1. ArchDaily
  2. Artigos

Artigos

O apelo atemporal do modernismo na tecnologia e na arquitetura digital

Acesso exclusivo | 

O Modernismo, movimento que buscou romper com as formas tradicionais e abraçar o futuro, lançou as bases para diversos avanços tecnológicos e digitais na arquitetura contemporânea. À medida que a Revolução Industrial trazia a produção em massa, novos materiais e inovações tecnológicas, nomes da arquitetura como Le Corbusier, Walter Gropius e Mies van der Rohe defenderam o princípio de que a "forma segue a função" e uma abordagem racional do projeto. Seus preceitos ressoam na era digital, na qual o projeto computacional e os materiais de alta tecnologia redefinem a forma e a construção.

Os ideais modernistas do século XX — eficiência, simplicidade e funcionalidade — criaram uma base para que arquitetos/as experimentassem a clareza estrutural e a honestidade dos materiais. A arquitetura high-tech, surgida no final do século XX, evoluiu a partir desses princípios, fundindo as linhas limpas do modernismo com engenharia e tecnologia avançadas. Isso abriu caminho para o parametricismo e para os processos de projeto baseados em algoritmos, revolucionando a arquitetura e viabilizando formas complexas anteriormente consideradas impossíveis.

O apelo atemporal do modernismo na tecnologia e na arquitetura digital - 1 的图像 4O apelo atemporal do modernismo na tecnologia e na arquitetura digital - 2 的图像 4O apelo atemporal do modernismo na tecnologia e na arquitetura digital - 3 的图像 4O apelo atemporal do modernismo na tecnologia e na arquitetura digital - 4 的图像 4O apelo atemporal do modernismo na tecnologia e na arquitetura digital - Mais Imagens+ 45

Torneiras de cisne, metais de concha quadriculados e a nova fronteira do design sob medida

Acesso exclusivo | 

No cerne do design está a intersecção entre técnica e criatividade — um espaço onde ideias ganham forma e os ambientes são reimaginados. Em um mundo repleto de objetos produzidos em massa, o foco se volta para algo mais intencional, no qual cada decisão abre novas possibilidades e permite que o design se liberte do convencional. Pense na poltrona LC1 de Le Corbusier ou na cadeira Barcelona de Mies van der Rohe — não meramente mobiliários, mas sim resultados que ilustram a liberdade criativa de um ateliê, onde ideias, materiais e acabamentos dialogam em vez de simplesmente se conformarem. Essas peças não apenas preenchem um espaço; elas o reimaginam. Esse espírito de inovação estende-se hoje a cada detalhe, dos metais de cozinha aos de banheiro, nos quais a gama de escolhas — materiais, formas e funções — torna-se uma oportunidade para criar algo verdadeiramente único.

O eletrodoméstico como expressão da cultura material

Acesso exclusivo | 

A história dos eletrodomésticos reflete com fidelidade a transformação do lar moderno e da vida doméstica ao longo do século XX. Originados dos avanços técnicos da Revolução Industrial e impulsionados pela eletrificação urbana, esses aparelhos foram criados para mecanizar tarefas cotidianas como cozinhar, limpar e conservar alimentos. Um marco fundamental nessa evolução foi a Cozinha de Frankfurt, projetada em 1926 pela arquiteta austríaca Margarete Schütte-Lihotzky. Considerada a precursora da cozinha moderna, ela incorporava princípios de eficiência inspirados na organização científica do trabalho, com espaços otimizados e equipamentos integrados para agilizar as tarefas domésticas. Desenvolvida para a habitação social em Frankfurt, essa cozinha sintetiza o espírito funcionalista da Bauhaus e estabelece uma conexão direta com as inovações do design alemão — contexto no qual a Gaggenau também consolidaria sua identidade, aliando precisão técnica e sofisticação estética.

