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Contemporary Architecture: O mais recente de arquitetura e notícia

LANZA atelier revela novos detalhes do Pavilhão Serpentine de 2026

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O escritório mexicano de arquitetura LANZA atelier revelou novos detalhes sobre o Serpentine Pavilion de 2026, intitulado "a serpentine", que abrirá ao público em 6 de junho de 2026 na Serpentine South. Projetado pela dupla de fundadores do estúdio, Isabel Abascal e Alessandro Arienzo, o projeto reinterpreta a histórica parede sinuosa (conhecida como crinkle-crankle) por meio de uma estrutura leve de tijolos integrada à paisagem do Hyde Park. Marcando a 25ª edição da comissão anual, o pavilhão permanecerá aberto até outubro de 2026 e servirá como espaço para a programação pública da Serpentine, que inclui performances, debates, exibições de filmes e eventos comunitários.

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Desenterrando o Solo: Arquitetura e a Política do Petróleo

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Sob o solo encontra-se um material que, silenciosamente, moldou a arquitetura do mundo moderno. O petróleo raramente é debatido no discurso arquitetônico; no entanto, a extração, a circulação e o consumo desse recurso reorganizaram profundamente a lógica espacial dos territórios. Oleodutos, refinarias, plataformas de perfuração, portos, rodovias e complexos petroquímicos formam uma vasta paisagem de infraestrutura que sustenta a vida contemporânea, compondo uma arquitetura de energia dispersa.

Ao longo dos séculos XX e XXI, o petróleo tornou-se a base material da sociedade industrial. Ele abasteceu os transportes, alimentou fábricas e sustentou o crescimento de cidades cuja organização espacial dependia de fluxos contínuos de energia. Contudo, as infraestruturas que viabilizam esses fluxos raramente se tornam objetos de investigação arquitetônica. A atenção permanece amplamente direcionada para a forma, a tipologia ou a densidade urbana, enquanto os sistemas materiais que sustentam esses ambientes tendem a ser deslocados no âmbito da disciplina.

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Projetar com o ar: repensando a arquitetura para além da parede

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A arquitetura é tradicionalmente registrada pela persistência do sólido. Definimos a disciplina pelo peso da verga, pela massa do pilar e pela resistência da parede. Mesmo quando a leveza é invocada, ela costuma ser compreendida como um ato subtrativo — o afilamento de uma seção ou a redução precária de uma carga. No entanto, existe uma história paralela, menos visível e mais difícil de isolar, na qual o principal material de construção não é o que ocupa o espaço, mas o que se move através dele.

Tratar o ar como um meio significa ir além do binarismo do envelope. A fronteira entre o interior e o mundo deixa de ser uma linha de separação absoluta e se transforma, em contrapartida, em um campo de filtragem e pressão. Começamos a ver o edifício como uma válvula térmica, uma série de gradientes nos quais a umidade, a velocidade e o calor não são meras "condições" de fundo a serem mitigadas por sistemas mecânicos, mas as próprias substâncias que estão sendo moldadas.

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A ilusão de leveza: projetando vazios cívicos para a vida pública

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Nas cidades contemporâneas, a densidade urbana e a valorização do solo frequentemente impõem uma escolha entre edifícios cívicos de grande escala e espaços públicos abertos. Tradicionalmente, as praças eram tratadas como áreas remanescentes no entorno da projeção de um edifício, mas essa estratégia se transformou com a introdução dos pilotis pelo movimento modernista no início do século XX. Embora a intenção original fosse criar uma sensação de leveza que permitisse a livre circulação e a passagem de luz sob a estrutura, as exigências contemporâneas de cargas sísmicas, rotas de fuga contra incêndio e alta ocupação tornam os pilares delgados insuficientes para as demandas dos grandes projetos cívicos atuais.

