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DIALOG e HOK redesenham o Scotia Place de Calgary: uma celebração da comunidade e da herança indígena no Canadá

DIALOG e HOK acabam de revelar o projeto de reformulação do Scotia Place, o novo centro de eventos de Calgary, no Canadá. Projetado para se tornar um polo comunitário e cultural, o Scotia Place é inspirado nas terras ancestrais e no significado cultural indígena, integrando essas perspectivas à beleza natural de Calgary. Encomendado pela Prefeitura de Calgary e pela Calgary Sports and Entertainment Corporation, o Scotia Place busca aproximar as pessoas e ativar o espaço público.

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Como projetar escadas flutuantes?

Vencer desníveis com conforto e aproveitar o espaço de forma eficiente é a principal função das escadas. Sua invenção não é atribuída a um único indivíduo ou civilização específica, tendo evoluído de forma independente em várias culturas ao longo da história. As primeiras evidências de escadas são encontradas na antiga Mesopotâmia, no Egito e na civilização do Vale do Indo, com exemplos notáveis como os zigurates da Mesopotâmia e a Grande Pirâmide de Gizé. Os gregos e romanos refinaram ainda mais o design e, durante o período medieval, as escadas em caracol eram comuns nos castelos por suas funções defensivas. O Renascimento trouxe exemplos ainda mais elaborados e decorativos, feitos de pedra, mármore e, mais tarde, de ferro e aço. Na era moderna, surgiram inovações com concreto e componentes pré-fabricados, refletindo avanços nos materiais e na engenharia. As escadas flutuantes, por exemplo, tornaram-se uma tendência ao ampliar visualmente o espaço e melhorar a iluminação natural do ambiente. Elas se caracterizam por um design elegante e minimalista, no qual os degraus parecem flutuar no ar sem suportes visíveis, sendo fixados em uma única parede.

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Vagas em Pequim | Wild City Factory: arquiteto(a), designer de interiores / expografia, assistente de comunicação / curadoria, estagiário(a) de arquitetura / interiores / expografia / design visual

Fundado em Paris em 2010, o Wild City Studio estabeleceu o escritório Wild City Factory em Pequim em 2015. Trata-se de um escritório de arquitetura interdisciplinar, inovador e experimental, cujas pesquisas e práticas abrangem arquitetura, urbanismo, paisagismo, design de interiores e expografia, curadoria de arte, planejamento de eventos, produção de conteúdo, fusão entre arte e tecnologia, desenvolvimento do metaverso, entre outras áreas.

O fundador e arquiteto titular, Ye Cheng, graduou-se em Ciências da Terra pela Universidade de Nanjing e posteriormente ingressou na École Spéciale d'Architecture (ESA) em Paris, onde seu projeto de graduação recebeu o prêmio anual da instituição. Ele foi o primeiro cidadão chinês a receber o "Prêmio Jovem Artista" do Institut de France. Com mais de uma década de vivência na França, aliando uma formação científica ao campo das artes e da arquitetura, Ye Cheng destaca-se na China como uma figura emblemática da integração transdisciplinar e transcultural. Como curador, realizou diversas exposições de grande porte na China e no exterior, incluindo as cinco edições da mostra de arte arquitetônica "Reconstructing Utopia", a série de exposições de arquitetura contemporânea sino-francesa "Interconexão Urbana" em celebração ao 60º aniversário das relações diplomáticas entre os dois países, a exposição de instalações e ensaios visuais de arquitetura contemporânea chinesa "Unknown City", a exposição principal da Beijing Design Week 2015, o primeiro Festival de Lanternas Artísticas dos Jogos Olímpicos da Juventude de Nanjing em 2019, a exposição de arte digital "Along the River During the Qingming Festival 3.0" em Hong Kong, e a exposição "Architecture of Emotion" no Pavilhão do Laboratório de Paris. Suas grandes instalações e obras de arte espacial, como Huntian City, Empty Shanshui, Net City, Hyper-Axis, Ecological Mandala e Wormhole City, fundem a filosofia e a estética orientais com a tecnologia moderna, propondo uma visão poética de "Shan-Shui Urbano Oriental" para os espaços urbanos e as formas sociais do futuro. Em paralelo, Ye Cheng produziu de forma independente o curta-metragem de ficção científica Interstellar Folding, utilizando a linguagem cinematográfica para elucidar seu conceito de cidade espacial da "Grande Baía Interestelar". Em 2022, como urbanista-chefe da cidade virtual "Meta City" (元邦), colaborou com a Meta Media e a Baidu no desenvolvimento deste aplicativo de metaverso pioneiro no cenário internacional, inaugurando a vertente do metaverso "Futurismo Oriental", que funde filosofias orientais e ocidentais com teorias urbanas.