Fachada como identidade: explorando a influência do revestimento metálico na expressão do design

Acesso exclusivo | 

Por meio da manipulação criativa de materiais de construção comuns e da exploração de elementos como forma, luz, textura e espaço, a arquitetura transcende a mera funcionalidade para se tornar uma expressão artística. Seja pela ousadia de um design inovador, pela harmonia de proporções equilibradas ou pelo uso evocativo de materiais, um edifício pode se transformar em uma obra de arte que inspira, intriga e desperta emoções. O projeto do restaurante de sushi Ginza 41, com projeto de arquitetura assinado por Àfrica Sabé, exemplifica essa abordagem. Sua fachada se destaca no entorno graças às soluções fornecidas pela Kriskadecor, empresa especializada em revestimentos metálicos sob medida. Ao utilizar um sistema de fachada tensionada de correntes que apresenta um design singular, o projeto redefine a integração entre arquitetura e branding visual.

Ritmos do Solo: Arquitetura como Agroecologia

Acesso exclusivo | 

Em tempos de colapso ecológico e crescente insegurança alimentar, a arquitetura é cada vez mais chamada a se engajar não apenas com as paisagens, mas com os sistemas que as sustentam e regeneram. Entre esses sistemas, a agricultura ocupa um papel paradoxal, sendo ao mesmo tempo uma das principais responsáveis pela degradação ambiental e um agente potencial de recuperação ecológica. A agricultura industrial esgotou os solos, fragmentou habitats e impulsionou as mudanças climáticas por meio de monoculturas, dependência de combustíveis fósseis e padronização territorial. Em resposta, a agroecologia surge como uma contraprática enraizada na biodiversidade, no conhecimento local e nos ritmos cíclicos da natureza. Ela ressignifica o cultivo não como extração, mas como regeneração dos ecossistemas, das comunidades e do próprio solo.

Esse reposicionamento abre espaço para que a arquitetura dê contribuições significativas. Alinhar-se à agroecologia não significa apenas apoiar a produção de alimentos, mas comprometer-se com as condições culturais, espaciais e ecológicas mais amplas que a sustentam. Isso implica projetar considerando as variações sazonais, apoiar o uso compartilhado e construir de modo a respeitar tanto a terra quanto quem nela trabalha. A arquitetura torna-se mais do que um invólucro — transforma-se em mediadora do cultivo, da reciprocidade e da coexistência.

Ritmos do Solo: Arquitetura como Agroecologia - Imagem 1 de 4Ritmos do Solo: Arquitetura como Agroecologia - Imagem 2 de 4Ritmos do Solo: Arquitetura como Agroecologia - Imagem 3 de 4Ritmos do Solo: Arquitetura como Agroecologia - Imagem 4 de 4Ritmos do Solo: Arquitetura como Agroecologia - Mais Imagens+ 47

A Cozinha na Nova Economia Espacial: 5 Abordagens de Design Contemporâneo

Acesso exclusivo | 

O espaço tornou-se um luxo em muitas das cidades mais densamente povoadas do mundo — uma realidade crescente que é difícil de ignorar. Megacidades como Tóquio, Xangai, Mumbai, Cidade do México e São Paulo já contam com populações que superam os 20 milhões de habitantes, ao passo que outros centros urbanos na Ásia e na África continuam a se expandir rapidamente. Entre eles, Deli se destaca: se as tendências atuais persistirem, a projeção é que se torne a cidade mais populosa do mundo até 2028. À medida que essas metrópoles crescem, a habitação — especialmente os novos empreendimentos — passa a seguir uma lógica inédita: conforme o metro quadrado encolhe, o mobiliário se adapta e a vida cotidiana aprende a se acomodar e a prosperar em ambientes de alta densidade. Essa mudança não diz respeito apenas às dimensões físicas; ela reflete um novo modo de vida. Onde antes predominava a amplitude, hoje impera a densidade. Cada canto ganha valor espacial e comercial, com a cozinha emergindo como um dos maiores desafios do projeto residencial contemporâneo.

