Adrià Goula

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Uma cultura de reúso: 5 museus europeus inseridos em seus contextos históricos

Ao longo de sua história relativamente recente, os museus evoluíram para condensar aspectos específicos de uma cultura e apresentá-los de forma coerente e unificada. Desse modo, a relação entre a arquitetura e a exposição torna-se crucial, pois cabe ao/à arquiteto/a desenhar não apenas o suporte e o plano de fundo das obras de arte ou artefatos expostos, mas também se responsabilizar pelo percurso do/a visitante, aliando o enriquecimento cultural com a experiência espacial vivenciada ao percorrer as salas de exposição. Contudo, nem todos os museus foram originalmente construídos para essa finalidade.

Por toda a Europa, museus estão sendo instalados ou se expandindo a partir de monumentos históricos e edifícios que perderam sua função original. Frequentemente em estado de deterioração, a decisão de convertê-los em espaços culturais interrompe essa degradação e preserva a matéria histórica, agregando uma nova camada de complexidade às exposições planejadas. O papel do/a arquiteto/a passa a ser o de introduzir uma ordem e um sistema capazes de equilibrar o patrimônio do local com as demandas de funcionalidade modernas, garantindo a preservação da essência da estrutura original enquanto atende às necessidades das exposições contemporâneas e do engajamento do público.

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CORA / IAAC

CORA  / IAAC - Mais Imagens+ 17

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Cerdanyola del Vallès, Espanha
  • Arquitetos: IAAC
  • Ano Ano de conclusão deste projeto de arquitetura Ano:  2025

Torre de Habitação Social 184 / MCBAD architecture&urban design

Torre de Habitação Social 184 / MCBAD architecture&urban design - Mais Imagens+ 17

Habitação Social em Palma / Carles Enrich Studio

Habitação Social em Palma / Carles Enrich Studio - Mais Imagens+ 51

  • Área Área deste projeto de arquitetura Área:  832 m²
  • Ano Ano de conclusão deste projeto de arquitetura Ano:  2024
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Projetar para plantas: a arquitetura das estufas e sua relação com o entorno

Ao investigar a envoltória da edificação e como o interior se relaciona com o exterior, a figura das estufas surge como uma oportunidade de gerar vida em um espaço interno a partir de fatores externos (ou não). Conhecida como o espaço revestido por vidro ou qualquer outro material plástico transparente, a estufa permite cultivar hortaliças e plantas ornamentais em épocas cujas condições climáticas externas não permitiriam o cultivo ao ar livre. No entanto, o que envolve projetar para plantas? O clima, as espécies, o projeto estrutural e o tipo de cobertura são apenas algumas das considerações a serem levadas em conta.

Casa Roble / MUKA Arquitectura

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Madrid, Espanha
  • Arquitetos: MUKA Arquitectura
  • Área Área deste projeto de arquitetura Área:  244 m²
  • Ano Ano de conclusão deste projeto de arquitetura Ano:  2024
  • Fabricantes Marcas com produtos usados neste projeto de arquitetura
    Fabricantes:  Cocinas alemanas
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Arquitetura nômade: por que os edifícios do amanhã podem precisar se mover

Na Mongólia antiga, pastores e pastoras desmontam sua iurta — uma tenda circular portátil feita de feltro ou pele de animal — em busca de novas terras para criar seu rebanho. Não muito longe dali, um/a nômade digital em Bali prepara sua próxima mudança para um espaço de co-living na cidade de Ho Chi Minh. Embora separadas por vastas distâncias e abismos culturais, essas pessoas estão unidas por um desejo humano atemporal: a busca por mobilidade e espaços de vida adaptáveis. Diante de mudanças geopolíticas e de novos estilos de vida, a demanda por uma arquitetura residencial flexível se intensifica. Nesta era de maior mobilidade, basta que apenas as pessoas se desloquem ou os edifícios do amanhã também precisarão acompanhá-las?

