
O Modernismo, movimento que buscou romper com as formas tradicionais e abraçar o futuro, lançou as bases para diversos avanços tecnológicos e digitais na arquitetura contemporânea. À medida que a Revolução Industrial trazia a produção em massa, novos materiais e inovações tecnológicas, nomes da arquitetura como Le Corbusier, Walter Gropius e Mies van der Rohe defenderam o princípio de que a "forma segue a função" e uma abordagem racional do projeto. Seus preceitos ressoam na era digital, na qual o projeto computacional e os materiais de alta tecnologia redefinem a forma e a construção.
Os ideais modernistas do século XX — eficiência, simplicidade e funcionalidade — criaram uma base para que arquitetos/as experimentassem a clareza estrutural e a honestidade dos materiais. A arquitetura high-tech, surgida no final do século XX, evoluiu a partir desses princípios, fundindo as linhas limpas do modernismo com engenharia e tecnologia avançadas. Isso abriu caminho para o parametricismo e para os processos de projeto baseados em algoritmos, revolucionando a arquitetura e viabilizando formas complexas anteriormente consideradas impossíveis.



