A Cozinha na Nova Economia Espacial: 5 Abordagens de Design Contemporâneo - 1 的图像 4A Cozinha na Nova Economia Espacial: 5 Abordagens de Design Contemporâneo - 2 的图像 4A Cozinha na Nova Economia Espacial: 5 Abordagens de Design Contemporâneo - 3 的图像 4A Cozinha na Nova Economia Espacial: 5 Abordagens de Design Contemporâneo - 4 的图像 4A Cozinha na Nova Economia Espacial: 5 Abordagens de Design Contemporâneo - Mais Imagens+ 18

Raízes Históricas, Estrutura Inquebrável: A Nova Sede do Ziraat Bank em Istambul

Há quase quatro décadas, ABB, a multinacional sueco-suíça líder em engenharia elétrica, está na vanguarda da inovação e da expertise técnica. Uma iniciativa de destaque em seu portfólio é a série de vídeos Frozen Music, uma produção que apresenta projetos arquitetônicos excepcionais e os/as arquitetos/as que os concebem. Como explica Katrin Förster, Gerente Global de Key Accounts na ABB: "Ao produzir um episódio para a série Frozen Music, sempre começo enviando um questionário personalizado ao/à arquiteto/a". Para o Episódio #24, uma conversa com Mustafa Chehabeddine, Diretor de Design da KPF, ajudou a moldar a narrativa, enfatizando as qualidades formais e funcionais da nova sede do Ziraat Bank em Istambul.

Arquitetura emergente em Córdoba, Argentina: Cinco escritórios de destaque na cena atual

Acesso exclusivo | 

Na produção arquitetônica argentina dos últimos anos, surgiram inúmeros escritórios que, por meio de sua prática, investigações e obras, ganharam relevância no âmbito da disciplina contemporânea. Vale destacar que muitos/as jovens arquitetos/as, mesmo com trajetórias incipientes em termos de obra construída, conseguiram se posicionar, demonstrando voz própria e uma marca definida em seu trabalho.

Arquitetura emergente em Córdoba, Argentina: Cinco escritórios de destaque na cena atual - Imagem 1 de 4Arquitetura emergente em Córdoba, Argentina: Cinco escritórios de destaque na cena atual - Imagem 2 de 4Arquitetura emergente em Córdoba, Argentina: Cinco escritórios de destaque na cena atual - Imagem 3 de 4Arquitetura emergente em Córdoba, Argentina: Cinco escritórios de destaque na cena atual - Imagem 4 de 4Arquitetura emergente em Córdoba, Argentina: Cinco escritórios de destaque na cena atual - Mais Imagens+ 11

Arquitetura e estruturas de brincar: como os espaços lúdicos estão evoluindo em ambientes urbanos?

Acesso exclusivo | 

O brincar, enquanto atividade humana, é uma prática multidimensional: nasce do biológico, transmite-se socialmente e se situa no arquitetônico. Nessa inter-relação, enquanto o lúdico propões dinâmicas e ficções que convidam a explorar outras formas de habitar o mundo, os projetos de arquitetura fornecem o suporte físico e sensorial que permite desdobrar essas possibilidades, sendo as estruturas de jogo o meio que conecta ambos. Assim, evidencia-se uma relação determinante entre o brincar, o ambiente construído e sua transformação ao longo do tempo.

Arquitetura do Vinho: 15 vinícolas contemporâneas pelo mundo

Acesso exclusivo | 

A produção de vinho há muito tempo está ligada ao local, ao clima e à cultura e, nas últimas décadas, a arquitetura tornou-se parte central dessa relação. As vinícolas já não são compreendidas apenas como instalações funcionais para fermentação, armazenamento e distribuição, mas também como espaços onde a paisagem, a materialidade e a experiência do/a visitante se cruzam. De adegas subterrâneas escondidas sob os campos a marcos escultóricos que se erguem em territórios rurais, esses edifícios moldam a identidade das regiões vinícolas ao mesmo tempo que oferecem aos/às visitantes um encontro cuidadosamente coreografado com o processo de produção.

Na interseção entre agricultura, turismo e cultura, as vinícolas apresentam aos/às arquitetos/as oportunidades únicas de fundir requisitos técnicos com uma narrativa espacial. Devem responder às condições ambientais, gerenciar a temperatura e a umidade com precisão e integrar-se a ecossistemas delicados, ao mesmo tempo que oferecem espaços para degustação, encontros e celebrações. Como resultado, essa tipologia deu origem a uma ampla gama de soluções arquitetônicas. Enquanto algumas estão enraizadas na tradição e no artesanato local, outras exploram tecnologias avançadas e formas contemporâneas.