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Espaços que Educam: O Papel do Projeto Arquitetônico no Dia Internacional da Educação

Hoje, o Dia Internacional da Educação serve como um lembrete do impacto significativo que o projeto de arquitetura exerce sobre os ambientes de aprendizagem. De salas de aula flexíveis que se adaptam a diferentes métodos de ensino a áreas de aprendizagem ao ar livre que integram elementos naturais, a arquitetura dos espaços de ensino incorpora os princípios da pedagogia, oferecendo oportunidades de exploração, colaboração e criatividade, ao mesmo tempo em que mantém o foco na segurança e no conforto de quem os frequenta. Esta seleção de artigos explora o potencial do projeto para potencializar os resultados de aprendizagem por meio da exploração espacial, seja dentro da sala de aula, em espaços ao ar livre ou ao incentivar comunidades inteiras a participarem do processo de ensino.

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Guia de Arquitetura de Bilbao: 22 projetos que moldam uma moderna cidade basca na Espanha

Bilbao, a maior cidade do País Basco, na Espanha, passou por uma transformação notável nas últimas décadas. Antes um polo industrial, a cidade se redefiniu como um centro de cultura, inovação e regeneração urbana. Essa evolução foi impulsionada, em parte, pela arquitetura, que desempenha um papel central na construção da identidade de Bilbao. De marcos contemporâneos a espaços cuidadosamente reaproveitados, o ambiente construído da cidade reflete um equilíbrio meticuloso entre honrar seu patrimônio industrial e abraçar a modernidade.

O ponto de virada na narrativa arquitetônica de Bilbao ocorreu com a inauguração do Museu Guggenheim Bilbao em 1997. Projetada por Gehry Partners, essa estrutura icônica catalisou a renovação da cidade, desencadeando uma onda de investimentos urbanos e culturais. Essa transformação ficou conhecida como o "efeito Bilbao", um fenômeno no qual um único e expressivo projeto arquitetônico impulsiona uma regeneração urbana e um crescimento econômico mais amplos. Hoje, Bilbao apresenta uma paisagem arquitetônica dinâmica, onde obras de nomes internacionais como Santiago Calatrava, Norman Foster e Arata Isozaki coexistem com projetos de escritórios locais, tais como ACXT e Coll-Barreu Arquitectos. Juntas, essas intervenções ilustram como a arquitetura pode ser uma poderosa ferramenta de revitalização social, econômica e cultural.

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E se cada tijolo tivesse um futuro? Repensando a demolição e o reuso de materiais na economia circular

Durante décadas, o ciclo de vida dos edifícios seguiu uma fórmula simples: planejamento, projeto, construção, demolição e, claro, o grande vilão dessa história: o aterro sanitário. Com o tempo, a prática arquitetônica passou a incorporar conceitos como reuso, desmontagem e demolição circular — contudo, frequentemente como elementos secundários, integrantes de uma transição gradual em direção a uma economia circular na construção civil. Mas e se esses princípios deixassem de ser exceções? E se projetássemos ou escolhêssemos cada componente construtivo para manter seu valor e propósito muito além do uso original? A verdade é que existe vida após a demolição. Essa transição — da demolição para práticas focadas em reuso, ressignificação e desmontagem sustentável — está cada vez mais próxima da realidade. Até a chegada de 2030, poderemos remodelar fundamentalmente nossa abordagem sobre os processos, os edifícios e o próprio mercado. À medida que essas mudanças se desdobram, torna-se essencial avaliar como nossas estratégias se alinham às metas e aos desafios em constante evolução relacionados à sustentabilidade — e, evidentemente, às novas oportunidades que surgem com eles.

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Habitação Social Moderna na Espanha: Enfrentando a Crise com Soluções Adaptáveis e Sustentáveis

A crise habitacional, a necessidade de políticas eficazes de gestão do solo e a crescente demanda por auxílio à habitação são desafios globais, e a Espanha tem dado passos significativos para enfrentar essas questões nos últimos anos. Embora esse esforço esteja intimamente ligado à reabilitação de edifícios obsoletos, ele também aborda os desafios do adensamento e da gentrificação. Esses fatores impulsionaram a exploração de novos modelos de habitação e modos de vida, resultando no desenvolvimento de edifícios residenciais acessíveis, projetados para acolher um grande número de habitantes, sem abrir mão de padrões elevados de qualidade de vida.

