo melhoram significativamente o desempenho térmico e oferecem uma economia de energia de até 50%, proporcionando, ao mesmo tempo, flexibilidade projetual.

De acordo com o relatório da Markets and Markets sobre o "Mercado de Sistemas de Isolamento Térmico pelo Exterior (EIFS) - Previsão Global até 2028", o crescimento desse setor é impulsionado principalmente pela necessidade de reduzir as emissões de gases de efeito estufa e pelo aumento no desenvolvimento de edifícios verdes, impulsionado pela introdução de normas rigorosas de eficiência energética em alguns países. Diante disso, defende-se amplamente a importância de utilizar sistemas EIFS certificados de acordo com as regulamentações locais.

José Luis Uribe: “No Paraguai surgiu uma arquitetura muito fresca e viva”

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José Luis Uribe: “No Paraguai surgiu uma arquitetura muito fresca e viva” - Imagem de Destaque

Nicolás Valencia conversa esta semana no podcast TERRAZA com José Luis Uribe, autor do livro “Viaje a Paraguay”, publicado pela Arquine em 2023.

Em “Viaje a Paraguay”, Uribe se aproxima da obra do Gabinete de Arquitectura, Lukas Fuster, Estudio Elgué, José Cubilla, Javier Corvalán e o Laboratorio de Arquitectura, a partir de três expedições realizadas entre os anos de 2017 e 2019, com o objetivo de refletir sobre a contribuição do Paraguai para a condição contemporânea da arquitetura.

La Cabina de la Curiosidad: “Tal como a água, para desenhar é preciso deixar fluir”

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La Cabina de la Curiosidad: “Tal como a água, para desenhar é preciso deixar fluir” - Imagem de Destaque

Nicolás Valencia conversa esta semana no podcast TERRAZA com Marie Combette e Daniel Moreno, a dupla franco-equatoriana por trás do La Cabina de la Curiosidad e do livro “Los caminos del agua”, publicado pela Arquine em 2023.

Em “Los caminos del agua”, desdobra-se uma série de viagens em diferentes escalas que trazem informações objetivas, contundentes e detalhadas sobre o surgimento dos fluxos de água na geografia da América Latina. O desenho à mão, lento, paciente e rigoroso das bacias hidrográficas propõe uma assimilação consciente das riquezas naturais deste território.

Michelle Llona: “A arquitetura moderna no Peru está desaparecendo”

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Michelle Llona: “A arquitetura moderna no Peru está desaparecendo” - Imagem de Destaque

Nicolás Valencia conversa esta semana no podcast TERRAZA com a arquiteta peruana Michelle Llona, coautora do premiado livro “⁠Catálogo Arquitectura Movimiento Moderno Perú⁠”, publicado pela Universidad de Lima em 2016.

“Catálogo de Arquitectura del Movimiento Moderno del Perú” (CAMMP) é o resultado da pesquisa de mesmo nome que, com o apoio do Instituto de Investigación Científica da Universidad de Lima, Llona desenvolveu junto a Alejandra Acevedo entre 2013 e 2015. Trata-se da primeira iniciativa no Peru que se propôs a inventariar e documentar os edifícios mais importantes da produção peruana no período moderno.

Como utilizar revestimentos ripados em paredes internas?

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A forma como percebemos o espaço é uma dimensão crucial na arquitetura e no design de interiores, influenciando profundamente a nossa interação com o entorno. Desse modo, a percepção espacial é determinada por aspectos como a organização do mobiliário, a iluminação, o uso das cores e os materiais selecionados. Este último componente adquire uma relevância particular, considerando que um mesmo material pode ser empregado de múltiplas maneiras e, consequentemente, propiciar atmosferas com caráter próprio.

Um exemplo do potencial das variações no uso da materialidade são os revestimentos ripados. Trata-se de superfícies de MDF fresadas com um padrão linear para ambientar paredes e forros internos, aplicáveis em uma variedade de superfícies, sempre em áreas não expostas à umidade. O sistema destaca-se por sua capacidade de acentuar o espaço por meio de diferentes configurações que, dependendo de sua disposição e tipo de ripado, podem modificar a experiência espacial, destacando, direcionando, envolvendo e alcançando um equilíbrio visual em residências, escritórios, espaços comerciais, entre outros.

The Second Studio Podcast: Deborah Riley, designer de produção de Game of Thrones e O Problema dos 3 Corpos

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O Second Studio (anteriormente conhecido como The Midnight Charette) é um podcast sem filtros sobre design, arquitetura e o cotidiano. Apresentado pelos/as arquitetos/as David Lee e Marina Bourderonnet, o programa traz diferentes profissionais de áreas criativas em conversas espontâneas que dão espaço a reflexões profundas e debates pessoais.