Contudo, a busca pela leveza arquitetônica não é um fenômeno estritamente contemporâneo. Após a introdução dos pilotis pelo modernismo, diversos projetos de meados do século passado começaram a experimentar com a ilusão de suspensão para alcançar uma transparência cívica. Em 1953, o Congresso Nacional de Honduras em Tegucigalpa, projetado por Mario Valenzuela, aplicou esses princípios a um contexto legislativo. O edifício consiste em uma sólida câmara de assembleia elevada sobre uma série de pilares delgados. Como o terreno se situa em um terraço ao final de uma rua em declive, o vazio resultante faz mais do que apenas permitir a circulação; ele emmoldura vistas da cidade, criando a impressão de que o pesado volume legislativo flutua delicadamente sobre o tecido urbano.

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Repensando a arquitetura na escala dos sistemas planetários

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A arquitetura tem sido tradicionalmente descrita como uma disciplina preocupada com o espaço, a forma e a presença material. No entanto, essa compreensão se mostra cada vez mais limitada diante das condições que moldam a construção contemporânea. Os edifícios já não surgem de uma relação estável entre lote, programa e material. Em vez disso, são produzidos no interior de uma densa teia de sistemas tecnológicos que operam em escalas territoriais, ecológicas e temporais. Redes de energia, infraestruturas de dados, processos de extração e a logística global moldam a arquitetura de forma tão decisiva quanto o clima ou o contexto urbano.

Sob essa perspectiva, a arquitetura é menos um objeto isolado e mais um momento dentro de um campo técnico ampliado. Cadeias de suprimentos, sistemas de dados, manutenção automatizada e redes de energia não funcionam "por trás" do ambiente construído. De certo modo, esses sistemas determinam o que pode ser construído, o que é economicamente viável, como os edifícios se comportam ao longo do tempo e que tipo de resíduos produzem. Quando a arquitetura é avaliada primordialmente por meio da forma, corre-se o risco de ignorar os sistemas que condicionam sua produção e sua sobrevida.

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Quem é Smiljan Radić Clarke? 10 coisas a saber sobre o/a laureado/a do Prêmio Pritzker de Arquitetura de 2026

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Smiljan Radić Clarke, vencedor do Prêmio Pritzker 2026, é um arquiteto chileno contemporâneo conhecido por sua abordagem projetual experimental, com uma prática que equilibra o elementar e o íntimo, o monumental e o frágil. Ao longo de mais de três décadas, Radić desenvolveu uma arquitetura que resiste à repetição e às categorizações estilísticas convencionais, priorizando intervenções profundamente site-specific, atentas à materialidade e culturalmente reflexivas.

Sua obra articula a relação entre permanência e impermanência, memória e imaginação, criando edifícios que tratam tanto da experiência e da emoção humanas quanto de estrutura e forma. Em residências, instituições culturais e instalações temporárias, a arquitetura de Radić coloca em primeiro plano a interação entre contexto, materiais e os gestos sutis que moldam a maneira como os espaços são habitados e percebidos.

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Patrimônio após o fracasso: o que manteremos dos erros arquitetônicos de hoje

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O patrimônio arquitetônico é frequentemente descrito como aquilo que sobrevive ao tempo. No entanto, a sobrevivência não explica por que certos edifícios são preservados enquanto outros desaparecem. Muitas obras hoje protegidas como patrimônio cultural já foram criticadas, contestadas ou abertamente rejeitadas; foram acusadas de serem socialmente equivocadas, materialmente falhas ou simbolicamente excessivas. Com o tempo, contudo, essas mesmas deficiências tornaram-se fundamentais para o seu significado, à medida que o patrimônio se revela como um processo lento e instável de interpretação.

A arquitetura contemporânea opera sob intenso escrutínio, pressionada pela responsabilidade ambiental, equidade social, volatilidade econômica e aceleração das mudanças tecnológicas. Espera-se que os edifícios tenham um desempenho ético, eficiente e simbólico, muitas vezes de forma simultânea. Diante disso, o fracasso arquitetônico deixa de ser uma exceção para se tornar uma condição cada vez mais comum. Os projetos envelhecem mais rápido, os materiais revelam limitações mais cedo e as estratégias urbanas perdem rapidamente a sintonia com as mutáveis realidades políticas, sociais e ambientais.

