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Projetando para galinhas: repensando a forma como humanos e animais compartilham o espaço

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Durante séculos, as galinhas viveram ao lado das pessoas em assentamentos de todas as escalas, desde fazendas rurais e vilarejos até bairros urbanos densos. Em grande parte do mundo, a criação de galinhas faz parte da vida cotidiana, fornecendo ovos e carne para residentes, ou o controle de pragas para as terras agrícolas do entorno. As estruturas construídas para abrigar galinhas variavam de acordo com os materiais locais, o clima e as práticas culturais, no entanto, compartilhavam um propósito comum: criar um espaço onde galinhas e seres humanos pudessem coexistir. O galinheiro não é uma nova tipologia arquitetônica, tampouco uma resposta contemporânea à vida urbana. Trata-se, na verdade, de uma forma que se adaptou continuamente às mudanças nas condições sociais, ambientais e espaciais.

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Hotéis tropicais na Costa Rica: seis projetos para explorar a arquitetura sensível ao clima na América Central

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In no coastal and jungle regions of Costa Rica, high humidity and intense solar radiation dictate an architectural strategy centered on permeability rather than enclosure. Unlike the airtight envelopes required in cold climates to retain heat, Costa Rican architecture uses the building envelope as a climatic filter to maximize air exchange. The primary mechanism for managing these thermal gradients seems to be the oversized roof overhang. By extending the roof plane significantly beyond the floor plate, architects create a permanent buffer of deep shade that reduces solar gain and lowers the ambient temperature before air enters the structure. This strategy, combined with permeable or non-existent walls, allows for constant airflow. This is a critical technical requirement for humidity control and the prevention of material degradation through mold and rot.

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Experimentação, aprendizado e evolução no projeto de arquitetura: conheça o WORKac

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WORKac é um escritório com sede em Nova York fundado em 2003 por Amale Andraos e Dan Wood. A firma sempre acreditou no "poder da arquitetura e do design de engajar-se em questões ambientais e sociais, criando novas possibilidades para o futuro." Nesse sentido, os/as diretores/as do escritório definem sua abordagem da arquitetura como uma evolução constante. Para eles/as, trata-se de um processo contínuo de aprendizado, questionamento e reaprendizado, alimentado pelo envolvimento do escritório com a cultura, os climas e as histórias locais, além do debate nos campos da ecologia, do paisagismo e do urbanismo. Dessa forma, conseguem integrar esses temas com foco em projetos públicos, culturais e cívicos que buscam reinventar a maneira como as pessoas vivem, trabalham e vivenciam o mundo.

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Como tornar o BIM ágil e prático para profissionais da arquitetura

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No competitivo cenário atual do design, a Modelagem de Informação da Construção (BIM) já não é apenas uma tendência — tornou-se um requisito básico. Ainda assim, muitos escritórios enfrentam dificuldades para equilibrar a complexidade e o esforço envolvidos com o valor real que obtêm em troca. Mas e se fosse possível colher os benefícios do BIM sem aumentar a carga de trabalho de forma desnecessária? Adotar uma abordagem enxuta (lean) para o BIM — focada em eficiência, clareza e resultados reais do projeto — pode ajudar as equipes de arquitetura a simplificar seus fluxos de trabalho, fortalecer a colaboração e manter o controle criativo desde a concepção até a entrega.

Entre materiais e memória: três escritórios de arquitetura de Madri sobre a reabilitação do patrimônio

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O papel da reabilitação do patrimônio na paisagem arquitetônica contemporânea é moldado por uma ampla gama de pesquisas, crenças, memórias e esforços que visam redefinir e fortalecer o nosso ambiente construído. Ao empreender um projeto de transformação, reforma ou preservação, profissionais da arquitetura podem recorrer a diversas estratégias e ferramentas para incentivar uma coexistência significativa entre o que já existe e o que é recém-introduzido. Junto com três escritórios de arquitetura sediados em MadriSOLAR, Pachón-Paredes e BA-RRO —, propusemo-nos a dialogar e explorar seus processos criativos e ideais, reconhecendo a complexidade e o valor dos edifícios históricos como repositórios de materiais, estruturas e técnicas construtivas de outras épocas.