Uma variedade de temas é abordada com honestidade e bom humor: alguns episódios trazem entrevistas, enquanto outros oferecem dicas para colegas designers, análises de edifícios e outros projetos, ou explorações informais sobre o cotidiano e o design. The Second Studio também está disponível no iTunes, Spotify e YouTube.

Nesta semana, David e Marina, da FAME Architecture & Design, recebem Deborah Riley, designer de produção de Game of Thrones e O Problema dos 3 Corpos (3 Body Problem), para discutir sua trajetória profissional; os motivos que a levaram a estudar arquitetura; a transição de carreira para a cenografia; a evolução de cenógrafo/a a designer de produção; a experiência de se tornar designer de produção em Game of Thrones; suas responsabilidades no cargo; a relação entre cenários físicos e digitais (CGI); os desafios de trabalhar em diferentes projetos, e muito mais.

Lições de Los Angeles: O caminho dos Estados Unidos para regulamentar as unidades habitacionais acessórias

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Cidades nos Estados Unidos estão adotando as Unidades Habitacionais Acessórias (ADUs, na sigla em inglês) para enfrentar a crise habitacional que afeta o país. Frequentemente construídas em lotes de residências unifamiliares já existentes, as ADUs oferecem uma alternativa acessível para aumentar a oferta de moradia em bairros consolidados. Contudo, assim como ocorre com qualquer novo desenvolvimento habitacional, uma regulamentação eficaz é fundamental para que haja uma ampla adoção. Los Angeles despontou como um laboratório urbano no uso de ADUs para mitigar seu déficit habitacional, oferecendo lições valiosas para outras cidades. A experiência do município evidencia os desafios de se estabelecer uma regulamentação, ao mesmo tempo em que promove os benefícios dessas unidades como uma solução de moradia acessível.

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Portas camarão para transformar espaços flexíveis

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A flexibilidade é a palavra de ordem do nosso tempo, confrontando-nos em todos os aspectos e desafiando diariamente tanto a nós quanto aos nossos espaços. Os ambientes de vida e trabalho atuais são definidos por layouts fluidos e adaptáveis, em vez de estruturas rígidas — desde a residência urbana multifuncional até o escritório flexível em plano aberto que opera de forma tão ágil quanto nossa própria filosofia de trabalho.

De linhas de fronteira a limites difusos: San Diego-Tijuana como a Capital Mundial do Design 2024

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No desenho, as linhas são elementos fundamentais de composição. Elas delineiam o espaço, esboçam estruturas e definem limites. Quando se trata de mapas e fronteiras, a linha adquire um significado particular, pois essa "simples" expressão gráfica marca uma divisão poderosa entre regiões, estabelecendo o início ou o fim de um território. Essa linha tem um significado profundo no limite entre o México e os Estados Unidos, onde ela constantemente se dissolve e questiona a própria fronteira. Nesses locais, o multiculturalismo é uma vivência cotidiana, com uma negociação contínua de limites presente em todos os aspectos da vida. A dinâmica dessas fronteiras envolve o design e a geração de uma complexa rede de interações e colaborações.

Em vez de se dividir entre tijuanenses de um lado e habitantes de San Diego de outro, essa região singular se destaca como uma comunidade cuja essência se harmoniza com um profundo legado de colaboração transfronteiriça, distanciando-se da ideia de cidades separadas por uma linha física. Sendo a primeira indicação binacional na história do programa Capital Mundial do Design (WDC, na sigla em inglês), a região de Tijuana-San Diego compartilha um interesse comum em enfrentar questões urbanas, sociais e econômicas por meio do design. Assim, por meio de conferências, cúpulas de políticas públicas e workshops, a região busca potencializar a catalisação de ideias a partir desse título.

Como transformar instantaneamente programas de necessidades em espaços 3D

Todo projeto começa com um programa de necessidades que esboça os espaços, áreas e requisitos essenciais para dar início ao processo de projeto. Este documento fundamental orienta profissionais de arquitetura a compreenderem as demandas do cliente, distribuírem o espaço de forma eficiente e garantirem que a proposta atenda aos requisitos funcionais do projeto.

No entanto, converter manualmente esses dados tabulares de uma planilha para dados espaciais em sua ferramenta de volumetria é uma tarefa incrivelmente tediosa e demorada. Ferramentas como o Snaptrude foram desenvolvidas para ajudar profissionais de arquitetura a realizarem iterações mais rápidas e a tomarem decisões de projeto mais fundamentadas.