Arquitetura do Vinho: 15 vinícolas contemporâneas pelo mundo - Image 1 of 4Arquitetura do Vinho: 15 vinícolas contemporâneas pelo mundo - Image 2 of 4Arquitetura do Vinho: 15 vinícolas contemporâneas pelo mundo - Image 3 of 4Arquitetura do Vinho: 15 vinícolas contemporâneas pelo mundo - Image 4 of 4Arquitetura do Vinho: 15 vinícolas contemporâneas pelo mundo - Mais Imagens+ 45

Com a ascensão do padel, cresce a demanda por quadras — e o piso dá o saque vencedor

Na esteira do recente sucesso do Campeonato Mundial de Padel da FIP no Catar e do anúncio da Arábia Saudita como sede da Copa do Mundo da FIFA em 2034, o Oriente Médio está se preparando para se tornar um polo de grandes eventos esportivos, o que impulsiona a demanda por infraestrutura esportiva de alto desempenho. De quadras de pickleball e padel a estádios de renome internacional, a evolução dos pisos esportivos exige soluções inovadoras, duráveis e sustentáveis.

Terraco, líder global em materiais de acabamento para construção civil, tem fornecido consistentemente soluções de ponta para complexos esportivos em todo o mundo, auxiliando arquitetos/as, construtores/as e incorporadores/as a projetar e erguer instalações que resistem ao teste do tempo.

Arquitetura para contemplar a paisagem: 4 mirantes no México, Chile, Colômbia e Equador

Acesso exclusivo | 

Ao projetar espaços para contemplar, a arquitetura entra em diálogo com o território na busca por compreender a paisagem e desfrutar da realidade, seja ela natural ou construída. A partir do convite para contemplar o entorno que nos cerca, profissionais de arquitetura na América Latina embarcam no desafio de construir estruturas que interagem com a natureza, reinterpretam certas tipologias edilícias ou fazem parte do aprendizado e do ensino de arquitetura para as futuras gerações. A ampla variedade de paisagens e culturas disponíveis no contexto latino-americano revela as infinitas oportunidades em que a arquitetura desponta com potencial para fomentar o diálogo entre quem observa e o objeto observado, além de aproveitar a conexão com a flora, a fauna e as demais espécies locais que a região oferece.

Arquitetura para contemplar a paisagem: 4 mirantes no México, Chile, Colômbia e Equador - 1 的图像 4Arquitetura para contemplar a paisagem: 4 mirantes no México, Chile, Colômbia e Equador - 2 的图像 4Arquitetura para contemplar a paisagem: 4 mirantes no México, Chile, Colômbia e Equador - 3 的图像 4Arquitetura para contemplar a paisagem: 4 mirantes no México, Chile, Colômbia e Equador - 4 的图像 4Arquitetura para contemplar a paisagem: 4 mirantes no México, Chile, Colômbia e Equador - Mais Imagens+ 6

Entre a demanda por habitação e as metas ambientais: Alejandro Aravena sobre soluções incrementais e concreto net-zero

Acesso exclusivo | 

Durante a exposição Time Space Existence, organizada pelo European Cultural Centre em Veneza, o arquiteto vencedor do Prêmio Pritzker Alejandro Aravena e seu escritório ELEMENTAL revelaram um protótipo em escala real para uma nova abordagem em soluções de habitação incremental. Intitulada USB Core — sigla para Protótipo de Habitação com Unidade de Serviços Básicos —, a proposta visa demonstrar como uma construção eficiente pode fornecer todos os componentes habitacionais essenciais em um espaço mínimo. O protótipo é fruto de uma colaboração entre o escritório de arquitetura e a fabricante e pesquisadora de concreto Holcim, sendo construído a partir de uma mistura de concreto com emissões líquidas zero recém-desenvolvida. O projeto também incorpora agregados totalmente reciclados, alinhando-se aos princípios da economia circular. A parceria busca demonstrar uma maneira mais consciente do ponto de vista ambiental, porém economicamente viável, de fornecer serviços essenciais a comunidades vulneráveis sem prejudicar o planeta.