Filosofia de Projeto
O escritório Wild City Factory pauta-se continuamente pela filosofia de projeto da "ontologia do espaço". Do espírito à matéria, do ser humano ao mundo, do real ao virtual, todas as questões são, em última análise, indissociáveis do espaço. Tudo parte do espaço, ancora-se no presente e transita pela tríplice dimensão temporal do passado, presente e futuro. O espaço não é apenas um receptáculo, mas um elemento de conexão. O espaço conecta pessoas, conecta espaços e conecta pessoas ao próprio espaço. Ele reside tanto no instante efêmero quanto na eternidade do tempo. Nesse sentido, da arquitetura à arte, da expografia à escrita, da observação à crítica, toda a produção do Wild City Factory articula-se em torno da problemática espacial, compreendendo o espaço como a raiz de todas as questões.

Nossa atuação externa consiste em explorar, perceber, conceber, construir, desconstruir, destituir e regenerar o espaço a partir de sua própria finitude. Já nossa busca interna reside em atravessar continuamente o "entre" (间) na infinitude do espaço, aproximando-nos do "vazio" (空) essencial — ou seja, da ontologia do espaço.

O Wild City Factory defende a máxima de que "projetar é resolver problemas" e adota a estratégia espacial da trindade "Espaço-Conteúdo-Evento", realizando análises aprofundadas do contexto de cada projeto para integrar esta filosofia e metodologia espacial a soluções inovadoras. Essa abordagem reflete a natureza multifacetada, multidirecional e transfronteiriça da atuação interdisciplinar do escritório.

Na Torre Eiffel e nos Jardins de Versalhes: Explore as instalações temporárias das Olimpíadas de Paris 2024

Para aproveitar o patrimônio histórico de Paris e, ao mesmo tempo, minimizar o impacto dos Jogos Olímpicos, a organização de Paris 2024 planejou um conjunto de arenas e instalações temporárias para sediar diversas competições importantes, que serão desmontadas após o encerramento do evento. Apenas uma arena esportiva foi construída especificamente para os Jogos Olímpicos de 2024, o Centro Aquático de Paris, já que a cidade busca aproveitar ao máximo sua infraestrutura esportiva existente, garantindo uma pegada ecológica menor em comparação com edições anteriores. Além das arenas permanentes, os principais locais temporários incluem o Trocadéro, a Torre Eiffel, o Champ-de-Mars, a Esplanade des Invalides, a Ponte Alexandre III, a Place de la Concorde e a Place de l’Hôtel de Ville, além de arquibancadas adicionais ao longo do Sena para a Cerimônia de Abertura.

A montagem e a desmontagem dessas estruturas temporárias seguirão uma abordagem em etapas para minimizar transtornos. O cronograma geográfico preservará as faixas de tráfego e o acesso aos espaços públicos, enquanto o cronograma temporal ativará e desativará gradualmente as áreas de competição para limitar o impacto das obras e restaurar rapidamente os locais após o término dos Jogos. Essas medidas estão alinhadas ao compromisso de Paris 2024 de realizar um evento responsável e respeitoso, preservando o patrimônio urbano e natural da cidade.

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Reformas em Barcelona: 8 apartamentos que recuperam seus pisos de ladrilhos hidráulicos

Na busca por conservar certos traços arquitetônicos, históricos e culturais das habitações catalãs originais, a renovação de apartamentos é concebida como um meio de conexão entre o passado e o presente através da recuperação e/ou restauração de revestimentos, pisos, esquadrias, fachadas, entre outros. A história da cerâmica na Espanha evoluiu com o passar dos anos, atravessando períodos de florescimento produtivo e também de declínio. No entanto, a linguagem expressiva, a versatilidade e a adaptabilidade dos ladrilhos hidráulicos à tradição e ao futuro destacam-se na espacialidade interna e externa das residências, com sua ampla combinação de cores, texturas e padrões.