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Adeus aos mestres: homenagem aos arquitetos que perdemos em 2025

Todos os anos trazem novas ideias, projetos e deslocamentos na cultura arquitetônica, mas também marcam a perda de vozes que moldaram a disciplina ao longo de décadas. A arquitetura avança, mas também se constrói por meio da ausência. Quando desaparecem figuras que ajudaram a formular sua linguagem e suas ambições, o que fica vai além de obras concluídas ou textos influentes. A ausência se torna um limiar — um momento em que a disciplina pausa para compreender o que permanece, o que se transforma e o que continua a nos orientar. Essas perdas nos lembram que a arquitetura é uma construção longa e coletiva, sustentada não apenas por quem atua no presente, mas também por aqueles cujas visões seguem moldando a maneira como pensamos cidades e paisagens.

Os arquitetos e pensadores que perdemos em 2025 vieram de contextos muito distintos, mas as questões que atravessaram seus trabalhos frequentemente se cruzam. Alguns abordaram a cidade a partir da identidade, do simbolismo e da continuidade histórica, buscando ancorar o ambiente construído na memória cultural. Outros a interpretaram por meio da precisão técnica, dos sistemas ecológicos ou da experimentação radical, expandindo os limites do que a arquitetura pode ser e de como pode ser vivenciada. Suas obras atravessam contextos tão diversos quanto a Grã-Bretanha do pós-guerra, a urbanização acelerada da China, as vanguardas centro-europeias e as instituições culturais em transformação de Berlim e Nova York. Juntos, compõem um espectro de respostas que definiu — e continua a definir — a cultura arquitetônica dos últimos cinquenta anos, revelando a multiplicidade de formas pelas quais a arquitetura pode se relacionar com a sociedade, a tecnologia e o meio ambiente.

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Tendências de design de interiores de 2025

À medida que 2025 se aproxima do fim, revisitamos um ano marcante no universo do design de interiores. No ano passado, os designers se voltaram para abordagens mais contidas e discretas, uma tendência que já vinha se consolidando. A ascensão da inteligência artificial intensificou debates sobre equidade digital e desinformação — discussões que continuaram em 2025, especialmente com o tema da Bienal de Arquitetura de Veneza, Intelligens. Esse contexto ampliou o diálogo sobre as oportunidades trazidas pelas tecnologias digitais, propondo um olhar mais esperançoso. Em contrapartida, os projetos de interiores concluídos ao longo do ano mantiveram o foco no tangível e no pragmático, valorizando materiais brutos e uma apreciação da história.

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Arquiteto chinês Liu Jiakun recebe o Prêmio Pritzker de Arquitetura 2025

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O arquiteto e educador chinês Liu Jiakun é o vencedor do Prêmio Pritzker de Arquitetura de 2025, a maior honraria no campo da arquitetura. O prestigioso prêmio reconhece Jiakun, fundador do escritório Jiakun Architects, por sua habilidade em mesclar elementos tradicionais chineses com design contemporâneo e por seu compromisso com a equidade social no ambiente construído. Nascido em Chengdu, China, onde continua a viver e trabalhar, tornou-se o segundo arquiteto chinês a receber a honraria, após Wang Shu (2012). Jiakun junta-se a uma distinta lista de laureados que inclui Riken Yamamoto em 2024, David Chipperfield em 2023 e Francis Kéré em 2022. A cerimônia de premiação acontecerá ainda na primeira metade do ano no Louvre Abu Dhabi, projetado por Jean Nouvel.