Durante sua estada em Veneza, a editora-chefe do ArchDaily, Maria-Cristina Florian, teve a oportunidade de conversar com Alejandro Aravena sobre as implicações dessa colaboração, a necessidade urgente de moradia e o papel do/a arquiteto/a como coordenador/a de um processo que envolve múltiplos atores.

Entre a demanda por habitação e as metas ambientais: Alejandro Aravena sobre soluções incrementais e concreto net-zero - Imagem 1 de 4Entre a demanda por habitação e as metas ambientais: Alejandro Aravena sobre soluções incrementais e concreto net-zero - Imagem 2 de 4Entre a demanda por habitação e as metas ambientais: Alejandro Aravena sobre soluções incrementais e concreto net-zero - Imagem 3 de 4Entre a demanda por habitação e as metas ambientais: Alejandro Aravena sobre soluções incrementais e concreto net-zero - Imagem 4 de 4Entre a demanda por habitação e as metas ambientais: Alejandro Aravena sobre soluções incrementais e concreto net-zero - Mais Imagens+ 29

Da Índia ao Brasil: 6 espaços esportivos e de bem-estar não construídos que conectam comunidade e qualidade de vida

Acesso exclusivo | 

À medida que as cidades e as paisagens evoluem, a arquitetura é cada vez mais chamada a apoiar o bem-estar, o desempenho e a experiência coletiva. De estádios que honram uma profunda memória cultural a espaços de bem-estar intimistas que promovem a restauração e a conexão, as tipologias de esporte e bem-estar estão se expandindo para além da mera funcionalidade. Elas criam ambientes onde o movimento e a saúde se cruzam com a qualidade do design, a sustentabilidade e o significado social. Hoje, esses espaços vão desde centros de treinamento de elite e clubes recreativos até refúgios contemplativos e instalações públicas inclusivas, moldando a forma como as comunidades se reúnem, se recuperam e celebram sua identidade compartilhada.

Esta seleção de propostas não construídas, enviadas pela comunidade do ArchDaily, ilustra essa diversidade. Em São Paulo, o escritório Luiz Volpato Arquitetura reinventa o histórico estádio do Santos Futebol Clube com uma geometria que preserva a memória da torcida e, ao mesmo tempo, introduz novos usos comerciais e sociais. Em Hanói, a equipe do Van Aelst I Nguyen and Partners traz luz filtrada e ar fresco a um complexo esportivo urbano denso. Em Dubai, o RSP propõe o Haven, um empreendimento residencial ancorado no bem-estar holístico e em experiências voltadas para a natureza, enquanto o escritório indiano Tropic Responses projeta o Aira Club como um centro de lazer consciente em relação ao clima. No alto do Himalaia, o Gadasu + Partners esculpe um spa meditativo na rocha da montanha, e em Isfahan, o Arsh4d Studio repensa os parques femininos segregados para criar um espaço cívico inclusivo e orientado para o futuro.

Da Índia ao Brasil: 6 espaços esportivos e de bem-estar não construídos que conectam comunidade e qualidade de vida - Image 14 of 4Da Índia ao Brasil: 6 espaços esportivos e de bem-estar não construídos que conectam comunidade e qualidade de vida - Image 15 of 4Da Índia ao Brasil: 6 espaços esportivos e de bem-estar não construídos que conectam comunidade e qualidade de vida - Image 35 of 4Da Índia ao Brasil: 6 espaços esportivos e de bem-estar não construídos que conectam comunidade e qualidade de vida - Image 27 of 4Da Índia ao Brasil: 6 espaços esportivos e de bem-estar não construídos que conectam comunidade e qualidade de vida - Mais Imagens+ 34

O Projeto como Argumento: O que é o Pensamento Arquitetônico?

Acesso exclusivo | 

A arquitetura é moldada não apenas por edifícios, mas pelas ideias que os tornam possíveis. Antes das restrições do capital, das regulamentações e das contratações, existe um momento em que a arquitetura tem a permissão de pensar em voz alta. O primeiro confronto com esse momento fértil costuma ocorrer no ambiente acadêmico, na tese. Não se trata de um mero requisito para a graduação, mas de um espaço de liberdade especulativa onde a arquitetura formula hipóteses, constrói argumentos e testa posicionamentos.