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Heatherwick Studio reimagina o shopping center Hanhwa em Seul, na Coreia do Sul

O Heatherwick Studio acaba de anunciar seu projeto para a transformação da renomada Hanwha Galleria, em Seul. Após um concurso voltado para a reformulação de seis locais na capital sul-coreana, o escritório busca destacar o papel ascendente do país como um polo cultural global. Composto por duas estruturas gêmeas em forma de ampulheta, o design proposto desafia o modelo tradicional das lojas de departamentos de luxo em todo o mundo.

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O que as cidades africanas podem aprender com a América do Sul?

As manchetes recentes do continente africano evidenciam uma série de questões urgentes que afetam seus centros urbanos: inundações severas ameaçam Nairóbi, a capital do Quênia; o sistema de VLT em Adis Abeba, na Etiópia, cambaleia após um início promissor. Enquanto isso, no Cairo, capital do Egito, os gastos com novas infraestruturas e habitação se mostraram excessivos e exigiram um resgate financeiro governamental. As cidades africanas enfrentam uma infinidade de desafios, mas também guardam o potencial de transformar a vida de milhões de pessoas. Diante das profundas semelhanças históricas entre a América do Sul e a África, o contexto sul-americano pode servir tanto de referência quanto de exemplo positivo para o enfrentamento dessas questões no âmbito urbano.

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Centro Internacional de Convenções Kenyatta: ícone modernista da arquitetura africana pós-colonial

A arquitetura moderna e futurista da África Subsaariana reflete as aspirações e o espírito progressista que dominavam o início da independência de muitos países dessa região entre o final da década 1950 e o início da década de 1960. Uma produção que, por coincidir com o crescimento econômico, utilizou métodos de construção complexos em uma arquitetura que mesclava o interior e o exterior (graças ao clima tropical) focando na forma e expressão da materialidade. Nessa fusão de condicionantes específicas surgiram peças arquitetônicas de valor único que precisam ser "redescobertas", entre elas, o Centro Internacional de Convenções Kenyatta (KICC) construído em Nairóbi, Quênia.

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Construindo melhor com dados: o papel das bibliotecas de materiais na arquitetura sustentável

Durante décadas, a indústria da construção seguiu um ritmo familiar: o projeto vinha primeiro, os materiais vinham depois. A necessidade urgente de edifícios sustentáveis quebrou essa rotina. A seleção de materiais já não é uma consideração tardia, mas sim uma decisão crítica tomada logo no início, com potencial para reduzir drasticamente a pegada ambiental de um projeto. Essa mudança é ainda mais crucial diante do apetite da indústria da construção por matérias-primas — impressionantes 3 bilhões de toneladas extraídas anualmente. Para navegar por esse novo cenário, as bibliotecas de materiais digitais e as avaliações orientadas por dados surgem como ferramentas poderosas, criando uma cultura na qual a materialidade assume o papel central para moldar um ambiente construído mais sustentável.

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Explorando o programa M.Arch 1 do SCI-Arc: Uma abordagem singular ao ensino de arquitetura

Há mais de 50 anos, o SCI-Arc impulsiona estudantes a conduzirem a liderança do design em novas direções. Reconhecido por sua abordagem de vanguarda e por seu compromisso em desafiar os limites da arquitetura, o programa de Mestrado em Arquitetura 1 (M.Arch 1) do SCI-Arc exemplifica essas qualidades por meio de um currículo estruturado de forma singular e voltado para o futuro. Ao promover a competência técnica e o discurso crítico, o programa M.Arch 1 projeta seus/suas egressos/as para o sucesso duradouro não apenas na arquitetura, mas também em setores criativos de ponta, como inteligência artificial, jogos digitais, realidade virtual e construção de mundos cinematográficos.  