Ação climática significa escolher materiais locais e de baixo carbono

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“O carbono incorporado representa de 75% a 95% das emissões de gases de efeito estufa em projetos de arquitetura da paisagem”, afirmou Chris Hardy, ASLA, PLA, associado sênior na Sasaki, durante o terceiro webinar de uma série organizada pelo Comitê de Biodiversidade e Ação Climática da ASLA. No entanto, ao selecionar materiais locais de baixo carbono, profissionais de arquitetura da paisagem podem reduzir significativamente os impactos climáticos de seu trabalho.

As emissões de carbono incorporado são geradas a partir da extração, fabricação, transporte e construção dos materiais de paisagismo. A outra parcela das emissões de um projeto provém da operação e manutenção do espaço paisagístico.

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Parque Hídrico La Quebradora no México: projetando espaços públicos para melhorar a gestão da água

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No contexto da implementação de projetos de infraestrutura verde para a gestão da água na Bacia do México a partir de espaços públicos existentes, o Parque Hídrico La Quebradora surge como a primeira proposta de acupuntura hidrourbana. O projeto da equipe do Instituto de Pesquisas Sociais da UNAM, coordenado por Manuel Perló Cohen e Loreta Castro Reguera Mancera, propõe converter a infiltração do terreno em um marco de boa gestão da água, geração de espaço público e fortalecimento do tecido social a partir de quatro níveis: infraestrutura, parque, cidade e mirante. Ao resolver parte dos problemas hídricos e sociais enfrentados pelo território, a proposta transforma a infraestrutura urbana em um espaço público e recreativo para a comunidade, em uma área de alta densidade demográfica e escassez de espaços públicos.

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Construindo um futuro sustentável: instalações esportivas feitas de bambu

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À medida que cresce a conscientização sobre o desenvolvimento sustentável, o bambu desponta como uma alternativa atraente aos materiais de construção tradicionais. Esse material inovador vem ganhando espaço significativo na construção de instalações esportivas, demonstrando como práticas sustentáveis podem moldar um futuro mais verde.

O bambu se destaca como um substituto ecológico para a madeira, o concreto e o aço. Sua aplicação na construção de instalações esportivas reduz significativamente o impacto ambiental e promove a sustentabilidade. O uso de bambu de origem local em certas regiões diminui ainda mais as emissões de carbono associadas ao transporte. As vantagens do bambu, no entanto, vão além dos benefícios ambientais. Além de resistente e durável, o material é leve e flexível, tornando-se ideal para as demandas da construção moderna.

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Transformando os levantamentos de campo com tecnologia de vídeo 360 graus

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Levantamentos precisos são essenciais para que o projeto de arquitetura e a subsequente construção ocorram da maneira mais fluida possível. Eles fornecem informações detalhadas sobre as características físicas de um terreno, estruturas existentes, condições ambientais e possíveis obstáculos, servindo como pré-requisitos para a etapa de projeto e garantindo que todos os fatores relevantes sejam considerados antes do início da construção. Essas informações são fundamentais para a tomada de decisões fundamentadas, que se harmonizem com o entorno e cumpram as regulamentações locais de zoneamento, códigos de obras e normas ambientais. Tradicionalmente, esses levantamentos dependiam de medições manuais com trenas, fotografias básicas e, mais recentemente, de escaneamento a laser de alto custo. Todos esses métodos são suscetíveis a erros humanos e podem demandar muito tempo, especialmente em áreas grandes ou complexas. O escaneamento a laser, apesar de ser mais preciso e abrangente, envolve equipamentos caros e técnicos especializados, o que eleva os custos do projeto e muitas vezes prolonga o prazo necessário para a realização do levantamento. 

Projetar para desastres em um mundo cada vez mais perigoso

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Este artigo foi publicado originalmente no Common Edge.

Incorporadores/as costumam fazer parecer que seu mais recente edifício de escritórios LEED Platinum reverterá, sozinho, as mudanças climáticas. A triste realidade é que poderiam passar a vida inteira projetando e construindo todas as suas obras de acordo com os padrões ambientais mais rigorosos, mas isso não irá resolver o problema. O planeta ficará mais quente, os mares subirão e as tempestades se intensificarão. Um século de queima de combustíveis fósseis já consolidou o aquecimento global na atmosfera para o resto de nossas vidas.