Para muitas pessoas, é também a primeira oportunidade de pensar além da estrutura dos programas acadêmicos — uma chance inédita de explorar algo mais pessoal, irresoluto ou até mesmo irracional. Embora seja frequentemente vista como um ponto de chegada, a tese é melhor compreendida como um ponto de partida: o primeiro engajamento com a arquitetura como uma forma de raciocínio, onde o projeto ainda não é uma resposta, mas uma pergunta.

O Projeto como Argumento: O que é o Pensamento Arquitetônico? - 1 的图像 4O Projeto como Argumento: O que é o Pensamento Arquitetônico? - 2 的图像 4O Projeto como Argumento: O que é o Pensamento Arquitetônico? - 3 的图像 4O Projeto como Argumento: O que é o Pensamento Arquitetônico? - 4 的图像 4O Projeto como Argumento: O que é o Pensamento Arquitetônico? - Mais Imagens+ 27

Espaços de Resiliência e Cultura de Celebração no Rio de Janeiro

Acesso exclusivo | 

O Rio de Janeiro, frequentemente chamado de "Cidade Maravilhosa", é uma tapeçaria vibrante tecida por diversos fios culturais, históricos e sociais. Sua história começa com os povos indígenas Tupi, Puri, Botocudo e Maxakalí, que originalmente habitavam a região. O nome da cidade deve-se aos exploradores portugueses que chegaram à Baía de Guanabara em 1º de janeiro de 1502 e, acreditando erroneamente que se tratava da foz de um rio, batizaram a região.

Redefinindo edifícios inteligentes por meio da IA e da inovação de baixo carbono

Acesso exclusivo | 

A humanidade raramente aceita grandes transformações de imediato, sendo muitas vezes freada pelo medo, pelo ceticismo ou pelo apego ao que já funciona. A prensa de Gutenberg despertou o temor da desinformação; a eletrificação urbana gerou alertas por parte de médicos; e a informatização dos escritórios acendeu preocupações sobre a desvalorização da experiência humana. Tais rupturas frequentemente provocam resistência, mas tendem a abrir espaço para a reflexão crítica e para a inovação.

Hoje, com a ascensão da inteligência artificial e a rápida sucessão de inovações tecnológicas, vivemos mais um desses pontos de inflexão. O debate é amplo, inevitável e, como sempre, necessário. Na TRUE Conference 2025, realizada pela Midea Building Technologies (MBT), essa discussão assume dimensões práticas e estratégicas ao articular os avanços digitais a metas tangíveis de sustentabilidade, eficiência e qualidade de vida.

Intervenções contextuais e a valorização do patrimônio: explore a arquitetura do 24 Grados em Honduras

Acesso exclusivo | 

Como a arquitetura pode devolver a relevância a lugares esquecidos? Que diálogos podem surgir quando edifícios e paisagens são tratados não como telas em branco, mas como camadas de memória, identidade e potencial? Para o escritório de arquitetura hondurenho 24 Grados, essas perguntas moldam uma abordagem enraizada na adaptação, no reuso e no desenho contextual. Seus projetos variam desde a restauração de antigas praças espanholas e centros culturais até intervenções em parques naturais e vilas costeiras em Honduras. Cada projeto se apoia na crença de que o desenho pode tecer novamente as relações entre as pessoas, o lugar e o patrimônio.