Foster + Partners revela plano diretor para a revitalização da região de Hatay, na Turquia, atingida pelo terremoto

Como parte de um processo mais amplo de revitalização focado em design, o Conselho de Design da Turquia anunciou um novo plano urbano para a revitalização de Antakya e de toda a província de Hatay, na Turquia, uma região fortemente afetada pelo terremoto na Turquia e na Síria de 6 de fevereiro de 2023. O masterplan foi desenvolvido pelos escritórios Foster + Partners, Buro Happold e MIC-HUB, juntamente com os estúdios turcos DB Architects e KEYM Urban Renewal Centre. O plano abrange uma área de 30 quilômetros quadrados de Antakya, distrito capital de Hatay e um importante centro urbano da antiguidade conhecido como Antioquia. Foram delineados oito princípios de projeto para orientar os esforços de reconstrução, em uma tentativa de manter a essência da cidade, que sofreu danos extensos estimados em 80%.

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Projetos de reuso adaptativo em Hong Kong: um estudo de caso de renovação urbana para cidades com história colonial

À medida que as grandes cidades continuam a se desenvolver, enfrentamos desafios intrigantes em relação à preservação e ao reuso adaptativo de edifícios, locais e artefatos significativos. Isso propõe uma questão complexa que envolve história política, teoria da arquitetura e significado cultural. O reuso adaptativo vai além dos projetos arquitetônicos e espaciais; ele permite que cidades e comunidades reflitam, reavaliem e reinterpretem sua história sob diferentes perspectivas. Contudo, ao contrário dos livros e das palavras, os edifícios podem não resistir ao teste do tempo por si mesmos para servir como testemunhos diretos das histórias que contam. Como devemos nos questionar sobre o que preservar e o que demolir? Como as comunidades podem se envolver na restauração ativa ou na adaptação de edifícios históricos?

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A Visão (ab)Normal: Unindo Disciplinas para Redefinir o Design Contemporâneo

Reconhecido como uma das Melhores Práticas Emergentes de 2024 do ArchDaily, (ab)Normal está redefinindo os limites da inspiração, da arquitetura e do design contemporâneos. Sediado em Milão, este estúdio interdisciplinar liderado pelos/as arquitetos/as Mattia Inselvini, Davide Masserini e Luigi Savio busca fundir de forma fluida arquitetura, design de produto e direção criativa em uma prática coesa. Fundado em 2017 em parceria com Marcello Carpino, o trabalho do (ab)Normal abrange diversos campos, incluindo arte, cultura, design, interiores e moda. Seus projetos atravessam múltiplas escalas e formatos, transitando entre o virtual e o tangível, o efêmero e o permanente, o especulativo e o comercial, ao mesmo tempo que integram elementos icônicos a referências da cultura popular, concentrando-se nas implicações do progresso tecnológico. Atuando como direção criativa para o ambiente construído, o (ab)Normal opera em diversas escalas e formatos, movendo-se entre o virtual e o tangível, o efêmero e o permanente, o performático e o estático.

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O renascimento da terracota na arquitetura de Nova York: 4 projetos contemporâneos no skyline da cidade

O horizonte de Nova York narra a longa relação da região com a inovação e o estilo arquitetônico. Entre os diversos materiais que revestem o ambiente construído da cidade, a terracota assume uma relevância singular. Esse material à base de argila foi um elemento marcante em edifícios do final do século XIX até a década de 1920 e, após um breve hiato, experimenta uma retomada no design contemporâneo. Esse resgate presta homenagem ao patrimônio arquitetônico da "Grande Maçã", ao mesmo tempo que lidera um movimento em prol de materiais sustentáveis na metrópole.

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Preservando a identidade e criando novos horizontes com uma renovação urbana em São Paulo

Renovações urbanas geralmente envolvem grandes demolições, o que resulta no apagamento da identidade histórica local e gerando uma enorme quantidade de resíduos e o transporte de novos materiais para as construções. Alguns projetos, no entanto, trazem novos horizontes e mostram possibilidades diversas. É o caso do LAPI, abreviação de "Largo" e "Pinheiros", um exemplo de ocupação e requalificação urbana que respeita a identidade local e promove uma nova experiência de ocupação ao repensar o espaço urbano a partir das suas pré-existências. Com arquitetura do SuperLimão e masterplan do Spol, o projeto ocupa uma área de 20 mil m² e abrange 29 imóveis distribuídos em três quadras em um bairro tradicional na Zona Oeste de São Paulo, ponto estratégico de intersecção com as principais vias da cidade, com circulação de milhares de pessoas por dia. Conversamos com Thiago Rodrigues, arquiteto e sócio do escritório, sobre os desafios e as oportunidades de trabalhar em um projeto deste tipo.