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Estratégias materiais para atualizar e reutilizar clássicos modernistas

Park Hill, um amplo complexo de habitação social em Sheffield, se destaca como um dos exemplos mais ambiciosos de arquitetura modernista na Grã-Bretanha do pós-guerra. Projetado em 1961 por Jack Lynn e Ivor Smith, seu conceito inovador de "ruas no céu" buscava combinar habitação de alta densidade com o espírito comunitário de bairros tradicionais. No final do século XX, o complexo enfrentava uma profunda negligência, marcada por problemas sociais e degradação estrutural que comprometeram tanto sua funcionalidade quanto sua reputação. Gradualmente, Park Hill tornou-se sinônimo de fracasso do modernismo, carregando um pesado estigma social e marginalizando seus moradores. A partir dos anos 2000, começaram esforços significativos para reverter essa narrativa por meio de um processo de revitalização em duas fases. Na primeira fase, liderada pela Urban Splash, em colaboração com os escritórios Hawkins\Brown e Studio Egret West, a abordagem focou na preservação e valorização dos elementos históricos do edifício, introduzindo intervenções modernas para criar um espaço habitável, funcional e atrativo. Essa etapa demonstrou o potencial da reutilização adaptativa em revitalizar comunidades e resgatar ícones arquitetônicos. A segunda fase da renovação, conduzida pelo escritório Mikhail Riches, buscou expandir esse trabalho inicial, introduzindo novos elementos que aprofundaram a conexão entre os espaços existentes e a vida contemporânea. Com uma abordagem que uniu sensibilidade histórica e inovação arquitetônica, Mikhail Riches deu continuidade ao processo de transformar Park Hill em um exemplo emblemático de como a arquitetura modernista pode ser adaptada às necessidades atuais sem perder sua identidade original.

A fachada de concreto exposta foi cuidadosamente restaurada, janelas com eficiência energética substituíram unidades obsoletas e paineis de alumínio de cores vivas animaram o exterior. Os apartamentos foram reconfigurados para atender aos padrões modernos com plantas abertas, enquanto espaços compartilhados como pátios e centros comunitários foram revitalizados para promover a interação social. Medidas de sustentabilidade, incluindo cobertura verde e isolamento aprimorado minimizaram a pegada ambiental, mantendo o caráter brutalista icônico do projeto ao mesmo tempo em que criavam uma vibrante comunidade de uso misto de unidades residenciais, escritórios, espaços de varejo e locais culturais. O projeto destaca o potencial de reutilização adaptativa de projetos modernistas, algo que também carrega enormes desafios, sobretudo em termos programáticos e de materiais e soluções construtivas.

Os olhos da rua: o conceito de Jane Jacobs e a arquitetura residencial contemporânea no Brasil

O conceito de “olhos da rua” talvez seja o mais famoso dentro da literatura arquitetônica e urbanística quando o assunto é segurança urbana. Jane Jacobs utiliza essa expressão para se referir às pessoas que – de forma consciente ou inconsciente – utilizam os espaços públicos ou os contemplam desde suas casas, gerando uma vigilância natural. Um movimento que, no âmbito da nossa disciplina, é fomentando tanto por meio de espaços públicos de qualidade quanto pela potente relação entre o público e o privado criada através das fachadas das edificações. Defendendo esse controle cotidiano, Jacobs acredita em um modo de fazer arquitetura e cidades que condena a verticalização em excesso, reforçada por edifícios isolados e de uso único os quais negam o contato com rua.

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O arquiteto múltiplo: conhecendo a obra de Álvaro Siza Vieira

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Quando se trata de arquitetura contemporânea portuguesa, frequentemente a primeira associação se faz pelo caminho da tradição. A relevância histórica do programa, a importância das tipologias para os nativos, os modos de construir. As correspondências não são infundadas, mas tampouco são restritivas, e o pequeno país tem um grande nome que prova isso: Álvaro Siza Vieira.