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Buildner e Kingspan lançam o MICROHOME 2026 com € 100 mil em prêmios e anunciam os projetos vencedores da 10ª edição

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Em colaboração com a Kingspan, fabricante de materiais de construção, a Buildner lançou o MICROHOME 2026, a décima primeira edição de seu concurso anual, que oferece um fundo de prêmios de € 100.000. Esta competição global convida arquitetos/as, designers e mentes criativas a redefinirem o conceito de microcasas e a desenvolverem soluções sustentáveis e de ponta para habitações compactas.

Smiljan Radić: Explorações materiais entre a efemeridade e a permanência

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De nacionalidade chilena, Smiljan Radić Clarke desenvolveu um corpo de trabalho que resiste a categorizações fáceis. Seus edifícios frequentemente parecem ao mesmo tempo ancestrais e provisórios, portando uma presença monumental enquanto retêm uma inesperada sensação de fragilidade. Pedra, concreto, madeira, tecido e fibra de vidro são combinados de maneiras inesperadas, produzindo arquiteturas que oscilam entre a permanência e a efemeridade. Em vez de buscar uma linguagem formal estável, o/a laureado/a com o Prêmio Pritzker de 2026 aborda a arquitetura como um campo aberto de experimentação, no qual o comportamento dos materiais e a percepção estrutural são constantemente testados.

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Buildner revela os projetos vencedores do 6º Concurso Anual Last Nuclear Bomb Memorial

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Buildner anunciou os resultados de seu concurso, o Last Nuclear Bomb Memorial No.6. Esta competição é realizada anualmente para apoiar o banimento universal de armas nucleares. Em 2017, no 75º aniversário dos bombardeios de 1945 em Hiroshima e Nagasaki, que ceifaram a vida de mais de 100.000 pessoas, as Nações Unidas adotaram o Tratado sobre a Proibição de Armas Nucleares.

Um mundo intermediário: o papel das formas híbridas nos banheiros contemporâneos

 | Em colaboração
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Quando uma forma ainda é considerada circular ou retangular? No modernismo do século XX, essa pergunta praticamente não existia. A arquitetura se apoiava na clareza, na redução e na pureza formal. Sob a influência de arquitetos/as como Le Corbusier e Ludwig Mies van der Rohe, o design modernista estabeleceu uma ordem visual baseada na geometria racional, em materiais industriais e na rejeição ao ornamento. Círculo e quadrado, função e expressão eram mantidos rigorosamente separados — uma lógica que ditou, por décadas, os layouts rígidos e modulares dos banheiros tradicionais.

Reconsiderando a Casa Shotgun: Entre Preservação, Experimentação e Deslocamento

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Surgida em cidades portuárias e bairros operários ao longo do século XIX, a casa shotgun tornou-se uma resposta duradoura à densidade, ao clima e a lotes urbanos restritos, consolidando-se como uma das formas domésticas mais emblemáticas do sul dos Estados Unidos. Sua implantação estreita, planta sequencial e varandas profundamente sombreadas geraram uma lógica espacial econômica e ambientalmente responsável muito antes de qualquer um desses termos se tornar central no discurso arquitetônico. De Nova Orleans e Mobile a Houston e Louisville, as casas shotgun formaram o tecido físico de bairros moldados pela migração, pelo trabalho, pela comunidade e pela vida cultural. Embora muitas vezes desdenhada como uma construção vernacular comum, essa tipologia residencial há muito tempo corporifica ideias sofisticadas de adaptação climática, adjacência social e crescimento urbano incremental, o que a torna uma das formas domésticas mais influentes na história das cidades estadunidenses.

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Design como reparação: como a arquitetura está impulsionando a justiça ambiental

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A justiça ambiental confronta uma verdade simples, porém desconfortável: os benefícios e os ônus ambientais não são compartilhados de forma igualitária. Comunidades marginalizadas suportam uma parcela desproporcional de ar poluído, água insalubre, uso tóxico do solo, calor extremo e riscos acelerados das mudanças climáticas em cidades de todo o mundo. Trata-se do resultado direto de décadas de decisões políticas, padrões de investimento, práticas de planejamento excludentes e escolhas de projeto que consistentemente favoreceram determinadas comunidades em detrimento de outras.

Tanto em cidades quanto em paisagens, essas injustiças estão inscritas no tecido físico dos lugares, revelando, inclusive, disparidades extremas nas condições ambientais entre bairros e distritos. Bairros densos e com pouca cobertura vegetal, por exemplo, absorvem e retêm calor, expondo a população residente a taxas mais elevadas de enfermidades relacionadas ao calor. Rodovias, corredores industriais, portos e instalações de tratamento de resíduos concentram-se próximos a bairros de baixa renda e comunidades racializadas, moldando as condições de saúde, a qualidade do ar e do solo, e a segurança a longo prazo.