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Mobiliário sob medida para design exclusivo em hotéis, residências e espaços comerciais

Cada nova ideia de design demanda uma solução projetual única. Mesmo o conceito mais brilhante necessita de suporte para se transformar em algo tangível, belo e em uma experiência completa.

A instalação de 5.500 m² da MODplus em Thiva, na Grécia, integra um estúdio de design e uma fábrica de última geração, contando com uma equipe dedicada à produção sob medida de mobiliário premium para residências, hotelaria, varejo e espaços de trabalho contemporâneos em todo o mundo. O espaço funciona como um polo de soluções e produção inovadora, com departamentos especializados em marcenaria, moldagem a vácuo, pintura industrial, metalurgia, estofaria e moldagem em poliuretano. Ao longo dos anos, a empresa consolidou parcerias estreitas com seus clientes, criando experiências singulares por meio do mobiliário. Até o momento, cada projeto desenvolvido representou um diálogo colaborativo, auxiliando profissionais de design a concretizarem o que, muitas vezes, começa apenas como uma ideia abstrata.

Paul Clemence registra a modernista Aluminaire House em Palm Springs, Califórnia

Em sua mais recente jornada fotográfica, Paul Clemence explora a arquitetura da Aluminaire House em Palm Springs. A Aluminaire House Foundation doou a casa-exposição ao Palm Springs Art Museum, passando a integrar sua coleção permanente. Este marco arquitetônico, projetado por Albert Frey e Lawrence Kocher, está atualmente em processo de reconstrução no estacionamento sul do Museu. Aclamada como um ícone do design modernista, a obra foi recentemente reconhecida pela revista Architectural Record como um dos edifícios mais significativos construídos no mundo nos últimos 125 anos.

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Visões do Futuro da Narrativa Arquitetônica: Em Conversa com o BIG e a Squint/Opera

Apresentações de arquitetura para clientes costumam incluir renders, diagramas e desenhos. Interpretar esses elementos e vislumbrar o resultado final exige imaginação e repertório arquitetônico para preencher as lacunas e visualizar a obra concluída. O BIG e a Squint/Opera, em uma parceria que une uma potência da arquitetura a um estúdio digital criativo, exploram métodos inovadores para transmitir o projeto espacial e arquitetônico para além dos meios tradicionais. Ambos reimaginam a narrativa arquitetônica para além dos recursos visuais estáticos em 2D, utilizando produções de vídeo de última geração e tecnologias imersivas, o que permite a clientes e ao público em geral vivenciar plenamente suas visões futuristas de planejamento urbano e design de arquitetura. Entre suas colaborações mais notáveis estão a produção de vídeo para o projeto Toyota Woven City e a criação da ferramenta colaborativa de projeto em realidade virtual (VR) HyperForm.

Em entrevista ao ArchDaily, Daniel Sundlin, sócio do BIG, e Matt Quinn, diretor comercial da Squint/Opera, compartilham suas perspectivas sobre o futuro da narrativa digital na arquitetura.

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Agricultura urbana: um caminho sustentável para superar a crise alimentar em curso na Nigéria

Um relatório recente vindo da Nigéria, elaborado pelo Ministério da Agricultura, prevê que pelo menos 31,5 milhões de pessoas possam enfrentar uma crise alimentar e nutricional entre junho e agosto deste ano. Estes dados alarmantes evidenciam a gravidade da crise de abastecimento que tem escalado progressivamente nos últimos anos. A alta dos preços de frutas e legumes e a consequente escassez nos mercados locais já são evidentes, à medida que alimentos básicos desaparecem das mesas. Essa situação projeta um futuro sombrio para o país, onde a maior parte da população já luta para garantir o sustento básico, mesmo em períodos mais favoráveis.

