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Nova York: O mais recente de arquitetura e notícia

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Terras Planas, Água Oculta: Arquitetura sobre Terras Conquistadas

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As terras conquistadas à água são frequentemente apresentadas como um novo solo: plano, disponível e pronto para a arquitetura. Elas prometem mais espaço às cidades onde a terra é escassa, permitindo-lhes estender frentes de água e construir distritos culturais. Em alguns casos, essas novas áreas conquistadas também se convertem em centros financeiros, dão origem a parques e projetam futuros além dos limites do território existente. No entanto, a terra conquistada nunca é apenas terra. Trata-se de uma superfície de engenharia, produzida por meio de aterros, diques, sistemas de drenagem e estabilização do solo — uma negociação de longo prazo com a água que ela afirma ter deslocado.

Isso faz da conquista de terras uma das fantasias espaciais mais poderosas e ambíguas da arquitetura. Por um lado, oferece liberdade: uma tábula rasa onde ruas e edifícios podem ser planejados praticamente do zero. Por outro, essa aparente liberdade esconde uma dependência. A terra construída deve constantemente se provar como solo firme. Ela precisa resistir a inundações, suportar fundações, nutrir árvores e sustentar a vida pública sobre um terreno que antes simplesmente não existia.

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Instalação Limbo Engawa de TAELON7 vai de Acra para o Art Omi em Nova York

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Art Omi e o Limbo Museum apresentaram a Limbo Engawa, uma instalação site-specific em duas partes concebida pela TAELON7, sob a liderança do/a arquiteto/a Juergen Benson-Strohmayer. Apresentado pela primeira vez no Limbo Museum em Acra, Gana, em 12 de março de 2026, o projeto foi reconfigurado para o Sculpture & Architecture Park do Art Omi em Ghent, Nova York, onde foi inaugurado em 19 de setembro de 2026. Desenvolvido como uma comissão conjunta entre as duas instituições, o projeto utiliza um sistema arquitetônico modular para explorar como os espaços de encontro e troca podem responder a diferentes paisagens, climas e contextos culturais.

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Histórias como recurso: como o design narrativo constrói resiliência

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Este artigo faz parte de "Thresholds", uma edição especial impressa do jornal Cobe Notes x ArchDaily.

Há duas características únicas no ser humano que nos permitiram sobreviver aos primórdios e nos espalhar por todo o planeta: suar e contar histórias. O suor ajuda a resfriar o corpo ao correr longas distâncias. As histórias nos ajudam a colaborar em grande escala e a compartilhar conhecimento entre grupos e gerações. Como profissionais da arquitetura, ainda dependemos dessas mesmas ferramentas para transformar visões em realidade.

Como aponta o professor de narrativas Angus Fletcher em seu livro Primal Intelligence, existe um equívoco comum sobre o papel das histórias: quando nosso cérebro "racional" desenvolve uma ideia que não conseguimos explicar a um grupo maior, nós a envelopamos em uma história e, de repente, todos a compreendem. Fletcher argumenta que, na verdade, o processo ocorre de forma inversa: as ideias surgem das histórias, nosso cérebro funciona por meio de histórias e as histórias moldam a realidade. Na arquitetura, existe um termo pejorativo para quando esse processo é invertido: "pós-racionalização" — como, por exemplo, quando diagramas são criados para justificar um projeto que já foi decidido.

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auruBOROS - Memória Urbana e Sonho Coletivo / Plastique Fantastique

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  • Área Área deste projeto de arquitetura Área:  300 m²
  • Ano Ano de conclusão deste projeto de arquitetura Ano:  2026
  • Fabricantes Marcas com produtos usados neste projeto de arquitetura
    Fabricantes:  Bulgari

Do que fogem os/as arquitetos/as? Ambição e evasão no projeto para locais remotos

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Pergunte a um/a arquiteto/a qual é o problema mais difícil da disciplina atualmente. O bloco de habitações do pós-guerra sem manutenção a duas quadras de seu escritório raramente é mencionado. O que vem à sua mente são os diferenciais de pressão em Marte ou as cargas de tração em uma plataforma flutuante; afinal, um território não reivindicado não tem ninguém com quem negociar, nenhuma história à qual responder, nenhum inquilino para se lembrar da última reforma — o que torna o ato de projetar consideravelmente mais fácil.

Os/As arquitetos/as pensam que estão resolvendo um problema mais difícil do que aquele que está ao lado. Um projeto como o de The Line — uma cidade de 170 quilômetros projetada para abrigar nove milhões de habitantes em um local sem ocupação prévia — não é arquitetonicamente mais difícil do que um terreno com cem anos de inquilinato, propriedade contestada e um departamento de planejamento urbano que se lembra das últimas três incorporadoras que usaram a palavra "comunidade" querendo dizer outra coisa. Pelo contrário, é consideravelmente mais fácil. Não há ninguém para convencer, nenhuma história à qual responder, nenhuma discussão a perder. Isso levanta a questão: se o problema mais difícil está a duas quadras do escritório, sem solução, e o mais fácil é o que recebe as renderizações e as rodadas de financiamento, então "ambição" é a palavra errada para descrever o que está acontecendo. Há algo sendo evitado, e precisamos começar a pensar sobre o quê.