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Últimos dias para indicações ao Prêmio Obra do Ano 2026 do ArchDaily China

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Convidamos você a participar do ArchDaily China's 2026 Building of the Year Awards. Pedimos que nos ajude a reconhecer e premiar os projetos que, em sua opinião, estão gerando o maior impacto no ambiente construído e que foram publicados em nosso banco de dados no ArchDaily China em 2025. Ao indicar e votar, você passa a fazer parte de uma rede interdependente, imparcial e distribuída de jurados/as e pares que tem nos ajudado continuamente a celebrar a arquitetura de todas as escalas, propósitos e condições, de países grandes e pequenos, realizada por arquitetos/as de todas as trajetórias. Nas próximas semanas, seus votos farão com que uma lista de 455 projetos seja reduzida a apenas 15 finalistas. Os 15 projetos mais indicados seguirão para a etapa de votação.

O calor como parceiro de projeto: árvores, solo e corredores de vento como infraestrutura de resfriamento

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"Até 2050, quase todas as crianças do mundo — cerca de 2,2 bilhões de crianças — estarão expostas a ondas de calor frequentes." O alerta do UNICEF é frequentemente interpretado como uma previsão de saúde pública, mas também constitui um desafio para a arquitetura e para a maneira como as cidades são construídas. À medida que o calor extremo se intensifica pela Ásia, Europa e outras regiões, o conforto térmico não deve ser reduzido a um mero serviço interno fornecido por máquinas. O ar-condicionado tornou-se um sistema de suporte à vida para muitas cidades, especialmente em regiões densas, úmidas e em rápida urbanização. Contudo, depender dele como a resposta padrão significa tratar o calor como algo que pode simplesmente ser transferido para outro lugar (gerando calor adicional no processo) — expulso dos interiores para as ruas, becos de serviço, redes elétricas e a atmosfera. Sua expansão eleva a demanda energética, produz calor residual e reforça a desigualdade no acesso ao conforto.

O calor, no entanto, não se restringe ao corpo humano. Ele reorganiza o ecossistema urbano de forma mais ampla: as árvores sofrem com o solo compactado e pavimentos radiantes; pássaros e insetos perdem seu habitat quando a vegetação é reduzida a um paisagismo decorativo; os sistemas aquáticos se aquecem, a vida microbiana se altera, e os materiais absorvem e liberam calor muito depois de o sol ter se posto. O calor não é meramente um problema climático do qual se possa escapar em ambientes fechados. Trata-se de um agente urbano que remodela o espaço público, o trabalho, a mobilidade, o plantio, as escolhas de materiais e as relações frágeis entre a vida humana e a não humana.

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Buildner anuncia os(as) vencedores(as) da 7ª edição do Museum of Emotions enquanto o prazo de inscrição para a 8ª edição se aproxima

A Buildner anunciou os resultados da 7ª edição do Museum of Emotions Competition. O Museum of Emotions é um concurso internacional anual de projeto que desafia os/as participantes a explorar até que ponto a arquitetura pode ser utilizada como ferramenta para evocar emoções.

O programa propõe a criação de um museu conceitual com duas salas de exposição: uma projetada para induzir emoções negativas; a outra, para induzir emoções positivas. Os/as participantes têm a liberdade de escolher qualquer local de sua preferência, real ou imaginário, bem como a escala do projeto. O significado de "positivo" e "negativo" fica aberto a interpretações: quais seriam as duas emoções contrastantes na visão de um/a designer? Como um/a arquiteto/a conceberia espaços capazes de suscitar medo, raiva, ansiedade, amor ou felicidade? 

TheatreDNA, com 10 anos de trajetória, está mudando a forma como os espaços de artes cênicas são planejados, projetados e operados

Ao longo da última década, o conceito de espaço destinado às artes cênicas passou por uma transformação. Não mais vistos como destinos de propósito único, espera-se que os complexos culturais de hoje funcionem como ecossistemas flexíveis, geradores de receita e centrados na comunidade. Essa evolução tem desafiado arquitetos/as, operadores e proprietários a repensarem não apenas o projeto desses espaços, mas também como eles funcionam ao longo do tempo.