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Contagem regressiva para as Olimpíadas de 2024: Paris se prepara para os Jogos

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Os Jogos Olímpicos de Paris 2024, oficialmente conhecidos como os Jogos da XXXIII Olimpíada, estão programados para acontecer de 26 de julho a 11 de agosto de 2024. Sendo a segunda cidade a sediar os Jogos Olímpicos de Verão por três vezes — depois de Londres —, tendo a primeira ocorrido em 1900 e a segunda em 1924, Paris irá exibir seu patrimônio cultural ao sediar os jogos de 2024 em marcos icônicos como o Grand Palais, a Torre Eiffel, os Jardins de Versalhes e a Place de la Concorde. Paralelamente, a capital francesa também passa por grandes reformas em suas vias navegáveis com um "Plano de Balneabilidade" bilionário, que visa transformar o rio Sena em uma rota aquática própria para banho durante os Jogos Olímpicos, buscando restaurar sua importância histórica como um rio urbano vibrante.

Com a proximidade dos Jogos Olímpicos de Paris 2024, o ArchDaily selecionou uma série de artigos e notícias que oferecem uma visão abrangente dos ambientes construídos e não construídos que servirão de palco para os jogos.

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De Haussmann às Olimpíadas: A cidade de Paris em constante evolução

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Costuma-se dizer que Roma não foi construída em um dia, e o mesmo certamente se aplica a uma das cidades mais proeminentes e deslumbrantes do mundo: a magnífica Paris. Pode até parecer que as duas cidades, de reputação lendária, são de certa forma equivalentes. Ambas foram idealizadas por um imperador que queria transmitir uma mensagem política de inovação, grandeza e opulência. Em ambos os casos, essas grandes reformas urbanas e reconstruções massivas encobriram qualquer luta ou resistência popular com uma beleza ofuscante e uma estrutura de entretenimento de massa (de gladiadores a dançarinas de cancan e *brasseries*). E assim surgiu a Paris que conhecemos hoje, uma cidade de divertimento que atrai mais de 30 milhões de turistas por ano.

Mas também é fascinante compreender como uma cidade inteira em crescimento foi tratada como um projeto de massa único, quase experimental. Por mais de vinte anos, de 1853 a 1870, Paris foi um canteiro de obras ininterrupto. Com a implementação de novas tecnologias e novos padrões de desenho, o resultado não foi apenas uma estética diferente, mas uma ordem social, uma expansão urbana e um modo de vida completamente novos.

“Edifícios abandonados oferecem o potencial para um futuro regenerativo”: Em conversa com o Limbo Accra

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Há uma presença crescente de edifícios abandonados em muitas cidades africanas, e o Limbo Accra — um escritório de design espacial — fundamenta sua atuação na experimentação de seu reparo, reuso e transformação. O escritório enxerga esses edifícios como uma tipologia arquitetônica singular que engloba marcos urbanos fundamentais, desde a abandonada Independence House em Lagos até a torre inacabada do aeroporto em Accra, entre outros. O coletivo os vê como grandes oportunidades para o espaço público moderno e como espaços simbólicos para a justiça espacial. Por meio de técnicas como a fotogrametria, o Limbo Accra vem criando um arquivo digital dessas edificações e colaborando com artistas e designers para propor novas perspectivas para elas. O ArchDaily teve a oportunidade de conversar com Dominique Petit-Frère, cofundador/a do Limbo Accra, sobre o caráter coletivo desses edifícios, a abordagem do escritório para sua transformação e como enfrentar os desafios no reuso adaptativo dessas estruturas.

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Radicalismo social reexaminado: os legados de Christopher Alexander e Joseph Rykwert

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Este artigo foi publicado originalmente no Common Edge.

Christopher Alexander (1936–2022) e Joseph Rykwert (n. 1926) foram dois gigantes da teoria da arquitetura do século XX que iniciaram seus trabalhos na Inglaterra e, eventualmente, deixaram legados duradouros em duas grandes escolas de arquitetura estadunidenses: a Universidade da Califórnia em Berkeley (Alexander) e a Universidade da Pensilvânia, na Filadélfia (Rykwert). Suas trajetórias não apenas coincidiram com um período crítico de pesquisa social e cultural entre designers e urbanistas, mas, de diversas formas, continuam a inspirar a atual geração de críticos/as engajados/as contra o desenvolvimento capitalista tardio em nosso planeta ameaçado. No entanto, para muitas pessoas, eles ainda são pouco conhecidos.

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Investir em bem-estar: como espaços de trabalho saudáveis impulsionam a produtividade e o lucro

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Para além da estética, o design dos nossos locais de trabalho afeta diretamente a nossa saúde. Estudos revelam uma relação direta entre a má qualidade da iluminação e o acesso limitado a vistas externas com o aumento de licenças médicas. Políticas de ambientes livres de fumo têm se mostrado comprovadamente eficazes, reduzindo a prevalência do tabagismo em 3,8% e diminuindo o consumo diário de tabaco em expressivos 3,1 cigarros por fumante ativo/a. Os ambientes de trabalho podem promover o bem-estar ou ser prejudiciais a ele. O design consciente de escritórios é capaz de integrar aspectos de saúde aos espaços para cultivar o bem-estar físico, mental e social.