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Como usar revestimento canelado em paredes internas

A maneira como percebemos o espaço é um aspecto crucial da arquitetura e do design de interiores, influenciando profundamente nossa interação com o ambiente. Nesse sentido, a percepção espacial é moldada por elementos como a disposição do mobiliário, a iluminação, as escolhas de cores e os materiais. Estes últimos são particularmente significativos, pois um mesmo material pode ser empregado de diversas maneiras, resultando em atmosferas com características únicas.

O revestimento canelado é um excelente exemplo do potencial de variação no uso de materiais. Trata-se de superfícies de MDF fresadas com um padrão linear projetado para decorar paredes e tetos internos. Podem ser aplicados em diversas superfícies, embora devam ser utilizados apenas em áreas livres de umidade. O sistema destaca-se por sua capacidade de acentuar o espaço por meio de diferentes configurações. Dependendo de sua disposição e do tipo de canelado, essas configurações podem modificar a experiência espacial ao destacar, direcionar, envelopar e equilibrar visualmente residências, escritórios, espaços comerciais e outros ambientes.

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Transformando água em terra: grandes projetos de aterros ao redor do mundo

A ideia de transformar água em terra tem fascinado a humanidade há séculos. Os Países Baixos, por exemplo, como um dos pioneiros no assunto, possuem cerca de 20% do território recuperado do mar ou de lagos utilizando os diques como métodos para estancar a água e secar as superfícies. O desenvolvimento tecnológico ao longo do tempo, no entanto, tem tornado essa prática cada vez mais popular. Hoje, a China é um dos países que lidera o ranking, assim como os centros urbanos no sul global, destacando cidades na África Ocidental, Leste Asiático e Oriente Médio.

Esses aterros megalomaníacos são criados principalmente em locais onde há uma costa bastante extensa, mas não há continente suficiente para satisfazer suas necessidades. Nesse sentido, os usos acomodados na nova área são os mais diversos, variando desde a criação de residenciais luxuosos até um arquipélago de entretenimento com hotéis, restaurantes, teatros e lojas.

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RSHP vence concurso para complexo de centro de convenções e hotel em Zhengzhou, China

RSHP, em colaboração com o TJAD, foi selecionado no concurso internacional para o projeto do complexo Zhongyuan International Convention and Conference Centre. O projeto, localizado na Zhengzhou Airport Economic Zone e adjacente ao aeroporto internacional, tem como objetivo criar um local flexível e facilmente identificável para todos os visitantes. O projeto de arquitetura inspira-se no patrimônio cultural da região e em seu entorno natural.

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The Kul Kul Farm e o Bamboo U: capacitando pessoas a construir um mundo melhor com bambu

A Kul Kul Farm nasceu com o propósito de compartilhar conhecimento sobre como projetar, construir, cultivar, produzir e criar com a natureza em mente. Promovendo valores de respeito e cuidado com a Terra, ao mesmo tempo em que fortalece os laços comunitários, a fazenda tornou-se um farol de sustentabilidade e conexão com o meio ambiente. Em 2015, Maria e Orin iniciaram este projeto com a intenção de inspirar e capacitar tanto moradores/as locais de Bali quanto turistas a viverem uma vida mais conectada ao mundo natural. Embora inicialmente promovessem seus valores por meio da permacultura, logo perceberam que o mundo estava pronto e ávido pelo conhecimento, pelas habilidades e pela inspiração para projetar casas e espaços conectados à natureza, e um movimento totalmente novo começava a crescer em seu próprio quintal — o movimento do bambu.

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Pablo Luna: "O bambu tem sido um mestre incrível para mim"

A arquitetura é fruto da paixão, que muitas vezes se transforma em uma jornada de descobertas para toda a vida. Seja investigando lugares, materiais, técnicas, estilos ou programas, nossa série de entrevistas tem revelado trajetórias individuais que evidenciam as múltiplas facetas da arquitetura. Um de nossos principais focos tem sido a Indonésia, onde encontramos uma nova geração de arquitetos/as que enfrentam os desafios de um dos maiores países do mundo, impulsionando uma inovação intrinsecamente conectada a uma natureza sempre presente e a uma cultura singular.

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