Intervenções contextuais e a valorização do patrimônio: explore a arquitetura do 24 Grados em Honduras - 1 的图像 4Intervenções contextuais e a valorização do patrimônio: explore a arquitetura do 24 Grados em Honduras - 2 的图像 4Intervenções contextuais e a valorização do patrimônio: explore a arquitetura do 24 Grados em Honduras - 3 的图像 4Intervenções contextuais e a valorização do patrimônio: explore a arquitetura do 24 Grados em Honduras - 4 的图像 4Intervenções contextuais e a valorização do patrimônio: explore a arquitetura do 24 Grados em Honduras - Mais Imagens+ 18

Obra do Ano 2025: O prêmio de melhor arquitetura do ArchDaily en Español

Acesso exclusivo | 

Em 2025, celebramos a décima sexta edição do nosso prêmio Obra do Ano, o maior reconhecimento do mundo da arquitetura na América Latina e Espanha, no qual os vencedores são escolhidos por votação. A partir de hoje, terça-feira, 18 de março, você e todos os nossos leitores e leitoras serão responsáveis por determinar quais foram as obras que, durante 2024, nos inspiraram e que hoje representam fielmente a identidade dos nossos contextos locais.

Nas próximas três semanas, a inteligência coletiva dos nossos leitores e leitoras selecionará centenas de projetos construídos em países de língua espanhola — Argentina, Bolívia, Chile, Colômbia, Costa Rica, Cuba, Equador, El Salvador, Espanha, Guatemala, Honduras, México, Nicarágua, Panamá, Paraguai, Peru, Porto Rico, República Dominicana, Venezuela e Uruguai.

Os edifícios deveriam ser projetados para se decompor?

Acesso exclusivo | 

Os edifícios são físicos, estáticos e permanentes. Imaginá-los de outra maneira costuma exigir um esforço de criatividade. A indústria tem operado sob essa forte associação entre estruturas e permanência, limitando, sem perceber, as perspectivas sobre o ciclo de vida das construções. Inovações em materiais de construção abriram caminhos para o design circular, desafiando a antiga noção de que os edifícios devem durar indefinidamente. Abordagens emergentes promovem uma arquitetura que acompanha o fluxo e o refluxo da natureza.

Os edifícios deveriam ser projetados para se decompor? - 1 的图像 4Os edifícios deveriam ser projetados para se decompor? - 2 的图像 4Os edifícios deveriam ser projetados para se decompor? - 3 的图像 4Os edifícios deveriam ser projetados para se decompor? - 4 的图像 4Os edifícios deveriam ser projetados para se decompor? - Mais Imagens+ 1

The Rock: A exploração do ofício e da precisão pela Dornbracht

Acesso exclusivo | 

Em uma era de precisão digital, automação por IA e reprodutibilidade em massa, o valor do fazer artesanal humano está sendo ressignificado, e não perdido. É justamente nessa interseção entre a lógica da máquina e a intuição da matéria que a Dornbracht, fabricante alemã consagrada por seus metais esculturais, lança The Rock, a peça de estreia de sua nova linha Atelier Editions.

Inspirado na força primordial da pedra natural, The Rock é um manípulo que se apresenta como um objeto tátil e expressivo, devolvendo individualidade e sensualidade ao cenário contemporâneo de banheiros e cozinhas. Revisitando a icônica série MEM, o design introduz um manípulo ousado de formas orgânicas, usinado a partir de metal maciço com acabamento manual artesanal. Cada peça torna-se uma criação singular, onde a precisão industrial se encontra com a intimidade do feito à mão.

A precisão de um único gesto: Coleção HUM de Philippe Malouin para a QuadroDesign

Acesso exclusivo | 

Comunicar uma ideia utilizando apenas o essencial é um desafio muito maior do que costuma parecer. Dos haicais japoneses às esculturas refinadas de Constantin Brâncuși, muitas expressões artísticas têm buscado condensar o máximo de significado com o mínimo de elementos. Essa economia de forma não é um sinal de escassez, mas de intensidade: cada traço, cada palavra, cada silêncio ganha peso. Há algo de intrinsecamente atraente naquilo que se apresenta de forma simples e bem resolvida, seja um texto que não desperdiça palavras, um/a tenista que se move com gestos intencionais ou uma melodia que é ao mesmo tempo direta e inesperadamente profunda.

Esse mesmo princípio, que transcende diferentes linguagens artísticas, reverbera profundamente no design contemporâneo. Ao serem reduzidos ao essencial, móveis ou objetos cotidianos revelam uma beleza que surge da precisão e transcende sua própria função. Isso fica evidente em HUM, a nova coleção de torneiras desenvolvida pelo designer Philippe Malouin para a QuadroDesign, na qual um simples gesto se transforma em uma linguagem completa.