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Assembleia Geral da ONU vota pela promoção da projeção Equal Earth para mapas-múndi mais precisos

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A Assembleia Geral das Nações Unidas votou para promover o uso de projeções de mapas-múndi que representam com maior precisão as dimensões relativas dos continentes. A resolução foi apresentada durante uma sessão na sede da ONU em Nova York no dia 4 de setembro e recebeu 164 votos a favor, com um voto contra e seis abstenções. Proposta pelo Togo, a resolução incentiva governos, instituições de ensino, organizações internacionais e empresas de tecnologia a utilizarem projeções de área equivalente sempre que a escala geográfica for relevante. A resolução não substitui ou proíbe formalmente o uso da projeção de Mercator, amplamente utilizada desde o século XVI. Em vez disso, defende um maior uso de projeções que preservem a área relativa das massas terrestres e incentiva a conscientização sobre as limitações de se representar a superfície curva da Terra em um mapa bidimensional. A projeção Equal Earth, de 2018, é apontada como um exemplo de mapa que representa a escala dos continentes de forma mais precisa.

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sauerbruch hutton e Studio Gang vencem concurso para reformular a German House em Nova York

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sauerbruch hutton e Studio Gang foram selecionados para renovar a German House em Nova York, após um concurso internacional organizado pela República Federal da Alemanha. Localizado no United Nations Plaza, em Manhattan, o edifício abriga o Consulado Geral da Alemanha, a Missão Permanente da Alemanha junto às Nações Unidas e diversas instituições culturais afiliadas. O projeto marca a primeira colaboração entre os dois escritórios. Sediado em Berlim, o sauerbruch hutton atuará como designer principal, enquanto o Studio Gang será o planejador geral e arquiteto/a de registro, supervisionando a entrega e a execução do projeto. A proposta se concentra na adaptação do edifício existente, com o objetivo de prolongar sua vida útil e, ao mesmo tempo, melhorar seu desempenho operacional e ambiental.

Sede Global da Sotheby’s no Breuer / Herzog & de Meuron + PBDW Architects

Sede Global da Sotheby’s no Breuer / Herzog & de Meuron + PBDW Architects - Fotografia de Interiores, RenovaçãoSede Global da Sotheby’s no Breuer / Herzog & de Meuron + PBDW Architects - Fotografia de Interiores, Renovação, IluminaçãoSede Global da Sotheby’s no Breuer / Herzog & de Meuron + PBDW Architects - Fotografia de Interiores, Renovação, IluminaçãoSede Global da Sotheby’s no Breuer / Herzog & de Meuron + PBDW Architects - Fotografia de Interiores, Renovação, IluminaçãoSede Global da Sotheby’s no Breuer / Herzog & de Meuron + PBDW Architects - Mais Imagens+ 6

Novo Museu de Arte Contemporânea / OMA

Novo Museu de Arte Contemporânea / OMA - Fotografia de Exterior, Museu, UrbanoNovo Museu de Arte Contemporânea / OMA - Fotografia de Interiores, MuseuNovo Museu de Arte Contemporânea / OMA - Fotografia de Interiores, Museu, EscadaNovo Museu de Arte Contemporânea / OMA - Fotografia de Exterior, MuseuNovo Museu de Arte Contemporânea / OMA - Mais Imagens+ 21

•
Nova York, Estados Unidos
  • Arquitetos: OMA
  • Área Área deste projeto de arquitetura Área:  5753 m²
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Experimentação, aprendizado e evolução no projeto de arquitetura: conheça o WORKac

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WORKac é um escritório com sede em Nova York fundado em 2003 por Amale Andraos e Dan Wood. A firma sempre acreditou no "poder da arquitetura e do design de engajar-se em questões ambientais e sociais, criando novas possibilidades para o futuro." Nesse sentido, os/as diretores/as do escritório definem sua abordagem da arquitetura como uma evolução constante. Para eles/as, trata-se de um processo contínuo de aprendizado, questionamento e reaprendizado, alimentado pelo envolvimento do escritório com a cultura, os climas e as histórias locais, além do debate nos campos da ecologia, do paisagismo e do urbanismo. Dessa forma, conseguem integrar esses temas com foco em projetos públicos, culturais e cívicos que buscam reinventar a maneira como as pessoas vivem, trabalham e vivenciam o mundo.