O edifício em movimento: como a mobilidade vertical está redefinindo a arquitetura contemporânea

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Em 1743, uma pequena cabine suspensa por cordas foi instalada em um pátio do Palácio de Versalhes para o uso privado do rei Luís XV. Operada manualmente por servos ocultos aos olhos do público, a chamada "cadeira voadora" permitia o deslocamento entre pavimentos sem o uso de escadas, introduzindo, sem saber, uma das questões centrais da arquitetura moderna: como transportar pessoas verticalmente de maneira eficiente, segura e integrada ao edifício.

A mecanização desse princípio, com l'introdução do elevador de segurança no início da década de 1850, abriu caminho para uma transformação urbana sem precedentes. Sem o elevador, os arranha-céus de Chicago e Nova York na década de 1880 teriam sido inviáveis — não por limitações estruturais, mas por questões de acesso. O elevador não apenas permitiu construir mais alto, mas também definiu a lógica de funcionamento desses edifícios, a localização de seus núcleos, a organização de seus halls de entrada e quem poderia acessar cada espaço.

O que deve permanecer, o que deve mudar: explorando o reuso adaptativo e a flexibilidade de longo prazo

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O terceiro episódio do podcast Room For Dreams enfrenta um dos dilemas mais urgentes do planejamento urbano contemporâneo: como dar nova vida a estruturas antigas sem apagar sua história. Gravada ao vivo na Milan Design Week 2026 em colaboração com a INDX|GLOBAL, esta sessão dinâmica reúne um painel de arquitetos/as — Kiran Gala, Vivek Gupta e Carl Bhesania — para destrinchar as complexas realidades do reuso adaptativo.

Guia de soluções para construir com madeira laminada cruzada (CLT)

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No campo da arquitetura, a madeira foi um dos primeiros materiais utilizados pelos seres humanos na construção, evoluindo e enfrentando vários desafios ao longo dos anos. Desde a incorporação de novas tecnologias nos processos de produção industrial até técnicas e materiais ancestrais reinterpretados de forma contemporânea, a construção em madeira continua despertando interesse entre profissionais da arquitetura e do design. Além de sua versatilidade, resistência, aparência e sustentabilidade, a madeira contralaminada, conhecida como CLT, apresenta um cenário promissor para o futuro da indústria.

Quando a arte veio primeiro: experimentos espaciais que moldaram a arquitetura na América Latina

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Muitas das ideias espaciais que hoje associamos à arquitetura contemporânea, ao uso coletivo e à experiência corporal não se originaram apenas nos edifícios. Na América Latina, esses conceitos foram frequentemente explorados primeiro por meio da arte, em um momento em que artistas questionavam ativamente como o espaço poderia ser ocupado, compartilhado e vivenciado para além das formas tradicionais.

Em meados do século XX, a região passou por uma rápida urbanização e por profundas transformações sociais. Esperava-se cada vez mais que a arquitetura respondesse à vida pública, à coletividade e a novas maneiras de habitar o espaço. Paralelamente, a arte oferecia um campo de experimentação mais flexível, menos condicionado pela função, pelas regulamentações ou pela permanência. Como resultado, muitas questões espaciais foram testadas por meio de práticas artísticas antes de passarem a integrar o pensamento arquitetônico.

Quando a arte veio primeiro: experimentos espaciais que moldaram a arquitetura na América Latina - Imagem 1 de 4Quando a arte veio primeiro: experimentos espaciais que moldaram a arquitetura na América Latina - Imagem 2 de 4Quando a arte veio primeiro: experimentos espaciais que moldaram a arquitetura na América Latina - Imagem 3 de 4Quando a arte veio primeiro: experimentos espaciais que moldaram a arquitetura na América Latina - Imagem 4 de 4Quando a arte veio primeiro: experimentos espaciais que moldaram a arquitetura na América Latina - Mais Imagens+ 11

Vencedores do Denver Affordable Housing Challenge são revelados pela Buildner e pelo AIA Colorado

A Buildner, em colaboração com a Cidade e o Condado de Denver e o AIA Colorado, anunciou os vencedores do Denver Affordable Housing Challenge, um concurso internacional de ideias que investiga como a acessibilidade econômica e a excelência no design podem se fortalecer mutuamente dentro do contexto urbano, social e ambiental específico de Denver.

Como a décima nona edição da série Affordable Housing Challenge da Buildner, o concurso convidou profissionais de arquitetura e design de todo o mundo a responderem à crise habitacional de Denver por meio de propostas que operassem em escalas arquitetônica, urbana e sistêmica. O edital não prescreveu um terreno ou tipologia únicos; pelo contrário, incentivou estratégias flexíveis capazes de abordar a acessibilidade econômica, a resiliência climática e o impacto comunitário, ao mesmo tempo em que contribuíssem positivamente para a identidade urbana de Denver.