Paisagens Lúdicas e Imaginação Pública: O Brincar Ambíguo na Vida Urbana de Hong Kong

Acesso exclusivo | 

Quando pensamos em cidades e vida urbana, costumamos focar em infraestrutura, cultura, comércio, vida noturna e densidade. Em metrópoles que parecem oferecer uma infinidade de atividades — especialmente para adultos —, o brincar raramente entra em pauta. No entanto, o ato de brincar deve ser considerado parte vital da vida urbana. O brincar influencia diretamente a maneira como moldamos nossas futuras cidades, a começar pela forma como as crianças interagem com seus ambientes. A experiência lúdica e, mais especificamente, o desenho e a presença de parquinhos infantis deixam marcas duradouras no desenvolvimento dos jovens nas cidades. Esses espaços constituem a primeira conexão física da criança com a paisagem urbana. Sendo assim, o brincar merece muito mais atenção nos debates sobre bem-estar urbano, habitabilidade e projeto do espaço público.

Paisagens Lúdicas e Imaginação Pública: O Brincar Ambíguo na Vida Urbana de Hong Kong - Imagem 1 de 4Paisagens Lúdicas e Imaginação Pública: O Brincar Ambíguo na Vida Urbana de Hong Kong - Imagem 2 de 4Paisagens Lúdicas e Imaginação Pública: O Brincar Ambíguo na Vida Urbana de Hong Kong - Imagem 3 de 4Paisagens Lúdicas e Imaginação Pública: O Brincar Ambíguo na Vida Urbana de Hong Kong - Imagem 4 de 4Paisagens Lúdicas e Imaginação Pública: O Brincar Ambíguo na Vida Urbana de Hong Kong - Mais Imagens+ 13

Concéntrico 2025: A Política da Presença Urbana

Acesso exclusivo | 

A cada mês de junho, a cidade espanhola de Logroño se transforma em um espaço de diálogo arquitetônico, abrindo suas ruas, praças, margens de rios e rotatórias para estruturas temporárias que redefinem como as cidades são habitadas. Ao longo de dez edições, o Concéntrico tem funcionado não como uma feira especializada ou uma bienal de arquitetura, mas sim como um museu portátil — um gesto curatorial que leva uma coleção dispersa de arquitetura contemporânea para o espaço público. Situado em uma cidade suspensa entre planícies áridas e montanhas distantes, longe dos circuitos das capitais e das grandes instituições culturais, o Concéntrico se apresenta como uma promessa temporária. É um lembrete de que mesmo cidades frequentemente negligenciadas podem acolher uma arquitetura atual, diversa e especulativa. Nesse sentido, o festival trata menos de celebração e mais de ativação.

Contudo, para além de sua lógica curatorial, o Concéntrico opera como uma estrutura política. No sentido clássico da polis, o festival convida cidadãos/ãs, arquitetos/as e instituições a reavaliarem o que o espaço público pode ser. As intervenções oferecem propostas especulativas para a vida urbana que revelam o que falta, o que é possível e o que deve ser questionado. Uma piscina temporária sobre uma fonte, uma casa de banho em uma rotatória ou uma refeição compartilhada em uma grande avenida não são meros gestos espaciais — são manifestações políticas que questionam como a infraestrutura urbana pode ser redirecionada do controle para o cuidado, da eficiência para o encontro. Dessa forma, o festival torna-se não apenas um reflexo da cidade, mas um instrumento para sua transformação.

Concéntrico 2025: A Política da Presença Urbana - Imagem 1 de 4Concéntrico 2025: A Política da Presença Urbana - Imagem 2 de 4Concéntrico 2025: A Política da Presença Urbana - Imagem 3 de 4Concéntrico 2025: A Política da Presença Urbana - Imagem 4 de 4Concéntrico 2025: A Política da Presença Urbana - Mais Imagens+ 58

¡Você seguiu sua primeira conta!

Você sabia?

Agora você receberá atualizações das contas que você segue! Siga seus autores, escritórios, usuários favoritos e personalize seu stream.