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Edifício Residencial 130 William / Adjaye Associates

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  • Arquitetos: Adjaye Associates
  • Área Área deste projeto de arquitetura Área:  41480 m²
  • Ano Ano de conclusão deste projeto de arquitetura Ano:  2021

Parque East Side River / BIG

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Edifício 270 Park Avenue / Foster + Partners

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  • Arquitetos: Foster + Partners
  • Área Área deste projeto de arquitetura Área:  228515 m²
  • Ano Ano de conclusão deste projeto de arquitetura Ano:  2025

Como os edifícios super altos estão envelhecendo?

Em 1853, na Feira Mundial de Nova York, um senhor de terno e cartola subiu a uma plataforma suspensa e ordenou que a corda a qual a sustentava fosse cortada. Ele caiu alguns centímetros, mas o sistema de segurança entrou em ação e a plataforma se manteve estável para delírio da multidão que estava assistindo. Nesse momento, talvez nem Elisha Graves Otis tivesse dimensão de como sua invenção iria mudar definitivamente o rumo da arquitetura.

Com o invento do elevador, o céu se tornou o limite, e a partir de então os primeiros edifícios de 7 a 10 andares começaram a surgir. Mosette Broderick, diretora de Estudos de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de Nova York, comenta que o Edifício Equitable Life Assurance, inaugurado em 1870 com sete andares, causava fascínio e medo ao mesmo tempo. O último andar, por exemplo, raramente era alugado.

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Como as narrativas da televisão constroem imaginários urbanos

Mais do que paisagens inertes ou cenários inanimados, as cidades constituem-se enquanto personagens ativas e significativas para a construção de muitas narrativas televisivas. Seja em séries ou em telenovelas, mais do que apenas um local onde as tramas se desenrolam, os ambientes urbanos desempenham um papel fundamental para os desdobramentos dos enredos, suas criações, diretrizes e contextos. Mas se, por um lado, as cidades e suas culturas urbanas contribuem para a composição de diversas tramas das telinhas, por outro lado, os programas televisivos também podem ajudar a moldar um certo imaginário idealizado sobre esses espaços urbanos, que geram expectativas irrealistas e reiteram uma série de estereótipos sobre as cidades representadas.

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Economia da biofilia: o sentido de projetar com a natureza

Este artigo foi originalmente publicado em Common Edge.

Um simples passeio no parque tranquilizará até mesmo o indivíduo mais tenso. Mas e quanto aos lugares onde as pessoas passam muito mais tempo, como escolas, escritórios e hospitais? Qual papel a arquitetura pode desempenhar na incorporação da natureza nesses ambientes? E qual o custo adicional disso? Bill Browning publicou um livro - The Economics of Biophilia: Why Designing With Nature in Mind Makes Financial Sense, 2nd Edition (escrito com Catie Ryan e Dakota Walker) - argumentando que o custo de trazer a natureza para ambientes construídos não é proibitivo, mas aditivo. Um estrategista ambiental com uma longa história em construção sustentável, Browning é um dos sócios (com os arquitetos Bob Fox e Rick Cook) da consultoria de design sustentável Terrapin Bright Green. Recentemente conversei com Browning sobre arquitetura biofílica – e, como ele foi membro fundador do conselho de administração do Green Building Council dos EUA, também sobre os pontos fortes e fracos do sistema de classificação LEED.

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Niemeyer, Le Corbusier e a história do projeto da sede da ONU

Era um momento de grande euforia. Com a declaração do final da Segunda Guerra Mundial, um otimismo invadia as ruas e oferecia a certeza de dias melhores. Neste mesmo ano, 1945, embalada pelo contexto, foi fundada a Organização das Nações Unidas (ONU). O lugar escolhido para a sede foi a vibrante cidade de Nova York e o projeto seria concebido por um grupo internacional composto por arquitetos especialmente selecionados e convidados.

Para essa empreitada multicultural e multiarquitetônica, onze gigantes da arquitetura foram chamados de todos os cantos do mundo. Com seus egos inflados, característica da profissão ainda mais ressaltada naquela geração, os arquitetos que, até então eram acostumados a reinar soberanos sobre sua arquitetura e países, se viram compartilhando não apenas uma sala, mas também um projeto. O evento por si só, se executado com sucesso, já seria um tremendo exemplo de que a paz mundial era possível.

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Desenho urbano em grelha: a arte esquecida de fazer cidades

A locomoção em algumas cidades pelo mundo é mais simples de compreender, assim como achar um endereço sem o GPS não se torna uma tarefa tão difícil, mesmo para quem visita um lugar pela primeira vez. O desenho dos municípios ajuda a explicar essa sensação que determinadas localidades transmitem. Espaços urbanos projetados em grelha (ou grid, do original em inglês), como Barcelona (Espanha), Nova York, Chicago e Phoenix (EUA) e Toronto (Canadá), por exemplo, no qual as vias se cruzam formando ângulos retos — compondo um mapa parecido com uma grade — facilitam a orientação dos indivíduos e otimizam a utilização dos ambientes.

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