Fórum, Depósito, Labirinto: Rumo a uma ecologia plural de museus

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Este artigo faz parte da nossa nova seção Opinião, um formato para ensaios baseados em argumentos sobre questões críticas que moldam nossa área.

Tradicionalmente, a visita a um museu é uma ocasião programada, com uma sequência claramente roteirizada. A chegada é marcada de forma cerimonial — por escadarias monumentais ou limiares, por bilheterias e balcões de informações, por um audioguia e um conciso prefácio institucional sobre missão e história. Esse caráter deliberado de "ocasião especial" decorre da forma como os museus foram concebidos por muito tempo: intencionalmente excepcionais, rigidamente curados e organizados em torno de um arco narrativo específico. Nesse modelo, o museu assume uma voz de autoridade — seu conhecimento é profundo, validado e deve ser respeitado, não contestado —, enquanto a arquitetura e a coreografia reforçam uma maneira única de entrar, aprender e lembrar.

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Emoldurando a vida através de vazios e varandas: A arquitetura de pk_iNCEPTiON

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Fundado como um escritório que atua na interseção entre arquitetura e projetos de base comunitária, o pk_iNCEPTiON está sediado em Maharashtra, Índia. O estúdio, um dos vencedores do prêmio ArchDaily 2025 Next Practices Awards, desenvolve escolas rurais, casas, bibliotecas e edifícios públicos, sempre com foco na organização espacial e na adaptabilidade. Atuando em diversos contextos sociais e climáticos, o pk_iNCEPTiON aborda o projeto com uma atenção minuciosa ao movimento, à escala e à relação entre a forma construída e o espaço livre.

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O Encontro e a Criação de Lugares: Foco Editorial de Janeiro do ArchDaily

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Muito antes de a arquitetura assumir a forma de paredes, coberturas ou cidades, ela reunia as pessoas em torno do fogo. A simples fogueira foi um dos primeiros dispositivos espaciais da humanidade: um lugar de calor, alimento, contação de histórias e rituais. Ao seu redor, o espaço tomava forma pela proximidade, e não pelo fechamento; pela presença compartilhada, e não pelo uso prescrito. O fogo organizava os corpos em círculo, promovia alianças e transformava a sobrevivência em vida coletiva. Hoje, essa lógica ancestral persiste: a arquitetura tem o potencial de aproximar as pessoas não ao ditar como devem se reunir, mas ao criar as condições que tornam possível o estar junto.

Este mês, o ArchDaily explora Estar Junto e a Criação do Lugar, um tema que examina a arquitetura como um suporte para a inclusão, o cuidado e o pertencimento. O tema se alinha à primeira edição do ArchDaily Student Project Awards, prêmio que aborda o cuidado sob uma perspectiva coletiva, concentrando-se em espaços que estimulam melhores formas de convivência. Olhando além dos espaços de encontro icônicos, a cobertura editorial considera ambientes do cotidiano — de mercados públicos e mesas coletivas a praças de bairro, terceiros lugares, contextos domésticos e ambientes digitais ou híbridos de convivência remota. Em vez de tratar o estar junto como um programa rígido, o especial questiona como o desenho do espaço pode apoiar a abertura, a diversidade e a vida coletiva sem impor formas homogêneas de encontro.

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Dominando a arquitetura interdisciplinar e o urbanismo sustentável na UC Berkeley

Atualmente, o aprendizado e o intercâmbio interdisciplinares são mais importantes do que nunca para enfrentar os desafios ambientais, sociais e urbanos cada vez mais complexos.

A cada verão, o College of Environmental Design (CED) da Universidade da Califórnia, Berkeley, torna-se um laboratório intensivo para exploração arquitetônica, paisagística e urbana. Por meio de dois programas complementares — o Design + Innovation for Sustainable Cities (DISC) e os Summer Institutes —, Berkeley oferece um currículo imersivo fundamentado no rigor disciplinar, no intercâmbio intencional e em uma cultura institucional compartilhada. Juntos, esses programas refletem a histórica estrutura multidisciplinar do CED, na qual a arquitetura, a arquitetura paisagística, o planejamento urbano e o desenho urbano prosperam e colaboram sob o mesmo teto.

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