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XIII Bienal Ibero-Americana de Arquitetura e Urbanismo em Lima: reflexões e diálogos sobre os climas do habitat contemporâneo

Em meio ao dinamismo e à velocidade que caracterizam a nossa vida no mundo contemporâneo, especialmente em relação às nossas cidades e ambientes construídos, torna-se inevitável reconhecer a importância de preservar espaços de pausa e reflexão, essenciais para abordar e debater os temas fundamentais da arquitetura e do urbanismo de que a nossa sociedade necessita com urgência hoje. A última edição da XIII Bienal Ibero-Americana de Arquitetura e Urbanismo, realizada de 2 a 6 de dezembro em Lima, no Peru, propiciou um encontro único para esse tipo de reflexão e diálogo. Sob o lema 'CLIMAS: Ações para o bem viver', o evento reuniu arquitetos/as e referências do setor, que durante uma semana participaram de mesas-redondas e palestras, nas quais a discussão se concentrou nos desafios do habitar contemporâneo global, especialmente naqueles compartilhados entre a Espanha e a América Latina, atuando, assim, como uma ponte de conhecimento entre ambos os contextos.

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Coworking em Alenya / OMA Octavio Mestre Arquitectos

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Edifício Cal Carrera / Sergi Pons studio

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Sant Fruitós de Bages, Espanha
  • Arquitetos: Sergi Pons studio
  • Área Área deste projeto de arquitetura Área:  610 m²
  • Ano Ano de conclusão deste projeto de arquitetura Ano:  2024
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Do Modernismo ao Multiculturalismo: A Evolução Histórica da Moradia Estudantil

A habitação estudantil passou por uma transformação notável ao longo do último século. Outrora vista como uma necessidade utilitária, limitada a fornecer abrigo e comodidades básicas para estudantes, essa tipologia arquitetônica evoluiu para atender a demandas sociais, culturais e urbanas cada vez mais complexas. A partir da abordagem modernista de Le Corbusier na Cité Universitaire em Paris, a moradia estudantil passou a refletir tendências mais amplas da arquitetura, do urbanismo e das transformações sociais.

Hoje, esses edifícios precisam atender a uma população altamente diversa e transitória, lidando com as pressões de acessibilidade econômica, densidade e com os novos padrões de vida dos jovens adultos. Diante da rápida urbanização e da crescente mobilidade estudantil, as universidades enfrentam agora o desafio de projetar habitações que não sejam apenas funcionais, mas também adaptáveis a diferentes contextos culturais e sociais. Isso tem levado a soluções mais flexíveis e inovadoras, que promovem tanto a privacidade quanto a vida em comunidade.

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Tendências em áreas comuns de hotéis: de lounges e salas de coworking a terraços e piscinas

A evolução de novas tecnologias, aplicações inovadoras e a transição para soluções sustentáveis são fundamentais na arquitetura hoteleira contemporânea. Esses avanços buscam conscientizar sobre a preservação ambiental, ao mesmo tempo que elevam o conforto interno e o bem-estar. De resorts de grande porte e complexos turísticos a cabanas e refúgios remotos, o projeto de áreas comuns incorpora mobiliário essencial para o desenvolvimento de atividades, equipamentos de climatização adequados e acabamentos de pisos e paredes alinhados a necessidades específicas.

Empreendimento Residencial e Comercial 4Viertel / Lussi + Partner AG

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  • Arquitetos: Lussi + Partner AG
  • Área Área deste projeto de arquitetura Área:  53240 m²
  • Ano Ano de conclusão deste projeto de arquitetura Ano:  2023

Casa LA / Alventosa Morell Arquitectes

Casa LA / Alventosa Morell Arquitectes  - Mais Imagens+ 21

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Llinars del Vallès, Espanha