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Harmonizando segurança e estética em sistemas de controle de acesso

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A adoção de soluções avançadas de controle de acesso é fundamental para manter a proteção e a segurança em diversos contextos, de empresas e instituições a residências e espaços públicos. Seu principal objetivo é regular quem pode acessar ou utilizar um recurso, local ou sistema específico, garantindo que apenas pessoas autorizadas tenham permissão de entrada. Em um mundo cada vez mais interconectado e digital, a implementação de sistemas de controle de acesso tornou-se indispensável para proteger informações confidenciais, assegurar a integridade de ambientes físicos e virtuais e evitar acessos não autorizados que possam resultar em roubos, violações de dados ou outros incidentes de segurança. Esses sistemas podem abranger uma variedade de métodos — como senhas, cartões de acesso, biometria e equipes de segurança —, todos operando em conjunto para verificar e liberar a entrada apenas de pessoas autorizadas.

A' Design Awards & Competition 2024–2025: Chamada para inscrições

O A' Design Award, "nascido do desejo de destacar os melhores designs e produtos bem concebidos", reconhece talentos excepcionais e originais de todo o mundo. O prêmio representa tanto uma grande conquista para profissionais de design quanto uma fonte de inspiração para marcas, agências de design e profissionais de arquitetura premiados. As inscrições e indicações estão abertas a participantes de todo o mundo. As inscrições para o período de 2024-2025 do A' Design Award & Competition já estão abertas. Registre-se e envie seu projeto aqui.

A ponte-galeria de arte mais longa da Coreia do Sul e um centro de convenções brutalista na Croácia: 8 projetos vencedores de concursos enviados pela comunidade do ArchDaily

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Os concursos de arquitetura são ferramentas valiosas de aprendizado, oferecendo a arquitetos e arquitetas uma oportunidade única de experimentar e expandir seus limites criativos. Ao enfrentar desafios do mundo real e receber retornos críticos, os e as participantes adquirem experiência prática e uma compreensão mais profunda da profissão. Sejam conceituais ou não, as competições estimulam a inovação, incentivando profissionais de design a pensar de forma inovadora. A seleção desta semana apresenta propostas vencedoras de concursos enviadas pela comunidade do ArchDaily, proporcionando a profissionais e estudantes de arquitetura novas perspectivas e inspiração para suas próprias práticas, sejam em trabalhos de conclusão de curso, habilitações profissionais ou encomendas de projetos.

De um parque urbano imersivo em Seul, na Coreia do Sul, a um campus educacional rural na Amazônia, ou um porto reformulado na Córsega, esta seleção destaca projetos que se sobressaíram em concursos ao redor do mundo. Embora algumas das propostas tenham sido desenvolvidas por escritórios consolidados, incluindo KAAN Architecten, ArchiWorkshop, Studio Akkerhuis ou Richez Associés, essas competições também se provaram uma oportunidade para que designers emergentes demonstrem sua criatividade e capacidade de resolução de problemas.

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Um arranha-céu na China e uma sede na França: 8 escritórios não construídos enviados pela comunidade do ArchDaily

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No cenário em constante evolução do design de ambientes de trabalho e da arquitetura corporativa, os limites da criatividade e da funcionalidade estão sendo constantemente expandidos. De arranha-céus futuristas a espaços de coworking, o futuro dos ambientes de trabalho responde às necessidades dinâmicas das empresas modernas e de seus colaboradores e colaboradoras. A seleção com curadoria desta semana de Arquitetura Não Construída foca em edifícios de escritórios, espaços de trabalho e edifícios administrativos enviados pela Comunidade ArchDaily.

O campo da arquitetura corporativa é uma oportunidade para designers inovarem e influenciarem as culturas de trabalho. Desde o arranha-céu Sinuating Flow em Chongqing, na China, que busca inspiração nas montanhas e vales vizinhos, até a sede parisiense da GRDF, que reimagina os escritórios urbanos como pequenos distritos da cidade. O ABS Workspace integra elementos marítimos ao design do espaço de trabalho, enquanto a torre FUTURA em Kyiv rompe com as normas convencionais por meio de formas artísticas e esculturais e do uso da cor preta. Juntos, esses projetos demonstram a diversidade na arquitetura corporativa, cada um atuando em seu próprio contexto para oferecer soluções singulares para ambientes de trabalho sustentáveis.

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