Siza é o maior representante da arquitetura de Portugal, e motivos não faltam. Não apenas por ser o primeiro arquiteto português a receber um Pritzker (1992), ou pela premiação do Leão de Ouro na Bienal de Veneza (2012), ou pela extensa e prolífica carreira, mas sobretudo pela atitude ao mesmo tempo particular e universal em relação à arquitetura. A atuação em território nacional e internacional explicita uma característica que muito possivelmente é de sua índole: a de ser muitos em um único, à maneira de seu conterrâneo Fernando Pessoa.

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A abordagem contemporânea para reconstruir cidades após desastres: o caso de Beirute

Quase 6 meses atrás, em 4 de agosto de 2020, a cidade de Beirute foi sacudida por uma das maiores explosões não nucleares da história. Deixando o lado norte da capital em ruínas, a explosão danificou cerca de 40.000 edifícios. Novas estruturas contemporâneas concluídas recentemente por arquitetos locais conhecidos internacionalmente estão agora enfrentando dilemas de reconstrução, levantando questões existenciais: Como devem ser os esforços de reconstrução de “novos” edifícios danificados? Os arquitetos devem reconstruí-los como eram antes da explosão, apagando o que aconteceu, ou eles devem deixar cicatrizes e retratar novas realidades?

A fim de explorar ideias e destacar diferentes perspectivas, o ArchDaily teve a oportunidade de se sentar com três arquitetos cujos edifícios foram impactados pela explosão. Bernard Khoury, Paul Kaloustian, e Lina Ghotmeh conversaram sobre seus projetos e sua visão da reconstrução de Beirute com a editora-chefe do ArchDaily, Christele Harrouk, ao lado do fotógrafo de arquitetura Laurian Ghinitoiu, que documentou em uma série de fotos a extensão da destruição.

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Arquitetura obscura: os melhores interiores em preto

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O uso de luz e sombra na arquitetura pode ter várias aplicações. A cultura tradicional japonesa se destaca por trabalhar com espaços de pouca luz, por outro lado, a arquitetura moderna e o minimalismo trabalham espaços bem iluminados, com superfícies brancas e amplas aberturas. 

Assim, a cor preta, espaços escuros e minimalismo convergem na mesma linguagem, oferecendo novas possibilidades para o projeto de iluminação e uso de novos materiais. Apresentamos a seguir uma seleção dos melhores espaços internos contemporâneos que usam o preto como elemento protagonista, criando ambientes introspectivos e dramáticos. 

Visões assustadoras na fotografia de arquitetura

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Dia das Bruxas. Um dia atormentado por fantasmas, vampiros e duendes. Historicamente, a noite de Todos os Santos era tida como o momento em que os espíritos poderiam retornar ao mundo terreno. Aqui, compilamos alguns exemplos em que "fantasmas" do além aparecem como coadjuvantes na fotografia de arquitetura. Veja-os a seguir... se tiver coragem.

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Arquiteturas religiosas contemporâneas que repensam os espaços tradicionais de culto

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Arquiteturas religiosas contemporâneas que repensam os espaços tradicionais de culto - Image 4 of 4
© Fabrice Fouillet

A construção de locais de culto sempre foi uma prática complexa, conseguindo separar o humano e liberar a fronteira entre corpo, mente e espírito. A presença do sagrado é crucial no projeto e construção de lugares de culto, e é por isso que quase todo edifício religioso possui características semelhantes: grandiosidade, materialidade monolítica, elementos naturais e uma planta que leva em conta a circulação do indivíduo no espaço. Estruturas religiosas contemporâneas, no entanto, encontraram uma maneira de se adaptar à evolução da arquitetura. Diferentemente dos períodos gótico ou barroco, a arquitetura contemporânea não possui uma identidade dominante, mas é uma combinação de pós-modernismo, futurismo, minimalismo, modernismo e tudo o que há entre estes. Os arquitetos descobriram uma maneira de transformar esses lugares exclusivos dedicados à religião em estruturas de espiritualidade, contemplação e manifestação. 

Reunimos aqui uma seleção de edifícios religiosos contemporâneos que provam que os arquitetos estão rompendo todos os limites programáticos da arquitetura. 

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